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Sou anomalia insidiosa, a me insinuar, manifesto-me pela simples diminuição de seu piscar, em seu olhar fixo, em seus lentos movimentos.
Entranho-me na monotonia de sua voz, na oleosidade lustrosa, graxento de sua face ,nos tremores manifestados em suas mãos, que lhe são involuntários.
Sou a perda de neurônios a lhe roubar à dopamina, a lhe alterar os movimentos, a lhe causar problemas mentais, a lhe tornar a macha difícil.
Na fertinação do movimento acelerado, ou na casualidade congelada de sua locomoção, torno-me rigidez muscular.
Sou a degeneração de seu sistema nervoso central, sem causa conhecida, sem cura.
Sou a idiopática doença de PARKINSON.
Atente...
Lufague