Visualizações de página do mês passado

Mostrando postagens com marcador alimentação. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador alimentação. Mostrar todas as postagens

quinta-feira, 11 de agosto de 2011

BENEFÍCIOS DO TOMATE E AS MELHORES FORMAS DE PREPARO

 
Rico em vitamina C, zinco e magnésio o tomate também tem um poderoso antioxidante, o licopeno, que previne várias doenças, como mal de alzheimer, parkinson e câncer de próstata, de pulmão e de estômago. Além disso, ele evita o envelhecimento precoce e ajuda no combate à celulite.

A chefe de cozinha e nutricionista Andrezza Eufrásio ensina como rechear tomates e dá duas receitas. [...]


terça-feira, 9 de agosto de 2011

NUTRIÇÃO/REEDUCAÇÃO ALIMENTAR



Se você decidiu que deve ter uma alimentação saudável e estar mais ativo fisicamente, deve prestar atenção à sua disciplina. 

por Simone Maia Martins CRN971000255

10 passos a serem seguidos.


O mais importante é saber que seu processo de reeducação alimentar contempla uma vida normal, sem restrições absurdas ou sem necessidade de fome e reclusões sociais. Se tiver dúvidas ou não estiver conseguindo cumprir seu planejamento, fale com sua nutricionista. [...]

terça-feira, 21 de junho de 2011

06 ALIMENTOS ALIMENTOS SUPER ESSENCIAIS



Brócolis - O brócolis é rico em sulforafano, um antioxidante que ajuda a prevenir e combater uma série de cânceres, especialmente o de pulmão e estômago. Ele também têm propriedades antiinflamatórias.

Abóbora - Uma das melhores fontes de carotenóides, antioxidantes que reduzem o risco de câncer. Como a batata doce, a cenoura e outros legumes alaranjados, a abóbora é rica em beta-caroteno. Ela também é uma das maiores fontes de alfa-caroteno, um membro poderoso da família dos carotenóides, que previne à formação de catarata e aumenta a imunidade.

Mirtilo - Embora seja uma fruta mais encontrada na região norte da América, ela pode ser encontrada em cultivos da região sul do Brasil. É pequena, do tamanho de uma jabuticaba e coloração azul. Além de muito saborosa, seus compostos ajudam a proteger o coração e podem inibir o crescimento de células cancerosas. Estudos sugerem que o mirtilo protege contra doenças neurodegenerativas, como o Alzheimer e o Parkinson, e pode retardar e até reverter a perda de memória relacionada à idade e um declínio na função cognitiva.

Peixe - O salmão, a truta, a sardinha e o atum são ricos em ácidos graxos e ômega 3, que diminuem o risco de ataques cardíacos e derrames, e também pode cortar em até metade o risco de morte por doença arterial coronariana. O ômega 3 também tem efeitos para aumentar a imunidade e é antiinflamatório, reduz o risco de câncer de próstata, alivia os sintomas da artrite reumatóide e algumas enfermidades psiquiátricas.

Espinafre - O espinafre além de melhorar a visão, possui uma propriedade chamada luteína, que ajuda a proteger contra doenças cardíacas e alguns cânceres. Outros alimentos ricos em luteína: couve, acelga e beterraba.

Tomate - Tomates são ricos em licopeno, um antioxidante que reduz o risco de câncer de próstata, mama, pulmão e outros, e tem efeitos protetores ao coração.

Pesquisas mostram que a absorção de licopeno é maior quando o tomate é cozido com azeite. Em um estudo, uma combinação de tomate e brócolis foi mais efetiva na desaceleração do crescimento do tumor do que outros alimentos.

por Jessica Moraes

terça-feira, 7 de junho de 2011

DISFAGIA EM ALZHEIMER E PARKINSON


É comum ouvir falar em doenças que acometem a população idosa, como Alzheimer e Parkinson. Mas o que são essas doenças? Além do tremor no Parkinson e do déficit de memória no Alzheimer existem outros danos causados por essas doenças?

A doença de Alzheimer é a causa mais comum de demência, sendo responsável por 50 a 70% do total de casos. Trata – se de uma doença multifatorial, onde as características genéticas em associação com fatores ambientais (ainda não identificados), levando à perda progressiva de neurônios e às manifestações clínicas da doença. O caráter genético da doença de Alzheimer implica um aumento da probabilidade de desenvolver a doença, de um modo geral a partir dos 65 anos de idade. É importante lembrar que o fato de apresentar estas características genéticas não é sinônimo de desenvolvê-la, da mesma forma que, não apresentá-la não quer dizer que não possa haver desenvolvimento da Alzheimer.

Com o avançar da doença, as deficiências da memória ficam mais acentuadas. Além da desorientação temporal (hora, dia, ano), passa a aparecer também desorientação espacial (se perde no ambiente), de modo que sair sem acompanhante torna-se difícil. Já as alterações de linguagem são mais evidentes, comprometendo a convivência pessoal e social.

As alterações na deglutição também aparecem na fase moderada.  Não faz sentido para o paciente ingerir alimentos, uma vez que esse não os reconhecem. Com a progressão da doença, o paciente passa a ter dificuldades em utilizar os talheres e também para deglutir, manipulando o alimento na boca por muito tempo sem saber o que fazer e como engolí- lo.

Já a doença de Parkinson é uma doença neurológica crônica decorrente de uma degeneração dos neurônios. O parkisonismo caracteriza-se pela combinação de quatro sinais clínicos: tremor de repouso, rigidez muscular, bradicinesia (dificuldade em iniciar o movimento, acompanhado de uma redução na velocidade e na amplitude dos movimentos) e alterações dos reflexos de postura. A doença costuma ter inicio a partir do 50 anos de idade. No começo, a evolução é lenta e gradual.

O indivíduo pode apresentar comprometimento da comunicação oral, fraca intensidade vocal, alteração da velocidade da fala e articulação imprecisa, além disso, a perda de peso pode estar presente devido à dificuldade de alimentar-se com alimentos sólidos e líquidos, dando preferência aos pastosos. A dificuldade da deglutição é chamada de disfagia orofaríngea. Explicando melhor: é o conjunto de sinais e sintomas específicos que caracterizam-se por alterações em qualquer etapa da deglutição, podendo ser causada por doenças neurológicas ou trauma, alterações nas estruturas anatômicas responsáveis pela deglutição, envelhecimento e por uso de alguns medicamentos.

O paciente com disfagia pode apresentar “voz molhada”. Essa voz pode sugerir penetração laríngea de saliva, secreção e/ou alimentos. Na doença de Alzheimer nota-se:
§  dificuldades na iniciativa de mastigar e conduzir o bolo alimentar dentro da boca;
§  dependência na alimentação;
§  ausência de sinais involuntários durante a mastigação;
§  alteração na mobilidade da língua; alteração do reflexo de deglutição;
§  tosse antes ou após a deglutição.
§  Alguns pacientes levam de três a quatro minutos para iniciar uma simples deglutição.

Na Doença de Parkinson, o idoso apresenta:
§  rigidez, tremor e incoordenação durante a mastigação;
§  escape de saliva (pode babar);
§  fraca pressão labial;
§  fraca intensidade vocal (voz baixa) e incoordenção pneumofônica;
§  tosse antes, durante ou após a deglutição;
§  possível penetração e aspiração do alimento.

Pessoas que apresentam essas dificuldades de deglutição, devem procurar o médico e o fonoaudiólogo. O fonoaudiólogo realizará uma avaliação do quadro e com base nos achados desenvolverá estratégias, que possibilitarão uma melhor deglutição e melhor qualidade de vida ao indivíduo.

Carla Linhares Taxini.
Discente do 4º ano de Fonoaudiologia – Unesp/Marília

segunda-feira, 14 de março de 2011

MEMÓRIA SE ATIVA COM ALIMENTAÇÃO


Com o tempo as células do cérebro são danificadas pelos radicais livres. A ação desses componentes provoca brancos na memória. Porém, estudos demonstram que uma dieta equilibrada consegue melhorar esse problema. Uma pesquisa com quem sofre com a doença de Parkinson, que afeta o sistema nervoso central e é caracterizada por tremores e rigidez muscular, demonstrou que 90% dos pacientes melhoraram seu estado de saúde com a alimentação correta. Uma alimentação rica em gema de ovo colaborou para essa melhora. Na gema existe a colina, um micronutriente que estimula a atividade cerebral.

Saiba quais são os alimentos que colaboram para a memória:
1. Gema de ovo: a colina contida nela é um precursor do neurotransmissor acetilcolina, que melhora a memória. Sua deficiência pode estar associada ao mal de Alzheirmer.
2. Peixes São fontes de ácidos graxos ômega 3, um poderoso antioxidante.
3. Frutas e vegetais amarelos mamão, manga, pêssego, cenoura, abóbora, são ricos em betacaroteno, antioxidante que combate o envelhecimento celular.
4. Frutas vermelhas - Morango, ameixa preta, amora, framboesa, cereja, abacate e uvas vermelhas. Elas têm flavanóides, que exercem efeitos benéficos na aprendizagem e na memória e protegem os neurônios.
5. Oleaginosas: castanha, nozes, amêndoas, avelãs, amendoim, são ricas em vitamina E e selênio, também fontes antioxidantes.
6. Carnes, grãos integrais, leite e derivados são fontes de vitaminas do complexo B e ajudam a regular a transmissão entre os neurônios.

domingo, 26 de dezembro de 2010

O QUE SÃO ALIMENTOS FUNCIONAIS?

Texto Rafael Tonon

Os alimentos funcionais ou nutracêuticos são aqueles que colaboram para melhorar o metabolismo e prevenir problemas de saúde. Ou pelo menos deveriam ser assim: os cientistas já reconhecem as propriedades funcionais de muitos desses alimentos, porém os estudos ainda não são conclusivos. “A ciência ainda não consegue determinar uma dieta diária de alimentos funcionais que atenda a todas as necessidades do organismo”, explica Valdemiro Sgarbieri, da Faculdade de Engenharia de Alimentos da Unicamp.

Essas substâncias não são novidade, como às vezes prega a indústria de alimentos. As isoflavonas, por exemplo, compostos que ajudam na redução do colesterol ruim, fazem parte da alimentação humana desde que a soja foi descoberta pelos chineses, há mais de 5 000 anos.

O que vem acontecendo é um aprofundamento nos conhecimentos da natureza química das substâncias funcionais e das suas funções no organismo. Com isso, os laboratórios e a indústria alimentícia passaram a produzir, em larga escala, alimentos funcionais formulados ou “artificiais”, como leites fermentados, biscoitos vitaminados e cereais matinais ricos em fibras.

Para chegarem ao mercado, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária exige que o fabricante apresente provas científicas das propriedades funcionais alegadas na embalagem. Mas não se entusiasme demais com os rótulos: 1 litro de leite com ômega 3, por exemplo, oferece menos desse ácido graxo que uma posta de salmão.

Fonte: Inar de Castro, pesquisadora da Faculdade de Ciências Farmacêuticas da USP.

Betacaroteno
O que faz: Ajuda a diminuir o risco de câncer.
Como age: Quando ingerimos gorduras e proteínas, o betacaroteno se converte em vitamina A, protegendo as células do envelhecimento.
Onde encontrar: Abóbora, cenoura, mamão, manga, damasco, espinafre, couve.

Isoflavonas
O que fazem: Atenuam os sintomas da menopausa.
Como agem: Por ter uma estrutura química semelhante ao estrógeno (hormônio feminino), alivia os efeitos de calor e cansaço da menopausa e da tensão pré-menstrual.
Onde encontrar: Soja e seus derivados.

Licopeno
O que faz: Está relacionado à diminuição do risco de câncer de próstata.
Como age: Evita e repara os danos dos radicais livres que alteram o DNA das células e desencadeiam o câncer.
Onde encontrar: Tomate e seus derivados, além de beterraba e pimentão.

Ômega3
O que faz: Diminui o risco de doenças cardiovasculares.
Como age: Reduz os níveis de triglicerídeos e do colesterol total do sangue, sem acumulá-lo nos vaso sanguíneos do coração.
Onde encontrar: Peixes de água fria, como salmão e truta, e óleo de peixes.

Flavonóides
O que fazem: Diminuem o risco de câncer e atuam como antiinflamatórios.
Como agem: Anulam a dioxina, substância altamente tóxica usada em agrotóxicos.
Onde encontrar: Suco natural de uva e vinho tinto, além de alimentos como café, chá verde, chocolate e própolis.

Probióticos
O que fazem: São microorganismos vivos que ajudam no equilíbrio da flora intestinal.
Como agem: Impedem que bactérias e outros microrganismos patogênicos se proliferem no intestino.
Onde encontrar: Iogurtes e leite fermentado.

segunda-feira, 30 de agosto de 2010

FDA alerta sobre os perigos dos suplementos alimentares

Suplementos alimentares são produtos tomados por via oral, que contêm um ou mais ingredientes dietéticos. Estes incluem as vitaminas, sais minerais, aminoácidos, ervas, assim como outras substâncias que podem ser utilizadas para complementar uma dieta alimentar.

Estes suplementos alimentares são encontrados sob a forma de comprimidos, cápsulas, pós, barras energéticas e líquidos. Estão disponíveis em lojas de todo o país, bem como para venda na Internet.

O orgão americano FDA (Food and Drug Administration) sugere que você consulte com um profissional da saúde antes de usar qualquer tipo suplemento dietético. Muitos suplementos contêm ingredientes com fortes efeitos biológicos, sendo que estes produtos podem não ser seguros para todas as pessoas.

O FDA aconselha que:

-Os suplementos alimentares em geral, não se destinam a tratar, diagnosticar, curar ou aliviar os efeitos das doenças. Eles não podem prevenir completamente as doenças, como as vacinas, por exemplo. No entanto, alguns suplementos são úteis na redução do risco de certas doenças e são autorizados a divulgar em seu rótulo esses benefícios. Por exemplo, suplementos de ácido fólico podem reduzir do risco de malformações congênitas do cérebro e da medula espinhal, devendo ser usados por gestantes.

-A utilização inadequada de suplementos alimentares pode ser prejudicial. Tomar uma combinação de suplementos, utilizando estes produtos em conjunto com medicamentos alopáticos ou em substituição a estes últimos, podem trazer inúmeros malefícios à saúde.

-Alguns suplementos alimentares podem ter efeitos indesejáveis antes, durante ou após uma cirurgia. Por exemplo, o sangramento é um efeito colateral potencial do alho, ginkgo biloba, ginseng e da vitamina E. Além disso, a kava-kava e a valeriana, podem agir como sedativos e aumentar os efeitos dos anestésicos e outros medicamentos usados durante uma cirurgia. Antes de uma cirurgia, você deverá informar o seu profissional de saúde sobre todos os suplementos que você utiliza.

Fonte:[FDA]
http://www.nutrycionista.com.br/novidades.php?id=3226

domingo, 29 de agosto de 2010

Os perigos do suplemento

O suplemento é uma BOMBA?

A análise de amostras de produtos muito utilizados para hipertrofi ar os resultados da musculação constatou a presença de anabolizantes na fórmula de 25% deles. E agora? Vamos entender direito essa história

O alerta partiu do renomado Instituto Adolfo Lutz, em São Paulo. Lá, depois de receber inúmeras denúncias, uma equipe de pesquisadoras resolveu tirar a limpo a suspeita sobre suplementos vendidos a quem treina musculação. Foram analisados 111 produtos apreendidos em academias de ginástica paulistas pelo serviço de vigilância sanitária local. Ninguém divulgou as marcas, mas sabe-se que seis eram nacionais, dez eram fabricadas no exterior e 95 nem sequer apresentavam no rótulo o país de procedência.

O resultado da investigação foi bombástico: “Cerca de 25% dos suplementos tinham esteroides, substâncias derivadas do hormônio masculino e usadas para aumentar a massa muscular”, conta a farmacêutica Blanca Elena Ortega Markman, uma das pesquisadoras do Adolfo Lutz.

A desconfiança de que os suplementos alimentares podem conter substâncias prejudiciais não declaradas na embalagem vem de longa data. Outra pesquisa, esta realizada pelo Comitê Olímpico Internacional, o COI, em 2001, com marcas provenientes de 215 fabricantes de 31 países, revelou que, das 634 fórmulas avaliadas, 94 continham substâncias que não apareciam no rótulo e que dariam um resultado positivo no teste de dopping. “Nos últimos anos, muitas publicações internacionais vêm alertando sobre a presença de drogas de uso controlado, como estimulantes e anabolizantes, em produtos comercializados como simples suplementos nutricionais”, conta Blanca.

Como era de esperar, os resultados recentes obtidos no Adolfo Lutz levaram a polêmica, aquecida há tempos, a ponto de fervura. O nutrólogo Euclésio Bragança, presidente da Associação Brasileira das Empresas de Produtos Nutricionais (Abenutri), saiu em defesa dos produtos nacionais. “As amostras contaminadas devem estar entre aquelas de procedência indefinida”, brada. “Os produtos vendidos em estabelecimentos sérios no Brasil têm registro na Agência Nacional de Vigilância Sanitária e, por isso, passam por uma rígida avaliação”, garante Bragança. De fato, sem saber o nome das marcas, fica difícil ao consumidor separar o joio do trigo — ou melhor, suplemento de anabolizante.

Usar única e exclusivamente produtos com o aval da Anvisa é, sem a menor sombra de dúvida, a maneira segura de se esquivar da armadilha dos anabolizantes. E, claro, isso não significa que só porque os suplementos alimentares têm a aprovação dessa agência dá para tomá-los por conta própria. “É fundamental que sempre haja a indicação de um especialista, seja em medicina do esporte, em nutrologia, seja em nutrição”, afirma o cardiologista José Kawazoe Lazzoli, presidente eleito da Sociedade Brasileira de Medicina do Exercício e do Esporte. Até porque aqueles produtos sem anabolizantes também apresentam seus senões.

“Quem faz uso de suplementos à base de aminoácidos e proteínas precisa estar com os rins e o fígado trabalhando em perfeitas condições ou terá problemas nesses órgãos”, exemplifica Lazzoli. Pelo mesmo motivo, o acompanhamento é indispensável: até mesmo rins normais às vezes reagem mal se são obrigados a filtrar um excesso de moléculas proteicas. “Já os diabéticos precisam ser bem orientados em relação aos carboidratos”, complementa. A médica do esporte Renata Castro, do Instituto Nacional de Traumatologia e Ortopedia, complementa: “Há também o risco da hipervitaminose”. Em outras palavras, certas vitaminas além da conta causam intoxicações.

Malhação turbinada

Esqueça as propagandas enganosas. Ninguém vai ficar magro ou com músculos de mister Universo por causa de qualquer suplemento alimentar — sem os perigosos anabolizantes, bem entendido. Mas, bem indicados, ao fornecer determinados nutrientes, eles podem, sim, melhorar o desempenho de quem pratica atividade física. “Os produtos ricos em proteínas auxiliam no desenvolvimento muscular”, diz a nutricionista Mariana Del Bosco, da Associação Brasileira para o Estudo da Obesidade e da Síndrome Metabólica. “Já a reposição de carboidratos é fundamental antes e durante exercícios de longa duração”, acrescenta Lazzoli. É claro: nenhum suplemento substitui a boa alimentação. Aliás, alguns especialistas defendem a tese de que, quando o menu é equilibrado, esses produtos são totalmente desnecessários — pesando apenas no bolso e arriscando o bom funcionamento dos rins, por exemplo, à toa. “Eles só são recomendados quando há de fato uma deficiência na dieta diagnosticada por um especialista”, frisa Renata Castro, que também é da Sociedade Brasileira de Medicina do Exercício e do Esporte.

Fonte: Saúde Abril

segunda-feira, 23 de agosto de 2010

A IMPORTÂNCIA DO CÁLCIO E CUIDADOS COM O EXCESSO

Essencial na formação dos ossos e dentes, o mineral pode ser consumido sem necessidade de suplementos. Basta uma dieta equilibrada e vitamina D para ajudar em sua absorção. Cuidado, pois o consumo excessivo de cálcio pode levar à formação de cálculos renais.

NÃO FAÇA USO DE SUPLEMENTOS ALIMENTARES SEM CONTROLE MÉDICO.

A ingestão adequada de cálcio nos primeiros anos de vida auxilia na formação na formação de dentes e de um esqueleto saudável, minimizando a perda de massa óssea na vida adulta. A assimilação de cálcio pelo organismo diminui na menopausa, fazendo com que o corpo recorra ao mineral armazenado nos ossos e dentes, provocando a osteoporose.
É importante consumir alimentos ricos em cálcio desde muito cedo.

O leite e seus derivados são as principais fontes de cálcio, que também pode ser encontrado na couve, repolho, brócolis, cebolinha, espinafre, alho-francês e acelga, além das leguminosas, frutos secos e cereais integrais.

O cálcio depende da ação da vitamina D. Por isso, são necessários alimentos ricos tanto em um quanto no outro. A vitamina D é encontrada em peixes gordos, no ovo e na soja. Já as gorduras e a fibra dificultam a assimilação do cálcio.
Leites, biscoitos e iogurtes enriquecidos com cálcio. A indústria alimentícia promete surpreender o consumidor com uma enxurrada de produtos fortalecidos com este mineral. Exagero? Certamente não. Afinal, é o nutriente responsável pela formação e manutenção de nossos ossos e dentes. E, além de fortalecê-los, desempenha um importante papel no processo de coagulação do sangue.

Recentes estudos têm ainda demonstrado que há uma relação inversa entre o nível de cálcio no organismo e a pressão sangüínea. O cálcio ajudaria a regulá-la, prevenindo a hipertensão. Além disso, com o potássio e o magnésio, participa de reações orgânicas importantes ligadas à contração e relaxamento muscular, à coagulação sanguínea, à transmissão de impulsos nervosos, à manutenção da frequência cardíaca e por aí vai. Segundo alguns médicos e pesquisadores, o cálcio seria até capaz de aliviar sintomas da tensão pré-menstrual e de reduzir níveis de colesterol.

NA DOSE CERTA
O cálcio é o mineral mais abundante no nosso corpo.
Os adultos devem consumir, em média, 800 mg de cálcio por dia. No entanto, esse valor pode chegar a 1500 mg no caso de mulheres com mais de 45 anos, de grávidas, ou ainda de crianças em idade de crescimento.

A ingestão diária recomendada (IDR) de cálcio varia de acordo com a faixa etária. De um a três anos, as crianças devem ingerir 500mg do mineral e, entre quatro e oito anos, são necessárias 800mg. O consumo de 650mg do nutriente corresponde a cerca de 50g de queijo e a um copo de leite de 250ml.

A partir dos nove anos até a fase adulta, a IDR pula para 1.300mg. A explicação? Nesta época, crianças e jovens vivenciam uma intensa fase de crescimento, principalmente ósseo, onde o organismo gasta mais cálcio para garantir um desenvolvimento tranqüilo e saudável. Deste período aos 50 anos, a recomendação diária cai para 1.000mg.

Mas, a partir desta idade, que justamente marca o início da menopausa nas mulheres, a reabsorção de cálcio pelo organismo diminui, havendo necessidade de maior consumo a fim de combater o desgaste dos ossos. Para prevenir a osteoporose e outras doenças associadas à sua carência, os médicos aconselham a ingestão, todos os dias, de 1.200mg.

Ao contrário do que muitos pensam, o feto não rouba cálcio dos ossos e dentes da mãe na gestação. Durante os nove meses, a IDR também é determinada pela idade da grávida. Para as gestantes adolescentes, devido às suas condições fisiológicas, recomenda-se 1.300mg de cálcio, mesma quantidade indicada para qualquer jovem. Depois dos 19 anos, no entanto, bastam cerca de 1.000mg para assegurar seu bem-estar e o do bebê.

ONDE BUSCAR
Queijos, leites, manteiga, ovos e vegetais verde-escuros, como o brócolis, são considerados ótimas fontes. Contudo, vale lembrar que o cálcio dos vegetais não costuma ser bem absorvido pelo organismo por causa de substâncias não-nutrientes conhecidas como oxalatos.

Quando o assunto é absorção, não se deve esquecer da função da vitamina D. Ela ajuda – e muito - o organismo a reter o cálcio nos ossos. Cereais, alguns frutos do mar, óleo de fígado de bacalhau e leites enriquecidos são ótimas fontes de vitamina D.

Mas os cuidados para manter os ossos resistentes não param por aqui. Além de manter uma alimentação balanceada, procure passear ou se banhar ao sol sempre que possível. Os raios ultravioleta liberam a produção de vitamina D na pele. Não deixe, porém, de aplicar protetor solar e de respeitar os horários em que as radiações oferecem menos riscos à saúde (antes das 10h e após as 16h).

Em geral, especialistas aconselham a ingestão diária de cinco microgramas deste nutriente. A partir dos 50 anos, a IDR deve subir para dez microgramas. Já as pessoas com mais de 70 anos normalmente necessitam de 15 microgramas. Isso ocorre porque a capacidade da epiderme de produzir vitamina D diminui com a idade.

Nos últimos anos, a mídia e diversos centros de pesquisa vêm reforçando a importância das algas como uma poderosa fonte de nutrientes, que vão dos minerais às vitaminas e aminoácidos. De fato, 100g destas plantas contêm cerca de 100mg de cálcio. As algas desidratadas ou em cápsulas são encontradas em lojas de produtos naturais.

OS PRINCIPAIS VILÕES
Os especialistas alertam: a ausência ou deficiência de vitamina D inibe a retenção de cálcio pelo organismo. Substâncias não-nutrientes de determinados alimentos também reduzem a capacidade de absorver este mineral. Nesta lista estão os fitatos (encontrados na película externa dos grãos de cereais) e os oxalatos (presentes, por exemplo, na beterraba, acelga e espinafre).

O cacau é rico em oxalatos, mas, para alívio dos chocólatras, a quantidade contida em barras e achocolatados não impede a absorção de cálcio. O estresse também costuma aumentar a excreção deste nutriente. Sem falar no envelhecimento, que leva à diminuição do aproveitamento de cálcio pelos ossos. Quem usa remédios sem prescrição médica deve saber que a utilização de certos medicamentos pode afetar a biodisponibilidade de cálcio no organismo, colocando em risco a saúde.

Pesquisas recentes vêm demonstrando que o uso abusivo de refrigerantes provoca o enfraquecimento dos ossos, deixando-os mais propensos a fraturas. Estes estudos têm sido realizados com adolescentes e os cientistas conseguiram demonstrar que a bebida representa um agente de risco relevante para a ocorrência de osteoporose no futuro.

DEFICIÊNCIA
Por ser essencial para o funcionamento do organismo, quando existe deficiência de cálcio na corrente sanguínea (por má alimentação, questões hormonais ou outros motivos) o corpo tende a repor a deficiência retirando cálcio dos ossos. A deficiência de cálcio pode levar a osteopenia e osteoporose, na qual os ossos se deterioram e há um aumento no risco de fraturas, especialmente nos ossos mais porosos.

Sua deficiência também pode causar agitação, unhas quebradiças, propensão a cáries, depressão, hipertensão, insônia, irritabilidade, dormência no corpo e palpitações.

TENHA BOM-SENSO
O excesso de cálcio é prejudicial ao organismo. Quando além da cota necessária, o cálcio pode levar ao surgimento de “pedras” nos rins, se combinado com a vitamina C, à redução do magnésio no organismo, à fraqueza muscular, dificuldade de memorização, depressão, irritabilidade e até mesmo à anorexia.

O consumo excessivo de cálcio pode levar à hipercalcemia, doença caracterizada pela excessiva calcificação dos ossos e tecidos moles. Não raro, tal distúrbio abre caminho para a formação de cálculos renais. Por esta razão, suplementos à base de cálcio só devem ser recomendados para pessoas que não consomem este mineral em doses suficientes ou que não conseguem retê-lo. Quem mantém uma dieta balanceada, ou seja, bebe regularmente de duas a três porções de leite (250ml cada) e se alimenta com seus derivados todos os dias, não tem razão para recorrer a suplementos.

Além do cálcio, para manter seus ossos fortes e bem construídos, não deixe de incluir frutas e vegetais em seu cardápio. Segundo pesquisas publicadas no American Journal of Clinical Nutrition, eles apresentam boas doses de potássio, betacaroteno, vitamina C e magnésio, substâncias também apontadas como responsáveis pela manutenção e resistência da massa óssea.

SUPLEMENTAÇÃO
Pelo fato do cálcio reagir de forma diferenciada com diversos minerais deve-se tomar cuidado na sua suplementação que deve ser acompanhada por um especialista. O uso excessivo de cálcio origem mineral também pode ocasionar depósitos no organismo. É recomendável cautela na escolha dos diversos suplementos disponíveis no mercado.

EXERCÍCIOS FÍSICOS
Exercícios físicos que envolvam impulsionamento de peso (ex.: halterofilismo, caminhada e basquetebol) contribuem para a fixação de cálcio nos ossos. Especialmente na adolescência (até os 22 anos), já na idade adulta os exercícios mantêm e podem aumentar a massa óssea em 1 ou 2%. Toda atividade física deve passar antes por uma avaliação de um profissional competente.

ABSORÇÃO
O Cálcio é absorvido pelo intestino. Uma alimentação muito líquida ou muito rica em fibras pode acelerar a passagem do cálcio pelo intestino diminuindo sua absorção. O corpo absorve apenas cerca de 500 mg de cálcio por vez; portanto, a ingestão de cálcio deve ser distribuída ao longo do dia. A vitamina D é essencial para a absorção do cálcio.
Fontes:
Saúde Forum, Correio do Brasil, Wikipedia

O excesso de ômega-3

A importância do ômega-3

Para os vegetarianos, um dos motivos mais importantes que nos faz estimular o seu consumo é para que haja um equilíbrio entre o ômega-6 e o ômega-3 da dieta, tendo em vista que tende a haver uma desproporção entre esses dois óleos na dieta vegetariana (muito ômega-6 e pouco ômega-3).

O excesso de ômega-6 pode levar ao aumento da resposta inflamatória, crises de asma e inadequação da resposta do sistema imunológico frente às agressões. Assim, aumentar o ômega-3 ingerido é fundamental para minimizar o efeito do ômega-6.

Os primeiros estudos

Os efeitos benéficos à saúde, com relação ao ômega-3, foram vistos inicialmente, na década de 70 em esquimós. Mesmo com uma elevada ingestão de gorduras e colesterol, eles apresentavam baixos níveis de colesterol no sangue, assim como triglicérides. O “colesterol ruim” desses esquimós era baixo e o “colesterol bom” era alto. A ingestão de ômega-3 por esquimós chega a atingir o valor de 5 a 10 gramas por dia.

As melhores fontes de ômega-3

Dos alimentos vegetais, a linhaça é a fonte mais rica de todas. Para termos uma idéia, em 100 mL do óleo de linhaça há 53,3 gramas de ômega-3, enquanto na mesma quantidade de óleo de canola e soja há 6,3 e 6,8 mg desse lipídio, respectivamente. Em 100 mL de óleo de salmão encontramos cerca de 16 gramas de ômega-3.

Efeitos para a saúde

Diversos efeitos benéficos à saúde têm sido atribuídos ao consumo de ômega-3.
Encontramos diversos estudos demonstrando que o ômega-3 é efetivo para a redução dos níveis sanguíneos de triglicérides (há um estudo que aponta a redução de 65% dos níveis de triglicérides com o uso de 20 gramas por dia de ômega-3 proveniente do salmão).
O seu uso também tem apresentado efeito importante na redução de inflamações no organismo.

O excesso

O uso de ômega-3 proveniente de animais é diferente do proveniente de vegetais, pois no primeiro o ômega-3 já está na forma ativa, sendo que o dos vegetais deve ser convertido pelo nosso organismo para chegar à forma ativa (e o ômega-6 em doses elevadas dificulta conversão). Como os estudos têm sido feito com a forma animal, fica difícil extrapolarmos os resultados para os a forma vegetal com precisão.

O uso de 1 g/d de ômega-3 proveniente de fonte animal é capaz de reduzir em até 10% os eventos cardiovasculares em pessoas que já tem doença arterial coronariana.
O uso de 4 a 10 g de ômega-3 pode promover efeitos benéficos na redução dos níveis de triglicérides, mas também podem elevar os níveis do “colesterol ruim (LDL)”.

De forma geral, o uso terapêutico de ômega-3 (na forma animal) está sendo preconizado na ordem de 1 a 4 gramas por dia em onívoros.

Os maiores inconvenientes que temos ao ingerir ômega-3 em excesso são dois:

1) alterar a coagulação do sangue tornando o organismo mais propenso à dificuldade de coagulação e sangramentos excessivos. Isso pode ser bastante indesejado quando há necessidade de fazer procedimentos dentários ou cirurgias.

2) aumentar os níveis do “colesterol ruim”.

De forma prática

Utilize os sempre o óleo de linhaça na dose de uma colher de sobremesa por dia ou 2 de sopa da semente de linhaça (não precisa ser triturada, apesar da trituração no momento do seu consumo ser mais indicada).

O uso de doses mais elevadas podem ser indicadas para gestantes, idosos e diabéticos, mas é importante que haja acompanhamento médico para que não haja excesso no organismo. Há exames de sangue que podem ser feitos para essa avaliação

Fonte: Alimentação sem carne

Saiba mais: Site Médico

Não pense, porém, que comer peixe diariamente é a solução para todos os seus problemas, pois qualquer excesso acarreta em prejuízos para a saúde. Por ter um alto poder de oxidação, o consumo de Ômega 3 deve ser associado à ingestão de vitaminas antioxidantes.

“As fontes de Ômega 3 que encontramos na natureza geralmente já apresentam na sua forma natural outros nutrientes antioxidantes que protegem a estrutura química do Ômega 3. No entanto, podemos associá-las ao consumo de vitamina E e selênio (brócolis, azeite extra-virgem, oleaginosas, castanha e nozes) e sucos cítricos - que são fontes de vitamina C - para que estes alimentos formem um “pool” de antioxidantes a fim de preservar a integridade da estrutura química do Ômega 3”, conclui o Dr. Meirelles.

sexta-feira, 23 de julho de 2010

Almoçar bem é o segredo para perder peso sem passar fome

A refeição evita os assaltos à geladeira e os lanches fora de hora - Por Roberta Stella

Importância
Cada refeição tem a sua importância, pois fornecem nutrientes diferentes e em quantidades importantes para que a alimentação do dia fique balanceada. O almoço é a segunda refeição principal do dia e não deve ser omitido. Ele irá fornecer energia para que possa seguir o dia desenvolvendo as atividades adequadamente. Muitas pessoas relatam que, à noite, sentem muita fome e cometem excessos nesse período. Normalmente, isso acontece quando o almoço foi deixado de lado.

Alimentos
O almoço é uma refeição em que a variedade de alimentos fornece grande diversidade de nutrientes. Carboidratos, proteínas, gorduras, vitaminas e minerais estão presentes nos alimentos típicos dessa refeição. Os carboidratos estão presentes nas massas, arroz, batata, legumes e frutas. As principais fontes de proteínas são as carnes e as leguminosas (feijão, lentilha, soja, grão de bico). As gorduras estão presentes nas carnes e no óleo utilizado para temperar os alimentos. As vitaminas e minerais estão em quantidades maiores nas verduras e legumes e, por isso, esses alimentos devem estar presentes diariamente no cardápio.

Opções de alimentos
Saber escolher os alimentos corretamente no almoço irá estimular a saciedade e, de quebra, fornecer poucas calorias, tornando a refeição adequada nutricionalmente e controlando o peso. Quanto mais simples as preparações, mais adequada será a refeição. Assim, optar pelos legumes cozidos, em vez de gratinados ou fritos, irá reduzir a quantidade de gorduras. Carnes grelhadas são menos calóricas do que as fritas, empanadas ou à parmeggiana. Arroz e feijão é a dupla nacional perfeita! Verduras temperadas com azeite, limão ou vinagrete estimulam o paladar. Para fechar a refeição com chave de ouro, a escolha perfeita é uma fruta da estação. Durante a refeição é permitida a ingestão de bebida, mas em pequena quantidade ? no máximo, um copo pequeno (200 mL), dando preferência para sucos naturais ou água.

Exemplo de almoço
- 3 colheres (sopa) cheias de arroz cozido
- 0,5 conchas média de feijão cozido
- 1 filés médio de filé de peixe cozido
- 1 colher (sopa) cheia de vagem cozida
- 1 colher (sopa) cheia picada de cenoura cozida
- 3 colheres (sopa) cheias picada de rúcula
- 2 colheres (sopa) rasas de molho de iogurte
- 1 fatia pequena de melão

Fonte: Minha Vida

quinta-feira, 6 de maio de 2010

PROPRIEDADES DA LINHAÇA

Colaboração: Monica Camelo

Nos últimos anos tem-se publicado uma grande quantidade de informação sobre os efeitos curativos da semente de linhaça moída. Os investigadores do Instituto Científico Para Estado da Linhaça do Canadá e dos Estados Unidos, têm enfocado sua atenção no rol desta semente na prevenção e cura de numerosas doenças degenerativas. As investigações e a experiência clínica têm demonstrado que o consumo em forma regular de semente de linhaça, previne ou cura as seguintes doenças:

Câncer: de mama, de próstata, de cólon, de pulmão, etc. A semente de linhaça contém 27 componentes anticancerígenos, um deles é a Lignina. A semente de linhaça contém 100 vezes mais Lignina que os melhores grãos integrais. Nenhum outro vegetal conhecido até agora iguala essas propriedades. Protege e evita a formação de tumores. Só no câncer se recomenda combinar semente de linhaça moída com queijo cottage baixo em calorias.

Obesidade: A linhaça moída é excelente para diminuir o peso, pois elimina o colesterol em forma rápida. Ajuda a controlar a obesidade e a sensação desnecessária de apetite, por conter grandes quantidades de fibra dietética, tem cinco vezes mais fibra que a aveia. Se você deseja baixar de peso, tome uma colher a mais pelas tardes.

Sistema Digestivo: Ideal para artrite, prisão de ventre, acidez estomacal. Lubrifica e regenera a flora intestinal. Expulsão de gases gástricos. É um laxante por excelência. Previne os divertículos nas paredes do intestino. Elimina toxinas e contaminadores. A linhaça contém em grandes quantidades dos dois tipos de fibras dietéticas, a solúvel e a insolúvel. Contém mais fibra que a maioria dos grãos.

Sistema Nervoso: É um tratamento para a pressão. As pessoas que consomem linhaça sentem uma grande diminuição da tensão nervosa e uma sensação de calma. Ideal para pessoas que trabalham sob pressão. Melhora as funções mentais dos anciãos, melhora os problemas de conduta (esquizofrenia). A linhaça é uma dose de energia para teu cérebro, porque contém os nutrientes que reduzem mais uro-transmissores (reanimações naturais).

Sistema imunológico: A linhaça alivia alergias, é efetiva para o Lúpus. A semente de linhaça por conter os azeites essenciais Omega 3, 6, 9 e um grande conteúdo de nutrientes que requeremos constantemente, faz com que nosso organismo fique menos doente, por oferecer uma grande resistência às doenças. Contém grandes quantidades de rejuvenescedor, pois retém o envelhecimento. A linhaça é útil para o tratamento da anemia.
Sistema Cardiovascular: É ideal para tratar a arteriosclerose, elimina o colesterol aderido nas artérias, esclerose múltipla, trombose coronária, alta pressão arterial, arritmia cardíaca, incrementa as plaquetas na prevenção da formação de coágulos sanguíneos. É excelente para regular o colesterol ruim. O uso regular de linhaça diminui o risco de padecer de doenças cardiovasculares. Uma das características única da linhaça é que contém uma substância chamada taglandina, a qual regula a pressão do sangue e a função arterial e exerce um importante papel no metabolismo de cálcio e energia. O Dr. J H. Vane, ganhou o prêmio Nobel de medicina em 1962 por descobrir o metabolismo dos azeites essenciais Ômega 3 e 6 na prevenção de problemas cardíacos.

Doenças Inflamatórias: O consumo de linhaça diminui as condições inflamatórias de todo tipo. Refere-se a todas aquelas doenças terminadas em "TITE", tais como: gastrite, hepatite, artrite, colite, amidalite, meningite, etc.

Retenção de líquidos: O consumo regular de linhaça, ajuda aos rins a excretar água e sódio. A retenção de água (edema) acompanha sempre à inflamação de tornozelos, alguma forma de obesidade, síndrome pré-menstrual, todas as etapas do câncer e as doenças cardiovasculares.

Condições da pele e do cabelo: Com o consumo regular de sementes de linhaça você notará como sua pele volta a ser mais suave. É útil para a pele seca e pele sensível aos raios do sol. É ideal para problemas na pele, tais como: psoríase e eczema. Recomenda-se também como máscara facial para uma limpeza profunda da cútis. Ajuda na eliminação do pano branco, manchas, acne, espinhas, etc. É excelente para a calvície. Essa é uma boa notícia para quem sofre de calvície. Também é útil no tratamento da caspa. Use-a como geléia para fixar e nutrir seu cabelo. Não use vaselinas que danificam seu couro cabeludo e seu cabelo.

Diabete: O consumo regular de linhaça favorece o controle dos níveis de açúcar no sangue. Esta é uma excelente notícia para os dependentes de insulina.

Vitalidade física: Um dos mais notáveis indicativos de melhora devido ao consumo de linhaça é o incremento progressivo na vitalidade e na energia. A linhaça aumenta o coeficiente metabólico e a eficácia na produção de energia celular. Os músculos se recuperam da fadiga do exercício.

Modo de usar: Duas colheres de sopa por dia, batidas no liquidificador. Faz uma mistura em um copo de suco de fruta, ou sobre a fruta, ou com a aveia, yogurt no café da manhã ou no almoço. Aplicável às pessoas de todas as idades (crianças, adolescentes e anciãos). Inclusive mulheres grávidas.

Fonte: Entre Mulheres

quarta-feira, 4 de novembro de 2009

O perigo do Glutamato Monossódico (GMS)

Glutamato Monossódico (GMS): É este o assassino que se esconde em nossos armários de cozinha?
Dr. Mercola

Um silencioso e difundido assassino que é pior à sua saúde que álcool, nicotina e muitas outras drogas está provavelmente escondido em seu armário de cozinha neste exato momento. [1]. "Ele" é o glutamato monossódico ou GMS (MSG, Monossodium Glutamate do nome original em inglês), um realçador de sabor que é conhecido amplamente como um aditivo na comida chinesa, mas que na verdade é adicionado a milhares de alimentos que você e sua família regularmente comem, especialmente se você é como a maior parte dos norte-americanos e come a maioria de sua comida como alimento processado ou em restaurantes.

Glutamato monossódico é um dos piores aditivos alimentares no mercado e é usado em sopas enlatadas, biscoitos, carnes, saladas, refeições congeladas e muito mais. É encontrado em restaurantes e supermercados locais, na lanchonete da escola das crianças, e incrivelmente, mesmo na comida de bebê e em fórmulas infantis.

O GMS é mais do que somente um tempero como o sal e pimenta, ele realça o sabor dos alimentos, fazendo o gosto de carnes processadas e refeições congeladas ficar melhor e cheirar melhor, as saladas ficarem mais saborosas e comidas enlatadas com gosto menos metálico.

Enquanto os benefícios do GMS à indústria de alimentos está bem clara, este aditivo alimentar pode estar lentamente e silenciosamente fazendo grandes danos para sua saúde.
• O que exatamente é o Glutamato Monossódico?

Você pode lembrar quando o pó de GMS chamado "Accent" primeiramente veio aos mercados norte-americanos. Bem foi há muitas décadas anterior a este, em 1908, que o glutamato foi inventado. O inventor foi Kikunae Ikeda, um japonês que identificou a substância natural que incrementava o sabor, provinda da alga marinha.

Tomando como base esta substância, eles foram capazes de criar um aditivo criado pelo homem, o glutamato monossódico, e ele e seu parceiro criaram a Ajinomoto, que é hoje o maior produtor deste produto (e, interessante, também um produtor de remédios).
Quimicamente falando, o GMS é aproximadamente 78% de ácido glutâmico livre, 21% de sódio, e até 1% composto de contaminantes. [3].

É uma ideia errada que o glutamato monossódico é um condimento ou um amaciador de carne. Na realidade, ele tem um sabor fraco, além do que, quando você ingere GMS, você pensa que o alimento que está comendo tem mais proteína e tem um melhor sabor. Ele faz isso enganando sua língua, usando um pouco conhecido quinto estado de sabor: umami.

Umami é o gosto do glutamato, que é um saboroso gosto encontrado em muitas comidas japonesas, bacon e também no aditivo alimentar tóxico glutamato monossódico. É por causa do umami que o alimento com GMS tem sabor mais forte, robusto, e geralmente melhor, para muitas pessoas, do que o alimento sem ele.

O ingrediente não se tornou amplamente divulgado nos Estados Unidos até a Segunda Guerra Mundial, quando os militares americanos perceberam que a ração dos soldados japoneses era muito mais saborosa que as versões americanas por causa do GMS.

Em 1959, a FDA (Food and Drug Administration, ou Agência Norte-Americana de Controle de Alimentos e Medicamentos), classificou o glutamato monossódico como "ordinariamente conhecido como seguro (Generally Recognized as Safe ou GRAS)" e assim se manteve desde então. Ainda assim foi um sinal de alerta quando apenas 10 anos depois uma condição conhecida como a "Síndrome do restaurante chinês" apareceu na literatura médica, descrevendo os numerosos efeitos colaterais, desde falta de sensação, até palpitações cardíacas que a pessoas experienciavam depois de comer glutamato.

Hoje esta síndrome é mais apropriadamente chamada "complexo dos sintomas do GMS" (termo original do inglês: MSG Symptom Complex), que a FDA identifica como "reações de curto-prazo" do glutamato. Mais destas "reações" ainda virão à tona.

[CONTINUA]...
http://www.anovaordemmundial.com/2009/10/glutamato-monossodico-gms-o-sabor-que.html

quinta-feira, 29 de outubro de 2009

Curry contra o Parkinson

Obrigatório na culinária indiana, o tempero vem se revelando uma excelente arma para proteger o cérebro

por Paula Desgualdo


http://saude.abril.com.br/edicoes/0308/nutricao/conteudo_422282.shtml


Pesquisadores da Universidade Johns Hopkins, nos Estados Unidos, resolveram checar se as já conhecidas propriedades da curcumina, um dos ingredientes do curry, seriam capazes de defender o sistema nervoso dos males causados pelo Parkinson. Eles observaram que a substância age diretamente sobre uma proteína que, quando está alterada, favorece a morte dos neurônios. Ao entrar em ação, ela diminuiu de 50% para 19% a proporção de células danifi cadas. “Esse pigmento é antioxidante e anti-infl amatório”, confi rma o nutricionista Erick Prado de Oliveira, da Universidade Estadual Paulista, em Botucatu, no interior de São Paulo. “Então, poderia prevenir doenças neurodegenerativas”, conclui.

Outros poderes do curry: diversos trabalhos atribuem ao pó dourado a capacidade de defender as células do corpo.
Nos últimos anos, descobriu-se que ele:

›› Reduz mutações celulares que provocam câncer
›› Evita inflamações no intestino
›› É inimigo das doenças que atacam a gengiva
›› Afasta a artrite

quarta-feira, 28 de outubro de 2009

SEM AÇÚCAR, MAS COM MUITO SABOR [4]

http://revistavidanatural.uol.com.br/saude-alimentos/28/artigo147863-4.asp

O que também ajuda a prevenir a doença são os alimentos ricos em zinco, como as amêndoas, a castanha-do-pará e a carne bovina. A revista científica americana Diabetes Care divulgou uma pesquisa em que se observou que colocar zinco no prato reduz em até 28% o risco de desenvolver diabete, já que o mineral ajudaria a regular a ação da insulina. A dose recomendada para blindar o corpo seria de 8 miligramas diários do nutriente para as mulheres e de 11 miligramas para os homens (equivalente a uma xícara de café de farelo de trigo para ambos os casos).

E os adoçantes?
O consumo de adoçantes também é liberado para os diabéticos, mas é importante não exagerar – até hoje não está confirmado que eles não fazem mal à saúde. Cada adoçante tem uma IDA (quantidade diária aceitável), que é estabelecida por cientistas do mundo inteiro. Mas dificilmente essa quantidade é ultrapassada – e não é acumulável, no dia seguinte zera de novo.

Segue abaixo receitas práticas:

Espaguete ao molho de rúcula

Ingredientes
500 g de massa integral tipo espaguete
1 colher (sobremesa) de azeite
250 g de ricota passada na peneira
6 tomates maduros picados
½ maço de folhas de rúcula
2 dentes de alho picados
1 cebola picada
Sal e orégano a gosto

Preparo
Cozinhe a massa em 5 litros de água com sal e um fio de azeite até ficar al dente. Em uma panela, aqueça o azeite, doure o alho, frite a cebola até ficar transparente e junte os tomates picados. Abaixe o fogo, tampe a panela e cozinhe por 3 minutos. Acrescente a ricota e tempere com sal e orégano. Desligue o fogo e junte as folhas de rúcula. Coloque a massa cozida em uma travessa e cubra com o molho quente.

Rendimento: 2 porções
*****************************************************************************

Abobrinha com queijo cremoso light

Ingredientes
6 fatias de abobrinha italiana
50 g de queijo de soja ralado
Molho de tomate
Ervas finas para salpicar
4 Polenguinhos light

Preparo
Adicione às fatias de abobrinha o molho de tomate salpicado com ervas finas, e disponha sobre elas os pedaços de Polenguinho. Salpique o queijo ralado e leve ao forno para assar. Se preferir, substitua a abobrinha por berinjela.

Rendimento: 2 porções
******************************************************************************

Bolo de fubá diet

Ingredientes

1 xícara de fubá
1 xícara de adoçante culinário
7 colheres (sopa) de margarina light sem sal
2 xícaras de farinha de trigo
1 e ½ xícara de leite desnatado
1 colher (sopa) de fermento em pó
1 colher (chá) de erva-doce
1 colher (chá) de sal
3 ovos

Preparo
Preaqueça o forno. Bata as claras em neve e reserve-as. Na batedeira, bata as gemas com o adoçante e a margarina. Peneire a farinha, o fubá e o sal. Aos poucos, adicione o leite. Por último, adicione a erva-doce, o fermento e as claras reservadas e mexa com uma colher de pau, até homogeneizar a massa. Despeje a massa em uma forma de pudim untada e enfarinhada e leve para assar em forno médio (180º graus) por cerca de 40 minutos.

Rendimento: 20 porções
*****************************************************************************

Mousse de maracujá light

Ingredientes
4 colheres (sopa) de creme de leite fresco light
1 xícara (chá) de água
2 colheres (sopa) de maisena
1/2 xícara (chá) de suco de maracujá concentrado
2 colheres (sopa) de adoçante

Preparo
Dissolva a maisena em um copo com água. Leve ao fogo para engrossar. Deixe esfriar e reserve. Bata no liquidificador o creme de maisena com os demais ingredientes até homogeneizar. Guarde em recipientes e leve à geladeira.

Rendimento: 5 porções