
Seja bem vindo ao nosso blog esperamos contribuir para esclarecer duvidas e minimizar os aspectos stressantes da Doença de Parkinson. Nossa meta é agregar valores e integrar a família parkinsoniana do Brasil criando um grupo (chat) de amigos com problemas afins.Sabemos que a doença ainda não tem cura, mas a troca de informações ajuda no combate ao Mr. Parkinson e seguimos firme para uma Qualidade de Vida.
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quinta-feira, 7 de janeiro de 2010
BOA TARDE!

quarta-feira, 6 de janeiro de 2010
Poluição e cancer infantil
Agentes tóxicos no nosso meio ambiente são os maiores responsáveis por este problema e estão dia a dia mais presentes no nosso mundo. Cientistas que participaram dessa pesquisa afirmam que esse aumento é tão expressivo e consistente para ser menosprezado por varias correntes da Ciência que apenas se desculpam considerando que os métodos diagnósticos modernos propiciaram descobertas da doença com mais facilidade.
As verdadeiras causas situam-se entre mudanças no estilo de vida, alimentação com excesso de processamento e exposição a diversos elementos tóxicos ambientais.
Vários tipos de câncer foram detectados em muitos paises mas a maior incidência é de leucemia, entre as crianças.
A cada dia que passa, mais e mais elementos tóxicos são colocados à nossa frente, seja no ar, na alimentação, na água e ate mesmo nos medicamentos. O fumo, álcool e as drogas são coadjuvantes nesse processo cujo resultado final é a doença grave e, conseqüentemente, a morte.
Pouco se pode fazer individualmente, no que se refere à poluição ambiental.Entretanto, hoje em dia, devemos considerar a informação dos dados como fatores fundamentais para que, num futuro mais próximo possível, não ignoremos que somos os grandes culpados pela produção de doenças degenerativas e pelo imenso numero de crianças que, apesar da inocência, são as maiores prejudicadas e que pouco poderão fazer pela preservação de vida saudável no nosso planeta.
(janeiro de 2010)
Fonte : Site Dr.Sérgio Vaismann
A vantagem que vem com uma desvantagem
Francine Lima
Repórter de ÉPOCA, escreve às quintas-feiras sobre a busca da boa forma física
Os rótulos dos alimentos deveriam ser objeto de estudo constante de quem pretende se alimentar bem. Já abordei este assunto aqui na coluna e voltarei a explorá-lo muitas vezes ainda.
Desta vez, numa examinada rotineira da tabela nutricional de um produto lançado recentemente, observei que ele trazia uma vantagem e uma desvantagem que as versões anteriores não continham. E posteriormente descobri que as duas coisas estão diretamente relacionadas.
Desde que um exame revelou minha intolerância à lactose (o açúcar naturalmente presente no leite de vaca), passei a procurar substitutos e fontes alternativas de cálcio. Os profissionais que me orientaram recomendaram os leites de soja enriquecidos com o mineral, já que os extratos de soja comuns não têm cálcio nenhum. À recomendação dos profissionais acrescentei outra, por minha conta: eu daria preferência aos produtos que não tivessem aquele gosto horrível de... soja. Quem já misturou aquele pó com cor de sorvete de sorvete de creme a um copo de água sabe do que estou falando. Tente combinar extrato de soja puro com café. É intragável.
Eis que, nas minhas andanças por corredores de supermercados, eu me deparo com o que parecia ser a solução para meus cafés da manhã. Uma bebida com soja pronta para o consumo (nada de pó para diluir em água), enriquecida com cálcio, sem lactose e disponível em diferentes sabores! E a embalagem ainda avisava a ausência de conservantes. Comprei um para experimetar. Puro e com gelo era delicioso. Não era muito doce e, melhor ainda, caía muito bem com café. Meu entusiasmo despencou, no entanto, quando verifiquei seu teor de sódio: 190 miligramas em cada copo, ou 8% das necessidades diárias de um adulto.(...) segue
Fonte : Revista Época
terça-feira, 5 de janeiro de 2010
Saúde para dar e vender
cristianes@edglobo.com.br
Repórter especial, faz parte da equipe de ÉPOCA desde o lançamento da revista, em 1998. Escreve sobre medicina há 14 anos e ganhou mais de 10 prêmios nacionais de jornalismo
(...) Muito dinheiro no bolso, saúde pra dar e vender
Gosto e não gosto. Gosto porque não consigo enxergar um bem mais valioso do que a saúde. Depois de quase 15 anos entrando na casa, no quarto de hospital e na vida de tantos doentes eu não poderia pensar de outra forma. Saúde é o que há de mais precioso.
Não me refiro apenas à saúde física. Penso também na saúde mental. Sem ela não existe empatia, não existe a possibilidade de enxergar as pequenas e as grandes felicidades, não existe amor, não existe paixão e compaixão, não existe o reconhecimento de nossas próprias fragilidades, não existe pedido de colo. Nem sempre a saúde mental anda no mesmo compasso da saúde física.
Quantas pessoas com o corpo gravemente debilitado não exibem uma saúde mental desconcertantemente íntegra? Quantas pessoas com o organismo saudável não sofrem de aflições mentais que lhes roubam a alegria da vida?
Dinheiro, paz, sorte, felicidade, amor... Qualquer que seja o desejo que estará estampado na sua camiseta branca na virada do ano, ele só poderá ser apreciado se você tiver saúde.(...) segue
Fonte: Revista Época - coluna sobre politica


