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sábado, 24 de novembro de 2012

O aquecimento global é apenas um mito?

A resposta é: certamente não.
Embora muitas enquetes mostrem que a população pensa que os cientistas estão divididos quanto à existência de mudanças climáticas causadas por humanos, a literatura cientifica ilustra claramente que a maioria esmagadora dos cientistas defende que nossa emissão de CO2 está esquentando a Terra.
James Lawrence Powell, autor de The Inquisition of Climate Science (em português, “A Inquisição da Ciência do Clima”) e diretor executivo do Consórcio Nacional de Ciência Física americano, resolveu fazer uma pesquisa de publicações científicas sobre o aquecimento global revisadas em periódicos respeitados para saber se a maioria dos cientistas endossava a mudança climática causada pelo homem, ou rejeitava essa ideia, ou ainda acreditava que o aquecimento global tinha outra causa que não humana.

Sua metodologia foi a seguinte: usando o Web of Science, uma ferramenta de publicação científica online, ele procurou por artigos científicos publicados entre janeiro de 1991 e 9 de novembro de 2012, revisados por outros cientistas, com as palavras-chave “aquecimento global” ou “mudança climática global”.

A pesquisa produziu 13.950 artigos. Em seguida, Powell leu todos os títulos, resumos e artigos completos necessários para identificar as publicações que “rejeitavam” o aquecimento causado pelo homem.

Para ser classificado como “rejeitador”, o artigo tinha que clara e explicitamente afirmar que a teoria do aquecimento global é falsa ou, como aconteceu em alguns casos, que algum outro processo melhor explica o aquecimento observado.
Artigos que apenas alegavam ter encontrado alguma discrepância, alguma pequena falha, alguma razão para dúvida, não foram classificados como “rejeitadores” do aquecimento global.

Não é a primeira vez que alguém faz este tipo de pesquisa. A pesquisadora Naomi Oreskes publicou seu estudo na revista Science em 2005, no qual buscou artigos publicados entre 1993 e 2003 com a frase-chave “mudança climática global”.
Fonte : O aquecimento global é apenas um mito?

BOM DIA TENHA UM EXCELENTE DIA!!!


                                  Diagnóstico
Suponha o seguinte: você tem um problema na vista e decide ir ao oculista para resolvê-lo. Depois de ouvir rapidamente o seu problema, o médico tira os óculos que ele usa e os entrega a você dizendo:
- Use estes óculos. Tenho eles há 10 anos e me ajudaram muito; tenho outro par em casa, por isso pode ficar com estes.

Você experimenta, mas os óculos só pioram seu problema. Você reclama que está horrível, que não consegue ver nada, e o médico responde:
- Mas o que há de errado? Para mim estão ótimos. Tente de novo.

Você tenta outra vez, continua vendo tudo embaçado, reclama com o oculista que conclui:
- Sabe qual é o seu problema? Pensar positivamente!

Ao que você responde:
- Está bem. Positivamente, não enxergo nada!

E o médico retruca:
- Você é ingrato! Depois de tudo que fiz por você...

Aí eu pergunto: diante de uma situação dessas, quais são as chances de voltar no mesmo oculista?... Nenhuma, imagino; afinal não dá pra ter confiança em alguém que receita sem um diagnóstico.

Mas, em termos de comunicação, quantas vezes diagnosticamos antes de prescrever? Quantas vezes agimos exatamente igual ao oculista do exemplo?

Todos nós temos uma tendência forte de atropelar os sentimentos das pessoas, de correr para resolver as coisas através de conselhos. Mas, com freqüência deixamos de reservar algum tempo para o diagnóstico, para tentar compreender verdadeira e profundamente o problema, antes de mais nada. Ou seja, na tentativa de ajudar, oferecemos a primeira solução que nos vem à cabeça, sem nos importarmos se ela cabe ou não naquele problema.

Se eu fosse resumir em uma frase o princípio isolado mais importante que aprendi no campo das relações interpessoais, diria o seguinte: procure primeiro compreender, depois ser compreendido. Este princípio é a chave para a comunicação interpessoal.

Stephen R. Covey

sexta-feira, 23 de novembro de 2012

BOM DIA, MUITA PAZ E HARMONIA!!




Reconstruindo ruínas

Quando Thomas Carlyle, historiador e ensaísta inglês, concluiu o segundo volume de sua História da Revolução Francesa, entregou o manuscrito a John Stuart Mill, para que este fizesse observações.

Mill leu o manuscrito e emprestou-o a um amigo. Esse amigo deixou-o sobre a escrivaninha certa noite, depois de lê-lo. Na manhã seguinte a empregada, procurando alguma coisa com a qual acender o fogo, encontrou a pilha de papéis soltos e, pensando que fossem rascunhos antigos, usou-os para acender o fogo. Aquilo que havia custado anos de trabalho a Carlyle era cinza agora!
Quando Mill, branco como um lençol, relatou a devastadora notícia a Carlyle, este ficou tão atônito com sua perda que não conseguiu fazer nada durante semanas.

Então um dia, sentado diante da janela aberta, remoendo sua terrível perda, observou um pedreiro reconstruindo uma parede de tijolos. Pacientemente, o homem colocava tijolo sobre tijolo, enquanto assobiava uma alegre melodia.
"Pobre tonto", pensou Carlyle, "como pode estar tão alegre quando a vida é tão fútil?" Depois, repentinamente, teve outro pensamento. "Pobre tonto", disse ele de si mesmo, "você está aqui sentado junto à janela, queixando-se e lamentando, enquanto aquele homem reconstrói uma casa que durou gerações". 
Levantando-se da cadeira, Carlyle começou a trabalhar no segundo rascunho da História da Revolução Francesa. Conforme seu próprio relato, e o daqueles que tiveram a oportunidade de ler ambas as versões da obra, a última foi bem melhor! A destruição de nossos queridos sonhos não precisa ser o fim do mundo. Pode ser o início de algo melhor! 
Carlyle tem sido uma inspiração para muitos, no sentido de recomeçar depois de terem visto destruído o trabalho de sua vida. É improvável, entretanto, que o humilde pedreiro que deu a Carlyle a inspiração de começar de novo, tenha ficado sabendo que ele teve participação em recriar uma obra-prima literária. 
Nosso inconsciente exemplo cristão pode ser exatamente o incentivo de que alguém precisa para superar um fracasso na vida


quinta-feira, 22 de novembro de 2012

A MUSICOTERAPIA APLICADA NA DOENÇA DE PARKINSON

[...] O parkinsoniano tem que se colocar em atividades bem orientadas, mas muitos pacientes permanecem horas à frente da TV, deitado, e isso acarretara uma hipotrofia muscular que tomará conta do seu sistema locomotor, mesmo ingerindo doses quase tóxicas de medicamentos.  [Saiba mais...]


gersoncavalieri@yahoo.com.br  Cel: (41) 9635-1234

Como tratar mordeduras e picadas

Saber tratar de mordeduras e picadas da melhor forma pode fazer toda a diferença para a sua saúde. Podemos distinguir as mordeduras em dois tipos distintos: as que são provocadas por seres não venenosos e as que são provocadas por seres venenosos, frequentemente cobras e insetos.

As picadas podem ser causadas, na maioria, por insetos, alguns peixes, alforrecas e até plantas. A picada é frequentemente seguida por dor, vermelhidão e edema no local da picada. Em alguns casos mais graves, a picada pode causar reacções alérgicas agressivas, que podem apresentar associados sintomas como vómitos, náuseas e erupções cutânea por todo o corpo.

Mordeduras de animais

 Leia mais acessando o link abaixo:

Fonte  : Como tratar mordeduras e picadas

Cientistas criam mais preciso cursor de computador controlado pela mente - Ciência - Notícia - VEJA.com

Cursores de computador controlados pela mente já existem há um bom tempo, ajudando pessoas paralisadas a se comunicarem — nem sempre, porém, com precisão. Uma nova tecnologia, batizada de ReFITT, conseguiu duplicar a performance em experimentos, comparada a sistemas existentes. Num teste com macacos, os animais conseguiram enviar ordens por meio de mensagens neurais para movimentar o cursor de computador  numa velocidade 75% a 85% da equivalente ao mesmo exercício realizado pelo primata com o braço. A nova técnica foi criada por uma equipe de cientistas da Universidade Stanford, nos Estados Unidos.

Pesquisas em tecnologias de próteses neurais tentam estabelecer uma conexão eficiente entre os sinais emitidos pelo sistema nervoso e então traduzi-los em comandos, que poderiam mover um membro robótico, por exemplo. Quando imagina mover uma perna, uma pessoa paraplégica emite os mesmos impulsos nervosos do que uma pessoa sem a lesão. Acontece que uma interrupção no canal de transmissão, que pode ser causado por um dano na medula espinhal, impede que os sinais cheguem ao seu destino.

Os neurocientistas têm tentado produzir implantes no cérebro que consigam codificar as mensagens dos neurônios. O problema é que essa tecnologia tem esbarrado em falta de precisão: “as próteses neurais existentes são consideravelmente mais lentas e têm menos controle de precisão”, escrevem os pesquisadores de Stanford no artigo publicado na revista Nature Neuroscience

Leia mais acessando o link abaixo:

Fonte : Cientistas criam mais preciso cursor de computador controlado pela mente - Ciência - Notícia - VEJA.com

BOM DIA! TENHA UM DIA COM BASTANTE SORTE!!!



Ser Amigo

Muitos são os amigos que vêm, mas poucos são os que ficam. Porque ser amigo é mais que uma companhia: é ser companheiro.

Ser amigo é mais que abraçar. É passar num abraço todo o amor e carinho. Ser amigo não é estar presente em todos os momentos, mas fazer-se presente quando necessário.

Ser amigo é mais do que ser otimista. É ser convincente. Ser amigo é mais que sair para curtir nos fins de semana. É estar presente tanto nos momentos tristes quanto nos felizes. Ser amigo não é perdoar tudo. É saber relevar e compreender, quando possível, as falhas dos outros.

Ser amigo é mais que olhar junto na mesma direção. É olhar um para o outro e ver todos os defeitos e as qualidades, é amar os amigos pelos defeitos e as qualidades.

Ser amigo é se preocupar com o outro e não se importar em ouvir quando está pronto para sair ou quer ficar sozinho: "Vem aqui por favor, estou precisando de você." E ir mesmo com vontade de ficar, sem se arrepender disso.

Ser amigo é ser a esperança de alguém, ser amigo é ser a luz, é ser o guia, o protetor de alguém. Ser amigo é ser amor, porque ser amigo não basta gostar ou querer bem. Para ser amigo tem que saber amar e saber a pureza e a doçura da palavra amor.

Para ser amigo tem que saber se doar e sentir a felicidade do reconhecimento do amigo, a felicidade do olhar terno e tímido, do abraço forte e agradecido. Ser amigo é sentir-se amado por amar e ser feliz com o amor de alguém.

Ser amigo é começar ajudando e terminar sendo ajudado, porque amizade é uma troca. Ser amigo é ser o companheiro de alguém, é ser o que faltava para que tudo fosse perfeito.