
à sedução do repouso e nos imobilizamos.
Quando estamos insatisfeito, criamos,inovamos, refazemos,
modificamos e,
assim vamos nos construindo.
É a insatisfação que nos move.
Seja bem vindo ao nosso blog esperamos contribuir para esclarecer duvidas e minimizar os aspectos stressantes da Doença de Parkinson. Nossa meta é agregar valores e integrar a família parkinsoniana do Brasil criando um grupo (chat) de amigos com problemas afins.Sabemos que a doença ainda não tem cura, mas a troca de informações ajuda no combate ao Mr. Parkinson e seguimos firme para uma Qualidade de Vida.
Restrições e incômodos gerados pela incontinência urinária são capazes de gerar depressão e estresse. Uma pesquisa realizada há pouco mais de um ano pelo Setor de Urologia Feminina e Disfunções Miccionais da Universidade Federal de São Paulo descobriu que o nível de estresse chega a ser três vezes maior que o de pacientes que são submetidos a três sessões de diálise por semana.
Isso porque as consequências da incontinência chegam a afetar a vida social e os acometidos por esse distúrbio precisam adaptar rotinas, hábitos e comportamento para lidar melhor com os transtornos que podem ocorrer.
A aplicação do botox é um dos tratamentos alternativos que consegue proporcionar, no tempo que duram seus efeitos, uma vida mais tranquila a pacientes. Geralmente, a toxina botulínica é bem aceita, mas o tratamento é indicado para um tipo específico do problema, a incontinência de urgência, também conhecida por Bexiga Hiperativa. “O paciente sente uma necessidade repentina de urinar, mas não consegue chegar ao banheiro a tempo”, resume o urologista Bráulio Passos.
Nesse tipo de incontinência, há danos nos nervos que conectam o cérebro e a bexiga, resultando em contrações incontroláveis do músculo da bexiga que forçam a eliminação da urina. É comum que esses danos nervosos sejam consequência de AVC (derrame cerebral), Doença de Parkinson, Mal de Alzheimer, infecções e tumores do sistema nervoso central, traumatismos de coluna, traumatismos cranianos, outras doenças no sistema nervoso e até por causas desconhecidas.
O médico ressalta, portanto, que o botox não está indicado nos casos do outro tipo do problema, a incontinência urinária de esforço, que consiste na perda do suporte uretral, comum nas mulheres por conta da gestação e seu esforço físico e por uma queda nos níveis de estrogênio depois da menopausa.(...) segue
Fonte : Cruzeiro do Sul
![]() |
Desde bebezinho, a criança mexe as pernas, dobrando e esticando os joelhos. Talvez este seja um dos movimentos mais precoces do ser humano. Depois, ao engatinhar, esfrega os pobres no chão. Quando finalmente vira bípede, o peso do corpo passa a agir sobre essa articulação, gerando uma carga a mais. Aí vêm os esportes, o sobe e desce de escadas, o sobrepeso. Não é a toa que a articulação está entre aquelas que mais sofrem no corpo. São várias as lesões que podem afetar o joelho, tanto as traumáticas, causadas por tombo ou esporte, quando as degenerativas, resultado de alguma doença. O ortopedista Mario Ferretti, doutor em Ortopedia e Traumatologia pela Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) e pesquisador do Instituto Israelita de Ensino e Pesquisa (IIEP) Albert Einstein, em São Paulo, explica porque o joelho sofre tanto, e quais são os principais tratamentos.
Porque tanta gente sente dores no joelho?
Mario Ferretti:
Dos membros inferiores, o joelho é a articulação que mais permite mobilidade, por ter uma extensão grande de movimento. Além disso, colocamos muita carga sobre ele, que pode ser resultado de esportes ou de sobrepeso. Quando um desses fatores se une a uma musculatura enfraquecida, aparecem os problemas.(...) segue
Fonte : VivaSaúde

ESCOLHA
Na busca da cura, os doentes podem optar por experimentos sem
fundamento científico
Diagnosticada com um câncer de colo uterino grave, a carioca Sandra Helena Brandão, 51 anos, viu sua esperança definhar na mesma proporção em que piorava fisicamente. Ela só começou a voltar quando Sandra recebeu a proposta de participar de uma pesquisa clínica no Instituto Nacional de Câncer para avaliar os efeitos de uma droga experimental. Durante um mês e meio, em 2008, ela tomou um comprimido diário de uma substância que impede a multiplicação das células doentes – mas não deixou de lado a quimioterapia e radio- terapia. “No começo, me senti uma cobaia”, lembra. A experiência valeu a pena: o câncer sumiu em seis meses. “Foi o que salvou a minha vida.” Assim como ela, milhares de brasileiros se submetem a tratamentos experimentais – terapias médicas, como remédios ou cirurgias, ainda em fase de comprovação científica. Portanto, sem terem definidas sua segurança e eficácia para o uso em humanos. Como os efeitos são desconhecidos – e os riscos, dessa forma, aumentados –, estão cercados de cuidados para garantir a proteção e os direitos dos pacientes. E uma dúvida adicional assusta os voluntários: como separar a pesquisa séria da aventureira? Esse questionamento ganhou destaque recentemente, quando a Justiça de Goiás proibiu a cirurgia para redução de estômago usada para o controle da diabetes. Aplicado pelo cirurgião Áureo Ludovico de Paula em mais de 700 pessoas, o procedimento não foi regulamentado pelo Conselho Federal de Medicina (CFM). Por isso, poderia ser considerado experimental. (...) segue

Sandra fez terapia bem-sucedida contra o câncer,
Fonte : IstoÉ independente
Instituição entende que prática pode influenciar na escolha dos remédios