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sexta-feira, 14 de maio de 2010

Amigos

Scraps
Recados animados

Depois de fazer uma escolha, lave as mãos

Psicólogos americanos descobriram que o ato ajuda a remover sentimentos ruins ligados a decisões difíceis

National Geographic

Se você quer clarear a mente após fazer uma escolha difícil, lave as mãos, mandam os cientistas.

Fora a higiene em si, o simples ato de lavar as mãos parece “limpar” as decisões que deixam a pessoa em conflito, disse Spike W.S. Lee, doutorando em psicologia e coautor do estudo, feito na Universidade de Michigan.

Depois de tomar decisões complicadas, as pessoas tendem a justificá-las para se sentir melhor, Lee explicou. “Você quer sentir que fez a escolha certa, então você se justifica pensando nos aspectos positivos da decisão,” diz. O processo é chamado de dissonância pós-decisional. Mas quando as pessoas lavam as mãos após fazer suas escolhas, não houve a necessidade inconsciente de racionalizá-las. “A experiência física influencia de fato a experiência mental”.

Virando a página
Para comprovar a hipótese, Lee e o coautor Norbert Schwarz pediu que estudantes da universidade participassem do que, em tese, seria uma pesquisa de mercado.
Um grupo de 40 alunos teve que classificar dez CDs em ordem de preferência. Depois, foi oferecido a eles um presente: eles poderiam levar consigo o quinto ou o sexto disco, na ordem de sua preferência.

Depois de fazerem sua escolha, alguns alunos optaram por avaliar um sabonete líquido, ao usá-lo para lavar as mãos, enquanto outros apenas olharam para o frasco.

Foto: National Geographic

O ato de lavar as mãos "limpa" a mente das consequências

de decisões difíceis

Os alunos que não lavaram as mãos posteriormente avaliaram melhor o CD escolhido do que anteriormente – um exemplo clássico de dissonância pós-decisional. Mas os alunos que lavaram as mãos continuaram classificando os CDs da mesma maneira que antes. (...) segue

Fonte : Ultimo Segundo

Pesquisa diz que tecnologia leva felicidade às pessoas

Efeito aparece nas mulheres de países em desenvolvimento.
Estudo foi feito com 35 mil pessoas em vários países.



BOM DIA AMIGOS E UM FANTÁSTICO FINAL DE SEMANA!!!



A amizade desenvolve a felicidade e reduz o sofrimento, duplicando a nossa alegria e dividindo a nossa dor.

quinta-feira, 13 de maio de 2010

A vida depois do mal de Parkinson

Muitos pacientes descobrem como conviver com as limitações geradas pela doença.

De repente, abotoar a camisa torna-se um fardo. A letra já não é mais tão redondinha e tarefas como escovar os dentes ou folhear uma revista demandam mais tempo do que o habitual. Também podem ocorrer momentos em que o corpo enrijece e a pessoa cai no chão, sem saber como foi parar lá. Reflexos lentos, andar arrastado, cãibras, tremores e movimentos desencontrados são realidades com as quais os portadores da doença de Parkinson precisam aprender a lidar.

As limitações e a certeza de que, por enquanto, o mal é incurável e progressivo costumam afetar emocionalmente os pacientes. "São quatro fases: negação, revolta, depressão e aceitação", explica o coronel Carlos Aníbal Pyles Patto, 63 anos, parkinsoniano há duas décadas e fundador da Associação Parkinson Brasília (DF). "Fala-se muito sobre a doença, mas pouco sobre os portadores", afirma. Para Patto, é fundamental mostrar que, mesmo com as dificuldades inerentes ao mal, é possível conviver bem com ele. "Costumo dizer que a doença é minha companheira de viagem, porque vai me acompanhar até a morte. Então, você tem de se dar bem com ela", ensina.

Viver pacificamente com o Parkinson é possível. "Como é uma doença do sistema nervoso central, que exige o uso de medicamentos, o primeiro passo é deixá-la bem controlada. Feito isso, dependendo do grau de gravidade, é indicada a avaliação de um fisioterapeuta, para verificar quais as limitações mais importantes e o que se pode fazer", explica o neurologista Henrique Braga, da Unidade de Neurologia e Psiquiatria do DF, no Hospital Anchieta. "Como é degenerativa, a doença vai avançando aos poucos, mas o medicamento tem como amenizar, e muito, os sintomas da doença. Por exemplo, uma pessoa que poderia estar acamada, sem andar, pode caminhar, fazer compras e se exercitar, caso use o medicamento", diz o médico.
Saiba mais:

Depressão atrapalha tratamento

Muitas demoram a aceitar a doença

Aprendendo a lidar com o problema


Fonte: Diário de Natal

Como detectar o envelhecimento [parte 2]

Fique atento às mudanças do corpo

Saiba quando se preocupar com a perda de memória
Fala-se que a perda de memória é a segunda coisa que acontece quando ficamos velhos. Qual a primeira: Hum, esqueci! A piada é boba, mas é realmente comum que os idosos tenham mais dificuldade em memorizar e se lembrar de coisas, embora esse problema possa atingir também pessoas mais jovens.

Especialistas dizem que a perda de memória é algo extremamente normal, especialmente em idosos. Se você esquece coisas simples, isso não significa necessariamente, por exemplo, que você está desenvolvendo o mal de Alzheimer. Assim como você, inúmeras pessoas perdem a chave do carro ou da casa, não se lembram em que vaga do estacionamento do shopping pararam seus carros e também esquecem o nome de pessoas às quais acabaram de ser apresentadas.

Memória é a habilidade para se lembrar normalmente de fatos e eventos em nossas vidas e ela acontece em três estágios?

1º: Codificação. É quando a pessoa recebe a informação.
2º: Consolidação. Quando o cérebro pega a informação recebida, processa e armazena em alguma de suas partes.
3º: Recuperação. Estágio no qual a pessoa busca aquela informação armazenada.

Ainda que alguns lapsos de memória sejam considerados naturais pelos médicos, é preciso checar a a condição de cada pessoa, já que esse tipo de perda de memória do dia-a-dia é o mesmo que acontece nos estágios iniciais do mal de Alzheimer.

Tempo: o pior inimigo da memória
Medo de tudo e perda de memória são acontecimentos que fazem parte de ficar velho. A perda de memória, contudo, pode começar bem antes dos cinqüenta anos. A memória é traiçoeira e pode faltar mesmo quanto somos jovens. De fato, assim que ouvimos uma informação e tentamos retê-la, a memória já passa a se deteriorar. É preciso estar sempre alerta, porque não é fácil se lembrar da grande quantidade de informações à qual temos acesso hoje em dia. Se o esquecimento for mais sério e a pessoa não se lembrar, por exemplo, de ter conhecido alguém, são grandes as chances de ela estar desenvolvendo o mal de Alzheimer.

Memória: use-a ou perca-a
Por mais que lapsos de memória possam ser considerados normais, a verdade é que ninguém gostar de passar por essas situações. Especialistas concordam que a melhor maneira de manter o cérebro em forma é exercitá-lo sempre. Fazer atividades que exigem o uso do cérebro, reduzir o estresse, praticar exercícios físicos e ter uma dieta saudável ajudam a manter sua memória e capacidade de raciocínio apuradas.

Algumas coisas que podem ajudar a aprimorar a memória:
Foque sua atenção: esquecimento pode indicar que você tem muita coisa em sua cabeça. Reduza o ritmo e foque em uma coisa por vez
Reduza o estresse: estresse pode pôr em risco áreas do cérebro responsáveis pelo processo de memorização e concentração
Durma bem: uma boa noite de sono é importante porque a fadiga por alterar o poder de memorização

Quando procurar um médico?
O mal de Alzheimer é uma doença progressiva que afeta as áreas do cérebro relacionadas à memória, inteligência, julgamento, fala e comportamento. Enquanto não é uma forma precisa de localizar o dano que a doença causa no cérebro, existem algumas formas de diagnosticar se a perda de memória é algo normal ou se está relacionada à doença. Para os médicos, esquecimentos normais são:
Esquecer partes de uma experiência
Esquecer onde você parou o carro
Esquecer alguns eventos do passado distante
Esquecer o nome de uma pessoa, mas se lembrar posteriormente

Esquecimentos mais sérios, inclusive os que podem ser frutos do mal de Alzheimer, incluem:
-Esquecer por completo uma experiência
-Esquecer como dirigir um carro ou ler um relógio
-Esquecer eventos recentes
-Esquecer que conheceu uma pessoa
-Confusão mental
-Progressão dos sintomas acima citados

Outras causas de perda de memória:

Se você pensa que seus esquecimentos não são tão normais assim, pode ser que você tenha algum dos problemas abaixo:
-Estresse e ansiedade
-Transtorno de déficit de atenção por atividade
-Depressão
-Alcoolismo
-Falta de vitamina B12
-Infecções
-Uso de drogas (ilegais ou prescritas)

A boa notícia é que a perda de memória associada a alguma dessas condições é quase sempre temporária e reversível.

Fonte: Minha Vida

Costas, pernas e visão sofrem com horas em frente ao computador

Aprenda medidas simples para afastar dores e lesões da sua rotina virtual

Por Ana Maria Madeira Publicado em 12/5/2010


Adultos, jovens e crianças chegam a passar horas e mais horas em frente ao computador seja por causa do trabalho, dos estudos ou por diversão. Com o tempo, é comum surgir dores nas costas, nos braços, tendões e até sentir a visão prejudicada. Mas não adianta culpar o computador por esses incômodos. Existem medidas simples que você pode adotar para evitar lesões e desconfortos que podem se tornar crônicos, prejudicando a saúde e bem-estar. A seguir, confira as dicas para usar o computador de forma consciente.

Dores e lesões
Quem nunca sentiu ao menos uma tensão nas costas que atire a primeira pedra. Hoje, esse mal atinge jovens, adultos e idosos, principalmente pelo fator estilo de vida. "Passar horas e horas por dia sentado de um maneira totalmente incorreta, pode acarretar até hérnias de disco a longo prazo", explica o ortopedista Fabio Ravaglia.

Computador - Foto: Getty Images

Uma das partes mais afetadas pelo uso excessivo do computador é a coluna. Em geral, quem usa o computador tende a sentar inclinando-se em direção à tela e em cadeiras que não permitem que a lombar fique com sua curvatura natural. Os músculos são tensionados e pressionam os nervos da coluna, causando dor nas costas. "Depois de horas sendo tracionada, a musculatura relaxa e a tensão vai toda para nossos ligamentos, gerando as dores", diz Fabio. A altura inadequada da tela é também um grande problema. "A altura ideal é aquela que permite que a cabeça fique reta, pois ao mantermos o pescoço levantado ou baixado durante muito tempo, os músculos ficam contraídos e tensos", explica o ortopedista.(...) segue

Fonte : Minha Vida