
ASSOCIAÇÃO PARANAENSE DOS PORTADORES DE PARKINSONISMO
Seja bem vindo ao nosso blog esperamos contribuir para esclarecer duvidas e minimizar os aspectos stressantes da Doença de Parkinson. Nossa meta é agregar valores e integrar a família parkinsoniana do Brasil criando um grupo (chat) de amigos com problemas afins.Sabemos que a doença ainda não tem cura, mas a troca de informações ajuda no combate ao Mr. Parkinson e seguimos firme para uma Qualidade de Vida.
ASSOCIAÇÃO PARANAENSE DOS PORTADORES DE PARKINSONISMO
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Gostar ou não de tecnologia pode ser determinado pela exposição a hormônios ainda no útero |
SÃO PAULO – Você gosta de computadores? Nunca se desesperou diante de um gadget novo e nem precisou de ajuda ou ficou ansioso ao ler o manual de instalação do DVD?
Pois essa facilidade com tecnologia pode ter sido determinada antes mesmo de você nascer, ainda dentro do útero. E o mais curioso: ela poderia ser medida pelo tamanho dos seus dedos.
Essas são as conclusões de pesquisadores da Universidade de Bath. Eles descobriram que gostar ou ter aversão à tecnologia pode ser uma característica previsível pelo nível de hormônios a qual uma criança é exposta ainda no útero da mãe.
A exposição pré-natal à testosterona há algum tempo está associada à maneira como o cérebro se desenvolve, o que torna mais fácil ou mais difícil entender de tecnologia.
Os pesquisadores partiram de uma informação já conhecida: a de que esses níveis de testosterona pré-natal podem ser medidos pela relação do comprimento do dedo anelar comparado ao dedo indicador. Ou seja: a razão entre o tamanho dos dois dedos. Sabe-se que um dedo anular relativamente mais comprido indica uma exposição maior de testosterona no útero. (...) segue
Fonte : Info Ciência
Caminhar pelo menos dez quilômetros pode ser uma das coisas que as pessoas podem fazer para impedir que seus cérebros encolham e combater a demência, disseram pesquisadores nos Estados Unidos.
Um estudo de cerca de 300 pessoas em Pittsburgh, que registraram seus hábitos de caminhada, mostrou que os que andavam pelo menos dez quilômetros tinham um encolhimento cerebral ligado à idade menor que o de pessoas que andavam menos.
"O cérebro encolhe na fase mais avançada da idade adulta, o que pode causar problemas de memória. Nossos resultados encorajam a realização de testes para verificar se exercício físico em pessoas mais velhas são uma abordagem promissora contra demência e Alzheimer", disse Kirk Erickson, da Universidade de Pittsburgh. O trabalho aparece na revista Neurology.
A equipe de Erickson fez o estudo para ver se pessoas que andam muito poderiam combater melhor as doenças da idade.
Foram estudados 299 voluntários que entraram na pesquisa sem sofrer de demência, e que registraram suas caminhadas.
Nove anos depois, cientistas fizeram varreduras do cérebro para medir o volume do órgão. Depois de outros quatro anos, foram feitos testes para ver se algum participante sofria de limitações cognitivas ou demência.
Descobriu-se que as pessoas que caminhavam em torno de dez quilômetros por semana tinham metade do risco de sofrer de problemas de memória que os demais.
Fonte : Estadão.com.br/Saúde
Bons Pensamentos
Você às vezes fica descrente de tantas coisas; palavras e carinho vindos de bom coração não fazem mal a ninguém, um bem a quem recebe e muito mais há quem dá.
Desprendido das esperas das retribuições, existe muito dentro de nós a dar as pessoas. Só assim estaremos aptos a receber, contribuir com nossa parcela de amor, de carinho a tantos...
Existe um mundo ao nosso redor que desconhecemos totalmente. É só refletir em diferentes lugares, com tantos problemas e diferenças.
Existe um novo sonho. Vá sonhar... tudo estará bem contigo... Cuide para ter sempre... bons pensamentos.
Um Forte Abraço
Riva Liberato
DE SÃO PAULO
Uma pesquisa inédita da PUC do Paraná em parceria com os NIH (Institutos Nacionais de Saúde dos EUA) sugere que o uso de medicamentos contra a impotência sexual pode aumentar as chances de câncer de próstata.
Esse é o segundo tumor mais frequente entre homens -o primeiro é o câncer de pele que não o melanoma.
Os pesquisadores avaliaram tumores de próstata de 50 pacientes do Hospital AC Camargo, de São Paulo, e descobriram que, em 30%, há uma redução da função de uma proteína do gene PDE11A, que estaria associada ao câncer de próstata.
Acontece que drogas contra impotência (em especial as de longa duração e uso contínuo) também causam, de forma indireta, a diminuição da função dessa proteína, segundo Fábio Rueda Faucz, professor de genética molecular pela PUC e um dos autores do trabalho.
"A gente encontrou na pesquisa uma simulação do que o medicamento faz. O problema maior estaria nos medicamentos de longa duração, que são administrados a cada 36 horas. Eles podem criar uma condição de suscetibilidade ao câncer."
Segundo Faucz, pacientes que fazem uso constante desses medicamentos devem ser submetidos a exames preventivos regulares, como o toque retal e o PSA.(...) segue
Fonte : Folha.com - Equlíbrio e Saúde
Enquanto almoçava em um restaurante, pude ouvir a conversa entre dois oncologistas. Um queixava-se amargamente:
- Bob, eu não consigo entender. Nós dois usamos as mesmas drogas, a mesma dosagem, a mesma programação e os mesmos critérios.
Contudo eu tenho uma taxa de cura em 22 por cento e você em 74 por cento. É um índice sem precedentes na estatística do câncer. Como você consegue?
Seu colega respondeu:
- Sim, ambos usamos Etoposide, Platina, Oncovin e Hydroxyurea.
Você chama de seu EPOH. Eu os chamo ao contrário, de trás para frente.
Então digo a meus pacientes que estou lhes dando ESPERANÇA (HOPE).
As estatísticas são funestas, eu enfatizo que temos uma grande chance.