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sábado, 31 de maio de 2014

BOM DIA AMIGOS DO BLOG - Viaje enquanto a atmosfera da Terra brilha no escuro [vídeo]

Se você gosta de auroras, já deve ter visto algumas fotos postadas aqui no Hype, como de auroras boreais. Mas não são apenas elas que iluminam o nosso céu.
A nossa atmosfera brilha por conta própria, quando os átomos e moléculas são esquentados pelos raios ultravioleta. Quando essa reação acontece, novas moléculas são criadas, e luz é liberada.
Nesse vídeo fantástico, gravado pelo cientista Alex Rivest, podemos ver bem a maravilha que é esse fenômeno, que só pode ser visto durante a noite, já que de dia a luz do sol acaba mascarando o efeito.
Quanto às cores, a luz amarela é resultado da interação entre a radiação e átomos de sódio, que sobraram de meteoros partidos. A verde acontece pela reação entre oxigênio e nitrogênio, formando óxido nítrico. As luzes azuis são geradas pelas moléculas de oxigênio e as vermelhas pela combinação entre ozônio e hidrogênio.
Belíssimas imagens para assistir comendo um sanduíche no intervalo do trabalho, não? [NewScientist]
Fonte : Viaje enquanto a atmosfera da Terra brilha no escuro [vídeo]

quinta-feira, 29 de maio de 2014

5 motivos pelos quais você se sente preso em seu trabalho (e como superá-los!)

Eu não preciso de poderes paranormais para saber que, se você trabalha há pelo menos um ano, seja na profissão dos seus sonhos ou não, em algum momento já se sentiu preso ao seu trabalho.
Se você ainda não sentiu isso, a probabilidade de que venha se sentir amarrado a um beco sem saída, em algum momento, é de 99,9%. Não pense que sou uma pessimista. Esse sentimento simplesmente faz parte de algum momento da nossa jornada.
Eu escolhi ser publicitária desde muito cedo. Inspirada no publicitário do século, o grande e incomparável Washington Olivetto, meu sonho era entrar em uma faculdade federal e me tornar referência no mercado publicitário. Primeira parte do sonho: check. Me formei pela Universidade Federal do Paraná, em 2011. Segunda parte do sonho: não tão simples assim.
Com o tempo, vamos descobrindo que há muitas possibilidades para seguir carreira em uma área. Durante esse percurso, pulando de galho em galho em busca do tronco perfeito, a gente pode sentir que alguma coisa não está certa. Dificuldades aparecerem em todo o local de trabalho, e às vezes nos fazem repensar toda as nossas escolhas.
Se você sabe que está na profissão certa, apesar de ter que se convencer algumas vezes, vale a pena ficar, sempre acreditando na máxima “dias melhores virão”. De tudo o que pode lhe acontecer, no mínimo algumas lições você vai ganhar.
Se você está passando por um mal momento no seu emprego, a ponto de arrumar desculpas para faltar, ficar se perguntando todos os dias “que raios eu estou fazendo aqui” e carregar um baita peso nos seus ombros por ter que conviver com um trabalho que não te faz feliz, eu tenho duas coisas para dizer a você: a primeira é que isso pode eventualmente passar. E a segunda é que depende de você.
Ficar preso a uma ambiente de trabalho que não corresponde às suas expectativas é quase tóxico, e pode causar danos consideráveis tanto a você quanto à sua carreira. Ao longo do tempo, você começa a se esquecer de todos os sonhos que tinha quando aceitou um determinado trabalho (ou quando escolheu a sua profissão), e deixa de ser ambicioso, como se orgulhava ser. E aí você começa a se sentir nostálgico – independente da sua idade – sobre como um dia foi confiante e destemido.
Fonte : 5 motivos pelos quais você se sente preso em seu trabalho (e como superá-los!)

BOM DIA AMIGOS DO BLOG - Ao meu filho!!!

terça-feira, 27 de maio de 2014

Kit de sobrevivência para a selva da informação

Tive a inaudita alegria de ter o episódio que narrei no artigo “Credulidade e Ceticismo – os dois lados da mesma moeda” comparado ao primeiro capítulo do célebre livro “O Mundo Assombrado pelos Demônios” do não menos célebre Carl Sagan.
Confesso que fiquei deveras lisonjeado.
De fato existem alguns pontos em comuns em ambos os episódios, respeitando as devidas proporções – é claro!
Sagan narra no capítulo “A Coisa Mais Preciosa” seu encontro com o Sr. Buckley, o motorista que o levaria do aeroporto para uma conferência com cientistas e profissionais da televisão.
Nesse longo trajeto do aeroporto até o local da conferência o motorista bastante empolgado entabula uma conversa entusiasmada com o célebre cientista sobre extraterrestres, canalização, profecias de Nostradamus, astrologia, sudário de Turim, Atlântida, Lemúria e assim por diante.
Sagan narra que teve a delicada tarefa de contrapor o que a ciência tinha a dizer sobre cada um desses portentosos temas.
Em suas próprias palavras, reafirma no livro:
“— Eu tive de desapontá-lo todas as vezes”.
“Enquanto rodávamos pela chuva podia vê-lo tornar-se cada vez mais soturno. Eu não estava apenas negando alguma doutrina falsa, mas uma faceta preciosa de sua vida interior”.
No entanto Sagan foi muito mais feliz nesse seu encontro com o Sr. Buckley – no fundo, um admirador da ciência, como o narrado na página 19:
“O Sr. Buckley — bom papo, inteligente, curioso — não tinha ouvido virtualmente nada sobre a ciência moderna. Ele tinha um apetite natural pelas maravilhas do Universo. Queria conhecer a ciência”.
Quando reli esse capítulo tive a nítida impressão que meu caminho é muito mais árido.
Como no caso de meu vizinho de poltrona que além de confundir ciência com pseudociência e misticismo, negava a primeira com todas as suas forças.
Negava a ciência veementemente. E o que era pior – não manifestava a mínima vontade de conhecê-la.
Novum Organum
Novamente recordo Francis Bacon e seu Novum Organum; tratado que esboçou os primeiros pilares para a edificação da nossa metodologia científica, que mesmo escrito em 1620 nunca perdeu sua atualidade.
Permitam repeti-lo aqui numa tradução livre de minha autoria:
 A compreensão humana não é livre de interesses; recebe influxos da vontade e dos afetos de tal forma que um homem acredita mais facilmente naquilo que ele gostaria que fosse verdade, ao mesmo tempo, que ele rejeita rapidamente:
  1. As coisas difíceis a seu entendimento por pura preguiça de pesquisar;
  2. As coisas sensatas por abaterem sua esperança;
  3. As coisas fundamentais da natureza por pura superstição;
  4. A clareza da experiência alheia (que muitas vezes é por ele negligenciada) devido ao seu orgulho e arrogância.
Como já afirmei outras vezes, infelizmente esse tipo de encontro não é raro. O número de pessoas que por vaidade ou arrogância nega a ciência é incrível.
Primeiro por não querer confessar sua ignorância — como se fosse uma vergonha não saber.
É preciso deixar claro que é impossível para qualquer ser humano — por mais genial que ele seja — o domínio completo de qualquer área do conhecimento.
É impossível!
Assim não existe vergonha nenhuma em não saber.
E se ilude aquele que se arroga de tal prerrogativa.
Talvez seja vergonhoso o fato de não querer saber e mesmo assim criticar.
Criticar assentado apenas no achismo, em ideias mal acabadas e repetidas ad nauseam, sem nenhum exame crítico, sem nenhum questionamento, sem nenhuma gota de critério ou bom senso.
Fonte :  Kit de sobrevivência para a selva da informação

CHAT DO DIA 26 DE MAIO DE 2014!!!

PASSE PELO BLOG E VEJA O QUE FALAMOS
ONTEM PELO CHAT DO AMIGOGAMP;