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terça-feira, 5 de agosto de 2014

Parkinson: projeto busca melhorar movimentos de pacientesAgora MSJornal Agora MS

Pensando em como melhorar a vida de pacientes com Parkinson, o curso de Fisioterapia da UNIGRAN está com um projeto de extensão em parceria com o Ambulatório de Parkinson do Hospital Universitário de Dourados. Os participantes fazem acompanhamento e sessões de Fisioterapia na Clínica da UNIGRAN para melhorar a qualidade de vida.
O Mal de Parkinson é caracterizado por uma enfermidade progressiva no cérebro que provoca, por exemplo, tremores e dificuldades para caminhar, se movimentar e de coordenação. A doença que pode acometer pessoas de qualquer idade, mas seu desenvolvimento é mais comum a partir dos 50 anos.
Com o objetivo de melhorar a qualidade de vida diária de pessoas com Parkinson, a coordenadora do projeto, a neurologista e psiquiatra Elizabete Castelon Konkiewitz, montou o ambulatório no HU. Há alguns meses, a médica se reuniu com a professora Angela Cristina Lima, da UNIGRAN, para acrescentar exercícios de Fisioterapia nos tratamentos.
Primeiro os pacientes são atendidos no HU e, uma vez por semana, os acadêmicos de Fisioterapia, sob a orientação da professora Angela, os auxiliam com exercícios físicos específicos. “Nós avaliamos os pacientes, realizamos algumas orientações e depois encaminhamos para Clínica de Fisioterapia da UNIGRAN, para realizar todas as intervenções”, explica Angela Lima.
Fonte :  Parkinson: projeto busca melhorar movimentos de pacientesAgora MSJornal Agora MS

Um comentário:

Baldoino Soares Badu disse...

É estar em constante atividade pode ser o melhor para o tratamento, por ser uma doença degenerativa as condições fisicas são as mais afetadas, isso podemos constatar pelos depoimentos de verdadeiros guerreiros que não jogam a toalha no chão e continuam lutando, fazendo quase tudo que faziam antes de ficarem doentes, observando sempre as suas limitações.
Na ABP, nossos associados já entenderam esse recado, nosso setor de fisioterapia esta sempre lotado. Fazendo plagio ao que um amigo médico me confidenciou “O melhor tratamento é de 50% medicamentoso e 50% de fisioterapia e outras atividades físicas.”
Será que houve algum exagero? Eu acho que não!