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domingo, 28 de fevereiro de 2010

Cigarro pode indicar baixo QI

Estudo israelense indica que indivíduos com QI mais baixo são mais propensos ao vício do fumo, mas não significa que cigarros tornam as pessoas menos inteligentes

REDAÇÃO ÉPOCA
Shutterstock

Você fuma?

O cigarro pode indicar baixo QI
Que o cigarro faz mal à saúde, todo mundo sabe: causa câncer de pulmão, de boca e esôfago, piora as condições cardio-vasculares e contribui para o envelhecimento precoce das células em geral. O que não se sabia é que ele pode sugerir QI baixo nos fumantes. Isso quer dizer que quem fuma é burro? Não se pode julgar o quociente de inteligência das pessoas sob essa ótica, mas uma pesquisa com mais de 20 mil soldados israelenses mostrou que os fumantes têm QI mais baixo do que os não fumantes e que, quanto mais eles fumam, menor é seu QI.

Homens jovens que fumam um maço de cigarros ou mais por dia tiveram cerca de 7,5 pontos abaixo dos não fumantes. Segundo o grupo de pesquisa, liderado por Mark Weiser, do Centro Médico Sheba de Tel Hashomer, adolescentes que têm baixo QI devem ser submetidos a programas para prevenir o fumo.

A pesquisa, publicada no U.S. National Library of Medicine National Institutes of Health, diz que enquanto há evidências da relação entre o fumo e baixo QI, muitos estudos têm se baseado em testes de inteligência aplicados na infância, incluindo pessoas com distúrbios mentais e de comportamento. Os dois últimos casos estão mais sucetíveis ao fumo e a ter QI baixo.

Para melhor entender a relação entre fumo e QI, os pesquisadores israelenses trabalharam com 20.211 soldados de 18 anos recrutados para o Exército de Israel. O grupo não incluiu ninguém com problemas mentais uma vez que esse tipo de doença desqualifica o cidadão para o serviço militar.

De acordo com os pesquisadores, 28% dos participantes fumavam pelo menos um cigarro por dia, cerca de 3% disseram ser ex-fumantes e 68% nunca haviam fumado. Os fumantes foram muito pior nos testes de inteligência e isso se manteve mesmo depois que os cientistas os dividiram por nível socioeconômico e escolaridade do pai do recruta.

O QI médio para não fumantes foi de 101, enquanto que para os jovens que começaram a fumar antes de entrarem para o Exército deu 94. Esse número cai de acordo com o número de cigarros que o sujeito fuma por dia: de 98 para quem fuma de um a cinco cigarros ao dia para 90 àqueles que tragam mais de um maço diariamente. Os jovens que não fumavam antes, mas passaram a fumar depois de entrar para a carreira militar atingiram 97 pontos. QI entre 84 e 116 é considerado médio.

Os pesquisadores também compararam o QI de 70 pares de irmãos no grupo, em que um deles não fumava e o outro, sim. Novamente, o QI médio dos irmãos não fumantes foi maior do que os que fumam. Esses resultados sugerem que indivíduos com QI mais baixo são mais propensos ao fumo e não que cigarros tornam as pessoas menos inteligentes.

Fonte : Revista Época

BOA TARDE!!



Quem busca a verdade, quem obedece a lei do amor, não pode estar preocupado com o amanhã.
Gandhi

sábado, 27 de fevereiro de 2010

BOA TARDE, MAS BOA TARDE MESMO!!!



1º Encontro Virtual dos Presidentes das Associações de Parkinson do Brasil
Dia 03 de Março, quarta-feira a partir das 20:00 no chat da APPP:
http://www.appp.com.br/chat/index.php

Temos assuntos de grande importância para serem discutidos, e-mail de convocação já foi enviado pelo Magno, caso não tenha recebido favor informar:
j.magno@appp.com.br

sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010

Cérebro feminino versus masculino

mae-pai-bebe

Quando demitiram o reitor da Universidade de Harvard por ele ter afirmado que homens são mais inteligentes que mulheres, lembro que muita gente perguntou minha opinião a respeito. O que acho? Somos nitidamente diferentes. Quanto antes conseguirmos perceber isto, melhor será o nosso relacionamento e compreensão em relação ao sexo oposto. Uma coisa é certa: os homens têm uma capacidade muito maior de focar (concentrar-se) em um determinado assunto abstraindo-se totalmente do ambiente externo. Será que essa característica melhora a capacidade deles para ciências abstratas? Por outro lado, as mulheres estão geralmente mais atentas ao que acontece ao seu redor, o que pode dificultar um estudo que exige muita concentração. Mas elas conseguem fazer várias coisas ao mesmo tempo. Será isso genético ou resultado de treino? Uma experiência realizada na Finlândia mostrou resultados muito interessantes e pode ajudar a responder essa pergunta.

Mulheres são capazes de exercer múltiplas funções

Uma das nossas características, mulheres, é conseguir fazer várias coisas ao mesmo tempo. A mulher que fica em casa tem que estar atenta ao bebê que chora, à panela no fogo, ao filho de dois anos enfiando o dedo nas tomadas e assim vai. Temos que estar sempre com todos os neurônios ligados. Agora observem um homem assistindo a um jogo de futebol na TV. Ele se desliga totalmente do mundo externo. O médico e pesquisador Paulo Saldiva diz que existe um método muito simples para uma mulher anular o cérebro de um homem: basta lhe dar o controle da TV e duas latinhas de cerveja. (...) segue

Fonte : veja.com - Mayana Zatz

Receita de suco árabe para regularizar o intestino e murchar a barriguinha

Foto: Getty Images

Foto: Getty Images

Que tal uma receita de um suco cheio de ingredientes que melhoram o funcionamento do seu intestino e de quebra livram você daquele inchaço provocado pela constipação? Com 227 calorias, essa bebida à base de pera (fruta ultra eficaz para melhorar o fluxo intestinal) é rica em vitaminas A e C e sais minerais como fósforo e potássio e ainda leva tâmara, fruta rica em vitaminas do complexo B, ferro, cálcio, fibras e potássio e que, por ser utilizada seca na receita, apresenta seus nutrientes ainda mais concentrados. Anote o preparo:

Ingredientes
250 ml de suco de pera
3 tâmaras secas sem caroço

Modo de preparo
Bata todos os ingredientes no liquidificador.
Rendimento: uma porção

(Por Monique dos Anjos)

BOM DIA, HOJE É SEXTA-FEIRA!!!


A vida é como jogar uma bola na parede. Se for jogada uma bola azul, ela voltará azul, se for jogada uma bola verde, ela voltará verde, se a bola for jogada fraca, ela voltará fraca, se a bola for jogada com força, ela voltará com força. Por isso, nunca jogue uma bola na vida de forma que você não esteja pronto a recebê-la.
Albert Eisteen

quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010

Os antidepressivos serão meros placebos?

Os antidepressivos serão   meros placebos?

A notícia é deprimente. Mas novos estudos parecem comprovar que os antidepressivos não são mais do que rebuçados caros. Clique para visitar o canal Life & Style.

Embora o ano esteja no início, já me trouxe o primeiro dilema moral. No princípio de Janeiro, um amigo contou-me que a sua resolução de Ano Novo era vencer a depressão crónica de uma vez por todas. Ao longo dos anos, tinha gasto rios de dinheiro com antidepressivos, mas realmente nenhum tinha ajudado de modo duradouro, e quando os efeitos secundários se tornaram tão desagradáveis que parou de os tomar, a síndrome de abstinência (cólicas, vertigens, dores de cabeça) foi uma tortura. Será que eu sabia de alguma investigação que o pudesse ajudar a decidir se um novo antidepressivo prescrito pelo seu médico conseguiria finalmente aclarar o seu negrume crónico do meio-dia?

O dilema moral era este: claro que sabia dos mais de 20 anos de investigação sobre antidepressivos, desde os velhos tricíclicos até aos mais novos Inibidores Selectivos da Recaptação da Serotonina (ISRS ou SSRI) que actuam sobre a serotonina (Zoloft, Paxil e o avô de todos eles, o Prozac, bem como os seus descendentes genéricos), até aos mais recentes, que também actuam sobre a noradrenalina (Effexor, Wellbutrin). Estudos mostraram que os antidepressivos ajudam cerca de três quartos das pessoas com depressão. Mas desde a publicação de um estudo seminal em 1998, cujas conclusões foram reforçadas por uma notável investigação no "The Journal of the American Medical Association" ("JAMA") no mês passado, que essa evidência surge com um grande asterisco. Sim, os medicamentos são eficazes, na medida em que atenuam a depressão na maioria dos pacientes. Mas este benefício é pouco maior do que quando os pacientes tomam um placebo, sem o saber e como participantes num estudo. Tal como cada vez mais cientistas que estudam a depressão e os medicamentos que a tratam concluem, isso sugere que os antidepressivos são basicamente caramelos caros.(...) segue

Fonte : Expresso