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segunda-feira, 30 de junho de 2008

VAMOS NOS ABRAÇAR VIRTUALMENTE

Os nossos bate-papos as segundas e quinta-feira é uma oportunidade de nos abraçarmos virtualmente, cada vez mais sentimos como é importante a troca de experiências e sairmos do anonimato.

Sei o como é penoso a convivência com as limitações que a Doença de Parkinson acarreta no seu cotidiano, mas do que adianta ficarmos escondidos com medo de nos expormos, sabemos que nosso futuro depende exclusivamente da nossa vontade de transformação e muitas vezes perdemos a oportunidade de um futuro melhor motivado pelo medo, pelo orgulho e pela vaidade

Tudo depende exclusivamente de você querer dar a volta por cima do Mr. Parkinson.

Amigos DP que participam dos nossos Chat já constataram isso e se doam para levar a você informações que possam aliviar o pesado fardo que todos carregam, nosso objetivo primeiro é aliviar um pouco esse fardo e para isso convidamos você a se integrar na nossa jornada.

Temos no blog verde um álbum de fotos, mande a sua para nosso e-mail para que possamos publicar e nos conhecermos melhor.

Vamos construir sólidas raízes no nosso convívio virtual, o nosso bate-papo é fiel agora cabe a você tomar a decisão de participar.

Esperamos e contamos com você logo à noite.

quarta-feira, 25 de junho de 2008

10 FORMAS DE AJUDAR OS MAIS VELHOS


Como ajudar os mais velhos

Por Claudia Rodrigues e Tatiana Rocha

Você provavelmente está vendo seus pais e avós envelhecerem ativos e independentes. O envelhecimento da população brasileira – e mundial – vem se acentuando. Segundo dados do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), em 2000, o grupo de pessoas entre 0 e 14 anos representava 30% da população brasileira, enquanto os maiores de 65 anos eram apenas 5%; em 2050, os dois grupos se igualarão em 18%.

Os avanços da medicina e a melhoria nas condições de vida da população têm contribuído para aumentar a expectativa de vida dos brasileiros, que subiu 17 anos entre 1940 e 1980 – de 45,5 para 62,6 anos, respectivamente. Em 2000, esse indicador chegou aos 70,4 anos, e deverá atingir 81,3 anos em 2050, quase o mesmo nível do Japão (81,6 anos), primeiro colocado no ranking. Aqui vão dez dicas para melhorar ainda mais a qualidade de vida dos idosos que convivem com você.

Fonte: Revista Seleções

terça-feira, 24 de junho de 2008

É hora de malhar os neurônios
Nosso cérebro começa a perder as células do sistema nervoso antes mesmo dos 30 anos. Mas pesquisas mostram que é possível retardar esse processo. E o melhor: jogando videogame

POR PAULA REIS
ILUSTRAÇÃO MG STUDIO

Da próxima vez que você der um presente para alguém acima de 60 anos, pense duas vezes. Opções tradicionais como roupas de dormir ou mesmo jogos de xadrez ou de damas estão perdendo espaço para os videogames. Isso mesmo: videogames. A novidade tem agradado cada vez mais gente nessa fase da vida, principalmente em países como Estados Unidos e Japão — lançadores de tendências. O melhor é que essa moda tem o aval da ciência. Institutos de pesquisa, a exemplo da Universidade do Texas (veja boxe), estão conduzindo estudos e concluindo que esses aparelhinhos ajudam a melhorar o humor, a concentração e até a coordenação motora.

Tudo porque propõem desafios que estimulam o raciocínio e exercitam o cérebro, afastando problemas comuns a partir dos 60 anos, como a perda da memória e até o mal de Alzheimer (doença caracterizada pela progressiva perda das funções intelectuais). Boa novidade também é que eles oferecem a chance de as pessoas interagirem, tirando- as do isolamento — queixa freqüente nessa idade. “De forma geral, são fáceis de jogar e ideais para desfrutar a companhia de outras pessoas”, explica o jornalista David Lemes, mestrando em desenvolvimento de games na Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC/SP) e editor do site www.gamereporter.org.

Fonte: Revista Viva Saúde

VIVER BEM

Descubra o poder do riso
Apesar de ser um mecanismo aparentemente simples, a risada guarda um complexo sistema que envolve o cérebro e afeta todo o organismo. Ledo engano achar que rir é um comportamento bobo e, muito menos, banal

POR SUCENA SHKRADA RESK

Está mais do que provado que a risada é um elemento importante de combate ao estresse, ligado diretamente ao nosso sistema nervoso central. É considerada uma válvula de escape às pressões do dia-a-dia e, inclusive, com função positiva no auxílio à recuperação de pacientes internados em hospitais. O bom humor, segundo especialistas, reduz a pressão sanguínea e o nível de hormônios, que afetam nosso sistema imunológico.

Neurocientistas da Universidade Maryland, nos EUA, divulgaram, no ano passado, pesquisa que atesta que a risada é um instinto de sobrevivência para alguns animais e seres humanos, que convivem em sociedade

Fonte : Revista Viva Saúde

segunda-feira, 23 de junho de 2008

FESTA JUNINA DA ABP -21 DE JUNHO 2008

"Diabetes tipo 3"

Além do pâncreas, outros órgãos estão envolvidos na regulação dos níveis de açúcar no sangue. Um deles, em particular, tem sido alvo de investigações exaustivas nas últimas duas décadas: o cérebro. As células neurais, já se sabe, têm um papel importante na produção do hormônio insulina e na estocagem de açúcar no sangue. Atualmente, os pesquisadores analisam a relação desse hormônio com o aparecimento de doenças neurológicas. Alterações nos níveis de insulina no cérebro passaram a ser associadas a distúrbios neurodegenerativos, como Alzheimer, Parkinson e Huntington. Isso porque o hormônio é fundamental nas funções de cognição e memória. "Em estudos com pacientes que usaram um spray nasal contendo insulina, houve uma melhora imediata nessas funções cerebrais", diz o endocrinologista Freddy Eliaschewitz.

Um estudo da Universidade Brown, nos Estados Unidos, comparou os níveis de insulina no cérebro de pessoas saudáveis com os de pacientes com Alzheimer. O hormônio era quatro vezes mais abundante nas áreas associadas a aprendizado e memória no grupo das saudáveis. Elas também apresentavam dez vezes mais receptores de insulina no cérebro. Outras pesquisas mostram que as vítimas de diabetes são duas vezes mais propensas a desenvolver o distúrbio. Por causa da relação tão estreita, alguns médicos já se referem ao Alzheimer como "diabetes tipo 3". A falta de insulina também foi detectada entre doentes de Parkinson e Huntington. Por causa disso, pelo menos metade das vítimas de Parkinson tem níveis de glicose alterados. Não há ainda uma resposta definitiva sobre os mecanismos pelos quais a insulina altera o funcionamento do cérebro. Uma das hipóteses é que a deficiência do hormônio resultaria na produção de placas tóxicas de proteína na região cerebral e, conseqüentemente, na morte de neurônios.

Fonte: Revista Veja edição 2064

Mayana Zatz
Geneticista e diretora do Centro
de Estudos do Genoma Humano (USP)
E-mail: mayanazatz.ciencia@gmail.com

Quinta-feira, 19 de Junho de 2008
Sobre as cobaias humanas

Ao ler o texto Cobaias Humanas, publicado neste espaço no dia 5, pela primeira vez vi alguém da comunidade científica favorável às pesquisas com células-tronco embrionárias vir a público e, de forma honesta, expor com clareza que a cura de várias doenças mediante a manipulação desses embriões é apenas uma possibilidade, nada mais do que isso - por enquanto. Antes da votação do Supremo Tribunal Federal sobre a questão, o mais comum era ouvir desses cientistas que a cura de várias doenças estava muito próxima, como se fosse um passe de mágica.
Quinta-feira, 19 de Junho de 2008
Sobre as cobaias humanas

Ao ler o texto Cobaias Humanas, publicado neste espaço no dia 5, pela primeira vez vi alguém da comunidade científica favorável às pesquisas com células-tronco embrionárias vir a público e, de forma honesta, expor com clareza que a cura de várias doenças mediante a manipulação desses embriões é apenas uma possibilidade, nada mais do que isso - por enquanto. Antes da votação do Supremo Tribunal Federal sobre a questão, o mais comum era ouvir desses cientistas que a cura de várias doenças estava muito próxima, como se fosse um passe de mágica.
Fonte: Revista Veja.Com