Os recentes avanços sobre a doença de
Parkinson permitem que a qualidade de vida do paciente melhore
consideravelmente. Os diversos tratamentos permitem controlar de forma mais
eficiente às flutuações motoras e outros sintomas comuns da doença, como
tremores, rigidez muscular, dificuldade de movimentos e coordenação.
Seja bem vindo ao nosso blog esperamos contribuir para esclarecer duvidas e minimizar os aspectos stressantes da Doença de Parkinson. Nossa meta é agregar valores e integrar a família parkinsoniana do Brasil criando um grupo (chat) de amigos com problemas afins.Sabemos que a doença ainda não tem cura, mas a troca de informações ajuda no combate ao Mr. Parkinson e seguimos firme para uma Qualidade de Vida.
Visualizações de página do mês passado
Mostrando postagens com marcador atividade física. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador atividade física. Mostrar todas as postagens
quinta-feira, 4 de outubro de 2012
segunda-feira, 6 de junho de 2011
MEXA-SE
A atividade física estimula a liberação de substâncias que "melhoram" o funcionamento do sistema nervoso central. Novas evidências também tem associado a falta da atividade física sistemática a alterações e maior predisposição de doenças cérebro-degenerativas, cientistas encontraram relação entre o sedentarismo e a piora cognitiva e aparecimento de demência. E recomendam aos pacientes de patologias como Parkinson, Alzheimer e esclerose múltipla a prática de atividade física dentro de suas condições de saúde, sendo o exercício um fator positivo em seu tratamento.
ATIVIDADE FÍSICA TAMBÉM:
1. Melhora a postura.
2. Melhora a auto-estima.
3. Melhora da ingestão alimentar.
4. Reduz o risco de câncer de cólon.
5. Ajuda a controlar o peso corporal.
6. Diminui o risco de desenvolver pressão alta.
7. Aumenta a qualidade e a expectativa de vida.
8. Diminui edemas, varizes e o risco de trombose.
9. Melhora da velocidade de andar e do equilíbrio.
10. Contribui para ossos, articulações e músculos sadios.
11. Possibilita maior elasticidade e flexibilidade do corpo.
12. Reduz o risco de desenvolver doença cardíaca coronária.
13. Contribuição na manutenção e/ou aumento da densidade óssea.
14. Ajuda a construir e manter articulações, músculos e ossos saudáveis.
15. Ajuda no controle do Diabetes, Artrite, Doença cardíaca, Hipertensão.
16. Está associada a menor número de hospitalizações, visitas médicas e medicação.
17. Diminui tanto o colesterol total quanto os triglicerídeos, e eleva o bom colesterol HDL.
18. Reduz o risco de ter um segundo ataque cardíaco em pessoas que já tiveram um ataque.
19. Promove o bem-estar psicológico e reduz sentimentos de estresse, depressão e ansiedade.
20. Melhora o sistema imunológico, reduzindo ocorrências de gripes, resfriados e infecções respiratórias em geral.
21. Ajuda o idoso a ficar mais fortes e mais capaz de mover-se sem ficar excessivamente cansado, reduzindo também o índice de quedas.
22. Promove a sensação de disposição e bem estar para a jornada de trabalho e redução da sensação de fadiga no final da jornada.
CUIDADOS
1. Gostar do exercício que pratica é essencial. Mesmo quando a intenção é apenas melhorar a condição física, esta dica é válida. Basta descobrir qual exercício nos causa bem-estar. Pode ser caminhada, corrida, natação, pilates, musculação, alongamento, hidroginástica...
2. Defina um ou mais objetivos: perder peso, melhorar amplitude de movimentos ou equilíbrio, ter maior flexibilidade, melhorar a qualidade de vida, ocupar tempo ocioso...
3. Respeite os limites do corpo. Deixe que os resultados apareçam naturalmente, sem ansiedade. Sentir dor na primeira semana de atividade física é normal, principalmente para quem é sedentário, mas se a dor persiste por duas semanas ou mais é sinal de que tem algo errado. É sempre recomendável seguir as orientações de um médico, ou profissional qualificado.
4. Alie exercício aeróbico e musculação. Se o objetivo é a queima de calorias, o mais indicado é o exercício aeróbico. No entanto, ele deve ser complementado com a musculação, que vai proporcionar firmeza aos músculos, deixando-os mais definidos. É imprescindível que se descanse o corpo pelo menos dois dias na semana, e alternar estas duas modalidades de exercício, tomando o devido cuidado para não exagerar em um e deixar o outro de lado.
5. Preste atenção aos sinais que seu corpo lhe envia. Não há ninguém melhor do que você para saber seus limites. Por isto é muito importante que você compreenda as mensagens que seu corpo lhe manda. Sentir dor na primeira semana de atividade física é normal, principalmente para quem é sedentário, mas se a dor persiste por duas semanas ou mais é sinal de que tem algo errado. Você pode estar exagerando na intensidade do exercício ou nas repetições, por isso é sempre recomendável seguir as orientações de um médico.
O QUE NÃO FAZER
1. Uso de suplementos nutricionais de forma indiscriminada: Alimentação inadequada e uso indiscriminado de suplementos, trazem riscos à saúde. Apesar do apelo de light, os suplementos contém carboidratos e proteínas, cujo excesso pode se transformar em gordura.
2. Inclusão de alimentos light que muitas vezes são mais calóricos: Muitas pessoas passam a substituir seus alimentos de rotina por “alimentos saudáveis”, como pão integral, queijo branco, peito de peru, frutas e barras de cereais. Mesmo sendo considerados saudáveis podem levar ao ganho de peso se não forem consumidos de maneira correta. Produtos diet e light também possuem calorias e engordam.
3. Comer salada e grelhado no almoço: O horário do almoço acontece em um momento de grande demanda energética. Enganar o corpo ingerindo apenas saladas e restringir nutrientes importantes para esse período, como carboidratos e proteínas, pode descompensar o corpo, o qual pode “pedir” um chocolate mais tarde, ou desencadear uma crise posterior de compulsão alimentar. O almoço deve ser leve, com pouca gordura, saladas, mas deve conter também carboidratos (como arroz, feijão, batata, massa).
4. Usar o horário do almoço para treinar e não comer nada: Muitos usam o horário do almoço para treinar e omitem essa refeição em um momento importante do dia (de grande gasto energético, que aumenta ainda mais somando-se as calorias gastas no treino). Isso pode levar a uma recuperação lenta, e o metabolismo fica mais lento na tentativa de economizar energia. Resultado: compulsão alimentar e maior facilidade para engordar.
5. Não comer após o treino: Nosso corpo precisa de energia para a atividade física e a ingestão de carboidratos e proteínas após o treino é fundamental para a recuperação muscular. Muitas pessoas optam por não comer, na tentativa de “continuar gastando gordura”, mas a má recuperação muscular pode comprometer o resultado do treino e gerar aumento indiscriminado da fome em momentos mais tardios do dia.
PARA QUEM NÃO QUER FREQUENTAR ACADEMIAS
Fazer o próprio horário, respirar o ar puro, ter maior liberdade treinando em casa, também exige orientação.
É essencial submeter-se a avaliação médica – obrigatória nas academias – se vai correr ou andar na rua, ou exercitar-se em casa, para evitar problemas de coluna, torsões, um ataque cardíaco e outros riscos. A orientação profissional minimiza drasticamente os riscos. Quem busca de autonomia, deve exercitar-se com responsabilidade.
Quem dispensa a academia deve passar por uma assessoria especializada, que irá observar a avaliação médica e o grau de condicionamento físico do indivíduo para só então montar um treino específico.
ATENÇÃO!
É preciso buscar um local com piso adequado, sem desníveis e buracos, evitar locais inclinados e com muita poluição, fugir das horas de sol forte, hidratar-se corretamente e usar roupas adequadas para a prática de exercícios.
É preciso buscar um local com piso adequado, sem desníveis e buracos, evitar locais inclinados e com muita poluição, fugir das horas de sol forte, hidratar-se corretamente e usar roupas adequadas para a prática de exercícios.
Outra indicação é procurar orientação periódica para mensurar a evolução no objetivo desejado, seja ele perder peso, ou ganhar músculos e condicionamento físico. A pessoa que faz exercícios frequentemente e não percebe que precisa aumentar gradativamente a exigência pode estacionar e voltar ao sedentarismo.
sexta-feira, 6 de agosto de 2010
ATIVIDADE FÍSICA E ALZHEIMER [2]
Benefícios do exercício físico no processo de envelhecimentoAs vantagens da prática de exercícios para idosos dependem de como se processa o envelhecimento e da rotina e tempo de exercício físico praticada. Sabe-se que os benefícios à saúde ocorrem mesmo quando a prática de atividade física é iniciada em uma fase tardia de vida, por sujeitos sedentários, sendo benéfica inclusive para portadores de doenças crônicas, prevenindo principalmente as doenças associadas ao sedentarismo, como coronariopatias, diabetes, hipertensão arterial, hipercolesterolemia, acidente vascular encefálico (AVE), osteoporose, osteoartrite, e câncer de próstata, mama e cólon intestinal.
Conhece-se bem os efeitos dos exercícios na prevenção e recuperação das perdas motoras decorrentes do processo de envelhecimento. A relação entre os treinos específicos e a melhora do órgão ou sistema exercitado, como por exemplo, prática de alongamento muscular e ganho de flexibilidade, ou treino de equilíbrio e melhora no desempenho em testes de equilíbrio. Além de ganho de força e massa muscular, o que diminui a incidência de quedas e oferece autonomia para suas atividades de vida. Para que os efeitos dos exercícios permaneçam, sua prática deve tornar-se parte da rotina diária.
Em particular o chamado exercício aeróbio, realizado com intensidade moderada e longa duração (a partir de 30 minutos) propicia além dos benefícios citados acima, o alívio do estresse ou tensão, devido a um aumento da taxa de um conjunto de hormônios denominados endorfinas que agem sobre o sistema nervoso, reduzindo o impacto estressor do ambiente e com isso pode prevenir ou reduzir transtornos depressivos, o que é comprovado por vários estudos (STELLA et al., 2002). Ele também pode estar relacionado com a síntese de dopamina, devido a um aumento nos níveis de cálcio no cérebro, através do estímulo de um sistema enzimático conhecido como cálcio–calmodulina. A dopamina está relacionada com o desempenho motor, a motivação locomotora e a modulação emocional.
Benefícios do exercício físico na Doença de AlzheimerPara a população acima de 65 anos, o Colégio Americano de Medicina Desportiva (ACSM) preconiza atividade aeróbia de intensidade de 40 a 60% da freqüência cardíaca de reserva, ou 11 a 13 na escala de Borg, com duração de 20 minutos e freqüência de três vezes por semana.
Segundo o estudo publicado em 2005, pessoas com cerca de 50 anos que fazem exercícios por meia hora pelo menos duas vezes por semana podem reduzir pela metade o risco de desenvolver DA. As pessoas que têm uma tendência genética a ter a doença podem ter o risco reduzido em até 60% se praticarem exercícios. Foram acompanhados no estudo cerca de 1,5 mil homens e mulheres. Entre eles, aproximadamente 200 participantes desenvolveram DA ou outras desordens neurológicas entre os 65 e os 79 anos. Os cientistas analisaram as atividades físicas dos participantes da pesquisa até 21 anos antes, quando eles ainda tinham cerca de 50 anos. Aqueles que desenvolveram DA ou outras doenças neurológicas tinham feito muito menos exercícios físicos durante a fase adulta do que aqueles que não apresentaram essas doenças.
O tempo e freqüência do exercício que aparentemente beneficiou os que não desenvolveram a doença foram de 20 a 30 minutos pelo menos duas vezes por semana, com intensidade suficiente para deixar a pessoa sem fôlego e suando. Sendo a recomendação usual de 20 a 30 minutos de exercícios aeróbicos de três a cinco vezes por semana para ter coração e pulmões saudáveis.
Pesquisadores afirmam que a descoberta tem enormes implicações na prevenção da DA. Entre os benefícios do exercício, citou-se o poder de manter pequenos vasos sanguíneos do cérebro saudáveis, além de proteger contra pressão alta e diabetes. A atividade física também pode reduzir a concentração da proteína amilóide, que se acumula no cérebro de pessoas com Alzheimer.
Um estudo sobre os efeitos da atividade física em problemas mentais como demência e DA foi realizado na Universidade de Bristol, na Grã-Bretanha. Concluiu-se que uma vida ativa pode reduzir em quase 34% o risco de uma pessoa desenvolver a doença.
De acordo com o estudo, a atividade física em homens e mulheres estava associada a uma queda entre 30% a 40% no risco de desenvolver DA. Entretanto, os pesquisadores concluíram que ainda não é possível determinar a razão deste efeito, mas avaliam que ele pode estar associado aos benefícios ao sistema vascular e também à liberação de substâncias químicas no cérebro.
Outro aspecto interessante da atividade física para idosos é a promoção do convívio social do indivíduo, reduzindo os problemas psicológicos com ansiedade e a depressão comuns nesta idade, que impede a progressão rápida do tratamento.
Dentro da atividade física a assistência fisioterapêutica principalmente à paciente acamado ou com grandes limitações é bastante benéfica e eficaz. A partir da fase intermediária da DA, o portador começa a apresentar importantes deficiências motoras e alteração da marcha. Neste contexto, o tratamento fisioterapêutico passa a ter grande importância para retardar a progressão das perdas motoras, evitar encurtamentos e deformidades e incentivar a independência do doente.
Considerações finais
Os resultados sugerem que o exercício aeróbio praticado com intensidade moderada, duração de 20 a 30 minutos e freqüência mínima de 3 vezes por semana, apresenta benefícios expressivos na prevenção e tratamento da DA, atuando na diminuição dos riscos de desenvolver a doença e para portadores na diminuição de seus efeitos deletérios.
O envelhecimento é um processo lento, gradativo e inevitável que todo ser humano deve-se preparar. A atividade e o exercício físico propiciam efeitos positivos durante todo este processo.
Assim, faz-se necessário a ação de programas de exercícios físicos regulares, segundo o preconizado, para melhora da qualidade de vida de pessoas idosas.
FONTES:
Revista Digital - Buenos Aires - efdeportes]
[Referências bibliográficas]
quinta-feira, 5 de agosto de 2010
ATIVIDADE FÍSICA E ALZHEIMER
Influência da prática de exercícios físicos na Doença de Alzheimer A população mundial de idosos está aumentando nos últimos anos e, consequentemente, cresce também o número de doenças relacionadas à idade, particularmente as degenerativas, como a Doença de Alzheimer. No entanto, este processo pode ser amenizado e diminuído com a prática de exercício físico regular e bem orientado, preferencialmente ao longo de toda a vida. Desta forma este trabalho teve o propósito de contribuir com a comunidade científica através da identificação de aspectos relevantes e atuais sobre a importância da prática de exercício físico na Doença de Alzheimer.
As recomendações de exercícios físicos devem se basear nos estilos de vida de cada indivíduo, podendo reduzir em aproximadamente 30% a 50% o risco de uma pessoa desenvolver a Doença de Alzheimer, sendo que as pessoas que têm uma tendência genética podem ter o risco reduzido em até 60% se praticarem exercícios regularmente. O Colégio Americano de Medicina Desportiva (ACSM) preconiza a prática de exercícios aeróbios, de intensidade de 40 a 60% da freqüência cardíaca de reserva, com duração aproximada de 20 minutos e freqüência de três vezes por semana. Assim, faz-se necessário programas regulares de exercício físico para prevenção e tratamento da DA e de outras doenças que acometem especialmente as pessoas idosas.
A população mundial de idosos está aumentando e cresceu na alta taxa de 2,4% por ano durante a última década, particularmente o grupo com 85 ou mais anos de idade.
Com o crescimento do número de idosos, cresce também o número de doenças relacionadas à idade, particularmente as degenerativas, como a Doença de Alzheimer (DA). Estima-se que no Brasil, no ano de 2000, 1 milhão e 200 mil pessoas tinham DA, com a incidência de 100 mil novos casos por ano.
A DA na América do Norte, é a quarta causa de óbito na faixa etária compreendida entre 75 e 84 anos de idade, e a terceira maior causa isolada de incapacidade. Estudos mostram que uma em cada dez famílias americanas possui um membro com DA, sendo aproximadamente 4,5 milhões de indivíduos afetados, que podem alcançar quatorze milhões na metade do século XXI.
No entanto, o processo de envelhecimento progressivo devido principalmente a degeneração do sistema nervoso, pode ser amenizado e, diminuído com a prática de um exercício físico regular e bem orientado, auxiliando assim nas degenerações e transformações do organismo.
O exercício pode propiciar benefícios agudos e crônicos. São eles: melhora no condicionamento físico; diminuição da perda de massa óssea e muscular; aumento da força, coordenação e equilíbrio; redução da incapacidade funcional, da intensidade dos pensamentos negativos e das doenças físicas; e promoção da melhoria do bem–estar e do humor.
FONTES:
Revista Digital - Buenos Aires - efdeportes]
[Referências bibliográficas]
sábado, 26 de junho de 2010
Parkinson: diagóstico, tratamento, cuidados. [PARTE3]

PARTE3
Relação Doente X Profissionais da Saúde.
Como devemos lidar com uma pessoa doente de Parkinson? "Primeiramente deve ser estimulado ao tramento precoce e regular, pois pode manter suas atividades de vida diária. Em fases muito avançadas da doença deve-se fazer uma adaptação da residência (retirar tapetes, apoio no banheiro, modificação da alimentação - pela dificuldade na deglutição)".
A doença de parkinson no seu processo evolutivo passa por várias etapas.
Citamos aqui três etapas principais.
Etapa A: possui duração de aproximadamente cinco a oito anos. Nessa fase inicial da doença, o paciente possui uma independência com relação à incapacidade motora, mas já existe a necessita do uso de medicamentos e com estes, o paciente tem uma boa resposta terapêutica.
A etapa B: também chamada de intermediária, os sintomas acentuam-se, há variáveis de dependência física, o aumento dos efeitos colaterais dos medicamentos começam aparecer.
Na etapa C: a incapacidade motora aumenta gerando uma grande dependência física, o paciente passa a necessitar de ajuda e assistência permanente.
Sendo um tratamento de longa duração, a eficácia dos medicamentos vão diminuindo, provocando o aparecimento dos efeitos colaterais, que podem ser periféricos e centrais.
Situação que exige do médico neurologista uma maior habilidade e experiência para indicar e acompanhar o tratamento do paciente. Assim, o principal objetivo do tratamento da DP é controlar os sinais e sintomas da doença o máximo possível e diminuir ao mesmo tempo os efeitos colaterais. Esses efeitos centrais mais frequentes são: náusea, sonolência, perda de memória, confusão e alucinações. Os periféricos incluem boca seca, borramento visual, obstipação intestinal e dificuldade para iniciar a micção. Sendo que até o momento não existe tratamento de cura para a doença, sendo assim o tratamento é pelo resta da vida. O que se pretende é manter a independência física do paciente ao máximo, para que o mesmo execute suas atividades e seus afazeres diários, favorecendo a sua adaptação e o seu convívio social e cultural do ambiente do qual o ele faz parte.
Fonte:
proavirtualg15
quarta-feira, 12 de maio de 2010
Como detectar o envelhecimento [parte 1]
Fique atento às mudanças do corpo
Como detectar
Às vezes elas se instalam de forma silenciosa. É fundamental estar atento pois podem ser tratadas e curadas quando detectadas precocemente. De acordo com os Indicadores de Fragilização na Velhice para o Estabelecimento de Medidas Preventivas, da profa. Yeda Aparecida de Oliveira Duarte (2006) devem ser observados cinco pontos:
1: Caminhar mais lento, passos menores, diminuição do equilíbrio
2: Perda do apetite e ou de peso (cerca de 5% em um ano)
3: Fadiga constante, ficar parado a maior parte do tempo
4: Diminuição da força muscular
5: Perda de interesse pelas atividades diárias, humor variável
Vitalidade emocional e mental
A saúde emocional e mental está intimamente relacionada à saúde física, já que a mente tem grande poder sobre o corpo. O estado físico também afeta o modo como nos sentimos e agimos. Por isso, o convívio social pode fazer grande diferença na forma como você se sente. Com o passar dos anos, é natural que você deixe de fazer algumas atividades. O importante é não ficar sem fazer nada e sim substituir as atividades. Se você corria e não tem mais pique para isso, busque outras formas de se exercitar: caminhe, ande de bicicleta, nade.
Atividade física
Proteja e melhore sua saúde emocional e cognitiva através de exercícios físicos regulares. Enquanto a prática de exercícios produz mudanças químicas no corpo que melhoram o humor e o estado geral das pessoas, o sedentarismo pode trazer ou ampliar problemas como depressão, ansiedade e estresse.
Atividade social
Mantenha com tanto com amigos e familiares. Procure sair de casa e fazer programas prazerosos com quem você gosta. Pessoas que têm uma boa rede de amigos e um convívio social ativo têm mais chances de terem sucesso quando passam por um problema de saúde do que aquelas que vivem isoladas.
Atividade mental
Proteja ou melhore sua memória e inteligência
- Desafie sua inteligência diariamente.
Leia, aprenda a tocar um instrumento ou a falar uma nova língua, faça palavras cruzadas, monte quebra-cabeças, jogue jogos de estratégia com seus amigos. Assim como o corpo, o cérebro precisa se manter ativo.
- Ajude sua memória. Escreva datas, nomes e outras informações importantes que você geralmente esquece.
- Coloque seus itens de uso diário, como óculos e chaves, sempre no mesmo local. Quando aprender um novo nome, repita-o para fixá-lo em sua memória.
- Previna o aparecimento da depressão. Faça exercícios físicos e mantenha o convívio social
-Não fume. Evite bebidas alcóolicas. Mantenha uma dieta saudável
Fonte: Minha Vida
Como detectarÀs vezes elas se instalam de forma silenciosa. É fundamental estar atento pois podem ser tratadas e curadas quando detectadas precocemente. De acordo com os Indicadores de Fragilização na Velhice para o Estabelecimento de Medidas Preventivas, da profa. Yeda Aparecida de Oliveira Duarte (2006) devem ser observados cinco pontos:
1: Caminhar mais lento, passos menores, diminuição do equilíbrio
2: Perda do apetite e ou de peso (cerca de 5% em um ano)
3: Fadiga constante, ficar parado a maior parte do tempo
4: Diminuição da força muscular
5: Perda de interesse pelas atividades diárias, humor variável
Vitalidade emocional e mental
A saúde emocional e mental está intimamente relacionada à saúde física, já que a mente tem grande poder sobre o corpo. O estado físico também afeta o modo como nos sentimos e agimos. Por isso, o convívio social pode fazer grande diferença na forma como você se sente. Com o passar dos anos, é natural que você deixe de fazer algumas atividades. O importante é não ficar sem fazer nada e sim substituir as atividades. Se você corria e não tem mais pique para isso, busque outras formas de se exercitar: caminhe, ande de bicicleta, nade.

Atividade física
Proteja e melhore sua saúde emocional e cognitiva através de exercícios físicos regulares. Enquanto a prática de exercícios produz mudanças químicas no corpo que melhoram o humor e o estado geral das pessoas, o sedentarismo pode trazer ou ampliar problemas como depressão, ansiedade e estresse.
Atividade social
Mantenha com tanto com amigos e familiares. Procure sair de casa e fazer programas prazerosos com quem você gosta. Pessoas que têm uma boa rede de amigos e um convívio social ativo têm mais chances de terem sucesso quando passam por um problema de saúde do que aquelas que vivem isoladas.
Atividade mental
Proteja ou melhore sua memória e inteligência
- Desafie sua inteligência diariamente.
Leia, aprenda a tocar um instrumento ou a falar uma nova língua, faça palavras cruzadas, monte quebra-cabeças, jogue jogos de estratégia com seus amigos. Assim como o corpo, o cérebro precisa se manter ativo.
- Ajude sua memória. Escreva datas, nomes e outras informações importantes que você geralmente esquece.
- Coloque seus itens de uso diário, como óculos e chaves, sempre no mesmo local. Quando aprender um novo nome, repita-o para fixá-lo em sua memória.
- Previna o aparecimento da depressão. Faça exercícios físicos e mantenha o convívio social
-Não fume. Evite bebidas alcóolicas. Mantenha uma dieta saudável
Fonte: Minha Vida
quinta-feira, 29 de abril de 2010
Ociosidade causa problemas à saúde até na ficção
A tecnologia vem proporcionando facilidades para o ser humano. O que seria do Homem sem o controle remoto da TV, para mudar os canais sem precisar levantar? Sem o microondas, para esquentar a comida congelada rapidinho? E do carro, para chegar ao seu destino sem se cansar e rapidamente?Se criassem uma poltrona que se movimentasse através de botões acionados pelo Homem, e ainda tivesse TV acoplada, e serviço de Fast Food, essa seria considerada melhor invenção de todos os tempos. Tudo poderia ser feito com um “click” e sem precisar gastar as energias.
O filme Wall-e antecipa essa idéia. A animação da Pixar faz uma crítica social quanto a destruição do planeta Terra, causada pelo lixo que as pessoas produziram durante os anos, o que torna a Terra inabitável, por conta do ar totalmente poluído. Além disso, com a criação de um planeta artificial, as pessoas começam a viver em função da tecnologia que é responsável pela criação desta poltrona “multiuso”, tornando as pessoas obesas por conta da falta de atividade motora.
Já se sabe que a falta da prática de exercícios físicos podem encurtar a vida das pessoas. Agora o que está sendo provado, é que mesmo uma pessoa faz exercícios físicos regularmente, se ficar muito tempo ocioso, também pode ter uma diminuição do tempo de vida, por conta das complicações na sua saúde. Não fique muito tempo sentado e desligue a TV!
Segundo artigo assinado por médicos do Instituto Karolinska, Suécia, ficar sentado por muito tempo é um fator prejudicial ao nosso organismo, mesmo para aqueles que fazem academia, por exemplo.
Uma pesquisa australiana avaliou 8.800 pessoas com mais de 25 anos por seis anos, e relacionaram o comportamento ocioso com os riscos de desenvolver doenças. Eles conseguiram descobrir que a cada hora que as pessoas ficavam em frente à televisão, o risco de morte por qualquer causa aumentava em 11%, e o risco de morrer por conta de problemas cardiovasculares aumentava em 18%.
Segundo pesquisadores e médicos, ainda é preciso realizar mais estudos para saber a relação entre ociosidade e o aumento dos riscos de problemas cardíacos, e morte prematura.
Você sabe o que aconteceu com a população mundial no filme Wall-e? Todos ficaram obesos.
Você quer ficar assim, correndo o risco de morrer cedo?
Fonte: Blog da Saúde
quarta-feira, 28 de abril de 2010
Ficar sentado por longos períodos não faz bem à saúde
Escrito por Dr. Ricardo Teixeira, 26 de Abril de 2010.
A recomendação de pelo menos 150 minutos de atividade física moderada ou intensa por semana é unânime quando o assunto em questão é promoção de saúde. Esses 150 minutos, divididos em cinco dias por semana, dariam meia hora diária de atividade física, o que poderia ser considerado como o mínimo para usufruirmos dos seus inúmeros benefícios à saúde. Entretanto, alguns estudos têm revelado que, além dessa meia hora diária, evitar ficar muito tempo parado durante o dia pode ser um bom investimento à saúde.
Pesquisadores suecos publicaram um artigo nesta semana no periódico British Journal of Sports Medicine, fazendo uma provocação de que o termo comportamento sedentário, que indica falta de exercícios físicos, deveria ser substituído por comportamento de “inatividade muscular”. As pesquisas têm mostrado que o hábito de permanecer longos períodos do dia sem movimentação aumenta o risco de obesidade, diabetes, doenças do coração, câncer, e também está associada a uma menor longevidade. Tudo isso, independente da presença de exercícios, de moderados a vigorosos.
Um recente estudo australiano demonstrou que o risco de síndrome metabólica, que é um precursor de diabetes e doenças cardiovasculares, é 28% menor entre mulheres que fazem 30 minutos diários de atividade física regular. Por outro lado, o estudo também revelou que, cada hora adicional que uma mulher passa em frente à TV, aumenta em 26% seu risco de apresentar síndrome metabólica, independente dos exercícios moderados que realiza. É previsível, portanto, que essas horas de “inatividade muscular” sejam ainda mais prejudiciais para quem faz poucos exercícios físicos.
Pelo corpo de evidências que temos até o momento, as recomendações médicas poderiam incluir não só os exercícios físicos regulares, mas também o hábito de se movimentar de forma intermitente durante o dia. Paradas de alguns minutos no trabalho - que permitam um pouco de movimento -, evitar o automóvel, quando possível, usar as escadas no lugar do elevador; todas são atitudes que podem ter mais influência em nossa saúde que costumamos imaginar.
****
Dr. Ricardo Teixeira é doutor em neurologia e pesquisador do Laboratório de Estudos Avançados em Jornalismo da Unicamp. Dirige o Instituto do Cérebro de Brasília e é o autor do Blog "ConsCiência no Dia a Dia" - http://consciencianodiaadia.com/
Fonte: Espaço de Sérgio
A recomendação de pelo menos 150 minutos de atividade física moderada ou intensa por semana é unânime quando o assunto em questão é promoção de saúde. Esses 150 minutos, divididos em cinco dias por semana, dariam meia hora diária de atividade física, o que poderia ser considerado como o mínimo para usufruirmos dos seus inúmeros benefícios à saúde. Entretanto, alguns estudos têm revelado que, além dessa meia hora diária, evitar ficar muito tempo parado durante o dia pode ser um bom investimento à saúde.Pesquisadores suecos publicaram um artigo nesta semana no periódico British Journal of Sports Medicine, fazendo uma provocação de que o termo comportamento sedentário, que indica falta de exercícios físicos, deveria ser substituído por comportamento de “inatividade muscular”. As pesquisas têm mostrado que o hábito de permanecer longos períodos do dia sem movimentação aumenta o risco de obesidade, diabetes, doenças do coração, câncer, e também está associada a uma menor longevidade. Tudo isso, independente da presença de exercícios, de moderados a vigorosos.
Um recente estudo australiano demonstrou que o risco de síndrome metabólica, que é um precursor de diabetes e doenças cardiovasculares, é 28% menor entre mulheres que fazem 30 minutos diários de atividade física regular. Por outro lado, o estudo também revelou que, cada hora adicional que uma mulher passa em frente à TV, aumenta em 26% seu risco de apresentar síndrome metabólica, independente dos exercícios moderados que realiza. É previsível, portanto, que essas horas de “inatividade muscular” sejam ainda mais prejudiciais para quem faz poucos exercícios físicos.
Pelo corpo de evidências que temos até o momento, as recomendações médicas poderiam incluir não só os exercícios físicos regulares, mas também o hábito de se movimentar de forma intermitente durante o dia. Paradas de alguns minutos no trabalho - que permitam um pouco de movimento -, evitar o automóvel, quando possível, usar as escadas no lugar do elevador; todas são atitudes que podem ter mais influência em nossa saúde que costumamos imaginar.
****
Dr. Ricardo Teixeira é doutor em neurologia e pesquisador do Laboratório de Estudos Avançados em Jornalismo da Unicamp. Dirige o Instituto do Cérebro de Brasília e é o autor do Blog "ConsCiência no Dia a Dia" - http://consciencianodiaadia.com/
Fonte: Espaço de Sérgio
terça-feira, 27 de abril de 2010
Parkinson – Diminua os tremores e outros sintomas
Blog da Saúde, em: Saúde FísicaOs principais sintomas do Parkinson são os problemas de mobilidade (tremores são os mais conhecidos), mas também há lentidão de movimentos, rigidez muscular e declínio cognitivo.
Para atenuá-los? A orientação é fazer um mix de exercícios distribuídos em três sessões semanais de uma hora, como comprova um estudo realizado pela UNESP.
Exercícios aeróbicos que utilizem força muscular, flexibilidade, coordenação motora e equilíbrio corporal ajudam a estimular a área do cérebro comprometida. Mas lembre-se: a melhora é vista em quem tiver o estágio leve ou moderado da doença.
Para aqueles com estágio avançado, a fisioterapia é recomendada. O médico fará o diagnóstico.
O que acontece em quem tem a doença
É afetada drasticamente a produção de dopamina, um neurotransmissor com papel fundamental no sistema motor.
Os exercícios estimulam a produção de dopamina e ajudam a recuperar alguns movimentos. A doença pode afetar qualquer pessoa, mas é mais comum em idosos.
O estudo será apresentado no 14° Congresso Internacional de Parkinson e Desordens do Movimento, em Buenos Aires.
Procurar se exercitar da maneira que gosta assim que receber o diagnóstico da doença: melhora na qualidade de vida na certa!
Fonte: Blog da Saúde
quinta-feira, 8 de outubro de 2009
Exercício na medida certa
Criado em 8/03/2009, por Vila Equilíbriohttp://vilamulher.terra.com.br/exercicio-na-medida-certa-11-1-68-170.html
Correm riscos de lesão tanto os esportistas de fim de semana como os atletas com excesso de treinamento.
Porém, dentre eles, estão as pessoas consideradas ativas fisicamente, que adquirem os benefícios da atividade física com menor probabilidade de lesão.
Já, a prática esporádica de esportes pode ser tão prejudicial à saúde quanto a vida sedentária. Por isso, fazer exercícios físicos extenuantes apenas de vez em quando é errado, podendo causar várias lesões. Esportistas que não tem os músculos preparados acabam no pronto socorro ou no consultório de um ortopedista.
O organismo precisa da regularidade para obter os ganhos que os exercícios oferecem. Se você não pode, caminhar, pelo menos, 4 vezes por semana, não adianta querer tirar o atraso no fim de semana. Dependendo do caso, a sobrecarga pode ser muito grande e acabar ocasionando alguma lesão.
Em contrapartida, o excesso de atividade física pode provocar problemas hormonais e as mesmas lesões para os atletas esporádicos. Entre as lesões estão:
Luxação: É a separação ou deslocamento das partes ósseas numa superfície articular ou perda completa da superfície de contato entre os ossos de uma articulação. O ombro é o campeão das luxações.
Tendinite: Resposta inflamatória a um micro-trauma de um tendão. Esse mal é mais comum em atletas que fazem esforço físico repetitivo, como os tenistas, que apresentam inflamação do tendão do antebraço. Mas os atletas esporádicos também apresentam tendinites.
Contusão: É uma escoriação, geralmente decorre de pancadas e batidas. Quanto menos resistentes forem os músculos, maior é a contusão.
Entorse: Lesão articular que ocorre quando o movimento numa articulação excede a amplitude normal do movimento, ocorrendo um deslocamento súbito da articulação. O mais comum são entorses no tornozelo e no joelho.
Distensão muscular: Nome comum para uma ruptura de fibras musculares ou do tecido fibroso do músculo, geralmente causado por um esforço muito grande ou por estresse muscular. Também chamado de estiramento muscular.
Ruptura de tendão ou ligamento: O joelho é o campeão deste tipo de lesão. Músculos fortes protegem mais os ossos, ligamentos e tendões.
Fratura: Os ossos de pessoas sadias se tornam mais densos e fortes quando submetidos à pressão constante, por isso, pessoas ativas que fazem exercícios com regularidade, têm menos probabilidade de fraturas. Tanto os atletas de fim de semana, quanto os atletas profissionais, podem apresentar fraturas por estresse.
A dose ideal de atividade física é individual e delimitada pelo prazer e pela dor. Devem ser levados em conta a idade, motivação, aptidão e o biotipo, sempre com base na avaliação física do indivíduo.
Recomenda-se fazer exercícios pelo menos 4 vezes por semana, incluindo no programa de atividades físicas os exercícios aeróbios, os com peso e alongamentos, divididos adequadamente.
quarta-feira, 7 de outubro de 2009
Exercícios intensos prejudicam o sistema imunológico
Criado em 01/04/2009, por Vila Equilíbriohttp://vilamulher.terra.com.br/exercicios-intensos-prejudicam-o-sistema-imunologico-11-1-68-173.html
O sistema imunológico envolve mecanismos pelos quais o organismo se defende de invasores como bactérias, vírus ou parasitas.
Quando fazemos um corte, por exemplo, muitos tipos de bactérias entram em nosso corpo. O nosso sistema imunológico responde e elimina os invasores enquanto a pele cicatriza e sela o corte.
Quando respiramos, inalamos milhares de germes (bactérias e vírus) que estão flutuando no ar. O nosso sistema imunológico lida com todos eles sem problemas. Mas também acontece desses germes passarem pelo sistema imunológico e a consequência disso acaba sendo um resfriado ou gripe, que é eliminado depois que o invasor sai do nosso organismo.
Vários estudos publicados constatam que o exercício, quando praticado com regularidade e num ritmo moderado, diminui as chances da pessoa pegar infecções, além de fortalecer o organismo e os sistemas de defesa.
Porém, a prática de treinamentos intensos, onde não há uma recuperação adequada pode provocar depressão do sistema imunológico, estão mais suscetíveis a processos infecciosos, como gripes e problemas respiratórios.
A explicação para essa aparente incoerência está numa substância chamada glutamina, que se consome durante os treinamentos. É exatamente ela, a responsável pela alimentação dos leucócitos.
Para evitar que isto ocorra, o ideal é manter treinos moderados ou fortes (mas de forma adequada) e ter o acompanhamento de um bom profissional ou no caso de atletas que treinam pesado, verificar com o nutricionista se há a necessidade de uma suplementação.
Os aminoácidos de cadeia ramificada, conhecidos como "BCAAs", são usados na produção de glutamina e podem suprir essa carência, diminuindo as chances de doenças respiratórias.
O exercício físico regular traz uma série de benefícios para o organismo, como redução de risco para doenças cardiovasculares e manutenção da massa corpórea em níveis seguros, além de ativar o sistema imunológico e estimular o sistema de defesa contra infecções, envelhecimento e câncer.
Grandes benefícios à saúde são feitos quando praticamos uma atividade física regular e bem orientada. O ideal é praticar exercícios aeróbios de 5x a 6x por semana, exercícios resistidos de 3x a 4x por semana e alongamentos diariamente. Lembre-se, o programa de exercícios deve ser montado por um profissional de Educação Física, a partir de uma avaliação física individual.
terça-feira, 6 de outubro de 2009
Ginastica para a Terceira Idade
Publicado por Renata em Esporte em January 22, 2009
O Body Vive é uma ginástica destinada a alunos da terceira idade. As aulas são curtas e com exercícios de baixo impacto, aeróbios, localizados, exercícios que auxiliam na postura, alongamentos…
Os exercícios são executados com auxilio de bolas, cordas, elásticos e colchonetes. As aulas são animadas e interativas.
Os principais benefícios são:-Melhora na coordenação motora;
-Maior flexibilidade e mobilidade articular;
-Melhora do condicionamento cardio-respiratório;
-Desenvolvimento da força e da resistência muscular;
-Trabalhar a estabilidade;
-Mais desenvoltura e facilidade nos movimentos do dia-a-dia;
-Mais agilidade;
-Entretenimento;
-Melhora da postura;
-Sensação de bem-estar e diminuição do estress.
Fonte: Cyber Diet
http://www.vivendocomsaude.com/ginastica-para-a-terceira-idade/
O Body Vive é uma ginástica destinada a alunos da terceira idade. As aulas são curtas e com exercícios de baixo impacto, aeróbios, localizados, exercícios que auxiliam na postura, alongamentos…
Os exercícios são executados com auxilio de bolas, cordas, elásticos e colchonetes. As aulas são animadas e interativas.
Os principais benefícios são:-Melhora na coordenação motora;
-Maior flexibilidade e mobilidade articular;
-Melhora do condicionamento cardio-respiratório;
-Desenvolvimento da força e da resistência muscular;
-Trabalhar a estabilidade;
-Mais desenvoltura e facilidade nos movimentos do dia-a-dia;
-Mais agilidade;
-Entretenimento;
-Melhora da postura;
-Sensação de bem-estar e diminuição do estress.
Fonte: Cyber Diet
http://www.vivendocomsaude.com/ginastica-para-a-terceira-idade/
domingo, 4 de outubro de 2009
Pirâmide de atividade Física

A Pirâmide de atividade Física é uma ferramenta baseada nos Guias de Atividades Física, desenvolvidos pelos Centros de Controle e Prevenção de Doenças e pelo Colégio Americano de Medicina Esportiva (E.U.A). Ela pode ajudá-lo em seus objetivos de se tornar mais ativo.
COMO COMEÇAR?
* INATIVO DE ATIVIDADES:
Raramente faz atividade física:
• Caminhe sempre que possível;
• Use escadas em vez de elevador;
• Faça atividades físicas extras;
• Faça trabalhos domésticos, como varrer um quintal, limpar a casa, lavar o carro;
• Aumente suas atividades físicas e estilo de vida.
• Saia com seus amigos ou familiares para dançar ou jogar boliche, sempre é muito importante gastar calorias.
* ESPORADICAMENTE DE ATIVIDADES:
Executa atividade fisica mas não regularmente:
• Estabeleça metas diárias;
• Planeje atividades em seu dia;
• Torne sua atividade física constante;
• Faça alguma atividade que lhe agrade, isso facilitará.
* CONSTANTEMENTE FAZ ATIVIDADES:
Pelo menos 4 vezes por semana:
• Descubra novas atividades;
• Sempre alterne sua rotina de tipos de exercícios físicos;
• Estabeleça um tempo para exercitar todos os dias.
Nota: Seu objetivo devera ser pessoal. Seu organismo possui necessidades e capacidades únicas.
Fonte: Revista Boa Forma e CCS
http://www.vivendocomsaude.com/piramide-de-atividade-fisica/
quarta-feira, 30 de setembro de 2009
Pilates e os benefícios para a Terceira Idade
O Pilates vem ganhando cada vez mais espaço e notoriedade não apenas dentro das academias, como excelente meio para aprimorar o condicionamento físico (aplicado por educadores físicos), mas também dentro de clínicas e estúdios especializados, como técnica de reabilitação (somente aplicado por fisioterapeutas).
Temos aí duas linhas de aplicação, o Pilates fitness, voltado para finalidade estética e o reabilitacional, atuando como artifício fisioterapêutico no tratamento de patologias ósseas e musculares. Os dois trabalhos se diferem entre si devido ao objetivo a que se propõem, mas podem perfeitamente ser integrados dentro de uma só aula, dependendo do objetivo específico de cada aluno.
Além dos maiores benefícios pelos quais o Pilates já é conhecido, tais como melhora da consciência corporal e respiratória; aumento de força e definição muscular; alongamento e diminuição de alterações posturais entre outros, observei durante o tempo de experiência com os praticantes com mais de 60 anos, algumas vantagens que a técnica pode levar sobre outras.
Os pontos que mais precisam ser trabalhados com esses pacientes são o equilíbrio, a perda de massa muscular e óssea (não esquecendo o fator número um à ser eliminado: a dor), assim os exercícios são traçados para suprir essas deficiências.
É neste momento que ocorre o encaminhamento médico ao Pilates, que atuará como uma poderosa arma neste combate, tornando-se a alternativa mais completa àqueles que procuram amenizar e até mesmo reverter os efeitos do tempo sobre o corpo físico.
Por ser uma atividade que não apresenta nenhum tipo de impacto às articulações, podem se beneficiar os portadores de artrose, artrite reumatóide, artroplastia e discopatias degenerativas (degeneração das vértebras e discos da coluna), osteopenia e osteoporose. A prática contribui também para o fortalecimento do períneo, nas mulheres, e do assoalho pélvico em ambos os sexos, favorecendo os portadores de incontinência urinária.
O Pilates é também indicado para reestabelecer o equilíbrio, através de exercícios desafiadores restaurando as conexões responsáveis pela sensação de segurança ao caminhar e realizar as atividades do dia-dia. Nos idosos, o equilíbrio pode estar alterado devido à desvios posturais decorrentes da idade.
Além disso, a prática estimula a produção e a demanda de cálcio para os ossos que possam estar fragilizados, proporcionando lubrificação e aumento da amplitude dos movimentos para as articulações acometidas, respeitando os limites e avanços de cada um dentro das aulas.
Autor: Renata Ribeiro – fisioterapeuta, pós-graduada em Gerontologia e Saúde do Idoso.
VN:F [1.6.8_931]
http://www.revistapilates.com.br/2008/11/27/pilates-e-os-beneficios-para-a-terceira-idade/
Temos aí duas linhas de aplicação, o Pilates fitness, voltado para finalidade estética e o reabilitacional, atuando como artifício fisioterapêutico no tratamento de patologias ósseas e musculares. Os dois trabalhos se diferem entre si devido ao objetivo a que se propõem, mas podem perfeitamente ser integrados dentro de uma só aula, dependendo do objetivo específico de cada aluno.
Além dos maiores benefícios pelos quais o Pilates já é conhecido, tais como melhora da consciência corporal e respiratória; aumento de força e definição muscular; alongamento e diminuição de alterações posturais entre outros, observei durante o tempo de experiência com os praticantes com mais de 60 anos, algumas vantagens que a técnica pode levar sobre outras.
Os pontos que mais precisam ser trabalhados com esses pacientes são o equilíbrio, a perda de massa muscular e óssea (não esquecendo o fator número um à ser eliminado: a dor), assim os exercícios são traçados para suprir essas deficiências.
É neste momento que ocorre o encaminhamento médico ao Pilates, que atuará como uma poderosa arma neste combate, tornando-se a alternativa mais completa àqueles que procuram amenizar e até mesmo reverter os efeitos do tempo sobre o corpo físico.
Por ser uma atividade que não apresenta nenhum tipo de impacto às articulações, podem se beneficiar os portadores de artrose, artrite reumatóide, artroplastia e discopatias degenerativas (degeneração das vértebras e discos da coluna), osteopenia e osteoporose. A prática contribui também para o fortalecimento do períneo, nas mulheres, e do assoalho pélvico em ambos os sexos, favorecendo os portadores de incontinência urinária.
O Pilates é também indicado para reestabelecer o equilíbrio, através de exercícios desafiadores restaurando as conexões responsáveis pela sensação de segurança ao caminhar e realizar as atividades do dia-dia. Nos idosos, o equilíbrio pode estar alterado devido à desvios posturais decorrentes da idade.
Além disso, a prática estimula a produção e a demanda de cálcio para os ossos que possam estar fragilizados, proporcionando lubrificação e aumento da amplitude dos movimentos para as articulações acometidas, respeitando os limites e avanços de cada um dentro das aulas.
Autor: Renata Ribeiro – fisioterapeuta, pós-graduada em Gerontologia e Saúde do Idoso.
VN:F [1.6.8_931]
http://www.revistapilates.com.br/2008/11/27/pilates-e-os-beneficios-para-a-terceira-idade/
Assinar:
Postagens (Atom)

