Seja bem vindo ao nosso blog esperamos contribuir para esclarecer duvidas e minimizar os aspectos stressantes da Doença de Parkinson. Nossa meta é agregar valores e integrar a família parkinsoniana do Brasil criando um grupo (chat) de amigos com problemas afins.Sabemos que a doença ainda não tem cura, mas a troca de informações ajuda no combate ao Mr. Parkinson e seguimos firme para uma Qualidade de Vida.
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domingo, 23 de novembro de 2008
Empresas apostam em tecnologia para marcapasso cerebral
| Equipamentos podem ser usados para tratamento de doenças como Parkinson | ||||||
(empresa especializada no desenvolvimento e fabricação de eletrodos de microescala) e a Philips Research (voltada à microeletrônica e ao processamento de sinais) anunciaram parceria para desenvolver a próxima geração de aparelhos de estimulação profunda do cérebro com o intuito de auxiliar no tratamento de doenças neurológicas e psíquicas. A proposta inicial é investir na criação de um aparelho para o tratamento da doença de Parkinson, uma patologia degenerativa do sistema nervoso central, que prejudica a capacidade motora e de fala do paciente, levando a uma perda progressiva de qualidade de vida. Publicações recentes sugerem que a estimulação profunda do cérebro pode também ser aplicada no tratamento de distúrbios como as depressões graves, refratárias aos efeitos da medicação. A técnica da estimulação prevê o implante de uma espécie de “marcapasso cerebral”, que envia impulsos elétricos para partes específicas do sistema nervoso por meio de eletrodos implantados permanentemente. Fonte : Revista Mente Cérebro | ||||||
sábado, 22 de novembro de 2008
O que significa a expressão wearing-off?

• A expressão wearing-off refere-se ao reaparecimento ou piora de um sintoma da doença de Parkinson, que ocorre comumente duas ou mais horas após uma dose de levodopa. Esses sintomas usualmente melhoram ou remitem logo que a próxima dose de levodopa comece a fazer efeito.
• Como a doença de Parkinson é um distúrbio do movimento, as atenções voltaram-se para os problemas dos movimentos – conhecidos como sintomas motores – já que esses são os sintomas cardeais da doença de Parkinson e podem ser facilmente identificados.
• Os sintomas motores incluem os tremores, a rigidez muscular e a lentidão dos movimentos ou ‘bradicinesia’.
• Os instrumentos utilizados pelos clínicos para identificar o wearing-off durante uma avaliação clínica concentram-se no retorno desses sintomas motores.
• Contudo, você pode apresentar outros sintomas quando o efeito da sua medicação começa a diminuir, que não estão relacionados aos movimentos e são, conseqüentemente, menos óbvios. Esses sintomas da doença de Parkinson foram classificados como sintomas não-motores .
• Os sintomas não-motores incluem alterações dos pensamentos e sentimentos, das sensações e do senso geral de bem-estar e também alterações das funções do sistema nervoso autonômico (por exemplo, a sudorese). Embora os sintomas não-motores possam não ser tão óbvios quanto os sintomas motores, eles não são menos importantes. Pelo contrário, os sintomas não-motores podem na verdade ser mais inconvenientes e incapacitante do que os sintomas motores.
• O wearing-off pode incluir sintomas motores e não-motores. O seu médico pode não reconhecer os sintomas não-motores do wearing-off tão facilmente quanto os sintomas motores, porque eles podem ser um tanto subjetivos. Você pode também interpretar esses sintomas não-motores como parte do curso normal de evolução da doença e pode não reconhecer a sua ligação com as doses de medicação. Você pode ajudar o seu médico a identificar os sintomas não-motores fornecendo uma descrição de como e, mais importante, quando esses sintomas ocorrem, pois esses sintomas podem melhorar se forem reconhecidos e tratados.
Fonte : Portal Parkinsonpoly
sexta-feira, 21 de novembro de 2008
Procedimento para acesso gratuito ao tratamento
da Doença de Parkinson (DP)
Fonte : Guia Prático do Paciente
Fala e Deglutição
na Doença de Parkinson
Dra. Alice Estevo Dias
Fonoaudióloga do Grupo de Estudos de Distúrbios do Movimento da Clínica de
Neurologia do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo
Dr. Egberto Reis Barbosa
Livre Docente do Departamento de Neurologia da Faculdade de Medicina da
Universidade de São Paulo.
Fonte : Fala e Deglutição
da Doença de Parkinson (DP)
Fonte : Guia Prático do Paciente
Fala e Deglutição
na Doença de Parkinson
Dra. Alice Estevo Dias
Fonoaudióloga do Grupo de Estudos de Distúrbios do Movimento da Clínica de
Neurologia do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo
Dr. Egberto Reis Barbosa
Livre Docente do Departamento de Neurologia da Faculdade de Medicina da
Universidade de São Paulo.
Fonte : Fala e Deglutição
Vendendo o sonho das células-tronco
por Alysson Muotri em 21 de Novembro de 2008Caso você seja um paciente com alguma doença incurável, como Mal de Parkinson, Alzheimer ou Esclerose Lateral Amiotrófica (ELA), saiba que existe uma clínica na Holanda que diz que pode ajudá-lo. O catálogo ou website informa que você pode ser curado com uma injeção de células-tronco aplicada embaixo da pele, num procedimento de apenas algumas horas. A clínica já tratou centenas de pessoas e atesta que tem resultados “surpreendentes”, com depoimentos emocionados de seus pacientes. Apesar do foco da clínica holandesa estar nas doenças do sistema nervoso, eles também aceitam pacientes com outras doenças, como artrite, lupus, insônia, disfunção sexual, queda de cabelo e falta de apetite.
Esse é só um exemplo de clínicas que estão oferecendo serviços baseados em células-tronco. Basta uma rápida procura na internet para encontrar centenas de sites, a grande maioria bem atraentes, com retratos de pessoas saudáveis e felizes, ou relatos de paciente atuais que foram “curados” ou tiveram uma melhora significativa. Muitas delas oferecem inclusive um pacote turístico junto, é o chamado turismo terapêutico. O custo varia muito, em geral em torno dos US$ 20 mil. Mesmo assim, existem milhares de pessoas na fila de espera. (...)
Mesmo assim, muitos pacientes continuam a procurar esse tipo de auxilio. Com justificativas do tipo “não me importa se ainda não foi provado cientificamente” ou “qualquer melhoria pra mim é bem vinda”, ou mesmo “não tenho nada a perder”, fica difícil de argumentar com pacientes que têm pressa na cura. A razão por trás disso inclui a divulgação exacerbada dos avanços das células-tronco pelos próprios cientistas e pela mídia em geral. Caso semelhante aconteceu na década de 80 com a “terapia gênica”. Com a morte de um voluntário, as pesquisas da área desapareceram por anos por falta de financiamento e só estão voltando agora. Um atraso científico e terapêutico irreparável. Será que já não teríamos a cura para diversas doenças se os avanços não tivessem sido interrompidos?
A esperança nas células-tronco é compartilhada por muitos, pacientes, familiares, pesquisadores, políticos. Infelizmente ainda não chegamos lá. Precisa-se investir muito em pesquisa básica. Ensaios experimentais clínicos devem ser controlados e sem retorno financeiro, garantindo a transparência. Sei que é difícil explicar isso para pacientes que se recusam a se conformar com seu estado. Mas acho que essa deva ser outra razão para que se pressione as agências de fomento governamentais a investir na área ou mesmo para organização de associações privadas, comandadas ou não por pacientes, que financiem pesquisas direcionadas para doenças específicas. Fonte: G1.
quinta-feira, 20 de novembro de 2008
Rir e cantar, remédios para o coração

Especialistas determinaram o efeito das emoções positivas.
As artérias se dilatam com as músicas agradáveis.
Luis Fernando Correia Especial para o G1
Fonte : globo.com - G1
HOJE É DIA DE BATE-PAPO DA APPP

A partir das 20:00hs aquele bate-papo amigo e fraterno."COM APOIO MÚTUO IREMOS TRANSFORMAR NOSSO COTIDIANO COM QUALIDADE DE VIDA"
SOB O COMANDO DO AMIGO MAGNO
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