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quarta-feira, 4 de março de 2009

NOVO CHAT DA APPP



Toda 5ª-feira

1ª parte Horário das 20:00 h ás 20:40 h

( Debate sobre um tema abordando a doença de Parkinson )

2º parte Das 20:40 h em diante livre para colocar o papo em dia

É MUITO BOM ENCONTRAR OS AMIGOS E BATER AQUELE PAPO, MAS ENTENDEMOS QUE ESTE ESPAÇO FOI CRIADO PARA TROCA DE INFORMAÇÕES E EXPERIÊNCIAS, VAMOS CONHECER MELHOR A DOENÇA DE PARKINSON .

JorgeMagno

terça-feira, 3 de março de 2009

A ciência comprova que a comida certa tem o poder de aumentar a capacidade de raciocínio, aprendizado e memória

por Cilene Pereira

Comer bem, e pouco, tem sido uma recomendação constante para a manutenção da saúde. Agora, a pesquisadora Agnes Floel, da Universidade de Münster, na Alemanha, acaba de descobrir mais uma vantagem de ingerir menos do que o habitual: nosso cérebro funciona melhor. No primeiro estudo do gênero feito em seres humanos, Agnes constatou que diminuir a quantidade do que se coloca no prato aumenta em até 20% o desempenho da memória de indivíduos saudáveis. É muito, em especial quando se considera o fato de que o resultado foi obtido em pessoas que não portavam deficiências neurológicas. Nestes casos, em geral, intervenções, mesmo que mínimas, acabam gerando benefícios. Mas melhora tão expressiva em engrenagens azeitadas é algo realmente surpreendente.

Fonte : IstoÉ - independente

Para o dia nascer feliz

As primeiras horas da manhã são as mais indicadas para as práticas espirituais, pois a mente está relaxada e tranquila. Veja como orações e meditações logo ao sair da cama podem melhorar, e muito, o seu dia a dia.

Texto • Renata Menezes

A credite: ações mais focadas, um maior equilíbrio emocional e um corpo mais relaxado durante o dia dependem muito da qualidade do despertar. Por isso, vale a pena reservar algum tempinho pela manhã para se conectar com o que há de melhor dentro de você. “Na Índia, o horário matinal é chamado de amrit vela, ou seja, a hora do néctar. É o momento ideal para meditar.

Fonte : Bons Fluidos
Neurociências na Web
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Neurociências na Web
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11/04/09 - DIA INTERNACIONAL DO PARKINSONIANO

Mobilização nacional, para que no mesmo dia e hora, em cada estado se realize a mesma atividade.

Objetivos: regularizar a distribuição de medicação, chamar a atenção do poder público para o atendimento aos parkinsonianos (aumentar o nº de neurologistas na rede pública), atrair um nº de portadores de Parkinson para as Associações..


Atividades:

  • - Palestra com neurologista
  • - Coquetel
  • Exposição de trabalhos realizados por parkinsonianos
  • - Distribuição de camisetas para os associados


- Divulgação: Rádio, TV e Jornal

- Criar um slogan.

- Sensibilizar patrocinadores.


Ana Lúcia

Appvr - Associação dos Portadores de

Parkinson de Volta Redonda

segunda-feira, 2 de março de 2009

Nova técnica pode gerar célula-tronco sem destruir embrião

A perspectiva de criação de ilimitadas células-tronco para tratar de doenças como o Mal de Parkinson, paralisias e diabetes sem a necessidade de destruir embriões humanos parece estar cada vez mais próxima. Pesquisadores da Inglaterra e do Canadá têm trabalhado no desenvolvimento de uma nova e mais segura forma de regredir os ponteiros no relógio celular a ponto de transformar células mais velhas em exemplares embrionários. As informações são do jornal britânico Times.

A regressão na idade celular, para fazer com que células adultas adquiram as propriedades versáteis das células embrionárias, também pode ser a solução dos problemas éticos acerca de questão, um dos principais entraves da clonagem e reprodução de células-tronco.

A nova técnica seria aplicada com a reprogramação de células da pele, cujo resultado implicaria numa nova fonte celular sem risco de rejeição. O método de reprogramação da pele humana em células de um embrião foi desenvolvido inicialmente em 2007 por equipes de pesquisadores japoneses e americanos.

Fonte : Notícias Terra Ciência

Estrogénio natural pode ajudar a proteger o cérebro

Investigadores norte-americanos referiram que as mulheres com uma vida fértil mais prolongada, ou seja, o tempo entre a primeira menstruação e a menopausa, apresentam um risco mais reduzido de desenvolver Doença de Parkinson.

O estudo descobriu que as mulheres com uma vida fértil de mais de 39 anos tinham um risco 25 por cento menor de desenvolver Parkinson do que as mulheres com uma vida fértil abaixo de 33 anos.

Contudo, a autora principal, a Dra. Rachel Saunders-Pullman, da Faculdade de Medicina Albert Einstein, da Universidade Yeshiva, em Nova Iorque, referiu que os investigadores salientaram que apenas a exposição prolongada às hormonas produzidas pelo próprio organismo da mulher estava possivelmente a proteger as células cerebrais afectadas pela Doença de Parkinson.

Fonte : Farmacia.com.pt