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quinta-feira, 23 de abril de 2009

Para combater estigmas, tratamento psiquiátrico é fundamental, diz médica

Psiquiatra fala, em artigo, sobre como encarar doença mental.
Sally Satel é acadêmica residente no American Enterprise Institute.

Sally Satel Para o 'New York Times'


O estigma dos tratamentos psiquiátricos (Foto: NYT)

No último outono, a televisão britânica transmitiu um reality show chamado “O Quão Louco é Você?” O enredo era simples: dez voluntários viviam juntos, durante uma semana, num castelo em Kent, e participavam de uma série de desafios.

A novidade era a falta de um prêmio.

Cinco dos voluntários tinham um histórico de doença mental séria, como transtorno obsessivo-compulsivo ou distúrbio bipolar, e cinco não. Os desafios, criados para extrair sintomas latentes, incluíam limpar um estábulo, realizar uma comédia stand-up, e se submeter a exames psicológicos.

Mas o verdadeiro teste veio no final da semana.

Poderia um painel de peritos – um psiquiatra, um psicólogo e uma enfermeira psiquiátrica – distingui-los entre si?

Eles não puderam. Após assistir a horas de gravações, os peritos identificaram corretamente apenas duas das cinco pessoas com histórico de doença mental. Eles ainda identificaram erroneamente duas pessoas saudáveis como portadoras de distúrbios.

Fonte : Globo.com

quarta-feira, 22 de abril de 2009

País terá centro internacional de formação em saúde pública

Com o apoio da Fiocruz, escola vai atender médicos, enfermeiros e profissionais do setor

Emilio Sant?Anna

O Brasil será sede de um centro internacional de formação de gestores da área de saúde que vai atender bolsistas de países da América do Sul. O objetivo é tentar reduzir desigualdades regionais na formação dos profissionais. Além disso, o País fará parte de uma rede internacional de combate à dengue.

A decisão foi tomada ontem durante reunião do Conselho de Saúde Sul-Americano, realizada em Santiago, no Chile, com a presença de ministros dos 12 países-membros da União das Nações Sul-Americanas (Unasul), criada em 2008.

Batizado de Escola de Saúde Pública da América do Sul, o centro terá apoio da Fundação Oswaldo Cruz e deve ser instalado no Rio. "O financiamento dos pesquisadores será compartilhado com cada país", disse o ministro da Saúde, José Gomes Temporão, ao Estado.

Fonte : Estadao.com.br

Estados Unidos mudam regras para pesquisas com células-tronco

Financiamento público será dado a estudos com embriões descartados.
Regulamentos proíbem qualquer tentativa de clonagem humana.

Luis Fernando Correia Especial para o G1

Dando continuidade às mudanças na posição do governo americano com relação à pesquisa com células-tronco, o NIH (Instituto Nacional de Saúde) divulgou as regras para financiamento de linhas de pesquisas na área.

Em 2001 o governo Bush editou uma resolução do executivo que proibia o financiamento com dinheiro público das pesquisas com células-tronco embrionárias. Esse bloqueio custou aos cientistas americanos um atraso considerável quando comparados ao restante do mundo, especialmente a Europa. Uma das primeiras medidas após Barack Obama tomar posse foi a suspensão dessa medida, mas esse ato, sozinho, não tinha trazido efeitos reais. Com a divulgação da proposta de normas para o financiamento o apoio do governo passará a ser uma realidade muito em breve.

Foto: Divulgação

Esquema representando as células-tronco (no centro) dando origem a vários tipos celulares, como espermatozóides e células musculares (em cima) (Foto: Divulgação)

Fonte : Globo.com - G1

QUINTA-FEIRA É DIA DE BATE-PAPO DA APPP



Aquele bate-papo amigo e fraterno.


"Aceitação não é submissão e resignação mas sim coragem e demonstração de amor pela vida. Esqueça sua doença".

"Se Precisar Contem com as nossas mãos"

1ª parte Horário das 20:00 h ás 20:40 h
TEMA : COMO VOCÊ RECEBEU O SEU DIAGNÓSTICO
Mediador : Renato

2º parte Das 20:40 h em diante livre para colocar o papo em dia:

É MUITO BOM ENCONTRAR OS AMIGOS E BATER AQUELE PAPO, MAS ENTENDEMOS QUE ESTE ESPAÇO FOI CRIADO PARA TROCA DE INFORMAÇÕES E EXPERIÊNCIAS, VAMOS CONHECER MELHOR A DOENÇA DE PARKINSON.

SOB O COMANDO DO AMIGO MAGNO

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terça-feira, 21 de abril de 2009

Mal de Parkinson não é uma doença única

O que é Mal de Parkinson?

Quando o ator norte-americano Michael J. Fox, estrela da trilogia De Volta para o Futuro, revelou ao mundo o seu problema de saúde, o Mal de Parkinson ganhou as primeiras páginas dos jornais.

Hoje, mais de dez anos após a revelação do astro, a doença ainda permanece obscura para boa parte da população, que carece de informações mais detalhadas sobre o tema.

Com o intuito de reverter esse quadro, a classe médica aproveitou o a comemoração do Dia Internacional do Parkinsoniano para diferenciar o mal de Parkinson de outras doenças afins, além de destacar os sintomas, os diagnósticos e os tratamentos possíveis.

Síndrome Parkinsoniana

A "Síndrome Parkinsoniana", que abrange uma série de enfermidades, é marcada por sintomas específicos, como rigidez, tremores em repouso e lentificação dos movimentos e pensamentos. Entre as doenças descritas por esses sinais, observáveis clinicamente, está o mal de Parkinson, que figura como o parecer mais frequente.

No entanto, "quando os pacientes apresentam sintomas adicionais, além desse quadro clássico, nós estamos lidando com outras doenças da síndrome, como a 'Paralisia Supranuclear Progressiva' e 'Atrofia de Múltiplos Sistemas'", explica o Dr. Saulo Lacerda, radiologista da DASA, especialista em neurorradiologia.

Sintomas e alternativas de tratamento

Quando há suspeita de outras doenças, que podem trazer indícios como sudorese excessiva, impotência sexual e quedas frequentes, uma análise clínica não é suficiente.

"É preciso realizar o diagnóstico por imagem. Uma ressonância magnética, por exemplo, oferece uma sensibilidade em torno de 80% na identificação dessas demais enfermidades", calcula Lacerda.

Com o laudo médico em mãos, busca-se a melhor forma para o tratamento dos sintomas, que podem ser amenizados com cuidados farmacológicos (que utiliza medicamentos), não-farmacológicos (fisioterapia, fonoaudiologia, terapia ocupacional) e, em casos especiais, até intervenções cirúrgicas.

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