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domingo, 19 de julho de 2009

Mais um Grupo de Apoio se formando...


A 1ª REUNIÃO DO GRUPO DE AJUDA PARKINSON - NITERÓI aconteceu no último dia17de julho, sexta-feira passada na Av. Amaral Peixoto, nº335, 8º andar, Centro, Niterói.
Contamos com a presença de representantes da UNEI (União Nacional dos Economiários Inativos): o Sr Armando Filardi ( Vice- presidente), o Sr Milton Ximenes ( Diretor social e responsável pelo jornal da UNEI) e o Sr Ernandes de Almeida Jr( Delegado da UNEI- Niterói), que gentilmente nos cederam o espaço para nossas reuniões. Foi registrada também a presença do presidente da APC (Associação Parkinson Carioca) o Sr. Nemercio Perdigão e dos nossos amigos Alex, Ana, Maria Lucia, Monica, Nylton e eu, claro.. e nossos acompanhantes.

Foi uma reunião festiva na qual nos apresentamos e recebemos o apoio da UNEI, inclusive para outros grupos que se queiram formar...

Ficou decidido que o Grupo será um núcleo da APC em Niterói e se reunirá toda terceira sexta-feira do mês, no mesmo endereço.

Aproveitando a ocasião, o Sr. Nemercio nos convidou, e a todos os amigos, para comparecermos no dia 31 de julho, na Cinelândia, das 10 às 14 horas, para um Painel sobre a Doença de Parkinson, que será apresentado pela APC. Além das informações que serão prestadas pelos próprios associados da APC ao público interessado, um Grupo Teatral fará encenações do cotidiano da vida de um parkinsoniano. A Monica Souto também estará lá autografando o seu livro: “Era Outono em Barcelona, meu Encontro com Mr. Parkinson”

Queremos agradecer a Mª Lucia Albuquerque, parkinsoniana e membro da UNEI que nos permitiu conseguir esse espaço.

Ficamos satisfeitos com o inicio de nossas atividades, esperando que continuemos motivados e que se juntem a nós novos parkinsonianos aqui de Niterói e proximidades...

Regina e Monica

SEGUNDA-FEIRA É DIA DO AMIGOGAMP - ESPERAMOS POR VOCÊ

" NOSSO BARCO SE TRANSFORMA

EM UM LINDO TRANSATLÂNTICO,

TODOS JUNTOS VAMOS CONSTRUIR,

ISSO GRAÇAS A VOCÊ,

AMIGO PARTICIPATIVO "



NOSSO TRANSATLANTICO


"MESMO COM PARKINSON, VOCÊ PODE ESTAR DE BEM COM A VIDA"

"VAMOS JUNTOS, FAZER DO PARKINSON COISA DO PASSADO"

TODOS NO MESMO BARCO

1ª parte Horário das 20:00 h ás 20:40 h tema a ser abordado:

COMO VOCÊ SE SENTE INSERIDO NA SOCIEDADE TENDO A DOENÇA DE PARKINSON?

2º parte Das 20:40 h em diante livre para colocar o papo em dia: É MUITO BOM ENCONTRAR OS AMIGOS E BATER AQUELE PAPO, MAS ENTENDEMOS QUE ESTE ESPAÇO FOI CRIADO PARA TROCA DE INFORMAÇÕES E EXPERIÊNCIAS, VAMOS CONHECER MELHOR A DOENÇA DE PARKINSON.


"OS AMIGOS É FORMA DE DEUS CUIDAR DE NÓS"


PARA PARTICIPAR
CLIQUE AQUI

sábado, 18 de julho de 2009

Longevidade aumenta incidência de doenças da velhice

Terça-feira, 14/07/2009 - As doenças neurológicas associadas ao envelhecimento, como o Mal de Alzheimer, estão cada vez mais frequentes. Os neurologistas Paulo Monzillo e Alberto Alain Gabbai falam sobre o assunto. Fonte: G1.

sexta-feira, 17 de julho de 2009

I Encontro Bahiano de Cuidadores

O CUIDADOR E O CUIDAR


O Cuidador Familiar

> Responsabilidade Familiar (Tratamento - Cuidado e Responsabilidade Civil/Curatela)

> Stress do Cuidador

> Impacto Financeiro na Família


Cuidador Formal

> Profissão/Profissionalismo

> Capacitação/Qualificação

> Legislação - Contratando um Cuidador

> Cuidado - Ação de cuidar


Informações:

DATA: 24 de julho/09 – Sexta feira

LOCAL: Hotel Mercure – Rua Fonte do Boi - Rio Vermelho

A Programação acima se repetirá no turno da tarde

Horário: Turno da manhã 9:00h e Turno da tarde 15:00h

Inscrição: Tel: 3347 0143 (Vagas Limitadas)


Realização: ABaPAz - Asociação Bahiana de Parkinson e Alzheimer

quinta-feira, 16 de julho de 2009

Gripe Suína - Reportagem Especial

Esta reportagem exclusiva narra a história de quatro pessoas que entraram em contato com o vírus no México e sobreviveram para contar como foi

Por Daniel Romelevine

Vítima sobrevivente da Gripe Suína

Julio César Ruiz Ocampo travava a luta mais difícil da sua vida. Era um domingo do fim de abril, e Julio César, 30 anos, instrutor de boxe que passara a maior parte da vida no ringue, mal tinha energia suficiente para se levantar da cama. Respirar era quase impossível. Estava muito congestionado, o peito doía e a tosse era terrível. “Parecia que a minha cabeça ia explodir”, recorda ele. “Era como se eu tivesse terminado uma luta de 12 assaltos. Mas, pelo menos, depois das lutas a gente se recupera. Nesse caso, eu não estava melhorando.”

No dia seguinte, Julio César consultou um médico perto de casa, no bairro Agricola Oriental, na Cidade do México. O profissional lhe receitou remédios para baixar a febre, um xarope para a tosse e mandou-o de volta para casa. Mas, como no dia seguinte os sintomas não melhoraram, ele foi a outro médico, que lhe deu uma olhada e disse de imediato: “Vá agora mesmo para o hospital!”

Enrique Ruiz Pacheco, pai de Julio César, saiu de casa em Cuernavaca, no Estado de Morelos, 90 quilômetros ao sul da Cidade do México, e correu à capital para ajudar o filho, que estava pálido e exausto, com tosse, febre e hipertensão arterial. Enrique levou o filho ao Hospital Geral Dr. Manuel Gea Gonzalez. Lá, Julio César participou de uma cena de pesadelo. (...)

Fonte : Revista Seleções

Vamos nos livrar da gripe?

O micro-organismo que provoca a doença vive se modificando para infectar o homem e, muitas vezes, acerta em cheio. Diante das preocupações que um novo tipo do vírus desperta, SAÚDE! revela o que os cientistas têm feito para nos proteger dessa recorrente ameaça

por Diogo Sponchiato, Lúcia Helena de Oliveira e Paula Desgualdo
design e infográficos Glenda Capdeville, Letícia Raposo, Erika Onodera e Robson Quinafélix

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Ele habitava a face da Terra muito antes dos primeiros hominídeos. Como um Davi às avessas, pode ter contribuído para dizimar os dinossauros. E, de tempos em tempos, logo após uma transformação ou outra, assusta e gripa uma boa parcela da população. A versão da vez atende pelo nome de vírus A (H1N1), já infectou milhares no planeta e semeou o temor de uma pandemia.

Enquanto as autoridades e os médicos tomam providências para conter o avanço da doença apelidada de gripe suína, os cientistas não medem esforços para descobrir meios de derrotar todas as facetas do influenza, o micro-organismo camaleônico que causa febre e até mortes. Mas a pergunta que não quer calar é: vamos um dia ficar livres para sempre do intruso?

Fonte : SAÚDEévital

Falta de apoio a projetos ousados pode estar matando pesquisa sobre câncer

Pesquisas inovadoras têm grande dificuldade de conseguir verba nos EUA.
Cientistas se sentem forçados a propor apenas ideias seguras e 'chatas'.

Gina Kolata Do 'New York Times'

Entre as recentes verbas concedidas pelo Instituto Nacional do Câncer, nos EUA, está uma para um estudo questionando se as pessoas especialmente receptivas a comidas saborosas possuem maior dificuldade em se manter numa dieta. Outro estudo avaliará um programa baseado na web capaz de estimular famílias a escolherem alimentos mais saudáveis.

Foto: Bryce Vickmark/The New York Times

Ewa T. Sicinska, pesquisadora do Dana-Farber Cancer Institute, em Boston (Foto: Bryce Vickmark/The New York Times)

saiba mais

Muitas outras verbas envolvem pesquisas biológicas que dificilmente serão pioneiras em algo. Por exemplo, um projeto examina se uma descoberta em laboratório envolvendo câncer de cólon também se aplica a câncer de mama. Porém, mesmo aplicável, ainda não existe tratamento que explore essa descoberta.

O instituto gastou 105 bilhões de dólares desde que o presidente Richard M. Nixon declarou guerra à doença, em 1971. A Sociedade Americana do Câncer, o maior financiador privado da pesquisa sobre câncer, gastou cerca de US$ 3,4 bilhões em verbas de pesquisas desde 1946. Mesmo assim, a luta contra a doença vai mais devagar do que a maioria esperava, com apenas pequenas mudanças na taxa de mortalidade nos quase 40 anos desde seu início.

Um dos principais impedimentos, dizem os cientistas, é o próprio sistema de concessão de verbas. Ele se tornou uma espécie de programa de empregos, uma forma de manter laboratórios de pesquisa indo, ano após ano, com o entendimento de que o foco estará em projetos pequenos – sem muitas probabilidades de dar passos significativos na direção da cura do câncer.(...)

Fonte : Globo.Com - Ciência e Saúde - G1