

Seja bem vindo ao nosso blog esperamos contribuir para esclarecer duvidas e minimizar os aspectos stressantes da Doença de Parkinson. Nossa meta é agregar valores e integrar a família parkinsoniana do Brasil criando um grupo (chat) de amigos com problemas afins.Sabemos que a doença ainda não tem cura, mas a troca de informações ajuda no combate ao Mr. Parkinson e seguimos firme para uma Qualidade de Vida.
1 Perder canto externo das sobrancelhas
POR QUE SE INCOMODAR? “Sobrancelhas ralas podem ajudar a diagnosticar casos mais avançados de hipotireoidismo”, diz Paulo Lacativa, vice-presidente da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia da regional Rio de Janeiro. Ter essa pista extra facilita o diagnóstico, quando analisada em conjunto com outros sintomas, que podem variar de acordo com a idade do paciente. “Nas pessoas mais novas, além do inchaço no pescoço (bócio), costumam surgir sintomas como sonolência, frio, prisão de ventre, pele ressecada e cabelo quebradiço. Já nos mais velhos, a depressão é o sintoma mais comum”, explica o especialista. O hipotireoidismo resulta de uma glândula tireoide hipoativa, que faz com que o corpo funcione mais devagar, e aumenta os riscos de cardiopatias, glaucoma e demência.(...) segue
Fonte : Revista Seleções
A vida é uma constante luta
De alguma forma, a vida é sempre uma luta, não importa quem você é, quão poderoso você seja ou quanto dinheiro você tenha. Nada pode lhe proteger do fato de a vida ser um constante desafio. Mesmo que você passasse seus dias nadando nas águas cristalinas da sua própria ilha tropical, sendo assistido por uma equipe de fiéis serviçais, a vida ainda seria um desafio.
Então, aceite o fato. Muito do sofrimento vem do fútil desejo de uma vida sem desafios ou esforços. Em nossas tentativas de evitar lutas, esforços e desafios, acabamos por jogar fora momentos preciosos que poderíamos aproveitar realizando nossas incríveis possibilidades.
Você não pode evitar o desafio. Ele é que faz a vida acontecer. Receba bem os desafios. Tenha prazer em passar por eles e em usar essa energia para seguir em frente. Todos os dias estão cheios de desafios. Cada um oferece uma oportunidade única de crescimento e realização.
Desfrute da sua própria eficiência em tirar o máximo dos desafios que você enfrenta. A felicidade, a confiança, a satisfação e a alegria vêm não da falta de desafios, mas da habilidade em receber bem os desafios.
O Dr. Douglas Farrago, durante episódio piloto de seu reality show Tough Medicine (Reprodução)
A revista tem dez mil assinantes que, segundo seu fundador, pagam US$28 por ano
A maioria dos fãs da série Dr. House provavelmente nem percebeu, mas houve duas breves cenas em que os médicos estavam lendo ou carregando uma pequena revista. Para o Dr. Douglas Farrago, porém, aquilo tinha um significado.
Durante 10 anos, Farrago, que é clínico geral, tem sido o supervisor da tal publicação: uma revista médica irreverente, intencionalmente pueril e por vezes escatológica, chamada Placebo Journal. E embora ele não seja um fã de “House”, o merchandising foi apenas um exemplo da veia empreendedora de Farrago.
A medicina é “um emprego algorítmico”, disse Farrago, de 45 anos. “Você não pode simplesmente inventar coisas: ‘Vamos tentar usar geleia’. Então eu quis fazer algo criativo”.
Teve a vez em que, numa conferência médica, ele divulgou um anúncio de “Oxycotton Candy”, trocadilho que, em inglês, parodia o algodão-doce (cotton-candy) ao medicamento Oxycontin, usado com exagero nos Estados Unidos. Os organizadores da conferência “ficaram tão bravos”, lembra ele, “que a segurança disse, ‘Você tem que retirar isso’”.
E houve os slogans para adesivos de pára-choques publicados no Placebo Journal: “Meu outro carro foi perdido numa ação por negligência médica” e “Talvez Hipócrates estivesse errado”. Para não citar a seleção de cartões sobre doenças sexualmente transmissíveis da revista: “Talvez nós namoremos mais um tempo, nos casemos e tenhamos bebês, mas por enquanto você precisa saber que eu tenho um caso grave de sarna”.
“Eu me orgulho de grande parte desse humor rasteiro", afirmou Farrago (...) segue
Fonte : Revista Veja/Saúde
Se você não está feliz com seu dinheiro, provavelmente é porque não sabe gastá-lo. A provocativa afirmação é tema de um recente estudo realizado pelas Universidades de Harvard, Virginia e British Columbia, nos Estados Unidos, que procurou traçar as ligações entre consumo e felicidade. Segundo a pesquisa, o conceito de bem-estar não está relacionado com o tamanho de nossa riqueza, mas sim com a forma como gastamos o que temos. “O dinheiro nos deixa alegres quando pensamos nele, mas nem tanto quando o usamos. E isso não deveria acontecer”, afirma a professora de psicologia Elizabeth Dunn, da British Columbia, responsável pelo trabalho. A compra imediata impulsiva de bens e serviços é apontada pela pesquisadora como uma das principais causas da insatisfação dos consumidores atuais. “Muitas pessoas esquecem ou não sabem que planejar, antecipar e desejar são fatores essenciais para a felicidade”, explica. Analisando o comportamento de compradores de várias partes do mundo, a psicóloga americana e sua equipe listaram oito dicas que podem ajudar você a ser mais feliz com seu dinheiro.(...) segue Fonte : Revista IstoÉ Independente
LAÇOS PESSOAIS
Comprar presentes, fazer caridade
e ajudar familiares traz felicidade
SÃO PAULO - Segundo levantamento realizado pelo Procon-SP em 15 drogarias distribuídas pelas cinco regiões do município de São Paulo, entre os dias 1º e 3 de setembro, os preços dos 52 medicamentos pesquisados apresentam diferenças de até 523,81% entre os genéricos e de até 100% entre os de referência. Os resultados da pesquisa reiteram a importância de uma comparação antes da compra.
Veja também:
A pesquisa comparativa completa
Gráficos sobre preços e abastecimento de remédios
Os técnicos do Procon-SP sugerem também que o consumidor consulte previamente a lista de Preços Máximos ao Consumidor (PMC), disponível no site da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e nas listas de preços que devem estar disponíveis nas farmácias e drogarias, conforme Resolução nº 2 de 8 de março de 2010 da Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos (CMED).
Munida dessa informação, a pessoa deve comparar os preços dos remédios entre os diversos estabelecimentos - não só entre as redes, como também os de uma única rede, que podem variar significativamente. (...) segue