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segunda-feira, 29 de novembro de 2010

O que fazer quando o coração dispara

São 310 mil brasileiros que sofrem a chamada morte súbita a cada ano. E a principal causa é a arritmia cardíaca, um mal que acontece de forma repentina e demanda tratamento imediato para se normalizar

Não precisa ser um super fã de futebol para se lembrar do caso de Antonio Puerta, jogador do Sevilla, da Espanha que faleceu aos 22 anos vítima de arritmia cardíaca em campo. Nem tampouco do zagueiro Serginho, do São Caetano que desmaiou no gramado pelo mesmo motivo e não resistiu. Vale lembrar que o perigo não está só no esporte. Entre outras situações, as de estresse são muito comuns aos ataques, vide um número significativo de torcedores (mesmo que em frente à televisão) que sofreram deste mal.

A morte súbita vem atingindo milhares de brasileiros por ano e assustando as pessoas, inclusive as mais saudáveis, pois muitas vezes não apresenta sintomas. Daí a importância de ter os exames em dia para detectar uma eventual anormalidade e para que o paciente possa tomar os devidos cuidados.

As arritmias ocorrem quando a sequência dos batimentos cardíacos apresenta uma anormalidade. Ou seja, eles devem ocorrer de 60 a 100 batimentos por minuto (bpm), mas quando este número ultrapassa 100 bpm, ocorre a taquicardia. Já se eles ficam demasiado devagar, com menos de 60 bpm, ocorre a bradicardia. Outro caso de arritmia é quando as vias elétricas condutoras apresentam alguma anormalidade. A arritmia pode não apresentar sintomas, no entanto, um ataque cardíaco pode ser evitado e revertido se o paciente receber atendimento rápido.

Como surgem os problemas

A taquicardia pode ser de origem congênita (quando a pessoa já nasce com esta irregularidade na sequência dos batimentos cardíacos) ou adquirida, devido a diversos fatores. As causas mais comuns são as doenças cardíacas. Muitos medicamentos podem acarretar o problema, daí a importância de exames frequentes .


Quando confirmada a tendência de um problema cardíaco, deve existir uma atenção especial às bulas e contraindicações. Entre eles, estão os fármacos que contenham estimulantes (utilizado para problemas respiratórios e alergias, como os broncodilatadores, as populares bombinhas para asma). A taquicardia pode ser desencadeada também pela prática de exercícios físicos, tensão emocional, consumo excessivo de álcool ou tabagismo. (...) segue


Fonte : Revista VivaSaúde

HOJE É DIA DO AMIGOGAMP




A partir das 20:30 hs

NOSSO BATE-PAPO AMIGO E FRATERNO

ASSOCIAÇÃO BRASIL PARKINSON


TEMA LIVRE
Samuel, Badu e demais amigos(as)esperam por você

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Especial: Cuidar da Vida - parte 3/5

BOM DIA,FELIZ INICIO DE SEMANA!!!



Ser Feliz é...

Acordar e saber que está atrasado ...

Mas ter certeza de que tem um emprego!
Ver a caixa do correio cheia de contas ...

Mas receber uma carta do amigo!
Ter um monte de recados na secretária ...

Mas no meio deles, um que diz:
"To morrendo de saudades!"
Ver que no almoço a mãe fez salada de beterraba ...

Mas o prato principal está apetitoso e é o seu preferido!
Estar num engarrafamento ...

Mas ligar o rádio e ouvir a sua música predileta tocando lembrando de alguém especial!
Brigar com o cachorro porque ele comeu seu sapato .
Mas ser recebido por ele com uma festa todos os dias quando você chega em casa! É chegar em casa exausto ...

Mas ainda assim ser arrastado pra balada por uma porção de amigos!

Enfim, ser feliz é ter um monte de problemas, mas ser capaz de sorrir com as pequenas coisas do dia-a-dia !!!

domingo, 28 de novembro de 2010

Mente em forma

Leitura, palavras cruzadas, quebra-cabeças — estão aí alguns exemplos de tarefas que deixam o cérebro funcionando a pleno vapor. Mas a ciência recomenda colocar um item importantíssimo nessa lista: as atividades físicas

por THEO RUPRECHT | design THIAGO LYRA | fotos OMAR PAIXÃO

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Quem exercita mais os neurônios: um jogador de xadrez ou um corredor que sua a rodo na esteira? Uma resposta baseada no senso comum afirmaria sem titubear que a primeira alternativa seria obviamente a mais correta. Mas diversos estudos provam que, na verdade, os fãs das atividades físicas também impulsionam sua aptidão para assimilar e guardar informações dentro da cabeça.

Uma das pesquisas que dão um xequemate nesse sofisma intelectualoide vem da Suécia, mais especificamente da Universidade de Gotemburgo. Nela, todos os homens — sim, todos os homens — nascidos entre 1950 e 1976 que ingressaram no Exército daquele país tiveram sua capacidade cardiorrespiratória avaliada e passaram por provas para medir seu nível de raciocínio lógico. Pode crer: os que estavam mais em forma obtiveram melhores resultados nos chamados testes cognitivos. “Isso não quer dizer que o indivíduo fisicamente ativo é mais inteligente. Só que ele está mais preparado para armazenar conhecimento”, explica Ricardo Mario Arida, neurofisiologista da Universidade Federal de São Paulo. “O motivo dessa melhora ainda era uma dúvida para nós”, completa. Como o especialista bem disse, era. (...) segue

Fonte : SAÚDE! évital

Pesquisador brasileiro controla diabetes usando células-tronco

Técnica pioneira no mundo liberou a insulina de 21 dos 25 transplantados

Camila Neumam, do R7
Getty Images
Uma pesquisa realizada pela equipe de transplante de células-tronco da USP de Ribeirão Preto mostrou resultados surpreendentes no controle do diabetes.

Dos 25 transplantes realizados no Hospital das Clínicas de Ribeirão Preto (SP), desde 2003, 21 pacientes deixaram de tomar insulina por algum tempo.

O sucesso do método faz parte dos estudos da equipe multidisciplinar liderada pelo endocrinologista Carlos Eduardo Barra Couri.

- É com muita satisfação que digo que tivemos o primeiro transplante de células-tronco em seres humanos com diabetes tipo 1 no mundo. Antes disso, nunca pensei que alguém com a doença poderia viver sem insulina.

Reset imunológico

O método usado na pesquisa é conhecido como “reset imunológico”, ou seja, o sistema imune do paciente é “desligado” durante cinco sessões de quimioterapia. Ao desativá-lo, a doença auto-imune (quando o próprio organismo ataca órgãos do corpo) também é “desligada”.

No sexto dia, células-tronco extraídas previamente do sangue do paciente (células-tronco hematopoéticas) são transplantadas na corrente sanguínea dele mesmo, tornando o sistema imunológico saudável. Diante dos bons resultados em pacientes com lúpus e artrite reumatoide, a equipe de Couri decidiu testar o método em pessoas com diabetes tipo 1.

O diabetes tipo 1 é uma doença auto-imune caracterizada pela destruição das células produtoras de insulina. Sem a sua produção regular, o organismo não tem como metabolizar o açúcar que entra na corrente sanguínea e a pessoa adoece. As injeções diárias do hormônio são necessárias para o diabético não passar mal ao comer doces ou carboidratos e para manter sua sobrevivência.

Essas dificuldades faziam parte do dia a dia do estudante Renato Luis Fernandes Silveira, de 22 anos, antes do transplante. Ao descobrir repentinamente que estava com a doença, mesmo sem ter casos na família, poucos meses depois recorreu aos médicos de Ribeirão. Em 2005, ele fez o transplante e desde então não toma insulina.

- Minha mãe tinha lido sobre o transplante, não tinha dado muita importância, mas no dia seguinte eu me senti mal e quando fizeram o teste de glicose, viram que estava muito alta. Então ela procurou o HC de Ribeirão.

Renato acredita que seu caso foi um sucesso, mesmo diante de alguns inconvenientes. Ele e seus pais , moradores de Cidade Dutra, na zona sul de São Paulo, precisaram se mudar para Ribeirão Preto por quatro meses, de janeiro a abril de 2005, tempo da preparação, do transplante e do acompanhamento posterior. Além disso, sofreu os efeitos colaterais da quimioterapia.

- Fiquei enjoado, não conseguia comer e vi meu cabelo cair por causa da quimioterapia, mas correu tudo bem. Um dia antes do transplante, já não precisei mais tomar insulina.

Hoje ele pode comer chocolate e massa, mas afirma maneirar na alimentação para não precisar voltar às injeções.

Não é cura

(...) segue

Fonte : R7 Saúde

Especial: Cuidar da Vida - parte 2/5

Série especial de reportagens do Jornal Gazeta