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quinta-feira, 14 de abril de 2011

Pesquisa aponta que cérebro encolhe antes da manifestação de Alzheimer

Mudanças físicas em algumas áreas do cérebro precedem a demência.

Pesquisadores acreditam que poderão antecipar diagnósticos no futuro.

Do G1, em São Paulo
Uma pesquisa norte-americana apontou que o cérebro das pessoas que têm mal de Alzheimer começa a sofrer alterações até uma década antes dos primeiros sinais de demência. Os resultados do estudo da Faculdade de Medicina de Harvard foram publicados pela “Neurology®”, revista científica da Academia Norte-americana de Neurologia.

Durante anos, os pesquisadores fizeram exames de ressonância magnética em pessoas sem nenhum sinal de Alzheimer nem problemas de memória. Eles focaram as medições nas áreas do cérebro que sabidamente são afetadas pela doença.
O número de casos do mal de Alzheimer foi significantemente maior nas pessoas cujas áreas do cérebro monitoradas apresentaram as menores medidas. (...) segue


Fonte : G1 - Ciência e Saúde

Instituto do Câncer de SP apresenta ultrassom capaz de destruir tumores

Pulsos de ondas sonoras queimam o tecido doente.
Instituto vai pesquisar aplicação da técnica em tumores malignos em ossos.

Mário Barra Do G1, em São Paulo
 
O Instituto do Câncer do Estado de São Paulo (Icesp) inaugurou nesta quinta-feira (14) um serviço de ultrassom - ondas sonoras de alta frequência que o ouvido humano é incapaz de escutar - para destruir células cancerígenas, sem a necessidade de cirurgia e anestesia. O novo equipamento estará disponível à população pelo Sistema Único de Saúde (SUS).

Apesar do efeito do ultrassom em tumores já ser conhecido, o novo equipamento consegue focar até mil feixes em um único ponto - com a ajuda de um aparelho de ressonância magnética. Com o calor, as células cancerígenas são queimadas, sem que o aumento de temperatura afete os tecidos saudáveis vizinhos.(...) segue


Fonte : G1 - Ciência e Saúde

BOA TARDE, MAS BOA TARDE MESMO!!!






               Busco um amigo

Busco um amigo... que me diga sempre a verdade, que não camufle os meus defeitos, que não despreze as minhas lágrimas! 

Um amigo...
cuja presença traga alegria, cujo silêncio transmita paz, cuja escuta inspire confiança,
cuja lembrança infunda coragem.

Um amigo... ao qual eu possa dizer: desculpa! Uma,duas,três vezes... Um amigo... que não seja nem mestre, nem discípulo, mas um companheiro com o
qual eu possa caminhar rumo ao infinito...
em qualquer momento.

Um amigo... que conserve a sua intimidade sem
esconder o seu pranto. Um amigo... que ao amanhecer não me diga "bom dia", mas me abra o seu  coração com um amável sorriso!

Um amigo... que creia na  amizade e a viva como uma audaz conquista de liberdade.

Um amigo... cuja amizade seja óleo doce, suave e perfumado, extraído do fruto amargo de uma árvore espinhosa.

Um amigo...que não se preocupe em dar ou
receber, mas que seja capaz de compartilhar.

Um amigo... simples, sincero, natural...
capaz de chorar, mas sobretudo de sorrir.
Um amigo...que seja um reflexo da bondade de Deus. 


BOA TARDE!

segunda-feira, 11 de abril de 2011

TERAPIA GENÉTICA TEM SUCESSO PARA TRATAR PARKINSON



Terapia genética pode vir a ser opção para tratar rigidez muscular, tremores e lentidão de movimentos, sintomas da doença de Parkinson.


Pesquisadores de sete centros dos Estados Unidos mostraram que a transferência de uma enzima chamada GAD (descarboxilase glutâmica), implantada diretamente no cérebro do doente, recupera parte de seus movimentos.

Esse foi o primeiro estudo bem-sucedido sobre transferência genética em Parkinson. Os resultados foram divulgados ontem na edição virtual do periódico médico "Lancet Neurology".

A doença de Parkinson provoca a degeneração dos neurônios na área da substância negra do cérebro, diminuindo a produção de dopamina e comprometendo o circuito nervoso envolvido na coordenação motora.

No trabalho, os pesquisadores de instituições como a Universidade de Stanford e Massachusetts General Hospital usaram um vírus como vetor da enzima GAD, responsável por produzir o neurotransmisor Gaba (ácido gama-aminobutírico), encontrado em pouca quantidade em quem sofre de doença de Parkinson.

Ao todo, 45 pessoas que tinham a doença havia mais de cinco anos foram divididas em dois grupos.

No primeiro grupo, a enzima foi injetada no cérebro. O neurotransmissor Gaba ajudou a regular o excesso de glutamato, causado pela diminuição da dopamina.

Os pacientes do outro grupo, em vez de material genético, passaram por cirurgia em que só receberam solução salínica inócua no cérebro.

Seis meses depois do experimento, houve recuperação de 23% dos movimentos nos pacientes tratado com a terapia genética.

No grupo-controle, a melhora foi de 12%. A hipótese dos autores é a de que o efeito placebo causou isso.


PROMISSOR

Os resultados são "seguros, benéficos e promissores", diz o neurologista Henrique Ballalai Ferraz, da Unifesp. "Abre um rumo para que nos novos estudos sejam testados com mais pessoas. O caminho é por aí."

Ferraz afirma que a terapia genética poderá até substituir os atuais procedimentos cirúrgicos. "É menos invasiva e mais natural", compara.

Para Carlos Roberto de Mello Rieder, do departamento científico de transtornos do movimento da Academia Brasileira de Neurologia, falta comparar a eficácia dessa terapia com as tradicionais.

"O estudo mostrou um avanço. O próximo passo é checar se ele recupera mais do que o que já existe."

Para a neurologista Patrícia de Carvalho Aguiar, do setor de transtornos dos movimentos da Unifesp, o melhor é que a terapia se mostrou segura, mas falta provar a durabilidade dos efeitos.

domingo, 10 de abril de 2011