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domingo, 26 de maio de 2013

10 sentidos humanos pouco conhecidos (mas importantes)

Olfato, paladar, visão, tato e audição. Para muitos, estes são os únicos cinco sentidos que possuímos. Mas, na realidade, estudos apontam que possuímos 21. Logo, quando alguém diz ter um “sexto sentido”, não está de todo errado, embora não signifique que ela está “pressentindo” algo.
Nossa ampla gama de sentidos muitas vezes é bastante surpreendente para as pessoas, até que elas percebem que eles são utilizados todos os dias, naturalmente. Muitos dos sentidos humanos que nós esquecemos são extremamente importantes para a nossa vida cotidiana. Confira:
Fonte : 10 sentidos humanos pouco conhecidos (mas importantes)

BOA TARDE, MAS BOA TARDE MESMO!!!


 A Fábula da Verdade
Uma tarde, muito desconsolada e triste, a verdade encontrou a Parábola, que passeava alegremente, num traje belo e muito colorido.

- Verdade, porque estás tão abatida?
- perguntou a Parábola.
- Porque devo ser muito feia já que os homens me evitam tanto!
- Que disparate! - riu a Parábola - não é por isso que os homens te evitam.Toma, veste algumas das minhas roupas e vê o que acontece.

Então a Verdade pôs algumas das lindas vestes da Parábola e, de repente, por toda à parte onde passava era bem vinda.

- Pois os homens não gostam de encarar a verdade nua; eles a preferem disfarçada."

(Conto Judaico)

sábado, 25 de maio de 2013

REUNIÃO NA ASPARMIG - BHZ COM PARTICIPAÇÃO DO NOSSO PRESIDENTE SAMUEL GROSSMANN!!!


BONS DIAS AMIGOS E AMIGAS DO BLOG!!!


Foco
Pegue alguma coisa comum, adicione um pouco de foco, dedicação e esforço, e você terá um grande resultado. 

A grandeza surge do comum e do ordinário. O material inicial do sucesso não é algo especial.

Uma mansão magnífica é construída usando madeira, tijolos comuns e alguns pregos. Uma obra literária, por mais genial que seja, parte de um material comum a todos: a vida. 


Uma sinfonia maravilhosa é criada tocando-se instrumentos comuns. A grandeza não depende do material que temos disponível para trabalhar, mas sim daquilo que fazemos com ele.
O sucesso é conquistado não pelo que temos, mas sim como resultado das nossas ações. Embora a grandeza seja, por definição, bastante rara, ela está ao alcance de qualquer um. Porque os maiores sucessos começam de maneira comum, ordinária.

Seja você quem for, onde estiver, com o material que tiver à sua disposição, o sucesso e a grandeza estarão sempre esperando que você os faça acontecer. Não deixe que seu dia-a-dia seja comum, transforme-o em algo grandioso!

sexta-feira, 24 de maio de 2013

Maconha faz mal?

Sou dos que pensam que não cabe a um especialista determinar como
uma sociedade deve se comportar frente a este ou àquele tema.

Nosso dever é dar informações científicas e permitir que, em posse delas, a própria sociedade decida sobre seus caminhos.
Com a maconha, é isso que deve ocorrer.

O especialista alerta que seu uso por jovens, comprovadamente, associa-se com posterior queda no rendimento escolar, experimentação de outras drogas, depressão e esquizofrenia.
Ainda que jovens que usaram maconha mais do que 100 vezes na vida (ou seja, duas vezes por semana ao menos por um ano), ao chegarem aos 25 anos, terão menos diplomas universitários e estarão menos empregados que seus iguais não usuários.

Outro fato relevante é que maconha, na história natural de um dependente químico, é a segunda droga de experimentação, sendo a primeira o álcool; daí porque se diz que ambas são drogas de entrada para as demais.

Igualmente, é de se destacar o fato de que quanto mais uma droga for oficial ou oficiosamente liberada, maior será seu consumo e os problemas decorrentes dele.

Perguntados sobre por que experimentaram maconha, os jovens respondem que por curiosidade e pressão do grupo.

Já com os não experimentadores a resposta é que não experimentaram porque é proibido e faz mal.

Tais fatos estão muito bem documentados por uma plêiade de trabalhos científicos de todos os quadrantes.

Em ciência, primeiro fazemos uma observação, depois usamos uma
metodologia consistente para verificar se nossa observação procede; depois, ela é compartilhada por outros pesquisadores, até que se transforme num consenso.

Não é o caso desse trabalho, publicado há 11 anos pelo Dr. Dartiu Silveira, citado pelo jornalista Marcos Rolim.


Sua amostra foi pequena, seu tempo de seguimento insuficiente, e as demais variáveis não neutralizadas.

Tais imprevidências impossibilitaram que a comunidade científica
compartilhasse das conclusões do autor e, decorridos todos esses anos, desconheço outro trabalho que tenha chegado aos mesmos resultados; e mais, tampouco tenho informação de que algum serviço de dependência química no mundo esteja se regendo por essa orientação terapêutica, de sugerir que uma porta de saída para o crack seja usar maconha.

Aliás, no passado, cometia-se a ingenuidade de se achar que cachimbo
ajudaria o tabagista a parar de fumar ou que calmantes, tipo diazepínicos, ajudariam alguém a parar de beber.

Portanto, a título de resumo, o uso de maconha por jovens é deletério, sua liberação aumentará o consumo e os problemas dele decorrentes.
Em posse de tais informações, que a sociedade decida o que quer fazer.


Até lá, o debate robusto e elegante ajudará; e que não se tome como atitude antiética lembrar fato verdadeiro e de conhecimento público.

(Autor:Sérgio de Paula Ramos
Psiquiatra e Psicanalista,
Coordenador da Unidade de Dependência Química do
Hospital Mãe de Deus)

Tecnologia – Médicos russos conseguem ver interior do cérebro em atividade e poderão ajudar a tratar doenças como a epilepsia e a doença de Parkinson. | Noticias


O Centro de Estudos Neurocognitivos da Universidade de Psicologia Pedagógica de Moscou é um laboratório único na Europa de Leste. É um espaço pequeno que tem no seu centro um sistema de aparelhos de diagnóstico com o nome de código “capacete”. A pessoa se senta numa cadeira, coloca o “capacete” na cabeça e o operador “vê” literalmente no seu computador o que se passa na sua cabeça.
O vídeo na tela do computador parece a transmissão de uma espaçonave. Só que quem lá trabalha não são cosmonautas, mas sim psicólogos investigadores. De resto, a sua missão não é por isso menos importante. Eles procuram a localização de patologias que provocam diversas doenças psíquicas e neurológicas. As profundezas do cérebro são estudadas com a ajuda de um aparelho de eletroencefalograma especial, refere a diretora do Centro de Estudos Neurocognitivos da Universidade de Psicologia Pedagógica de Moscou Tatiana Stroganova:
“O aparelho mede a atividade magnética das células do cérebro. Quanto as células estão a trabalhar, elas geram à sua volta um campo elétrico”.
O aparelho de encefalograma eletromagnético funciona por analogia com o aparelho de TAC (tomografia axial computadorizada), mas tem diferenças significativas. O TAC submete o cérebro à ação de um campo magnético, enquanto o aparelho de eletroencefalograma magnético regista as fracas perturbações do campo magnético que ocorrem quando o cérebro está a funcionar.
O aparelho de encefalograma eletromagnético é um aparelho extremamente sensível e, para que a radiação natural da Terra não influencie o sistema, o aparelho foi colocado numa câmara blindada especial.
Fonte : Tecnologia – Médicos russos conseguem ver interior do cérebro em atividade e poderão ajudar a tratar doenças como a epilepsia e a doença de Parkinson. | Noticias

Merck suspende testes clínicos de remédio contra Parkinson - Notícias - Saúde


O grupo farmacêutico americano Merck anunciou nesta quinta-feira (23) o fim dos testes clínicos com o Preladenant, um remédio com potencial para tratar o mal de Parkinson, diante de resultados abaixo do esperado.
Merck destaca que um "estudo de dados provenientes de três testes diferentes de fase 3", o último passo antes da comercialização, "não proporcionou evidência da efetividade do Preladenant em relação ao placebo".
"Com base nestes resultados, Merck decidiu encerrar os estudos", diz o laboratório, acrescentando que a medida "não foi motivada por problemas de segurança" em relação à droga.

Fonte : Merck suspende testes clínicos de remédio contra Parkinson - Notícias - Saúde