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quinta-feira, 20 de março de 2014

Baixos níveis de vitamina D associados à força de aperto ruim em centenários | Vitamina D – Brasil

De acordo com um novo estudo publicado no Journal of Nutrition em Gerontologia e Geriatriaelderly-woman-walking-in-sun-e1394749602186-620x412baixos níveis de vitamina D estão associados com a força de aperto ruim em centenários.
Há uma ligação bem estabelecida entre a vitamina D e força muscular. Os pesquisadores descobriram que os níveis consistentemente baixos de vitamina D estão associados à fragilidade e a força de aperto ruim de adultos para as populações mais velhas. Além disso, alguns estudos constataram que a suplementação de vitamina D melhora a força de aperto se comparada com placebo.
No entanto, até à data, ninguém observou se a vitamina D ainda está associada com a força de aperto nos “mais antigos de idade.” No presente estudo, pesquisadores da Universidade da Geórgia examinaram centenários (idosos com idade superior a 100 anos) e quase centenários (com mais de 98 anos de idade).
Os pesquisadores analisaram uma coorte de 244 centenários e quase centenários inscritos no Estudo dos Centenários de Geórgia. Eles observaram seus níveis de vitamina D e suas força de aperto, medida por um dinamômetro de aperto manual.
O que eles descobriram é que as pessoas com um nível de vitamina D acima de 20 ng/ml apresentaram uma força de aperto maior que os que estavam abaixo. Quando eles elevaram este limite, esta relação ainda se manteve verdadeira. Aqueles com um nível maiores que 32 ng/ml apresentaram força de aperto maior que os que estavam abaixo.
Fonte : Baixos níveis de vitamina D associados à força de aperto ruim em centenários | Vitamina D – Brasil

BOM DIA - em PowerPoint - Saberes Diferentes


Fonte : Mensagem em PowerPoint - Saberes Diferentes

quarta-feira, 19 de março de 2014

Mude os hábitos para prevenir arritmias cardíacas | Minha Vida

As arritmias são alterações do ritmo cardíaco, tanto para uma frequência mais alta (taquicardia) quanto para menor (bradicardia). Em ambas há o risco de surgimento de outras doenças cardiovasculares, como infarto e AVC e morte súbita. Segundo dados do Ministério da Saúde, cerca de 5% da população brasileira sofre com algum tipo de arritmia, incluindo pessoas mais jovens - ao contrário do que se pensa sobre esse tipo de doença. Isolada, ela não representa nenhum risco. Mas, sem acompanhamento médico, o problema pode se agravar e comprometer não só os batimentos cardíacos como o sistema circulatório. Confira os hábitos necessários para controlar o problema ou evitar que ele apareça.
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Fonte : Mude os hábitos para prevenir arritmias cardíacas | Minha Vida

Nem todo tremor é sinal de Parkinson. E a doença não é sinônimo de fim da vida | Saúde Plena

Nos últimos 20 anos ou seja, de 1994 para cá, o ator e diretor Paulo José participou de 22 novelas e séries de TV, incluindo Madona de CedroEngraçadinhaPor AmorSenhora do DestinoJK e As Brasileiras. No cinema, foram 23 trabalhos, entre atuação, direção e narração. Nesse meio tempo, ele encontra brechas para criar projetos especiais, a exemplo de dois espetáculos com o grupo mineiro Galpão. Nos últimos 20 anos, Paulo José convive com a doença de Parkinson. Na atual novela das 21h, 'Em Família', de Manoel Carlos, ele interpreta Benjamim, personagem que também vive com o mal e reencontra seu filho após alguns anos de afastamento.

O artista brasileiro é um exemplo que revela um dos principais mitos em relação à enfermidade: por ser uma doença neurodegenerativa e progressiva, muitas pessoas acreditam que não há nada a se fazer, só esperar. O neurologista Henrique Ballalai Ferraz, professor da da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) e especialista em Distúrbios de Movimento, explica que o transtorno motor, quando bem tratado e acompanhado, pode ter os sintomas revertidos e permitir que o paciente desempenhe suas atividades normalmente, incluindo a capacidade de trabalhar e de morar sozinho.


Fonte : Nem todo tremor é sinal de Parkinson. E a doença não é sinônimo de fim da vida | Saúde Plena

10 fatos surpreendentes sobre o cérebro humano

Amigo leitor, se algum dia sua autoestima estiver “no chão”, lembre-se disto: entre suas orelhas está uma das estruturas mais fantásticas que existem – seu cérebro.
E, mesmo que você não seja, digamos, um possível candidato ao Prêmio Nobel de Física, essa “máquina” não deixa de ser impressionante.
Conheça 10 coisas que você provavelmente não sabia sobre o cérebro:
1 – O cérebro não sente dor
Por não ter receptores para isso, o cérebro não sente dor. É por isso que neurocirurgias podem ser feitas enquanto o paciente está acordado. Aliás, isso ajuda os cirurgiões a manter o controle sobre o procedimento – e não bagunçar funções motoras ou de visão, por exemplo. O que não torna esse tipo de cirurgia algo menos perturbador de se ver…
Fonte : 10 fatos surpreendentes sobre o cérebro humano

BOM DIA, MAS BOM DIA MESMO - O Espírita na multidão!!!