Seja bem vindo ao nosso blog esperamos contribuir para esclarecer duvidas e minimizar os aspectos stressantes da Doença de Parkinson. Nossa meta é agregar valores e integrar a família parkinsoniana do Brasil criando um grupo (chat) de amigos com problemas afins.Sabemos que a doença ainda não tem cura, mas a troca de informações ajuda no combate ao Mr. Parkinson e seguimos firme para uma Qualidade de Vida.
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terça-feira, 10 de junho de 2014
NEM TODO TREMOR É SINAL DE PARKINSON. E A DOENÇA NÃO É SINÔNIMO DE FIM DA VIDA
TRANSPLANTE DE NEURÔNIOS COMBATE O PARKINSON
Os tremores provocados pelo Parkinson são causados pela perda de neurônios produtores de dopamina na região do mesencéfalo do cérebro. Os transplantes podem renovar a produção dessas estruturas.
segunda-feira, 9 de junho de 2014
Por que a ciência possui credibilidade? - HypeScience | HypeScience
Como vimos no artigo da semana passada, Karl Popper proporciona através de seu Racionalismo Crítico um dos mais sólidos pilares para solucionar o problema da demarcação em Filosofia da Ciência, ou seja, distinguir o científico do não científico. E a essência dessa distinção está em seu célebre princípio da falseabilidade.
Em síntese, todo o conceito para ser considerado científico deve admitir em seu próprio enunciado a possibilidade de ser refutado.
Com isso a ciência resolveu um dos grandes impasses que é o argumento de autoridade. Por não atender o princípio da falseabilidade todo argumento de autoridade não é considerado científico.
Além disso, Karl Popper propõe uma solução para outra questão em Filosofia da Ciência que é o problema de indução, que procuraremos tratar de forma sucinta nesse artigo, sem a pretensão de esgotar o tema.
O método indutivo, ou indução empírica, é o raciocínio que, após considerar um número suficiente de casos particulares por meio da observação, conclui uma verdade geral.
Parte da experiência sensível, dos dados particulares para chegar-se à generalização.
Típico das ciências naturais a indução também aparece na Matemática por intermédio da Estatística, na qual as características de alguns componentes de um conjunto são utilizadas para caracterizar todo o conjunto, estabelecendo-se aí maior ou menor grau de probabilidade quanto maior for o universo de dados que possam ser utilizados na construção desse modelo. Em outras palavras, já que tantos se comportam de tal forma, é muito provável que todos se comportem assim.
Em função deste “salto” do particular ao geral, existe uma grande possibilidade de erro nos raciocínios indutivos, uma vez que basta encontrarmos uma exceção para invalidar a regra geral.
Por outro lado, é esse mesmo “salto” em direção ao provável que torna possível a descoberta, a inovação, a proposta de novos modos de compreender o mundo, bem como a generalização, tão útil em efetuar previsões de cenários futuros.
Fonte : Por que a ciência possui credibilidade? - HypeScience | HypeScience
domingo, 8 de junho de 2014
Elefantes têm três vezes mais neurônios que o homem - Herton Escobar
Já imaginou o que aconteceria se você tivesse um cérebro do tamanho do de um elefante, três vezes maior do que o seu? Teoricamente, sua capacidade de memória e aprendizado seria três vezes maior. E sua inteligência, quem sabe, também.
Isso, se a composição celular do cérebro dos elefantes fosse idêntica à nossa. Mas não é.
Segundo um trabalho que acaba de ser publicado na revista Frontiers in Neuroanatomy, a composição celular do cérebro do elefante é surpreendentemente diferente da nossa. Apesar de ser três vezes maior e ter três vezes mais neurônios do que o cérebro humano, 97,5% dos 257 bilhões de neurônios do cérebro do elefante estão concentrados no cerebelo (uma estrutura que fica na base do cérebro, associada principalmente a funções de coordenação motora e equilíbrio), enquanto que o córtex, apesar de ter o dobro da massa, tem apenas um terço do número de neurônios do córtex humano (5,6 bilhões).
“A descoberta dá força à hipótese de que as habilidades cognitivas superiores dos seres humanos, em comparação com os elefantes e outros mamíferos de cérebro grande, estão relacionadas ao maior número de neurônios no córtex cerebral, e não no cérebro como um todo”, escrevem os pesquisadores, liderados por Suzana Herculano-Houzel, do Instituto de Ciências Biomédicas da Universidade Federal do Rio de Janeiro (ICB-UFRJ), que utilizaram uma técnica desenvolvida no Brasil para “desconstruir” o cérebro de um elefante africano e comparar sua composição celular à de cérebros humanos. O trabalho foi desenvolvido em colaboração com Paul Manger, da Universidade de Witwatersrand, na África do Sul.
Fonte : Elefantes têm três vezes mais neurônios que o homem - Herton Escobar
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