Visualizações de página do mês passado

terça-feira, 23 de setembro de 2014

10 maneiras bizarras pelas quais você está minando sua própria felicidade | HypeScience

8
Religião, terapia, dietas malucas… A internet está cheia de dicas para a felicidade instantânea e “curas” para a depressão. É como se tudo o que as pessoas precisassem para alcançar o nirvana fosse uma xícara de chá verde. Além do fato de que a depressão é complexa demais para ser tratada com apenas um fator, como obter um novo animal de estimação, a maioria dessas chamadas curas podem estar na verdade tornando as coisas piores. Confira:
Fonte : 10 maneiras bizarras pelas quais você está minando sua própria felicidade | HypeScience

BOM DIA AMIGOS E AMIGAS DO BLOG - RUI BARBOSA!!!


As leis são um freio para os crimes públicos -
a religião para os crimes secretos.
 

Rui Barbosa

segunda-feira, 22 de setembro de 2014

O TEMPO - MÁRIO QUINTANA!!!

BOA TARDE AMIGOS E AMIGAS DO BLOG - A Arte de não adoecer!!!


A Arte de não adoecer
Se não quiser adoecer... ...Fale de Seus Sentimentos. Emoções e sentimentos que são escondidos, reprimidos, acabam em doenças como: gastrite, úlcera, dores lombares, dor na coluna. Com o tempo a repressão dos sentimentos degenera até em câncer. Então vamos desabafar, confidenciar, partilhar nossa intimidade, nossos "segredos", nossos erros..
.
O diálogo, a fala, a palavra, é um poderoso remédio e excelente terapia! Se não quiser adoecer... ...Tome Decisões. A pessoa indecisa permanece na dúvida, na ansiedade, na angústia. A indecisão acumula problemas, preocupações, agressões. A história humana é feita de decisões.

Para decidir é preciso saber renunciar, saber perder vantagem e valores para ganhar outros. As pessoas indecisas são vítimas de doenças nervosas, gástricas e problemas de pele. Se não quiser adoecer... ...Busque Soluções. Pessoas negativas não enxergam soluções e aumentam os problemas. Preferem a lamentação, a murmuração, o pessimismo.

Melhor é acender o fósforo que lamentar a escuridão. Pequena é a abelha, mas produz o que de mais doce existe. Somos o que pensamos. O pensamento negativo gera energia negativa que se transforma em doença. Se não quiser adoecer... ...Não Viva de aparências. Quem esconde a realidade finge, faz pose, quer sempre dar a impressão que está bem, quer mostrar-se perfeito, bonzinho etc., está acumulando toneladas de peso... uma estátua de bronze, mas com pés de barro.

Nada pior para a saúde que viver de aparências e fachadas. São pessoas com muito verniz e pouca raiz. Seu destino é a farmácia, o hospital, a dor. Se não quiser adoecer... ...Aceite-se. A rejeição de si próprio, a ausência de auto-estima, faz com que sejamos algozes de nós mesmos. Ser eu mesmo é o núcleo de uma vida saudável.

Os que não se aceitam são invejosos, ciumentos, imitadores, competitivos, destruidores. Aceitar-se, aceitar ser aceito, aceitar as críticas, é sabedoria, bom senso e terapia. Se não quiser adoecer... ...Confie. Quem não confia, não se comunica, não se abre, não se relaciona, não cria liames profundos, não sabe fazer amizades verdadeiras. Sem confiança, não há relacionamento.

A desconfiança é falta de fé em si, nos outros e em Deus.   Se não quiser adoecer... ...Não Viva Sempre Triste. O bom humor, a risada, o lazer, a alegria, recuperam a saúde e trazem vida longa. A pessoa alegre tem o dom de alegrar o ambiente em que vive. "O bom humor nos salva das mãos do doutor". Alegria é saúde e terapia!

(Dr. Dráuzio Varella)

sexta-feira, 19 de setembro de 2014

Lições de uma vida - Tribuna do Norte

Apreciadora de livros desde criança, Dalvanira buscou inspiração na própria realidade para materializar sua segunda experiência como autora – a primeira, “Lembranças e Imagens: Histórias Vividas na Escola Doméstica” foi lançado em 2009, quando ela estava prestes a completar 60 anos. 

“Cortando o Mal pela Raiz” expõe as dificuldades que se apresentam devido ao grande número de profissionais de saúde especializados necessários para proporcionar um tratamento adequado. No livro, ela também relata como a doença se manifestou e o tratamento ao qual foi submetida. O título foi editado com apoio do Projeto Reviver, organização criada em 2000 para contribuir com a melhoria da qualidade de vida das pessoas em tratamento. “Podemos dizer que, mesmo que seja uma expressão conhecida, repetitiva, lugar comum, não deixa de ser: uma lição de vida”, comentou Luiz Manoel de Freitas, irmão de Dalvanira e responsável pela superintendência técnica do Projeto Reviver.
“A autora passa para seus leitores, e revela para os seus amigos, familiares, equipe médica, a grandeza de espírito ao enfrentar, depois do impacto inicial do diagnóstico, toda uma mudança de vida que exige disciplina, abnegação, resignação e, sobretudo, a nobre preocupação de informar para aqueles que não tiveram condições de receber o mesmo tratamento que ela, tudo que sabe sobre o Mal de Parkson e a maneira de melhor conviver com ele”, escreveu no prefácio a artista plástica e escritora Sheyla Maria Ramalho Batista, da Academia Feminina de Letras do RN e da Academia Macaibense de Letras.

Fonte : Lições de uma vida - Tribuna do Norte

BOM DIA AMIGOS, MAS BOM DIA MESMO!



conversa informal, durante o café da manhã, foi mais uma oportunidade de aprendizado para os que ouviam aquela senhora de semblante calmo e cabelos embranquecidos pelas muitas primaveras já vividas.

Ela pôs o café e o leite na xícara e alguém lhe ofereceu açúcar. Mas a senhora agradeceu dizendo que não fazia uso de açúcar. Alguém alcançou rapidamente o adoçante, por pensar que deveria estar cumprindo alguma dieta.

Ela agradeceu novamente, dizendo que tomava apenas café com leite, sem açúcar, nem adoçante dietético.

Sua atitude causou admiração, pois raras pessoas dispensam o açúcar. Então ela contou a sua história.

Disse que, logo depois que se casara, havia deixado de usar açúcar. Imediatamente imaginamos que deveria ser para acompanhar o marido que, por certo, não gostava de doce.

Contudo, aquela senhora, que agora lembrava com carinho do marido já falecido há alguns anos, esclareceu que o motivo era outro.

Falou de como o seu jovem esposo gostava de açúcar, e falou também da escassez do produto, durante a Segunda Guerra Mundial.

Disse que, por causa do racionamento, conseguiam apenas alguns quilos por mês e que mal davam para seu companheiro.

Ela, que o amava muito, renunciou ao açúcar para que seu bem amado não ficasse sem.

Declarou que depois que a guerra acabou e a situação se normalizou, já não fazia mais questão de adoçar seu café e que havia perdido completamente o hábito do doce.

Hoje em dia, talvez uma atitude dessas cause espanto naqueles que não conseguem analisar o valor e a grandeza de uma renúncia desse porte.

Somente quem ama, verdadeiramente, é capaz de um gesto nobre em favor da pessoa amada.

Nos dias atuais, em que os casais se separam por questões tão insignificantes, vale a pena lembrar as heroínas e os heróis anônimos que renunciaram ou renunciam a tantas coisas para fazer a felicidade do companheiro ou da companheira.

Nesses dias em que raros cônjuges abrem mão de uma simples opinião em prol da harmonia do lar, vale lembrar que a vida a dois deve ser um exercício constante de renúncia e abnegação.

Não estamos falando de anulação nem de subserviência, de um ou de outro, mas, simplesmente, da necessidade de relevar ou tolerar os defeitos um do outro.

Não é preciso chegar ao ponto de abrir mão de algo que se goste, por mero capricho ou exigência do cônjuge, mas se pudermos renunciar a algo para que nosso amor seja feliz, essa será uma atitude de grande nobreza de nossa parte.

Afinal de contas, o verdadeiro amor é feito de renúncia e abnegação, senão não é amor, é egoísmo.

Se entre aqueles que optaram por dividir o lar, o leito e o carinho a dois, não existir tolerância, de quem podemos esperar tal virtude?

Se você ainda não havia pensado nisso, pense agora.

Pense que, quando se opta por viver as experiências do casamento, decide-se por compartilhar uma vida a dois e isso quer dizer, muitas vezes, abrir mão de alguns caprichos em prol da harmonia do lar.

Se você só se deu conta disso depois que já havia se casado, lembre-se de que a convivência é uma arte e um desafio que merece ser vivido com toda dedicação e carinho. Quando aprendermos a viver em harmonia dentro do lar, estaremos preparados para viver bem em qualquer sociedade.

* * *

O matrimônio é uma sociedade de ajuda mútua, cujos bens são os filhos – Espíritos com os quais nos encontramos vinculados pelos processos e necessidades da evolução.

Redação do 

quinta-feira, 18 de setembro de 2014

Saiba como amenizar os sintomas do Parkinson por meio da Neurosestimulação | Segs.com.br-Portal Nacional|Clipp Noticias para Seguros|Saude

Recentemente, diversos portais de notícias sobre celebridades publicaram que a atriz Eva Todor, de 94 anos, está afastada das novelas desde 2012 porque sofre com mal de Parkinson.
Mas, ela não é a única celebridade que declarou ter a doença o ator Paulo José, de 76 anos, é mais um que foi diagnosticado com essa doença crônica, bem como a atriz americana Helen Mirren, de 69 anos.

O mal de Parkinson é uma doença do cérebro que causa tremores nos membros inferiores e superiores, quando estão em repouso e no momento de erguê-los. Além disso, ele também agrava em dificuldades para locomoção e coordenação por causa da perda da estabilidade do equilíbrio.

Além dos sintomas de tremores nas mãos, a doença costuma apresentar-se com músculos rígidos, movimentos lentos e alteração do equilíbrio. “Os tremores podem afetar um dos lados do corpo, mas com a sua evolução pode atingir o outro lado também”, afirma o médico neurocirurgião Paulo Porto de Melo (CRM 94.048), formado pela UNIFESP e Colaborador do Departamento de Neurocirurgia da Universidade de Saint Louis (Missouri- EUA), introdutor e pioneiro da neurocirurgia robótica no Brasil.

A doença inicia com tremores de maneira assimétrica, grosseira, com alta amplitude e frequência baixa, como se o paciente estivesse “contando moedas” com as mãos. “Diante disso, acaba comprometendo a forma de andar, altera a expressão facial, o paciente fica mais suscetível a quedas e o sono pode ficar comprometido também”, descreve o especialista.

De acordo com Melo, a doença ocorre em decorrência de um processo neurodegenerativo, no qual as células nervosas do cérebro, responsáveis pela produção de uma substância denominada dopamina são obstruídas lentamente. “Sem esse neurotransmissor, o circuito de neurônios responsáveis pelos movimentos perdem a sua integridade, levando à perda da função muscular”, informa.

COMO AMENIZAR OS SINTOMAS?