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quinta-feira, 11 de dezembro de 2008

O poder da superação

Comportamento:
Rodrigo Cardoso e Suzane Frutuoso

Antes de ler esta reportagem, faça um exercício. Feche os olhos e lembre de um momento emocionalmente difícil de sua vida. Recorde a cena em detalhes. Se possível, escreva e releia. Não se surpreenda se o coração apertou. Um estudo da Universidade de Purdue (EUA), publicado em setembro na revista científica Psychological Science, provou que lembranças de experiências emocionais dolorosas machucam mais do que a recordação de dores físicas. E também demoram mais a ser cicatrizadas. As vítimas da tragédia de Santa Catarina, por exemplo, mal notarão possíveis cortes e hematomas no corpo, enquanto relembram as imagens de toda uma vida perdida em meio à chuva e à lama. A boa notícia: grandes tristezas podem ser superadas.

Fonte : IstoÉ Independente

Aspartame e doença de Alzheimer

Sou sexto-anista de medicina. Li seu texto sobre o Mal de Alzheimer e recentemente recebi um desses e-mails que circulam na rede com um texto relativamente bem escrito. O texto fala sobre os possíveis efeitos prejudiciais do aspartame ao organismo e como seu uso propicia ou potencializa o aparecimento de doenças como o Alzheimer e o L.E.S (Lúpus Eritematoso Sistêmico). Existe alguma comprovação de que o Aspartame de fato é capaz de desencadear esses efeitos? Como não encontrei referências em revistas respeitadas, gostaria de saber sua opinião.
(Leonardo Pinheiro)


Fonte : Veja.Com - genética

Gruparkinson na TV GLOBO

Reportagem Gruparkinson na GLOBO

terça-feira, 9 de dezembro de 2008

Tem novidades no blog do GRUPARKINSON

É só blogar!
Estudo de células-tronco recebe R$ 10 milhões
49 projetos foram aprovados em edital do CNPq; alguns nomes conhecidos ficaram de fora

Terça-feira, 9 dezembro de 2008 - O Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) divulgou o resultado de um edital de R$ 10 milhões para pesquisas com células-tronco embrionárias e adultas - o segundo desde que as pesquisas com células de embriões foram autorizadas, em março de 2005. Quarenta e nove projetos foram contemplados, quase todos no Sul e no Sudeste. O dinheiro é para dois anos de pesquisa. (...)

A lista divulgada pelo CNPq não inclui descrição dos projetos. Numa primeira avaliação, nota-se a ausência de alguns nomes conhecidos da área. Entre eles, o do neurocientista Stevens Rehen, da Universidade Federal do Rio de Janeiro, um dos mais experientes no tema no País.

Rehen disse que aguarda receber o parecer do comitê avaliador para saber porque a proposta foi negada. O projeto previa o desenvolvimento de novas linhagens de células-tronco humanas e o uso delas no estudo da doença de Parkinson, com camundongos. “Curiosamente, estou fornecendo células para três projetos que foram aprovados”, disse. (segue...) Fonte: O Estado de S.Paulo.