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domingo, 18 de abril de 2010

SEGUNDA-FEIRA É DIA DO AMIGOGAMP



A partir das 20:30 hs
NOSSO BATE-PAPO AMIGO E FRATERNO

ASSOCIAÇÃO BRASIL PARKINSON


TEMA DA NOITE:

"SUA ASSOCIAÇÃO JÁ RECEBEU AJUDA DO PODER PÚBLICO?"



Samuel, Badu e demais amigos esperam por você

Para participar
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Brasil testa maconha para tratar Parkinson

Pesquisadores da Faculdade de Medicina da USP de Ribeirão Preto e do Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia Translacional em Medicina testam o canabidiol – uma das 400 substâncias encontradas na maconha – para tratar males como a doença de Parkinson, fobia social e sintomas psicóticos da esquizofrenia.

Um trabalho publicado em novembro de 2009 traz resultados promissores para controlar efeitos adversos do tratamento do Parkinson. Seis pacientes receberam cápsulas de canabidiol em associação ao remédio contra a doença durante um mês.

“Os parkinsonianos apresentaram melhora nas alterações de sono e nos sintomas psicóticos e tiveram maior redução dos tremores”, diz o psiquiatra José Alexandre Crippa, professor do Departamento de Neurociências e Ciências do Comportamento da faculdade e um dos pesquisadores.

Outro estudo com dez pacientes, que será publicado ainda em 2010, demostrou que o canabidiol tem efeito ansiolítico contra a fobia social, que gera sintomas como medo de falar em público. Os voluntários receberam a substância uma hora e dez minutos antes de um teste que leva à ansiedade e placebo, para comparar os resultados.

Por causa desses efeitos, pacientes costumam procurar a erva, ainda que sem conhecer as propriedades dos compostos específicos, para se sentirem melhor. Estudos mostram que veteranos de guerra consomem mais maconha, assim como pessoas com transtornos psiquiátricos, em comparação com a população em geral.

“Pacientes com transtorno obsessivo-compulsivo e com mania dizem que podem ouvir do médico os melhores argumentos para pararem de usar maconha, mas não vão parar porque se sentem nitidamente melhor. Mas é obviamente desaconselhável o uso não terapêutico da erva, porque pode piorar os sintomas psicóticos. É um paradoxo, porque as substâncias podem ajudar a tratar problemas, mas quem fuma não sabe o que está inalando, desconhece a proporção dos compostos”, diz Crippa.

Dificuldades – No Brasil, não há autorização para o uso terapêutico de nenhuma substância derivada da Cannabis sativa (nome científico da maconha). Mas em outras partes do mundo tanto o canabidiol quanto o TCH (delta 9 tetrahidrocanabinol) – os compostos derivados da erva mais estudados- são utilizados para tratar também dores neuropáticas, náusea e vômito causadas por quimioterapia e esclerose múltipla.

Eles são disponíveis em forma de cápsulas, spray bucal e adesivo e podem ser inalados – em alguns estados dos EUA, pacientes são autorizados a fumar maconha com teores mais elevados de TCH para tratar algum problema.

Elisaldo Carlini, psicofarmacologista e diretor do Cebrid (Centro Brasileiro de Informações sobre Drogas Psicotrópicas), da Unifesp, afirma que é muito difícil importar o material necessário para pesquisas. “Em termos de lei, está tudo na estaca zero. Por aqui, não se reconhece a maconha como remédio de jeito nenhum”, diz.

Para tentar organizar o estudo sobre o uso medicinal da maconha no Brasil, o Cebrid organizará em maio de 2010 um simpósio que reunirá pesquisadores, sociedades científicas e representantes do governo.(...) segue

Fonte : Diário da Erva

Farmácias pagam altas comissões a médicos para compra de remédios

O que garante que você está tomando a medicação correta? É o que você vai ver no Fantástico deste domingo.

Este domingo o Fantástico apresenta uma denúncia grave que diz respeito à sua saúde. Nossos repórteres comprovam que farmácias em vários estados brasileiros pagam comissões altas aos médicos que encaminham seus pacientes para comprar remédios. O que garante que você está tomando a medicação correta?

Fonte : Fantástico



BOM DIA, FELIZ DOMINGO E ÓTIMA SEMANA!!!



Sou um homem pacífico; Deus sabe o quanto amo a paz. Porém espero jamais ser tão covarde que confunda opressão com paz.
(Kossuth)

sábado, 17 de abril de 2010

Depressão da Doença de Parkinson

O doente Parkinsónico tem que ser considerado como um todo. Quer isto dizer que não podemos dividir os problemas físicos para um lado e psicológicos para o outro. O tratamento tem que ser bem ponderado de forma a tomar todos os aspectos em linha de conta. Pode ainda acrescentar-se que a família carece, também ela, muitas vezes de apoio que o médico deve saber identificar. A partilha das queixas, nas Associações ou outras formas de convívio, pode funcionar muito bem como apoio terapêutico para os doentes e familiares para quem a doença veio alterar, a meio da vida, de forma dramática, um equilíbrio afectivo construído ao longo de alguns anos. A qualidade de vida, em toda a sua expressão, como objectivo fundamental deve ser o orientador da aproximação terapêutica.

Leia matéria completa no link abaixo:
Fonte: [Associação Portuguesa dos doentes de Parkinson]

SEM NEURAS...ALTO ASTRAL...

Afinidade não é o mais brilhante, mas é o mais sútil, delicado e penetrante dos sentimentos.

Não importa o tempo, a ausência, os adiantamentos, a distância, as impossibilidades.

Quando há AFINIDADE, qualquer reencontro retoma a relação, o diálogo, a conversa, o afeto, no exato ponto de onde foi interrompido.


AFINIDADE é não haver tempo mediante a vida.

É a vitória do adivinhado sobre o real, do subjetivo sobre o objetivo, do permanente sobre o passageiro, do básico sobre o superficial.


Ter AFINIDADE é muito raro, mas quando ela existe, não precisa de códigos verbais para se manifestar.


Ela existia antes do conhecimento, irradia durante e permanece depois que as pessoas

deixam de estar juntas.


AFINIDADE é ficar longe, pensando parecido a respeito dos mesmos fatos que

impressionam, comovem, sensibilizam.


AFINIDADE é receber o que vem de dentro com uma aceitação anterior ao entendimento.


AFINIDADE é sentir com...

Nem sentir contra, sem sentir para...

Sentir com e não ter necessidade de explicação do que está sentindo.

É olhar e perceber.


AFINIDADE é um sentimento singular, discreto e independente.

Pode existir a quilômetros de distância, mas é adivinhado na maneira de falar, de escrever,

de andar, de respirar.....


AFINIDADE é retomar a relação no tempo em que parou.

Porque ele (tempo) e ela (separação) nunca existiram.

Foi apenas a oportunidade dada (tirada) pelo tempo para que a maturação pudesse ocorrer e que cada pessoa pudesse ser cada vez mais.


Um abraço cordial.

Dias

É possível levar uma vida normal com Parkinson

Estimativas do Ministério da Saúde (MS) e da Secretaria de Estado da Saúde (Sesau) revelam que 0,1% da população brasileira é portadora de Parkinson, doença caracterizada pela bradicinesia, conhecida como lentidão de movimentos, associada à rigidez muscular, tremor e desequilíbrio, principalmente nas mãos. Mas, os alagoanos acometidos por esta doença levam uma vida sem transtornos, graças ao programa de medicamentos de auto-custo, implantado pela Farmácia de Medicamentos Excepcionais (Farmex) da Sesau.

O programa foi apresentado nesta sexta-feira (16), durante o I Fórum Alagoano de Parkinson, em que a farmacêutica da Farmex, Rusiliene Pereira, expôs os trâmites que os portadores do Parkinson devem realizar para ter acesso aos medicamentos. O primeiro passo é o diagnóstico da doença, que é realizado clinicamente, já que não há nenhum exame específico para este propósito.

Posteriormente, o paciente ou o seu familiar se dirige à Farmex, portando o laudo e o receituário médico, visando iniciar o processo de ingresso no programa estadual. Em seguida, é preenchido o Laudo para Medicamentos Excepcionais (LME) e o Termo de Consentimento Informado (TCI), que serão anexados a uma cópia do CPF, do Cartão SUS e do comprovante de residência.

"O procedimento é simples e prático, mas é necessário para atender a todos os portadores de Parkinson. A partir de então, o paciente passa a receber a medicação, que é distribuída no sétimo dia útil de cada mês", segundo explicou a farmacêutica da Farmex, Rusiliene Pereira.

Segundo a médica neurologista, Cícera Pontes, do In Neuro - instituição que promoveu o evento, a iniciativa tem como finalidade levar a discussão não apenas para os profissionais, mas envolver os portadores da doença, cuidadores e familiares, sobre o que é a doença e as suas peculiaridades e o tratamento que deve ser realizado por uma equipe multiprofissional.

Estímulo - O engenheiro e ex-diretor do Departamento de Estradas de Rodagens da Bahia (DER/BA), Genário Couto, é um dos exemplos que o uso da medicação correta e regular pode levar o portador a ter uma vida sem grandes transtornos. Ele proferiu palestra durante o I Fórum Alagoano de Parkinson e apresentou sua experiência, que tem servido de estímulo para portadores de todo o País.(...) segue

Fonte : Primeira Edição