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quarta-feira, 1 de dezembro de 2010

QUINTA-FEIRA É DIA DO CHAT DA APPP


A partir das 20:00 hs

CHAT DA APPP


ASSOCIAÇÃO PARANAENSE DOS PORTADORES DE PARKINSONISMO


TEMA LIVRE

Magno e demais amigos (as)


ESPERAM POR VOCÊ


Para participar


A mão esquerda sabe o que a direita está fazendo?

Metade do cérebro humano pode ser motivada a agir enquanto a outra parte é deixada na ignorância

© DORI OCONNELL/ISTOCKPHOTO

Você já se percebeu realizando algum gesto sem se dar conta dele? Sabemos, por exemplo, que é possível afastar um inseto que está voando na nossa frente antes mesmo de perceber conscientemente que ele está lá, ou ainda coçar uma picada de forma automática.

Um estudo publicado no periódico Psychological Science realizado por cientistas do Institut National de La Santé (Inserm), em Paris, pode ajudar a explicar esse fato: metade do nosso cérebro pode ser motivada a agir enquanto a outra parte é deixada na ignorância.

Para chegar a essa conclusão, o grupo de cientistas mediu com que força 33 voluntários conseguiam apertar um cabo com cada mão.(...) segue

Fonte : Revista Mente e Cérebro

Novas descobertas sobre a Aids provocam otimismo

Pesquisadores estão encontrando meios de evitar a infecção pela doença

AFP
A Aids matou no ano passado cerca de 2 milhões de pessoas no mundo, mas 2010 trouxe um certo otimismo com a redução de novas infecções, os novos tratamentos contra a doença e os meios de prevenção.

Na véspera do Dia Mundial de Luta contra a Aids, que é nesta quarta-feira (1º), os especialistas e as associações recordam que, desde o início da epidemia, cerca de 30 milhões de pessoas morreram no mundo por causa desta doença. No entanto, as novas transmissões caíram em 19% desde 1999, chegando a 2,6 milhões em 2009, segundo a Unaids (Programa das Nações Unidas para HIV/Aids).

Além disso, o acesso aos tratamentos se ampliaram: mais de 5,2 milhões de pessoas tiveram acesso a antirretrovirais nos países em desenvolvimento – em 2004, esse número não chegava a 700 mil beneficiários.

No entanto, o diretor executivo da Unaids, Michel Sidibé, lembra que 10 milhões de pessoas continuam à espera de um tratamento e os avanços obtidos até agora são muito frágeis por causa da situação financeira mundial.

Atualmente existe uma série de ferramentas para a prevenção e redução de riscos da doença, como o uso da camisinha, mas, na falta de uma vacina eficaz contra a doença, os pesquisadores tentam acrescentar novos métodos a esse arsenal.

Um dos mais promissores é a utilização dos antirretrovirais em pessoas não infectadas. Também está se ensaiando um gel microbicida que evita a doença. Em junho deste ano, um estudo feito com mulheres na África do Sul demonstrou que um produto desse tipo feito à base de Tenofovir (um antirretroviral) reduz em 39% o índice de infecção sexual.

Na semana passada, pesquisadores divulgaram que um remédio tomado oralmente, que já está no mercado, reduz em 44% o risco de infecção pelo HIV entre os homossexuais. Os cientistas dizem que ainda não é possível indicar a efetividade do remédio para relações entre homem e mulher, o uso de drogas ou outros meios de contágio da Aids. Ainda estão sendo feito estudos com esses grupos. (...) segue

Fonte : R7 - Notícias Saúde

BOM DIAAAAA, MAS BOM DIA MESMO!!!




Braços abertos

Não há nada mais animador do que quando Deus responde nossas orações por achar algo que perdemos.

No meu caso, era uma criança perdida. Não havia nada de raro naquele dia. Começou como qualquer outro. Era uma tarde quente de verão e os meninos estavam em casas de amigos. Pelo meio da tarde eu decidi comprovar.

Fiquei atordoada quando fui verificar Tim e seu amigo me disse que ele tinha saído há algum tempo. - Saído! Eu disse - Onde ele foi? - Eu não sei, seu amigo disse, meio embaraçado.

Então comecei a fazer contatos. Verifiquei com cada amigo de Tim. Seguramente, alguém deve tê-lo visto, eu pensei. Mas não foi o caso. Em nenhum lugar que eu procurei eu consegui alguma pista. Quando não tinha mais nenhum amigo à procurar, eu fiquei maluca.

Minha preocupação aumentou ainda mais quando passou da hora do treino de futebol. Tim não gosta de perder o futebol. Agora era a hora de chamar a polícia. Enquanto esperava por sua chegada, procurei por uma foto atual e tentei lembrar como e o que ele usava naquele dia.

A hora do jantar passou e nenhum sinal de Tim. Enquanto em minha mente passava uma dúzia de cenários, meu coração temeroso orava à Deus.

Finalmente, às 8:00 da noite a caçada terminou. Olhei para fora e vi meu filho suado e cansado, empurrando sua bicicleta com os dois pneus furados. Tinha ido pescar à doze quilômetros de casa e teve que empurrar sua bicicleta por todo o caminho de volta.

A visão dele evocou minhas emoções. Eu não estava segura se eu deveria puni-lo ou beijá-lo. Rapidamente dei-lhe um abraço enorme e um beijo.

Depois desta experiência, comecei a pensar no coração de Deus. Eu sei o que se sente quando sua criança está perdida e tudo o que você quer é que ela volte para casa, para você.

Quando nos afastamos de Deus, Ele anseia por nos ver de volta à Ele, como um pai com uma criança perdida.

E assim como fiz com meu filho, Ele nos receberá com os braços abertos!


Tradução de Sergio Barros

terça-feira, 30 de novembro de 2010

convite

Terapia genética melhorou memória de ratos com sintomas de Alzheimer

Pesquisadores testaram técnica que aumenta níveis de substância para comunicação entre neurônios

Uma técnica de terapia genética criada para melhorar problemas de memória associados ao Mal de Alzheimer foi testada com sucesso em ratos, dizem cientistas americanos.

Os especialistas usaram a técnica para aumentar níveis de uma substância química que auxilia a comunicação entre células do cérebro, explica um artigo publicado na revista científica Nature.

Esse processo de envio de sinais entre as células é prejudicado em pacientes com o Mal de Alzheimer.

Segundo a entidade britânica Alzheimer's Research Trust, que fomenta pesquisas sobre a doença, o novo estudo acrescenta uma peça importante ao conhecimento que se tem sobre a sobre a doença e sugere novas rotas de pesquisa.

Amiloide

Com o aumento na expectativa de vida da população de muitos países do planeta, a incidência do Mal de Alzheimer e de outras formas de demência deve crescer.

A equipe de pesquisadores do Gladstone Institute of Neurological Disease, em San Francisco, na Califórnia, acredita que um aumento nos índices do neurotransmissor EphB2 no cérebro possa ajudar a reduzir ou mesmo prevenir alguns dos piores efeitos da condição.

Seu estudo sugere que a substância cumpre um papel importante na memória e que sua presença é reduzida em pacientes com o Mal de Alzheimer.

Uma das características mais marcantes dos cérebros afetados pela condição é o acúmulo de placas de uma proteína chamada amiloide. Com o passar do tempo, isso leva à morte das células do cérebro.

Experimento

A equipe baseou seu experimento em uma particularidade da proteína amiloide: sua suposta habilidade de se acoplar ao neurotransmissor EphB2, reduzindo a quantidade da substância disponível para as células do cérebro, o que poderia em parte explicar a perda de memória nos pacientes.

Para testar essa ideia, eles usaram técnicas de terapia genética para reduzir e também para aumentar a quantidade de EphB2 disponíveis nos cérebros de ratos de laboratório.

Quando os índices da substância foram reduzidos em ratos saudáveis, os animais desenvolveram sintomas de perda de memória similares àqueles observados em ratos programados geneticamente para apresentar uma condição similar ao Mal de Alzheimer.

E quando os ratos com sintomas de Alzheimer receberam terapia genética que aumentou os índices de EphB2, seus sintomas de perda de memória desapareceram.

Lennart Mucke, líder do estudo, disse que sua equipe ficou "encantada" com a descoberta.

"Com base nos nossos resultados, achamos que impedir as proteínas amiloides de se acoplarem ao EphB2 e aumentar os índices de EphB2 ou de (suas) funções por meio de drogas pode ser benéfico a (pacientes com) Mal de Alzheimer", disse Mucke.

Repercussão

Pesquisadores britânicos disseram que o estudo, embora interessante, não oferece uma resposta rápida para pacientes com Alzheimer.

Rebecca Wood, diretora do Alzheimer's Research Trust, disse que o cérebro humano é complexo, e entender como ele funciona e como é danificado por doenças como o Mal de Alzheimer é uma tarefa gigantesca.

O estudo "indica uma forma de fazer com que as células nervosas do cérebro continuem se comunicando, o que é vital para o pensamento e a memória".

Mas ela acrescentou: "Não sabemos ainda se essas descobertas vão levar a um novo tratamento para o Mal de Alzheimer - isso ainda vai demorar". BBC Brasil - Todos os direitos reservados. É proibido todo tipo de reprodução sem autorização por escrito da BBC.

Fonte : Estadão.com.br - Ciência

DIA 07/12 A PARTIR DAS 14:00HS -COMEMORAÇÃO DE ANIVERSÁRIO COM DANÇA SENIOR


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