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sexta-feira, 24 de dezembro de 2010

BOAS FESTAS

Jogo “De Volta Para O futuro” contribuirá para pesquisas de Mal de Parkinson

Ao completar vinte e cinco anos da série "De Volta para o Futuro" é anunciado o lançamento de cinco jogos baseado nas aventuras do filme. A produtora Telltale dividiu os jogos em cinco episódios sendo primeiros deles se chama “It´s about Time" que chegará ao mercado com o preço de $25,00 e poderá ser comprado diretamente no site. O jogo também é uma forma de contribuição para os sofredores de mal de Parkinson doença sofrida por Michael J. Fox que criou a fundação que leva o nome dele. A cada jogo comprado 1$ será destinado à fundação para pesquisas sobre a doença. 

Fonte: Hero Factory

O NASCIMENTO DE JESUS, UM CORDEL SOBRE O NATAL

Ex-paciente com mal de Parkinson apresenta melhoras e tem vida independente

Depois de quase um ano de tratamento, após cirurgia para implante de eletródios dentro do cérebro, João Baltazar, que sofria do mal de Parkinson apresentou melhoras. Hoje, o paciente vive com marca-passo e consegue ser independente.

Veja o Vídeo entrando na fonte abaixo:

Fonte : R7 -Vídeos

CAPA DA NOVA EDIÇÃO NR 62 DA REVISTA BEIJA-FLOR


Para ampliar basta clicar em cima

BOM DIA, EIS QUE TUDO SE FAZ NOVO



Cristo Amigo

Ei, é na cruz que você me vê ainda? Eu sofri sim! Foi um caminho terrível carregando o peso da cruz, vendo minha mãe que chorava, Sendo chicoteado e tantos amigos sofrendo por Minha causa.

Fora a humilhação... Sortearam minhas roupas, me chamavam de rei pejorativamente, riam-se de mim, e por fim, depois da dor da crucificação, ainda me colocaram uma coroa de espinhos.

Mas olha, eu não me arrependo de nada que fiz, não lamento nada que aconteceu. Sabe por quê? Primeiro, eu sabia que iria ter o meu sonhado reencontro com o meu Pai e depois, bom, depois, eu fiz por AMOR para que você fosse feliz meu AMIGO, para que você pudesse ter vida!

Então olhe, não quero que você esqueça o que se passou comigo, Mas quero que você veja como estou hoje, pronto para te receber! E você, quer ser meu amigo?


quinta-feira, 23 de dezembro de 2010

Por que ratos são usados em experiências científicas?

Da criação de novos remédios contra o câncer até testes para suplementos alimentares, ratos são usados no desenvolvimento de todo tipo de experiência científica que necessite de uma cobaia. Segundo a Fundação de Pesquisas Biomédicas, a porcentagem de ratos entre todos os animais usados em experiências chega a 95%. Mas por que eles são quase que invariavelmente os escolhidos?

Dentre as razões para que os ratos sejam escolhidos para utilização em pesquisas, está seu tamanho. Por serem pequenos, podem ser mantidos em lugares menores, ocupando pouco espaço, além de se adaptarem rapidamente a novos ambientes. Eles também se reproduzem rápido e têm vida estimada de no máximo 3 anos, o que permite que várias gerações de ratos sejam observadas em curtos períodos de tempo.

Ratos também são de custo relativamente baixo, o que permite a compra de grandes quantidades para com criadores de animais especificamente criados para participarem de pesquisas. Por serem calmos, até dóceis, também é possível manuseá-los de forma tranquila.

Segundo informações do site Life Little Mysteries e do Instituto de Pesquisas do Genoma Humano, os ratos são praticamente idênticos geneticamente, o que ajuda na uniformização dos resultados dos testes. Geneticamente e biologicamente, além das características comportamentais, os ratos são parecidos com os humanos, e muitos sintomas humanos podem ser aplicados nos pequenos roedores.

A anatomia, fisiologia e a genética já são bem conhecidas pelos cientistas, o que torna mais fácil entender quis mudanças no comportamento dos ratos são causadas pela alteração da genética dos ratos para que eles carreguem genes similares aos de doenças que infectam os humanos.

Alguns exemplos de doenças nas quais os ratos são bons modelos em testes são a hipertensão, diabetes, problemas respiratórios, apoplexia, obesidade, catarata, mal de Parkinson, Alzheimer, câncer, fibroses, HIV, surdez, doenças do coração, distrofia muscular e problemas na medula espinhal. Também são constantemente usados em testes comportamentais, sensoriais, de idade e nutrição.

Fonte: Notícias Terra