Visualizações de página do mês passado

quinta-feira, 6 de janeiro de 2011

HC já possui estoque de remédio para tratamento de Parkinson

Fonte: Ribeirão Preto Online


Hospital das Clínicas de Ribeirão Preto
Hospital das Clínicas de Ribeirão Preto
Foto(s): Divulgação

Estoque de remédios para tratamento da doença de Parkinson já está normalizado na Farmácia Ambulatorial do HC de Ribeirão Preto. A informação é da assessoria de imprensa do hospital.

Um carregamento do remédio PraO mipexol foi enviado pela Secretaria da Saúde do Estado e chegou ao hospital na última terça-feira (4).


O remédio esteve em falta entre os meses de outubro e novembro. A Secretaria de Estado da Saúde, que administra a farmácia, diz que o atraso na distribuição do medicamento estava relacionado com mudanças na produção do remédio.


O medicamento já está sendo distribuído aos pacientes, que possuírem atestados médicos, na Farmácia Ambulatorial do Hospital das Clínicas.

Fonte : Ribeirão Preto Online

Chá verde protege mais a saúde do que se pensava

O Globo

NOVA YORK - Beber chá verde com regularidade pode ajudar a proteger o cérebro de certos tipos de demência, entre elas o Alzheimer, afirmaram nesta quinta-feira cientistas da Universidade de Newcastle, na Austrália. O novo estudo, publicado pelo jornal científico 'Phytomedicine', mostra que a bebida também pode ser uma poderosa aliada contra certos tipos de câncer.

Na pesquisa liderada pelo cientista Ed Okello, os pesquisadores queriam descobrir como o chá verde protege a saúde humana. Diversos estudos apontam que este tipo de chá ajuda a equilibrar fuções do metabolismo, facilita a eliminação de toxinas e pode auxiliar nas dietas de emagrecimento.(...) segue

Fonte : O Globo Saúde

Proteção dos olhos é fundamental

Aparentemente, todos já sabem - ou deveriam saber - a importância de proteger a pele e os olhos da radiação ultravioleta do sol: UVB, que queima a pele, e da UVA, que envelhece a pele. Ambas podem causar câncer de pele e prejudicar gravemente o cristalino, a retina e a córnea.

A maioria das pessoas também acha que não ficará bronzeado ou terá uma queimadura de pele, apenas sentando-se atrás de uma janela exposta ao sol... Mas o que a maioria não sabe é que nem as janelas, nem a sombra, nem mesmo a maioria dos óculos de sol pode nos proteger totalmente contra os raios nocivos do sol. “Parte da radiação mais perigosa é facilmente refletida pela janela de vidro padrão ou através ou pelo entorno das lentes de muitos óculos de sol”, alerta o oftalmologista Virgilio Centurion, diretor do IMO, Instituto de Moléstias Oculares.

Nos Estados Unidos, a maioria da população passa grande parte do dia dentro de casa ou se deslocando em carros particulares. Por isto, por lá, a proteção - ou a falta dela - oferecidas pelas janelas de casa ou do carro já se tornaram uma questão de saúde pública. E, em combinação com as questões de economia de energia, Governo e sociedade têm estimulado o desenvolvimento de vidros para automóveis, edifícios comerciais e residências com fotoproteção.

A indústria dos óculos de sol também volta-se para esta demanda e produz lentes que bloqueiam os raios nocivos do sol, tanto para os praticantes de esportes ao ar livre, como para os usuários casuais. “Portanto, nunca é demais frisar que a escolha de um par de óculos de sol deve ser feita com critério, para evitar que os olhos fiquem mais vulneráveis à radiação solar e danos permanentes sejam causados”, destaca.

Proteger os olhos...

Os óculos de sol devem fazer mais do que proteger os olhos contra a luminosidade. “Eles devem também proteger os olhos contra a radiação prejudicial que pode danificar a córnea, o cristalino, a retina e as pálpebras. A incidência direta dos raios ultravioleta no olho humano ocasiona lesões oculares, que gradual e cumulativamente, podem resultar na perda total da visão. (...) segue

Fonte : Cruzeiro do Sul - Saúde

BOM DIAAAAA, MAS BOM DIA MESMO!!!

SILÊNCIO

A vida barulhenta é trocada pela voz de seu coração. Quando as palavras se calam no seu interior, você experimenta a sensação do divino.

As noites agitadas de quem não quer perder nada são substituídas por encontros mais tranqüilos dentro de sua alma.

Viver o silêncio de seu ser consiste em esvaziar seu coração todos os desejos, pensamentos, fantasias, tudo o que você guardou dentro de si,e deixar um espaço para sua alma se expressar sutilmente.

Entender palavras é muito fácil, mas você experimentará o perfume da vida quando compreender os milagres que acontecem quando um olhar encontra silenciosamente o olhar de outra pessoa.

Você conhece a verdadeira amizade quando as palavras não são necessárias e consegue perceber a beleza da lua encontrando o sol. Seu interior tem muito mais a dizer do que todo o noticiário dos jornais.

Seu ser tem mais força do que todas as imagens das novelas, filmes ou documentários.
Quando acontece o silencio, você não tem mais nada para provar.

Bom dia!!

Roberto Shinyashiki

PILATES NO TRATAMENTO DO MAL DE PARKINSON


O Método Pilates apresenta muitos benefícios que visam à prevenção e a redução dos riscos de lesões, além de trazer alívio às dores crônicas – especialmente os problemas de coluna. A técnica abrange todo o corpo de maneira uniforme e busca fortalecer, equilibrar e alongar a coluna vertebral, proporcionando descompressão das tensões existentes.

Por isso, o Pilates é uma técnica muito indicada para a reabilitação de pacientes com mal de Parkinson – uma doença neurológica que se caracteriza principalmente pela lentidão dos movimentos, rigidez muscular global e tremores em áreas específicas do corpo, ou mesmo generalizados. Ainda há a possibilidade de o paciente apresentar alterações e desequilíbrios na postura, dificuldades na fala e movimentos.

Uma vez que os movimentos no Pilates são controlados, eles podem fazer uma enorme diferença para pessoas com mal de Parkinson – os sintomas podem ser retardados e até mesmo controlados. São melhoras que podem ser notadas muito cedo pelos próprios pacientes: o andar, o equilíbrio, a força muscular e o alongamento da musculatura rígida.
Em seu trabalho de conclusão de curso de formação na técnica de Pilates, as fisioterapeutas Jaqueline Mattos e Rosana Dutra definiram o método como uma ferramenta a mais para ajudar no tratamento contra o mal de Parkinson. Neste trabalho as alunas falaram sobre os benefícios que a técnica proporciona para quem sofre com estas disfunções dos padrões dos movimentos.

“Se os exercícios forem praticados de forma segura e correta, eles trazem muitos benefícios ao paciente”, garante Jaqueline Mattos.

A estimulação a prática deve ser feita com todo o cuidado, observando as especificidades de cada paciente, e acontecer o quanto antes. Os exercícios de solo ou com a utilização de aparelhos e acessórios, contribuem para a manutenção do equilíbrio da consciência e da movimentação corporal e minimizando os sintomas.

“O mais interessante do Pilates é o tratamento de reeducação neuromuscular. Os aparelhos permitem que a gente simule as atividades funcionais cotidianas, como agachar, sentar, de forma confortável para o paciente”.

Apesar de nenhuma pesquisa ter sido feita para comprovar que o Método Pilates ajuda na redução dos sintomas do Parkinson, o trabalho das estudantes teve respaldo em estudos de caso: um número cada vez maior de pacientes diz se sentir aliviado após a prática dos exercícios de Pilates.

quarta-feira, 5 de janeiro de 2011

QUINTA-FEIRA É DIA DE CHAT DA APPP


A partir das 20:00 hs

CHAT DA APPP


ASSOCIAÇÃO PARANAENSE DOS PORTADORES DE PARKINSONISMO


TEMA LIVRE

Magno e demais amigos (as)


ESPERAM POR VOCÊ


Para participar


BRASILEIROS GANHAM PROJEÇÃO INTERNACIONAL

Cientistas despertam atenção com trabalhos que vão da cura do Mal de Parkinson até a 'energia escura'
Cibelle Bouças

O neurocientista Miguel Nicolelis pode receber um prêmio Nobel por seu trabalho sobre o mal de Parkinson. Outro brasileiro, o físico Daniel Vanzella, descobriu que a energia contida no vácuo é capaz de destruir estrelas. Gilberto Ribeiro desenvolve um resistor de memória capaz de mudar radicalmente o mercado de armazenagem de dados.

Ainda é raro encontrar cientistas e pesquisadores brasileiros como os da lista acima, que ocupam o topo da pirâmide acadêmica ou de inovação empresarial. O reconhecimento recente do trabalho deles, no entanto, mostra que há uma percepção internacional positiva sobre o trabalho de profissionais brasileiros, o que pode se traduzir em ganhos para a ciência no país.

Nos próximos meses, hospitais brasileiros podem abrigar a próxima fase do trabalho de Miguel Nicolelis sobre o Mal de Parkinson. Pela primeira vez, o tratamento proposto pelo neurocientista será testado em seres humanos. Em avaliação, estão instituições médicas em São Paulo e nos Estados Unidos.

Atualmente, Nicolelis divide seu tempo entre o Instituto Internacional de Neurociências de Natal Edmond e Lily Safra (IINN-ELS) e o Centro de Neurociência da Universidade Duke, na Carolina do Norte (EUA). No ano passado, ele recebeu o prêmio NIH Director's Transformative R01, que concede US$ 4,4 milhões para aplicação em pesquisa, e o Director's Pioneer Award, de US$ 2,5 milhões. Os prêmios estão entre os mais cobiçados no meio científico e costumam indicar potenciais candidatos ao Nobel. Nicolelis foi o primeiro cientista a receber as duas premiações no mesmo ano.

Reconhecidas no exterior, pesquisas podem trazer benefícios para o ambiente científico nacional

Os recursos serão usados na pesquisa para a cura do mal de Parkinson, desenvolvida desde 2006. Nicolelis e sua equipe já haviam desenvolvido uma técnica para tratar a epilepsia, a partir de estímulos elétricos em regiões periféricas do sistema nervoso, quando perceberam que havia semelhanças no padrão de comportamento do cérebro dos portadores das duas doenças, conta o cientista.

Com a constatação, cobaias passaram a receber medicação para apresentar sintomas como os do mal de Parkinson. Depois, a equipe implantou uma prótese na medula espinhal das cobaias, que disparava estímulos elétricos. A paralisia muscular e os demais sintomas desapareceram.

Esse trabalho tem sido realizado tanto na Universidade de Duke como no IINN-ELS. "Já foram feitos testes com camundongos e primatas. Agora buscamos um parceiro clínico para fazer testes em pacientes", afirma Nicolelis. "Em dois anos será possível ter uma resposta categórica sobre o tratamento", diz.

Outra pesquisa surpreendente é comandada pelo físico Daniel Vanzella, professor do Instituto de Física Teórica da Unesp e do Instituto de Física de São Carlos da Universidade de São Paulo (USP). Vanzella e o doutorando William Lima publicaram, em abril, um estudo sobre a "energia escura" na "Physical Review Letters", a mais respeita revista de física do mundo.

O artigo teve uma grande repercussão. Embora pareça uma fantasia tirada da série de filmes "Star Wars", a energia escura intriga o meio científico há muito tempo. Na física, existem duas grandes teorias sobre o universo: a da Relatividade Geral, que descreve a organização do universo em grande escala (estrelas, galáxias etc) e a Quântica de Campos, que focada na chamada pequena escala (ligações químicas, átomos etc). Físicos no mundo tentam, ainda sem êxito, unir as duas teorias. Vanzella e seu aluno se atiraram a esse trabalho com uma análise da "energia escura". Essa força, que faz o universo se expandir de forma acelerada, exerce uma forte pressão negativa, que seria contrária à gravidade.

Os cientistas partiram do princípio de que o vácuo é preenchido por partículas virtuais, como prótons, elétrons e fótons, que surgem e desaparecem em uma fração de segundo. Imaginava-se que a flutuação dessas partículas, por ser muito rápida, não gerava efeitos nos materiais macroscópicos. Vanzella e Lima descobriram, porém, que sob algumas circunstâncias o crescimento da energia do vácuo pode ocorrer de maneira exponencial e descontrolada, podendo destruir até uma estrela de nêutrons (a matéria mais densa já encontrada no universo).

Vanzella iniciou a pesquisa na Universidade de Wisconsin, nos EUA, mas só chegou à essa conclusão em São Carlos. Agora, ele procura responder, em seu pós-doutorado, o que ocorre com uma estrela quando a energia do vácuo "desperta". "Essas são questões conceituais sobre os fundamentos da física, mas que vão ajudar a trazer um melhor entendimento sobre a natureza", afirma Vanzella.

Antes de Vanzella, outro apreciador do espaço ganhou renome. Em 2006, Marcos Pontes, tenente-coronel da Força Aérea Brasileira (FAB), hoje na reserva, participou de uma missão à Estação Espacial Internacional (ISS), com oito experimentos em microgravidade de universidades e institutos brasileiros. "No espaço, [nós, astronautas] somos as mãos e os olhos dos cientistas; executamos os experimentos", diz Pontes. Atualmente em Houston, na sede da Nasa, ele aguarda nova convocação para missões espaciais. "Espero ansiosamente por essa escalação", diz.