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quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012

Por que os exercícios físicos beneficiam a saúde

Há muito tempo sabemos que os exercícios físicos trazem inúmeros benefícios à saúde. Eles diminuem o risco de problemas cardíacos, hipertensão, infecções, obesidade e diabetes entre outros. Você deve estar pensando: o que tem isso a ver com genética?  De fato, nesse caso não são os genes, mas o esforço físico que vai determinar a diferença. A questão é por que esse efeito positivo? Qual é o mecanismo por trás disso?  Para tentar responder como o exercício físico atua no corpo, um grupo de pesquisadores liderados pela Dra. Beth Levine, do Texas, produziu camundongos com uma mutação específica em um gene que regula a resposta ao exercício físico. A pesquisa acaba de ser publicada na revista Nature. (...) segue



 Fonte :Genética – Mayana Zatz – VEJA.com

Consumo de açúcar deve ser regulado, afirmam cientistas - vida - saude - Estadão

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Sol com moderação faz bem - Estadão ESPN

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BOM DIA, MAS BOM DIA MESMO!!!

Tenha em mente que tudo que você aprende na escola é trabalho de muitas gerações. Receba essa herança, honre-a, acrescente a ela e, um dia, fielmente, deposite-a nas mãos de seus filhos

Albert Einstein

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012

Tecnologia permita visualizar desenvolvimento das células da doença de Parkinson

Novo método desenvolvido na Alemanha tem potencial para auxiliar na compreensão de doenças do sistema dopaminérgico

   
Dra. Sandra Blaess, autora do estudo

Uma nova tecnologia desenvolvida na University of Bonn, na Alemanha, permite que pesquisadores observem o desenvolvimento das células cerebrais responsáveis pelo mal de Parkinson.
Até agora, a pesquisa sobre as células do cérebro responsáveis pelo mal de Parkinson tem incidido sobre o funcionamento e a degeneração destes neurônios no cérebro adulto e em envelhecimento. O novo método de fatiar tecido permite aos cientistas observar o desenvolvimento destas células cerebrais pela primeira vez.
"Pouco se sabe sobre o comportamento destes neurônios durante a sua diferenciação e a fase de migração, e com esta técnica, nós realmente podemos observar como essas células se comportam durante o desenvolvimento" disse a autora do artigo do Sandra Blaess.
A nova técnica também torna as células disponíveis para a manipulação genética, e mais informações sobre como estas células se desenvolvem e funcionam poderiam levar a novas opções de tratamento.
"Ser capaz de visualizar o desenvolvimento de células nesta área do cérebro é emocionante. A disponibilidade desta técnica poderia ajudar os cientistas a compreender as doenças do sistema dopaminérgico, como o mal de Parkinson", conclui a editora da Journal of Visualized Experiments (JoVE), Claire Standen, onde o estudo foi publicado. (...) segue

Fonte : ISaúde