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sábado, 19 de julho de 2014

Amigos são realmente família, de acordo com estudo genético | HypeScience

Detalhes do estudo

O estudo que revela a semelhança genética entre amigos de verdade parte de uma análise de todo o genoma de quase 1,5 milhões de marcadores de variação genética, e se baseia em dados do Framingham Heart Study. O conjunto de dados de Framingham é o maior disponível até o momento, e os autores estão cientes de que ele contém um nível de detalhamento genético e informações sobre quem é amigo de quem.
Para conduzir a pesquisa, os cientistas se concentraram em temas únicos e nada menos que 1.932 pares de comparação de amigos sem grau de parentesco contra pares de estranhos também sem parentesco. As mesmas pessoas, que não eram nem parentes nem cônjuges, foram utilizadas em ambos os tipos de amostras. A única coisa que difere entre os participantes é a sua relação social.


Os resultados não são, segundo os pesquisadores, um artefato de tendência das pessoas de fazerem amizade com pessoas de etnias semelhantes. Os dados de Framingham são dominados por pessoas de origem europeia. Embora isto seja um problema para alguns pesquisadores, pode ser vantajoso para esse estudo em questão, pois todos os sujeitos, amigos ou não, foram geneticamente desenhados a partir da mesma população. Os pesquisadores também controlaram os dados por ascendência, usando as técnicas mais conservadoras atualmente disponíveis.
A observação proposta por esse estudo vai além do que você esperaria encontrar entre as pessoas de herança genética compartilhada. Segundo Fowler, o coautor do estudo, os resultados encontrados são uma “rede de ancestralidade”.

Fonte : Amigos são realmente família, de acordo com estudo genético | HypeScience

BOA NOITE AMIGOS DO BLOG - GRAVAÇÃO NO CENTRO DE SAÚDE MENTAL!!!


Gravação no centro de saúde mental
"Obrigado por ligar para o Instituto de Saúde Mental , sua mais saudável companhia em seus momentos de maior loucura.

Se você é obsessivo e compulsivo pressione 1, repetidamente.

Se você é dependente, peça a alguém que pressione o 2 por você.

Se tem múltiplas personalidades pressione o 3, 4, 5, e o 6.

Se você é paranóico, sabemos quem é você, o que faz e o que quer . Espere na linha enquanto rasteamos sua chamada.

Se você sofre de alucinações, pressione o 7 e sua chamada será transferida para o Departamento de Elefantes Cor de Rosa.

Se você é esquizofrênico, escute cuidadosamente e uma vozinha lhe dirá que número pressionar.

Se você é depressivo, não importa que número disque. Ninguém vai responder.

Se você sofre de amnésia, pressione o 8 e diga em voz alta seu nome, endereço, número da carteira de identidade, data do nascimento, estado civil e o nome de solteira de sua mãe.

Se você sofre de stress pós - traumático, pressione lentamente a tecla # até que alguém tenha piedade de você.

Se sofre de indecisão, deixe sua mensagem logo que escute o bip... Ou antes do bip... Ou depois do bip... Ou durante o bip...
De qualquer modo, espere o bip...

Se sofre de perda de memória para fatos recentes, pressione 9. Se sofre de perda de memória para fatos recentes, pressione 9. Se sofre de perda de memória para fatos recentes, pressione 9. Se sofre de perda de memória para fatos recentes, pressione 9.

Se tem baixa auto–estima por favor desligue. Nossos operadores estão ocupados atendendo pessoas importantes.

quinta-feira, 17 de julho de 2014

Diagnosticada aos 55 anos, britânica usa crachá: 'Tenho Alzheimer' - Notícias - R7 Saúde

"Tenho Alzheimer. Seja paciente." Com esses dizeres estampados em um crachá, a britânica Joy Watson, de 55 anos de idade, busca obter a compreensão de quem normalmente reage negativamente aos sintomas que ela apresenta.
Watson, da cidade de Salford, nos arredores de Manchester, recebeu o surpreendente diagnóstico da doença — que normalmente afeta pessoas mais velhas — no dia em que completava exatos 55 anos.
— A médica me desejou um feliz aniversário e disse, em seguida, que eu tinha Alzheimer e que muito de meu cérebro já tinha sido afetado. Entrei em pânico.
O surgimento precoce da doença, apesar de pouco conhecido, não é tão raro. Nos Estados Unidos, cerca de 5% dos portadores de Alzheimer têm menos de 65 anos.
Entre os primeiros sintomas do mal, estão a perda de memória, dificuldades em lidar com linguagem e com achar soluções para os problemas do dia-a-dia.
Watson conta que a situação é piorada pelo fato de muitas pessoas com quem interage sequer desconfiarem de que ela tenha a doença. Sem saber, diz, "as pessoas têm reações muito negativas, são muito impacientes".
— Tenho dificuldade em tomar decisões. Em lojas, por exemplo, costumo demorar muito para escolher produtos, volto atrás. Isso me causa problemas.
A ideia de usar o crachá para se identificar como paciente veio para tentar amenizar essas situações. Ao conscientizar os outros sobre a incidência do Alzheimer entre pacientes mais jovens, Watson também acredita estar usando seu problema de forma positiva.
A britânica conta que quando recebeu o diagnóstico pensou em se matar, pois sabia exatamente o que a doença progressiva lhe causaria.
Fonte :  Diagnosticada aos 55 anos, britânica usa crachá: 'Tenho Alzheimer' - Notícias - R7 Saúde