Visualizações de página do mês passado

terça-feira, 9 de dezembro de 2014

Resistência a antibióticos pode causar desastre "apocalíptico" | HypeScience

O aumento de bactérias resistentes a antibióticos não é nenhuma novidade – só no ano passado, diversos alertas foram feitos por médicos e especialistas, e até pela Organização Mundial da Saúde (OMS), sobre a iminente crise de infecções resistentes a drogas que pode acabar com a medicina moderna.
Agora, a diretora-médica da Inglaterra, Dame Sally Davies, afirmou que essa crise é comparável à ameaça do aquecimento global para nossa sociedade. Como existem poucos antibióticos para substituir os remédios que estão ficando comprometidos, no futuro, uma cirurgia de rotina pode se tornar mortal devido à ameaça de infecção
Segundo os especialistas, este é um problema global que precisa de muito mais atenção.
Os antibióticos têm sido uma das maiores histórias de sucesso na medicina. No entanto, as bactérias são inimigos fácil e rapidamente adaptáveis que encontram novas maneiras de burlar as drogas.
Há crescentes relatos de resistência em cepas de E. coli, tuberculose e gonorreia nas enfermarias de hospitais de todo o mundo. Hoje em dia, só há um antibiótico útil para tratar a gonorreia.
“Podemos nunca ver o aquecimento global – o cenário apocalíptico atual é que, quando eu precisar de um novo quadril daqui 20 anos, morrerei de uma infecção de rotina porque nós não temos mais antibióticos funcionais”, argumenta Sally Davies.
“Não há um mercado para fazer novos antibióticos, de modo que, conforme essas bactérias se tornam resistentes, o que fariam naturalmente, mas que estamos acelerando por causa da forma como os antibióticos são usados, não haverá novos remédios”, explica.

Medidas urgentes

Fonte : Resistência a antibióticos pode causar desastre "apocalíptico" | HypeScience

BOM DIA AMIGOS DO BLOG - PAZ E MUITA HARMONIA!!!

PAZ E MUITA HARMONIA ENTRE OS POVOS

RESPONDE-ME QUANDO CLAMO,
Ó DEUS DA MINHA JUSTIÇA; NA ANGÚSTIA,
ME TENS ALIVIADO; TEM MISERICÓRDIA,
DE MIM E OUVE A MINHA ORAÇÃO.

"SALMO 4:1"
"

segunda-feira, 8 de dezembro de 2014

Os desafios da longevidade - Saúde - Notícia - VEJA.com

Vivemos mais, enfrentando longos anos desgastados pelo câncer, diabetes ou Alzheimer, doenças ligadas à longevidade. Ao site de VEJA, cientistas explicam como o envelhecimento da população mundial potencializou a ação de algumas síndromes e por que, ainda, a ciência não conseguiu vencê-las

Quando escreveu, nos anos 1970, que “todos aqueles que nascem têm dupla cidadania, no reino dos sãos e no reino dos doentes”, a escritora americana Susan Sontag (1933-2004) enfrentava o câncer, doença que viria a matá-la. Antes que médicos e cientistas fizessem cálculos, gráficos e relatórios, ela previu o que viria a ser o maior drama da longevidade. Viver mais significa potencializar e se habituar a doenças crônicas. 
De acordo com os últimos dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), divulgados na segunda-feira, vivemos 74,9 anos, quatro a mais que na última década. Um quarto de todas as moléstias do mundo atinge quem tem mais de 60 anos: doenças respiratórias e cardíacas, câncer e síndromes degenerativas, segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS). Quase 10 anos de todas as vidas brasileiras são passados com incapacidades. A morte tardia levou a vida à fronteira entre a saúde e a doença, como escreveu Sontag.
“Convivemos com problemas que teriam nos matado 50 anos atrás. O envelhecimento revelou alguns males, como câncer ou Alzheimer, para os quais, talvez, não haja cura. Iremos aprender a conviver com eles pelo resto da vida”, explica o gerontologista carioca Alexandre Kalache, conselheiro da Academia de Medicina de Nova York e ex-diretor do programa de envelhecimento da Organização Mundial de Saúde.
Fonte : Os desafios da longevidade - Saúde - Notícia - VEJA.com

Médico de família pode lidar com até 90% dos problemas dos pacientes - Notícias - R7 Saúde

Capacitado para atender a pacientes desde o nascimento, os médicos de família, em um sistema estruturado, podem lidar com até 90% dos problemas de saúde. A ideia central dessa especialidade é conhecer e acompanhar o paciente por toda a vida, o que lembra a figura do médico de confiança.
Nesta sexta-feira (5), Dia do Médico de Família e Comunidade, Thiago Trindade, presidente da SBMFC (Sociedade Brasileira de Medicina de Família e Comunidade), avalia que a cultura brasileira ainda é muito voltada para o atendimento do médico especialista, mas que a tendência, tanto da rede pública quanto da privada, é mudar esse cenário. A especialidade está no Brasil há 33 anos.
O médico que faz residência em medicina de família pode acompanhar, por exemplo, crianças, fazer prevenções ginecológicas, urológicas e, caso veja necessidade, encaminhar o paciente para um especialista. Em alguns países, esse profissional é chamado de clínico geral, médico generalista. Segundo especialistas, no Brasil esses termos viraram sinônimo de médico que não fez residência.
Fonte : Médico de família pode lidar com até 90% dos problemas dos pacientes - Notícias - R7 Saúde

Estudo mostra que obesidade pode encurtar a vida em 8 anos | EXAME.com

A obesidade e a obesidade severa podem encurtar em oito anos a expectativa de vida, e em até 19 anos o estado de boa saúde entre o público-alvo de um estudo publicado nesta sexta-feira.

Conduzido pelo doutor Steven Grover, da Universidade McGill (Montreal,
Canadá), e publicado na revista especializada The Lancet Diabetes &
Endocrinology, o estudo partiu de um modelo matemático realizado sobre
uma ampla base de dados americana (National Health and Nutrition
Examination Survey 2003-2010), que engloba milhares de adultos entre 20 e
79 anos de idade.


Os resultados são claros: quanto maior o sobrepeso de um indivíduo
jovem, a repercussão posterior em sua saúde também será maior, segundo o
médico epidemiologista.


O estudo mostra que a obesidade está associada a um risco maior de
desenvolvimento de doenças cardiovasculares, incluindo ataques cardíacos
e acidentes vasculares cerebrais (AVC), assim como diabetes, o que
reduz consideravelmente, em média, a expectativa de vida e os anos de
vida em bom estado de saúde dos afetados, em comparação com pessoas que
têm o peso normal, diz o doutor Grover.

O excesso de peso é definido em função de um índice de massa corporal
elevado (IMC é o peso dividido pela estatura ao quadrado).


Fonte : Estudo mostra que obesidade pode encurtar a vida em 8 anos | EXAME.com

HOJE É DIA DE BATE-PAPO - LOGO MAIS AS 20:30HS!!!

Não esqueça: Hoje tem "chat".

Clique as 20:30 h AQUI=> www.amigogamp.com.br

BOM DIA E FELIZ INICIO DE SEMANA!!!