Seja bem vindo ao nosso blog esperamos contribuir para esclarecer duvidas e minimizar os aspectos stressantes da Doença de Parkinson. Nossa meta é agregar valores e integrar a família parkinsoniana do Brasil criando um grupo (chat) de amigos com problemas afins.Sabemos que a doença ainda não tem cura, mas a troca de informações ajuda no combate ao Mr. Parkinson e seguimos firme para uma Qualidade de Vida.
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sexta-feira, 20 de março de 2015
quinta-feira, 19 de março de 2015
Em um terço do estado, dengue supera total de 2014 | Saúde | Notícias | VEJA.com
Um terço das 645 cidades paulistas registrou em apenas dois meses de 2015 mais casos de dengue do que em todo o ano passado, revelou um levantamento feito pelo jornal O Estado de S. Paulo com base em dados da Secretaria Estadual da Saúde. A lista dos 218 municípios nessa condição é composta principalmente por cidades do noroeste do Estado e do entorno de Campinas e de Sorocaba, áreas mais afetadas pela doença.
As estatísticas mostram ainda que 118 cidades paulistas já vivem uma epidemia, com taxa de incidência superior a 300 casos por 100 000 habitantes. E em dezenas desses municípios o índice de crescimento do número de casos e da taxa de incidência entre o ano passado e o primeiro bimestre deste ano é maior que 1.000%.
Desde janeiro, o Estado registrou a contaminação de 56 959 pessoas. Contando os casos que ainda estão em investigação, o número chega a 123 738 registros, 692% a mais do que o notificado no mesmo período de 2014. Com a alta, São Paulo já responde por 55% dos casos suspeitos de dengue registrados no país.
O maior aumento porcentual tanto no número de casos quanto na taxa de incidência é observado no município de Salto de Pirapora, na região de Sorocaba. Em todo o ano passado, a cidade teve apenas dois casos de dengue. Entre janeiro e fevereiro deste ano, os registros saltaram para 559. A taxa de incidência passou de 4,8 para 1 322 casos por 100 000 habitantes, alta equivalente a 27.555%.
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As estatísticas mostram ainda que 118 cidades paulistas já vivem uma epidemia, com taxa de incidência superior a 300 casos por 100 000 habitantes. E em dezenas desses municípios o índice de crescimento do número de casos e da taxa de incidência entre o ano passado e o primeiro bimestre deste ano é maior que 1.000%.
Desde janeiro, o Estado registrou a contaminação de 56 959 pessoas. Contando os casos que ainda estão em investigação, o número chega a 123 738 registros, 692% a mais do que o notificado no mesmo período de 2014. Com a alta, São Paulo já responde por 55% dos casos suspeitos de dengue registrados no país.
O maior aumento porcentual tanto no número de casos quanto na taxa de incidência é observado no município de Salto de Pirapora, na região de Sorocaba. Em todo o ano passado, a cidade teve apenas dois casos de dengue. Entre janeiro e fevereiro deste ano, os registros saltaram para 559. A taxa de incidência passou de 4,8 para 1 322 casos por 100 000 habitantes, alta equivalente a 27.555%.
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BOM DIA AMIGOS DO BLOGUE - VENCENDO E DESÂNIMO!!!
Vencendo o desânimo
O grande carro de luxo parou diante do pequeno escritório à entrada do cemitério e o chofer, uniformizado, dirigiu-se ao vigia.
- Você pode acompanhar-me, por favor? É que minha patroa está doente e não pode andar, explicou. Quer ter a bondade de vir falar com ela?
Uma senhora de idade, cujos olhos fundos não podiam ocultar o profundo sofrimento, esperava no carro.
- Sou a Sra. Adams, disse-lhe. - nestes últimos dois anos mandei-lhe cinco dólares por semana...
- Para as flores, lembrou o vigia.
- Justamente. Para que fossem colocadas na sepultura de meu filho.
- Vim aqui hoje, disse um tanto consternada, porque os médicos me avisaram que tenho pouco tempo de vida. Então quis vir até aqui para uma última visita e para lhe agradecer.
O funcionário teve um momento de hesitação, mas depois falou com delicadeza:
- Sabe, minha senhora, eu sempre lamentei que continuasse mandando o dinheiro para as flores...
- Como assim? Perguntou a dama.
- É que... a senhora sabe... as flores duram tão pouco tempo...
- E afinal, aqui, ninguém vê...
- O senhor sabe o que está dizendo? Retrucou a senhora Adams.
- Sei, sim senhora. Pertenço a uma associação de serviço social, cujos membros visitam os hospitais e os asilos.
- Lá, sim, é que as flores fazem muita falta...
- Os internados podem vê-las e apreciar seu perfume.
A senhora deixou-se ficar em silêncio por alguns segundos. Depois, sem dizer uma palavra, fez um sinal ao chofer para que partissem.
Meses depois, o vigia foi surpreendido por outra visita. Duplamente surpreendido porque, desta vez, era a própria senhora que vinha guiando o carro.
- Agora eu mesma levo as flores aos doentes, explicou-lhe, com um sorriso amável.
- O senhor tem razão. Os enfermos ficam radiantes e fazem com que eu me sinta feliz.
- Os médicos não sabem a razão da minha cura, mas eu sei.
- É que reencontrei motivos para viver. Não esqueci meu filho, pelo contrário, dou as flores em seu nome e isso me dá forças.
A Sra. Adams descobrira o que quase todos não ignoramos mas muitas vezes esquecemos. Auxiliando os outros, conseguira auxiliar-se a si própria.
quarta-feira, 18 de março de 2015
Lembrar-se de um episódio leva ao esquecimento de outro, diz estudo | Ciência | Notícias | VEJA.com
A recordação intencional e frequente de um episódio faz mais do que simplesmente despertar nossa memória. Na verdade, isso nos leva a apagar outras lembranças concomitantes às que insistimos em lembrar. A revelação é de um estudo publicado na segunda-feira no periódico Nature Neuroscience.
Cientistas das universidades de Birmingham e de Cambridge, na Inglaterra, chegaram a esta conclusão depois de fazer uma série de testes de memória com 24 voluntários. Em todas as etapas, o cérebro dos participantes foi monitorado por ressonância magnética.
No início da pesquisa, os cientistas mostraram aos voluntários imagens de pessoas famosas, objetos comuns e cenas variadas. Em seguida, os participantes foram treinados a associar a palavra "areia" a duas fotografias mostradas anteriormente: uma de Marylin Monroe e outra de um chapéu.
Os cientistas pediram que os voluntários se recordassem, particularmente, da primeira fotografia exibida em associação à palavra "areia" - a de Marylin. Em um experimento realizado quatro vezes, os participantes tinham de apertar um botão quando estivessem se lembrando da imagem da atriz ao olhar para a palavra "areia". Isso se confirmou na maioria das vezes, e os pesquisadores concluíram que essa imagem se tornou a dominante do experimento.
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Esquecimento - Os cientistas quiseram, então, entender o que havia acontecido com a memória da imagem do chapéu. Será que ela permaneceu intacta como a de Marylin? Em um novo teste, mostraram aos participantes duas fotos diferentes de Marylin e duas de chapéus e perguntaram qual delas eles haviam sido treinados para reconhecer. Se a memoria do chapéu não tivesse se degradado, as pessoas apontariam o objeto e a Marylin certos na mesma frequência.
Fonte : Lembrar-se de um episódio leva ao esquecimento de outro, diz estudo | Ciência | Notícias | VEJA.com
terça-feira, 17 de março de 2015
Aposentado de Itanhaém usa arte para superar o Parkinson
O mal de Parkinson é uma doença degenerativa. Ela afeta o sistema neurológico, danificando a coordenação motora, provocando tremores e dificuldades diversas para quem é acometido por ela.
O aposentado Luiz Azevedo, de 77 anos, começou a sentir os primeiros efeitos da doença há 10 anos, mas somente há seis recebeu o diagnóstico. Morador de Itanhaém, ele buscou a terapia no Centro Municipal de Reabilitação (CMR) para tratar do Parkinson. Foi lá que, com ajuda da terapeuta ocupacional Fernanda Luppino, ele descobriu um novo talento e hobby: pintar.
“Eu faço terapia ocupacional e descobri a pintura lá. Não imaginava que poderia pintar. Não tinha talento nenhum para isso. Mas desde que comecei já produzi diversos quadros”, conta Azevedo.
Em seu repertório, o aposentado dá preferência para pinturas relacionadas ao mar. “Me sinto muito bem. Muito bem mesmo. Meus quadros são relacionados com o mar, barcos. Eu estou perto do mar. Moro em Itanhaém. É uma inspiração”.
Os efeitos da terapia são sentidos também pela esposa de Luiz, Solange Azevedo. “Ele gostou da coisa. Está com autoestima elevada, anda bem, não treme. Óbvio que os remédios também não podem faltar. Se faltar algum remédio de alto custo, a desgraça está completa. O milagre não é só a terapia. A medicina também é importante”.
Fonte : Aposentado de Itanhaém usa arte para superar o Parkinson
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