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quarta-feira, 22 de julho de 2015

G1 - USP desenvolve técnica mais precisa para diagnóstico do mal de Parkinson - notícias em Ribeirão e Franca

Aos 52 anos, a aposentada Osmaraci Aparecida Galiardi sofre com os movimentos involuntários do corpo provocados pelo Mal de Parkinson. Ela relembra como foi difícil o diagnóstico da doença, quando ainda tinha 31 anos, e conta que enfrentou por meses os sintomas, sem o tratamento adequado.
“Eu tremia direto. Até o copo chegar na boca (sic), a água já tinha me molhado toda. Não conseguia fazer comida, tomar banho. Chegou uma época em que eu ficava só na cama, nem para andar não dava mais”, diz a aposentada, que hoje tem uma qualidade de vida melhor graças aos 12 remédios que toma diariamente.
Baseando-se em casos como o de Osmaraci, pesquisadores da Universidade de São Paulo (USP) em Ribeirão Preto (SP) desenvolveram uma técnica capaz de diagnosticar com mais sensibilidade e precisão, o Mal de Parkinson. A técnica permite identificar a presença e a quantidade de ferro no cérebro dos pacientes.
Estudos anteriores já haviam apontado que pessoas com Parkinson apresentam maior concentração de ferro na substância negra, área do cérebro responsável pela produção de dopamina, neurotransmissor que atua no controle dos movimentos. A quantificação só era possível, entretanto, por meio de amostragem de tecido cerebral de cadáveres.
Fonte : G1 - USP desenvolve técnica mais precisa para diagnóstico do mal de Parkinson - notícias em Ribeirão e Franca

Jornal Hoje - EUA testam novo tratamento para retardar o avanço do Alzheimer

A ciência está avançando, aos poucos, na busca por um tratamento para o mal de Alzheimer. Os médicos estão testando um remédio que retarda a progressão da doença, quando diagnosticada bem no começo.
O interessante é que, em 2012, os estudos feitos com o medicamento experimental não tinham dado resultado. Por isso o laboratório resolveu ampliar a pesquisa e descobriu que pacientes que tomaram o remédio logo no início da doença conseguiram reduzir em 1/3 o avanço do Alzheimer.
O que o remédio faz é remover as placas de beta-amilóide, uma proteína que gruda nos neurônios. Os cientistas dizem que ela mata as células e que essa pode ser a causa da doença. O Alzheimer normalmente começa com perda de memória.
O doente passa a ter dificuldade para falar, falta de motivação, e acaba se isolando da família. Hoje, os remédios só aliviam os sintomas.
A esperança é que o novo medicamento seja o primeiro a reduzir o avanço da doença. Ainda falta muito a ser pesquisado e o remédio não está à venda. Um novo estudo, que vai ser divulgado no ano que vem, é que vai revelar se ele realmente funciona.
Fonte : Jornal Hoje - EUA testam novo tratamento para retardar o avanço do Alzheimer

BOA TARDE AMIGOS - FÉ E ESPERANÇA!!!

Fé e esperança
Mahatma Gandhi lutou sua vida inteira, mas conseguiu libertar a Índia do domínio inglês.

Quando lhe disseram que era um dos maiores nomes jamais surgidos na História Universal, respondeu:
- Nada tenho de novo para ensinar ao mundo.

- A verdade e a não violência são tão antigas quanto as montanhas.
- Tudo o que tenho feito é tentar praticá-las na escala mais vasta que me é possível.

- Assim fazendo, errei algumas vezes e aprendi com meus erros.
- Os que acreditam nas verdades simples que expus, só podem propaga-las se viverem de acordo com elas.

- Estou absolutamente convencido de que qualquer homem ou mulher pode realizar o que realizei, se fizer o mesmo esforço e cultivar a mesma esperança e fé.

Construa sua fé em alicerces sólidos para que a esperança
esteja sempre com você.

terça-feira, 21 de julho de 2015

Alzheimer - Causas, Sintomas e Tratamentos | Minha Vida

Trabalho, trânsito, família, amigos, compromissos e uma rotina a mil por hora. Desse jeito, não dá, quando você percebe já está com o pensamento desorganizado, se sente agitado e a preocupação se torna constante em sua mente: a ansiedade tomou conta!

Nessas horas, muitos costumam aconselhar para você ter calma, contar até três e respirar bem fundo... E não é que quem diz isso tem razão? "A inspiração está mais conectada com o lado ativo do sistema nervoso autônomo, chamado simpático, enquanto a expiração está mais conectada com o lado calmante do sistema nervoso autônomo chamado parassimpático", ensina Marcos Rojo Rodrigues, PhD em Ciência do Yoga (Índia) e professor do Centro de Práticas Esportivas da Universidade de São Paulo (USP). Um estudo feito em 2010 e publicado no jornal da Academia de Enfermagem Coreana comprova esse efeito também.

A fisioterapeuta Camila Montandon, especialista em Terapias Integrativas, mostra que a respiração pode ajudar nesses momentos de duas formas. A primeira é fisiológica, já que o estado de ansiedade ativa áreas do cérebro que estimulam a hiperventilação, ou seja, inalamos o ar com mais rapidez e de forma mais rasa, e o esforço consciente para mudar isso ajuda a acalmar, pois o organismo volta a seu equilíbrio. "Outro ponto está no fato do indivíduo, ao tornar sua respiração consciente, traz sua atenção ao momento presente. Com isso o estado de ansiedade tende a ser minimizado", acredita Camila.


Fonte : Alzheimer - Causas, Sintomas e Tratamentos | Minha Vida

Sete técnicas de respiração para mandar a ansiedade para bem longe | Minha Vida

Trabalho, trânsito, família, amigos, compromissos e uma rotina a mil por hora. Desse jeito, não dá, quando você percebe já está com o pensamento desorganizado, se sente agitado e a preocupação se torna constante em sua mente: a ansiedade tomou conta!

Nessas horas, muitos costumam aconselhar para você ter calma, contar até três e respirar bem fundo... E não é que quem diz isso tem razão? "A inspiração está mais conectada com o lado ativo do sistema nervoso autônomo, chamado simpático, enquanto a expiração está mais conectada com o lado calmante do sistema nervoso autônomo chamado parassimpático", ensina Marcos Rojo Rodrigues, PhD em Ciência do Yoga (Índia) e professor do Centro de Práticas Esportivas da Universidade de São Paulo (USP). Um estudo feito em 2010 e publicado no jornal da Academia de Enfermagem Coreana comprova esse efeito também.

A fisioterapeuta Camila Montandon, especialista em Terapias Integrativas, mostra que a respiração pode ajudar nesses momentos de duas formas. A primeira é fisiológica, já que o estado de ansiedade ativa áreas do cérebro que estimulam a hiperventilação, ou seja, inalamos o ar com mais rapidez e de forma mais rasa, e o esforço consciente para mudar isso ajuda a acalmar, pois o organismo volta a seu equilíbrio. "Outro ponto está no fato do indivíduo, ao tornar sua respiração consciente, traz sua atenção ao momento presente. Com isso o estado de ansiedade tende a ser minimizado", acredita Camila.


Fonte : Sete técnicas de respiração para mandar a ansiedade para bem longe | Minha Vida

BOM DIA AMIGOS DO BLOG - A AÇÃO MAIS IMPORTANTE!!!

 Um dia, um advogado famoso foi entrevistado. Entre tantas questões, lhe perguntaram o que de mais importante fizera em sua vida.
No momento, ele falou a respeito do seu trabalho com celebridades.
Mais tarde, penetrando as profundezas de suas recordações, relatou: "o mais importante que já fiz em minha vida ocorreu no dia 8 de outubro de 1990.
Estava jogando golfe com um ex-colega e amigo que há muito não via.
Conversávamos a respeito do que acontecia na vida de cada um.
Ele contou-me que sua esposa acabara de ter um bebê.
Estávamos ainda jogando, quando o pai do meu amigo chegou e lhe disse que o bebê tivera um problema respiratório e fora levado às pressas ao hospital.
Apressado, largando tudo, meu amigo entrou no carro de seu pai e se foi.
Fiquei ali, sem saber o que deveria fazer. Seguir meu amigo ao hospital?
Mas eu não poderia auxiliar em nada a criança, que estaria muito bem cuidada por médicos e enfermeiras.
Nada havia que eu pudesse fazer para mudar a situação.
Ir até o hospital e oferecer meu apoio moral? Talvez. Contudo, tanto meu amigo como a sua esposa tinham famílias numerosas.
Sem dúvida, eles estariam rodeados de familiares e de muitos amigos a lhes oferecer apoio e conforto, acontecesse o que fosse.
A única coisa que eu iria fazer no hospital era atrapalhar. Decidi que iria para minha casa.
Quando dei a partida no carro, percebi que o meu amigo havia deixado o seu veículo aberto. E com as chaves na ignição, estacionado junto às quadras de tênis.
Decidi, então, fechar o seu carro e levar as chaves até o hospital.
Como imaginara, a sala de espera estava repleta de familiares. Entrei sem fazer ruído e fiquei parado à porta.
Não sabia se deveria entregar as chaves, conversar com meu amigo...
Nisso, um médico chegou, se aproximou do casal e comunicou a morte do bebê.  Eles se abraçaram, chorando.
O médico lhes perguntou se desejariam ficar alguns instantes com a criança.
Eles ficaram de pé e se encaminharam para a porta. Ao me ver, aquela mãe me abraçou e começou a chorar.
Meu amigo se refugiou em meus braços e me disse: "muito obrigado por estar aqui!"
Durante o resto da manhã, fiquei sentado na sala de emergências do hospital, vendo meu amigo e sua esposa segurando seu bebê, e se despedindo dele.
Isso foi o mais importante que já fiz na minha vida!" 

segunda-feira, 20 de julho de 2015

Depressão: o que fazer quando paciente não responde bem à medicação? | Minha Vida

Quem já sofreu com a doença sabe que depressão não é só tristeza. Sintomas como irritabilidade, problemas no sono e dores pelo corpo são característicos de quem luta contra o problema. Na maioria dos casos, o tratamento para depressão pede não só a terapia, mas também o uso de medicamentos, que auxiliam na melhora mais rápida do paciente. Existem, no entanto, aquelas pessoas que não conseguem a cura total do problema, a continuam apresentando sintomas mesmo com o tratamento muito bem feito - essas pessoas possuem a chamada depressão refratária. "Por definição, a depressão refratária acontece quando o paciente não responde da forma esperada após ter feito tratamento com pelo menos dois medicamentos de classes diferentes usados em dose eficaz e por tempo adequado", afirma o psiquiatra Kalil Duailibi, de São Paulo. "É quando a pessoa não melhorou apesar de ter feito tudo certo", completa. Tire suas dúvidas sobre depressão refratária e entenda qual o melhor tratamento nesses casos: