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segunda-feira, 5 de dezembro de 2011

Perda do sentido do olfato pode preceder ParkinsonPerda do sentido do olfato pode preceder Parkinson

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Pesquisadores da Áustria publicaram recentemente suas pesquisas sobre a relação da perda olfativa e a doença de Parkinson no Journal of  Neurology. Neste estudo quatorze indivíduos com doença de Parkinson em estágio inicial foram comparados com indivíduos saudáveis da mesma idade e sexo 

Os sujeitos completaram o University of Pennsylvania Smell Identification Test (UPSIT). Este teste utiliza uma série opções para avaliar o capacidade de sentir odores. Os casos e os controles, em seguida, foram submetidos a ressonância magnética de várias áreas do cérebro, incluindo a substância nigra (conhecido por ser uma região de disfunção no Parkinson) e a estrutura olfativa. A técnica usada na ressonância magnética centrou-se na estrutura da substância branca e na sua função.
O teste de função UPSIT mostrou perda total da capacidade de identificar cheiros ou prejuízo acentuado em função do cheiro nas pessoas com Parkinson. O estudo da ressonância encontrou várias medidas na região substantia nigra que distinguiram o grupo de doença de Parkinson do grupo controle.
Os autores observaram que a perda de sentido do olfato pode preceder a doença clínica de Parkinson de dois a cinco anos.
A partir desse resultado pode-se perceber que uma triagem de menor custo para avaliar a função olfativa é importante. No entanto, deve-se estar atento que em qualquer uso de um teste de cheiro para o rastreio são prováveis alguns resultados falsos negativos e falsos positivos. A magnitude destes erros no rastreamento na população geral é desconhecida. No entanto, uma maior exploração dos testes de cheiro com outros marcadores de início de Parkinson pode em breve dar mais ferramentas para os clínicos.
Fonte e foto: brainposts

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