
Seja bem vindo ao nosso blog esperamos contribuir para esclarecer duvidas e minimizar os aspectos stressantes da Doença de Parkinson. Nossa meta é agregar valores e integrar a família parkinsoniana do Brasil criando um grupo (chat) de amigos com problemas afins.Sabemos que a doença ainda não tem cura, mas a troca de informações ajuda no combate ao Mr. Parkinson e seguimos firme para uma Qualidade de Vida.
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sábado, 24 de maio de 2008
sexta-feira, 23 de maio de 2008

São Paulo, 23 de maio de 2008.
Ao
CORREIO BRAZILIENSE
B r a s í l i a (D.F.)
CÉLULAS TRONCO
Senhor Redator
O Presidente do STF marcou para a próxima quarta feira a retomada do julgamento sobre as pesquisas com células tronco. Os portadores das várias enfermidades esperam que sejam liberadas as pesquisas. Muitas das enfermidades que enfernizavam a humanidade, graças às pesquisas, hoje podem ser consideradas erradicadas, como tuberculose, febre amarela, sífilis e muitas outras. Proibir as pesquisas seria retroceder aos tempos de Galileu, a quem, muitos séculos depois, foram prestadas solenas desculpas. Pergunta-se: seria ético proibir pesquisas com embriões inviáveis, (inclusive por falta de útero humano),congelados há mais de 3 anos, como manda a lei e cujo destino seria fatalmente a lata do lixo, deixando na rua da amargura milhões de seres humanos? Confio na sensibilidade dos Senhores Ministros que certamente saberão manter a vigência da Lei de Biossegurança, de acordo com o princípio do fim social a que ela se destina, aprovada que foi pela maioria esmagadora do Congresso Nacional, depois de largamente debatida.
Com o apoio desse vibrante Órgão da Imprensa, esperamos ver muito brevemente o sorriso nos lábios no lugar das lágrimas até então derramadas por pessoas que se vêm despojadas de seu bem supremo – a Saúde.
Fica aqui nosso pleito para um breve desfecho para essa tormentosa pendência.
Nós que aqui estamos – ainda vivos – também esolhemos vida. Queremos viver e sobreviver!
Atenciosamente
ASSOCIAÇAO BRASIL PARKINSON
Samuel Grossmann - Presidente
quinta-feira, 22 de maio de 2008

SEJA OTIMISTA
Quem se encanta com a beleza de uma simples
pétala, sabe dar o valor às flores que encontra no
caminho.
A sensibilidade é uma ponte para
encontrar-se com Deus.
Se você é capaz de compreender que a beleza
está nas coisas mais simples do mundo, e nos
menores detalhes, então você saberá distinguir
o que realmente importa na vida.
Deus está em todos os lugares,
especialmente nas maravilhas que Ele criou.
Aqueles que se alegram com uma simples flor.
Merecem a felicidade de um
vasto e colorido jardim.
E você merece
todas as flores do mundo
(autor desconhecido)
Um bom, alegre e frutífero dia para você e família
quarta-feira, 21 de maio de 2008
VIAGEM AO CENTRO DE COMANDO DE UM DOENTE COM PARKINSON
O Destak acompanhou uma cirurgia que permitirá devolver a normalidade à vida de um doente, marcada pela diferença.
Carla Marina Mendes | cmendes@destak.pt
«Quero que conte até dez para ouvir a sua voz.»
O pedido do neurologista, firme, contrasta com a debilidade vocal da doente, um dos sintomas da doença de Parkinson, com que vive há dez anos. Deitada na mesa de operações, mantém os olhos fechados, quase que indiferente aos movimentos de médicos e enfermeiras que, com a ajuda de um conjunto de eléctrodos, lhe invadiram o cérebro em busca das lesões que lhe limitam a vida.
«Não adormeça.» Mário Rosa, um dos neurologistas de serviço no bloco, emprestado do Hospital Santa Maria, volta a pedir, em jeito de ordem. «É muito importante que a doente se mantenha acordada nesta fase da cirurgia», explica ao Destak. A anestesia, local apenas, evita o sono e impede as dores, poucas, segundo os médicos, já que «nem o osso ou o cérebro doem».
Mais de 150 doentes com Parkinson já foram submetidos, em Portugal, a uma cirurgia que lhes garante a redução dos sintomas mais severos, como os tremores, rigidez ou lentidão nos movimentos.
«Trata-se de uma operação minimamente invasiva», explica António Gonçalves Ferreira, chefe da equipa. «Aquilo que se faz é um buraco, que não chega a meio centímetro, de cada lado do cérebro».
Por ele passam os cinco eléctrodos que vão descendo em direcção à lesão, fornecendo aos médicos a actividade cerebral, registada num computador.
Cabe aos médicos a tarefa de identificar a zona lesionada. Depois disso, retiram-se os eléctrodos, mantendo-se um deles que, posteriormente, será ligado a uma espécie de pacemaker, implantado por debaixo da pele, na zona da clavícula. É o pequeno aparelho que vai gerar um sinal eléctrico, estimulando a região cerebral e reduzindo a intensidade dos sintomas em 70%.
Um cérebro barulhento
Pouco depois das 11h30, cerca de duas horas após o início de uma cirurgia de nove horas, começam os registos. À frente do monitor, os neurologistas interpretam a informação fornecida pelos eléctrodos.
Por vezes, a imagem dá lugar ao som e, para além das vozes dos médicos, o silêncio da sala é quebrado por um barulho semelhante ao da 'chuva', o mesmo é dizer, estática da televisão.
A tarefa dos médicos vai apenas a meio. O trabalho repete-se, mas do lado oposto do cérebro. Depois, há ainda que implantar o aparelho. A alta é dada três a cinco dias após a maratona cirúrgica.
A cirurgia - Estimulação cerebral profunda, que reduz os sintomas.
Candidatos - Doentes que sofrem há mais anos.
Onde - Em Santa Maria, nos Capuchos em Lisboa, Sto. António e S. João, ambos no Porto
O Destak acompanhou uma cirurgia que permitirá devolver a normalidade à vida de um doente, marcada pela diferença.
Carla Marina Mendes | cmendes@destak.pt
«Quero que conte até dez para ouvir a sua voz.»
O pedido do neurologista, firme, contrasta com a debilidade vocal da doente, um dos sintomas da doença de Parkinson, com que vive há dez anos. Deitada na mesa de operações, mantém os olhos fechados, quase que indiferente aos movimentos de médicos e enfermeiras que, com a ajuda de um conjunto de eléctrodos, lhe invadiram o cérebro em busca das lesões que lhe limitam a vida.
«Não adormeça.» Mário Rosa, um dos neurologistas de serviço no bloco, emprestado do Hospital Santa Maria, volta a pedir, em jeito de ordem. «É muito importante que a doente se mantenha acordada nesta fase da cirurgia», explica ao Destak. A anestesia, local apenas, evita o sono e impede as dores, poucas, segundo os médicos, já que «nem o osso ou o cérebro doem».
Mais de 150 doentes com Parkinson já foram submetidos, em Portugal, a uma cirurgia que lhes garante a redução dos sintomas mais severos, como os tremores, rigidez ou lentidão nos movimentos.
«Trata-se de uma operação minimamente invasiva», explica António Gonçalves Ferreira, chefe da equipa. «Aquilo que se faz é um buraco, que não chega a meio centímetro, de cada lado do cérebro».
Por ele passam os cinco eléctrodos que vão descendo em direcção à lesão, fornecendo aos médicos a actividade cerebral, registada num computador.
Cabe aos médicos a tarefa de identificar a zona lesionada. Depois disso, retiram-se os eléctrodos, mantendo-se um deles que, posteriormente, será ligado a uma espécie de pacemaker, implantado por debaixo da pele, na zona da clavícula. É o pequeno aparelho que vai gerar um sinal eléctrico, estimulando a região cerebral e reduzindo a intensidade dos sintomas em 70%.
Um cérebro barulhento
Pouco depois das 11h30, cerca de duas horas após o início de uma cirurgia de nove horas, começam os registos. À frente do monitor, os neurologistas interpretam a informação fornecida pelos eléctrodos.
Por vezes, a imagem dá lugar ao som e, para além das vozes dos médicos, o silêncio da sala é quebrado por um barulho semelhante ao da 'chuva', o mesmo é dizer, estática da televisão.
A tarefa dos médicos vai apenas a meio. O trabalho repete-se, mas do lado oposto do cérebro. Depois, há ainda que implantar o aparelho. A alta é dada três a cinco dias após a maratona cirúrgica.
A cirurgia - Estimulação cerebral profunda, que reduz os sintomas.
Candidatos - Doentes que sofrem há mais anos.
Onde - Em Santa Maria, nos Capuchos em Lisboa, Sto. António e S. João, ambos no Porto
domingo, 18 de maio de 2008
Estudo com célula embrionária ganha apoio de Conselho de Saúde
SÃO PAULO (Reuters) - Mesmo parado desde o início de março no Supremo Tribunal Federal (STF), o julgamento que decidirá o futuro das pesquisas com células-tronco embrionárias no país ganhou novo capítulo nesta quinta-feira, com o apoio declarado pelo Conselho Nacional de Saúde.
Dos 39 conselheiros que participaram da decisão, 38 manifestaram-se favoravelmente às pesquisas. O único voto contrário foi o da médica Zilda Arns, que representa a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) no órgão.
Dos 39 conselheiros que participaram da decisão, 38 manifestaram-se favoravelmente às pesquisas. O único voto contrário foi o da médica Zilda Arns, que representa a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) no órgão.

"Buenos Aires, 18 de mayo de 2008
Queridos amigos! a muchas cosas juntas o un tiempo sin noticias! pero bienvenidas cuando son buenas! mañana lunes 19 a las 9:00 horas y el día jueves próximo 22 a las 19:00 horas me podrán ver por Internet en un reportaje hecho en el día e ayer. Toque todos los demás que creo de interés general. Les pido comentarios criticas todo lo que realmente sea para mejorar y difundir mejor la EP. La dirección de la radio es www.lanuevaradioargentina.unlugar.com
El día miércoles 28 del corriente, a las 18:30 en Perú 272 Manzana de las Luces, hacemos otra charla sobre Parkinson. Estará presente el cuerpo de profesionales de ACEPAR donde se responderán todas las preguntas que deseen, eso si que no sean PERSONALES POR FAVOR!
Por último el día 30 de Junio a las 18,30 horas en el Salón Illia del palacio Legislativo, se hará la presentación del libro ASÍ LO VIVIMOS MEMORIAS, NARRACIONES Y TESTIMONIOS DE PERSONAS CON PARKINSON.
Lo pueden ver desde ya las tapas en www.mvcomunicacion.com también se compra a través del editor.
Para la charla como siempre la entrada es libre y gratuita cupo reducido, con lo cual se pide por favor que nos llamen o envíen e mail avisando que asistirán a la charla.
4 393 9422 4 582 4598
parkinson@fibertel.com.ar
info@parkinsonargentina.org.ar
CUando se acerque mas la fecha de la presentación del libro tendré mas precisiones, si sé que también van a tener que confirmar la presencia ya que el salón es grande pero no demasiado. Por otro lado en general la gente quiere asistir por lo que significa este esfuerzo y además que pocas veces hay oportunidad de asistir a algún evento en el Congreso y en ese tipo de salones.
Ya saben que ACEPAR trabaja por y para las personas con Parkinson y sus familiares, no duden en llamar y venir a nuestras reuniones, rehabilitación y diversión.
Cariños para todos
Sarita Sidoti"
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