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Seja bem vindo ao nosso blog esperamos contribuir para esclarecer duvidas e minimizar os aspectos stressantes da Doença de Parkinson. Nossa meta é agregar valores e integrar a família parkinsoniana do Brasil criando um grupo (chat) de amigos com problemas afins.Sabemos que a doença ainda não tem cura, mas a troca de informações ajuda no combate ao Mr. Parkinson e seguimos firme para uma Qualidade de Vida.
O estudo, divulgado no último sábado (24), foi coordenado pelo neurocientista do Instituto de Ciências Biomédicas da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), Stevens Rehen e pelo biomédico do Instituto Nacional do Câncer (Inca), Martin Bonamino.
Durante a pesquisa foram retiradas células de rim humano e reprogramadas com o auxílio de um vírus produzido pelo Inca. Com o domínio dessa técnica, o Brasil garante o desenvolvimento de estudos inéditos na cura de doenças como Parkinson, esquizofrenia e Síndrome de Down.
Financiando pesquisas como essa, o país passa a ser o quinto na produção de células-tronco pluripotentes induzidas, ficando atrás somente do Japão, Estados Unidos, Alemanha e China.
O investimento do ministério em 2009 será de R$ 3 milhões para a continuidade da pesquisa. Rehen ressaltou a importância do financiamento para a descoberta.
“O financiamento do Ministério foi crucial. Com a primeira chamada para pesquisas na área de terapia celular, puderam ser adquiridos vários equipamentos de laboratório, reagentes, além de investimentos na montagem de equipe”, disse o neurocientista.
Com o objetivo de estimular o uso da técnica por outros laboratórios, os pesquisadores publicaram a metodologia utilizada no site da UFRJ.
Fonte : Correio
Porto, 29 Jan (lusa) - O Hospital de S. João, no Porto, anunciou hoje que efectuou com êxito, e pela primeira vez em Portugal, a aplicação de estimulação cerebral profunda em doentes com dor intensa e crónica.
A equipa liderada pelo professor Rui Vaz, director do Serviço de Neurocirurgia da unidade de saúde, operou terça-feira os dois primeiros doentes, ambos vítimas de acidentes de viação graves que lhes provocaram lesões do tecido nervoso, com paralisia e dor violenta, num braço.
Hoje, em declarações à Lusa, o neurocirurgião Rui Vaz explicou que este novo tratamento cirúrgico é essencialmente direccionado a doentes com lesões do tecido nervoso, amputados ou vítimas de acidente vascular cerebral.
Fonte : Noticias