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domingo, 28 de março de 2010

É dor de cabeça ou coisa pior?

Lá vem de novo a dor - aquele latejamento que você já conhece tão bem martelando em suas têmporas ou na base do crânio. Mais que depressa você engole um analgésico, que comprou sem receita médica, pensa positivamente e continua suas tarefas diárias. Afinal de contas é apenas uma dor de cabeça, não é mesmo?

Não necessariamente. Pode ser uma enxaqueca, uma condição potencialmente grave que acomete mais de 20 milhões de brasileiros. Mas eu não tenho enxaqueca, você pensa. Não esteja tão certo disso. Mais de 50% das pessoas que sofrem com o problema nunca receberam esse diagnóstico. "Existe mesmo uma certa confusão", explica o Dr. Jano de Souza, presidente da Sociedade Brasileira de Cefaléia (SBCe). "Muitos pensam que a dor de cabeça que sentem é causada por tensão muscular ou por sinusite, mas cerca de 60% a 70% das pessoas que procuram o médico com dor de cabeça sofrem de enxaqueca."

O ABC da dor

Quase todo mundo sente dor de cabeça; às vezes desde a infância. Um estudo do Ambulatório de Cefaléia do Hospital das Clínicas, da Universidade Federal de Pernambuco, coordenado pelo Prof. Wilson Farias e publicado na revista Migrâneas e Cefaléias da SBCe, constatou que 93,6% dos homens e 97,3% das mulheres já sentiram dor de cabeça pelo menos uma vez. "Os dados se aplicam a todo o país", afirma o Dr. Silva Néto, diretor da Neurocentro, clínica de tratamento da dor de cabeça, em Teresina (PI), e professor de neurologia na Universidade Estadual do Piauí. Essa dor é um dos dez principais motivos de homens e mulheres procurarem o médico. Qualquer coisa - do que você come a uma simples mudança na rotina (ver quadro na página 88) - pode desencadear um episódio de dor de cabeça.(...) segue

Fonte : Revista Seleções

Globo News faz homenagem à vida e obra de Chico Xavier

Não perca três programas especiais sobre o médium mais importante do Brasil no especial ‘Chico Xavier – entre o enigma e a fé’.

BOM DIA FELIZ DOMINGO!!!



Tudo passa...

Todas as coisas na Terra passam.
Os dias de dificuldade passarão...
Passarão, também, os dias de amargura e solidão.

As dores e as lágrimas passarão.
As frustrações que nos fazem chorar... Um dia passarão.

A saudade do ser querido que está longe, passará.

Os dias de tristeza...
Dias de felicidade...
São lições necessárias que, na Terra, passam, deixando no espírito imortal
as experiências acumuladas.

Se, hoje, para nós, é um desses dias,
repleto de amargura, paremos um instante.
Elevemos o pensamento ao Alto
e busquemos a voz suave da Mãe amorosa,
a nos dizer carinhosamente: 'isto também passará'

E guardemos a certeza pelas próprias dificuldades já superadas que não há mal que dure para sempre,
semelhante a enorme embarcação que, às vezes, parece que vai soçobrar diante das turbulências de gigantescas ondas.

Mas isso também passará porque Jesus está no leme dessa Nau
e segue com o olhar sereno de quem guarda a certeza de que a
agitação faz parte do roteiro evolutivo da Humanidade
e que um dia também passará.

Ele sabe que a Terra chegará a porto seguro
porque essa é a sua destinação.

Assim, façamos a nossa parte o melhor que pudermos,
sem esmorecimento e confiemos em Deus,
aproveitando cada segundo, cada minuto que, por certo, também passará.

Tudo passa...
exceto Deus.

Deus é o suficiente!

Chico pegou carona na Epístola de Paulo aos Coríntios: 'Tudo passa'. E escreveu uma das páginas mais sábias da literatura humana.

Um texto que se aproveita a todas as religiões, a merecer reflexão profunda em face dos dias difícieis por que atravessa a Humanidade.

Uma página de amor e esperança para os aflitos.

sábado, 27 de março de 2010

Remédio que 'cura' câncer ainda está longe das farmácias, diz pesquisadora

Cientistas descobriram como desativar gene que reproduz células tumorais.
Mas ainda há longo caminho para transformar achado em remédio.

Iberê Thenório Do G1, em São Paulo

Na última semana, cientistas da Harvard Medical School, nos EUA, mostraram ao mundo que encontraram o caminho para envelhecer e matar células do câncer apenas com a desativação de um gene – sem o uso de remédios fortes, como quimioterápicos, evitando efeitos colaterais já tão conhecidos no tratamento de tumores.

A pesquisa, feita em camundongos e em estágio inicial em humanos, trouxe ansiedade para a uma possível cura do câncer, mas especialistas explicam que não é tão simples fazer uma descoberta se transformar em remédios.

Foto: Instituto Nacional do Câncer dos EUA

Imagem mostra como ocorre o processo da metástase, quando as células cancerígenas se reproduzem e se espalham pelo corpo, formando novos tumores. Com a desativação de um gene específico, cientistas conseguiram barrar a duplicação das células, impedindo a metástase e o agravamento da doença. (Foto: Instituto Nacional do Câncer dos EUA)

“É um processo de longo prazo. É bem provável que demore anos”, conta a bióloga brasileira Luciana Andrade, que pesquisa células cancerígenas em seu pós-doutorado na Universidade da Califórnia, em San Diego, nos EUA.

Segundo Andrade, a descoberta de Harvard é importante, pois os cientistas conseguiram descobrir um “ponto fraco” das células cancerígenas, e agora abrem caminho para possíveis remédios que agem exclusivamente contra os tumores, praticamente sem efeitos colaterais.

A bióloga adverte, contudo, que os testes foram feitos em animais, e apenas para o câncer de próstata. Em outros tipos de câncer, o efeito da desativação do gene Skp2, como foi feito em Harvard, poderia ter outro efeito. “Cada órgão do corpo humano pode originar um tumor diferente”, conta a pesquisadora.(...) segue

Fonte : G1 - ciência e saúde/cancer

BOM DIA E UM FELIZ SABADO!!!


"Se nós pudéssemos colocar uma legenda na frente de cada conjunto residencial,de cada cidade,de cada aldeia ,de cada metrópole,de cada grande capital do progresso humano,se nós pudéssemos e tivéssemos bastante autoridade para isso,escolheriamos aquela frase de nosso
SENHOR JESUS GRISTO

Quando ele nós disse:
AMAI-VOS UNS AOS OUTROS COMO EU VOS AMEI."

sexta-feira, 26 de março de 2010

Convivendo com o mal de Parkinson




Sex, 26 de Março de 2010 03:40
A palestra “Convivendo com o mal de Parkinson” será realizada no dia 8 de abril, em São Paulo. O evento é organizado pelo Centro de Dor e Neurocirurgia Funcional do Hospital 9 de Julho e reunirá profissionais de fonoaudiologia, fisioterapia e neurocirurgia. Além do panorama geral da doença, serão abordadas terapias especializadas para retardar ou mesmo curar alguns de seus sintomas mais debilitantes.
“Atividades físicas para o cotidiano”, “Exercícios de fonoterapia para auxílio da deglutição e fala” e “Técnica cirúrgica que cura os principais sintomas da doença, como os tremores e rigidez” serão alguns dos temas do evento.

O evento é gratuito e será realizado no anfiteatro do Hospital 9 de Julho, localizado na rua Engenheiro Monlevade, 118, 1º Andar – Ala A, Cerqueira César, na capital paulista.

Mais informações: www.centrodedor.com.br ou pelo telefone (11) 3539 -9902

Agência FAPESP

Médicos defendem cuidados paliativos em lugar da eutanásia em discussão na Câmara

O suicídio assistido não faz parte da legislação brasileira

Da Agência Brasil

Ao participar seminário sobre eutanásia na Comissão de Legislação Participativa da Câmara dos Deputados, médicos defenderam nesta quinta-feira (25) a discussão de cuidados paliativos para doentes graves em lugar da morte provocada pelo desligamento de aparelhos.

Para o oncologista e representante da CNBB (Conferência Nacional dos Bispos do Brasil) Cícero Urban, a eutanásia é inconsistente com a atividade de médicos e enfermeiros. Ele destacou que, atualmente, os profissionais de saúde são reduzidos a técnicos e não refletem sobre as implicações sociais de suas práticas.

- Para o médico, o normal é o que corresponde a suas expectativas, não é tratar de doentes terminais, mas curar pacientes. Do ponto de vista técnico, não estamos com a competência para tratar do sofrimento e da terminalidade, disse, ao lembrar que ainda não há uma cultura de cuidados paliativos no Brasil.

- Um país como o nosso necessita cuidar de seus pacientes terminais e não eliminá-los, completou.

Dados apresentados durante o encontro indicam que cerca de mil pacientes são submetidos à eutanásia todos os anos na Holanda, país onde a prática foi legalizada. Entretanto, apenas 300 desses casos estão em total concordância com a lei – na maioria das vezes, ocorre a chamada eutanásia involuntária, quando não há o consentimento do paciente.

O representante da Associação Médica Brasileira Elias Fernando Miziara também defendeu que os cuidados paliativos sejam o norte das preocupações dos profissionais de saúde e do Congresso Nacional. Ele lembrou que a eutanásia é um conceito que surgiu apenas a partir do século 20, já que anteriormente não havia condições médicas para a manutenção da vida além dos limites da natureza.

- Antes, a morte era vista como uma consequência. Com o avanço da tecnologia é introduzida a eutanásia e se perde a noção de que a morte é parte integrante da própria vida, disse.

- O suicídio assistido e a eutanásia não fazem parte da legislação brasileira e não é sobre isso que vamos nos posicionar a favor, mas evitar o sofrimento da família, do médico e do próprio paciente, completou. (...) segue

Fonte : R7 - noticias/saúde