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terça-feira, 19 de agosto de 2014

Depressão: Trate da causa, em vez dos sintomas


Mais de 20 pesquisas mostram importantes reduções na depressão com a MT.
Porque a Meditação Transcendental (MT) funciona
1. O estresse é a causa básica da depressão. Quando estamos estressados o cérebro reduz a produção de serotonina, o “hormônio da felicidade”. Nós literalmente perdemos nossa felicidade interior. Frequentemente a depressão surge como resultado de estresse crônico ou mesmo estresse traumático. A medicação anti-depressiva tenta regular a serotonina, mas isto vai apenas tratar os sintomas, não a causa.
2. O estresse é neutralizado pelo repouso. O repouso permite a nosso corpo relaxar tensões. Infelizmente o repouso durante o sono não é profundo o suficiente para neutralizar estresses profundamente enraizados. Os estresses se acumulam durante a vida, resultando em depressão e doença.
3. O repouso durante a MT é muito mais profundo que no sonoA Meditação Transcendental cria um estado de consciência único que, de acordo com extensa pesquisa científica, coincide com um estado de repouso muito mais profundo que o sono (ver abaixo). Ao mesmo tempo este estado de consciência coincide com uma crescente produção de serotonina, de uma forma completamente natural.
4. Remova a causa, e os sintomas desaparecem.Este repouso profundo permite ao corpo remover até os estresses mais profundamente enraizados, e isto já nas primeiras semanas de prática. Isto tem um efeito marcante sobre a depressão (ver abaixo).

BOM DIA AMIGOS DO BLOG - Como sobrevivemos?


Como sobrevivemos?
Olhando para trás, é duro crer que estejamos vivos até hoje. Nós viajávamos em carros sem cintos de segurança ou air bag. Não tivemos nenhuma tampa à prova de crianças em vidros de remédios, portas, ou armários e andávamos de bicicleta sem capacete, sem contar que
pedíamos carona.

Bebíamos água direto da mangueira e nos riachos, e não da garrafa, em copos descartáveis. Nós gastamos horas construindo nossos carrinhos de rolimã para descer ladeira abaixo, e só então descobríamos que tínhamos esquecido dos freios. Depois de colidir com algumas árvores, aprendemos a resolver o problema.

Saíamos de casa pela manhã e brincávamos o dia inteiro, só voltando quando se acendiam as luzes da rua. Ninguém podia nos localizar.
Não havia telefone celular.

Nós quebramos ossos e dentes, e não havia nenhuma lei para punir os culpados. Eram acidentes. Ninguém para culpar e processar, só a nós mesmos.

Nós tivemos brigas e esmurramos uns aos outros e aprendemos a superar isto. A amizade continuava a mesma...

Nós comemos doces e bebemos refrigerantes, mas não éramos obesos. Estávamos sempre ao ar livre, correndo e brincando. Compartilhamos garrafas de refrigerante, e ninguém morreu por causa disso. Não tivemos Playstations, Nintendo 64, vídeo games, 99 canais a cabo, filmes em vídeo, soundsurround, celular, computadores ou Internet.

Nós tivemos amigos. Nós saíamos, e os encontrávamos. Íamos de bicicleta ou caminhávamos até a casa deles e batíamos à porta. Imagine tal coisa! Sem pedir permissão aos pais... por nós mesmos! Lá fora, no mundo cruel! Sem nenhum responsável! Como fizemos isso?

Nós corremos, brincamos e inventamos jogos com varas e bolas improvisadas, apanhamos do chão e comemos frutas caídas e, embora nos tenham dito que aconteceria, nunca passamos mal, tivemos dor-de-barriga para sempre, ou uma contaminação fatal!

Nos jogos da escola, nem todo o mundo fazia parte do time. Os que não fizeram, tiveram que aprender a lidar com a frustração...

Alguns estudantes não eram tão inteligentes quanto os outros. Eles repetiam o ano... Que horror! Não inventavam testes extras nem aprovação automática. Éramos responsáveis por nossas ações e arcávamos com as conseqüências. Não havia ninguém que pudesse resolver por nós. A idéia de um pai nos protegendo, se desrespeitássemos alguma lei, era inadmissível! Nossos pais protegiam mais as leis do que a nós! Imagine!

Nossa geração produziu alguns dos melhores enfrentadores de risco, negociadores de soluções, criadores e inventores! Os últimos 40 anos foram uma explosão descomunal de inovações e novas idéias. Foi o resplendor da criatividade humana... Foi a verdadeira Renascença da humanidade! Tivemos liberdade, fracasso, sucesso, responsabilidade, histórias pra contar e aprendemos a lidar com tudo isso... a VIVER, enfim!

Se você é um deles. Parabéns!
Sorte dos que tiveram oportunidade de crescer como crianças...
 

segunda-feira, 18 de agosto de 2014

BOA TARDE AMIGOS DO BLOG - A LIÇÃO DOS GANSOS!!

O medo do futuro e o problema da indução | HypeScience

Medo do futuro?
Como vimos em nosso artigo “O Particular e o Geral” o problema da indução é uma das questões filosóficas mais medulares na construção do método científico e parte do que questionamento base se o raciocínio indutivo, ou seja, uma generalização levaria ao conhecimento.
Talvez você esteja se perguntando, afinal o que isso tem a ver com o medo do futuro.
Recordamos aqui que uma generalização, do ponto de vista científico, fundamenta-se em argumento não dedutivo caracterizado por apresentar uma conclusão invariavelmente mais geral do que as premissas.
Podemos então afirmar que o problema da indução se fundamenta – pelo menos em parte – por estabelecer uma conclusão sobre todos a partir da observação do comportamento de alguns.
Por exemplo:
Se os animais que observamos que possuem bicos são aves podemos afirmar que todas as aves são caracterizadas por possuírem bico.Pela observação de algumas aves, estabelecemos uma característica geral para todas as aves.
Evidentemente a descoberta do ornitorrinco derrubou tal generalização e demonstra aqui a fragilidade desse aspecto do pensamento indutivo.
Assim, mais uma vez, chamamos atenção aqui para o perigo que é a generalização. Tão usada pelo senso comum, e como já dissemos aqui tantas vezes, é um dos motores mais famigerado do preconceito e que faz que queiramos sempre condenar a todos pelo mau comportamento de alguns.
Mas, existe outro perigo na indução, que talvez possamos relacionar com o tão propalado medo do futuro.
O pensamento indutivo também estabelece pressupostos da avaliação dos eventos no tempo e pressupõe que uma sequência de eventos se dará no futuro da mesma forma que ocorreu no passado.
Por exemplo:
O sol sempre nasce do leste e se põe no oeste. Isso ocorreu no passado e continuará a ocorrer da mesma forma no futuro. Nesse caminho torna-se possível afirmar, por inferência indutiva, que o passado age como um confiável guia do futuro.
Fonte : O medo do futuro e o problema da indução | HypeScience

BOM DIA AMIGOS DO BLOG - NA ÂNSIA DE VIVER!!!


NA ÂNSIA DE VIVER

Na ânsia de viver, cometi muitos erros, apaixonei-me por pessoas erradas, sofri demais por paixões irresponsáveis, fiz algumas pessoas sofrerem, me atrapalhei em diversos momentos, fiz cursos que detestei, promessas que não cumpri, me aproximei de pessoas que prefiro nem lembrar...

Na ânsia de viver experimentei fugas fui tentado por drogas diversas, remédios e calmantes que imitavam o sono, mas que não traziam a paz que eu esperava.
Busquei a felicidade nos bens materiais, conquistei alguns, estou buscando outros, mas não encontrei a serenidade...

Hoje me acalmo e experimento a vida, saboreio os sabores delicados do tempo, vivendo cada minuto com alegria perene, na certeza de que a vida é eterna sementeira, onde planto amor, recolho sorrisos, abraços, onde planto amizade, recolho gratidão, onde planto certezas, recolho esperanças, e onde planto a fé recebo luz, e sinto a doce presença de quem me completou: Jesus.

"Que você se encontre e se complete nessa Luz, que Jesus seja mais do que um nome na aflição mas certeza, caminho, verdade e vida no seu coração"
Paulo Roberto Gaefke


domingo, 17 de agosto de 2014

Pratique Exercício físico com a ajuda do youtube! | Vida de Qualidade

Com o avanço da tecnologia, os meios digitais têm sido cada vez mais utilizados no nosso dia a dia.
Um exemplo deles, é o youtube, um site que permite aos seus usuários compartilharem os seus vídeos e visualizar os vídeos compartilhados por pessoas de todo o mundo.
Há diversas categorias de vídeos, música, esportes, notícias, desenhos, filmes, destaques… Enfim, é uma quantidade verdadeiramente enorme de informações.
Dentre esses vídeos podemos encontrar vários a respeito de exercícios físicos.
E já que vivemos nessa era de modernidades, porque não tirar proveito delas?
Assim, podemos fazer diversos exercícios físicos com um “instrutor digital”, ficando mais fácil de corrigir alguns movimentos, uma vez que veremos por completo a execução dos exercícios. Podemos também fazer da nossa casa a nossa academia, basta se programar da maneira mais adequada.
Fonte : Pratique Exercício físico com a ajuda do youtube! | Vida de Qualidade

BOM DIA AMIGOS DO BLOG - Expressão verbal das emoções!!!


Expressão verbal das emoções


Diferentemente dos animais, nós dispomos de uma forma de expressar o que vai na nossa alma: as palavras. É óbvio que, sendo a emoção um fenômeno com importante componente corporal, as palavras por si só não bastam para comunicá-las. Mas certamente são auxiliares valiosos.

Mas, infelizmente, somos condicionados, desde cedo, a não falar sobre o que sentimos, principalmente se esse sentimento for percebido como algo que nos inferioriza. Tudo pode estar minado por dentro, mas deve-se fazer todo o esforço do mundo para se exibir uma fachada de normalidade.

Confessar medos e fraquezas é visto como perigoso para o prestígio pessoal e pode parecer um sinal de insegurança. Paradoxalmente, são justamente as pessoas mais seguras e confiantes que têm menor receio de confessar seus temores e falhas.
Uma das mais antigas descobertas da humanidade indica que o ato de confessar o que sentimos é bom para o corpo e para a alma.

A tristeza compartilhada e a dor revelada diminuem as tensões geradas pela angústia e pelas perdas. Mas a importância e o benefício de falar sobre os sentimentos não se restringe apenas à dor. É necessário também externar e compartilhar as coisas boas.

Enfim, a questão é que a repressão das emoções e de sua expressão verbal não pode ser seletiva; deve-se “pôr para fora” todos os sentimentos; falar o que realmente se sente, reagir, sentir e externar afeto ou mágoa.
Se a emoção não se libera, agarra-se aos órgãos, perturbando seu funcionamento. O desgosto que se pode exprimir por gemidos e lágrimas é rapidamente esquecido; já o sofrimento mudo remói incessantemente o coração e termina por abatê-lo. (Dr. Marco Aurélio Dias da Silva, no livro "Quem ama não adoece")