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sábado, 18 de julho de 2015

Doença de Parkinson | Dr. Drauzio Varella

João Carlos Papaterra Limongi é médico neurologista, professor na Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo e autor do livro "Conhecendo melhor a doença de Parkinson".A+a-Imprimir
Em 1817, James Parkinson descreveu pela primeira vez uma doença neurológica que compromete os movimentos e que acabou sendo conhecida pelo nome de doença de Parkinson. Apesar de já fazer muito tempo que isso aconteceu, os leigos continuam associando essa enfermidade apenas à imagem de pessoas de mais idade que tremem muito. No entanto, além de tremores, a pessoa com Parkinson apresenta outros sintomas como lentificação dos movimentos, rigidez muscular e alterações na fala e na escrita.
A evolução natural da doença que ocorria antigamente sem que nada se pudesse fazer para interferir no processo, hoje não faz mais sentido. Tratamentos modernos aliviam os sintomas, controlam a evolução da doença e permitem manter os doentes em atividade, gozando de boa qualidade de vida.
PRINCIPAIS SINTOMAS
Drauzio – Quais são os sintomas que caracterizam a doença de Parkinson?
João Carlos Papaterra Limongi – Os sintomas da doença de Parkinson não são iguais em todos os pacientes. Em geral, no início, eles se apresentam de maneira lenta e insidiosa, quase tão imperceptível que fica difícil para o portador da doença, quando vai ao médico, precisar a época em que os sintomas apareceram pela primeira vez.
Entre todos, porém, o tremor é o sinal mais frequente e que mais chama a atenção. O curioso é que, embora seja o mais evidente, é o menos incapacitante. Às vezes, examinando uma pessoa com tremor intenso, verificamos que ela ainda é capaz de fazer muitas coisas na vida.
O tremor da doença de Parkinson tem certas características. É o tremor de repouso que aparece, por exemplo, quando o paciente está com os braços parados, lendo jornal, e pode desaparecer rapidamente quando realiza um movimento voluntário qualquer.
Drauzio  Quer dizer que o tremor aparece quando a pessoa está quieta e distraída e desaparece quando ela faz um movimento ou executa um trabalho?

Exercícios de Alongamento Para Seus Pés

Exercícios de Alongamento Para Seus Pés

Há poucas coisas na vida que nos deixam mais mal-humorados do que dores nos pés. De acordo com David Riavi, fisioterapeuta que desenvolveu uma técnica de tratamento especial para ajudar a reabilitar atletas com lesões esportivas, a maioria das dores nos pés são causadas pela inatividade e falta de flexibilidade. David recomenda uma série de exercícios de alongamento que irão prevenir dores, bem como ajudar a prevenir problemas futuros. É altamente recomendável que você execute esses alongamentos uma vez por dia, a fim de livrar-se de pés doloridos de maneira permanente.


pés, exercícios
1. Alongamento na parte frontal dos pés
A principal área problemática no pé é o feixe plantar - um tecido conjuntivo denso que suporta o arco na parte inferior do pé. Este exercício impede que o enrijecimento do musculo, reduzindo assim, de forma significativa, a intensidade da dor.
  • Sente-se sobre os joelhos, como mostrado na foto (1), certificando-se de que seus calcanhares estejam sob sua pélvis e que a base do pé esteja esticada.
  • Mantenha as costas retas e apoie seu peso corporal nos pés, e não nos joelhos.
  • Lentamente, incline-se para trás em um breve ângulo, enquanto contrai os músculos do tronco (2), mantendo a curva nos pés para apoiar o seu corpo.
  • Mantenha esta posição por 30 segundos, faça uma pausa de um minuto e repita. Execute três repetições.
pés, exercícios
2. Alongamento do peito do pé
Este exercício vai melhorar a sua amplitude de movimento e concentrar-se nos músculos dos seus calcanhares. Isto é particularmente bom para pessoas que colocam muita pressão sobre essa área, tais como corredores ou quem caminha energicamente. Este exercício é semelhante ao do alongamento frontal, e podem ser realizados em sequência.
  • Sente-se sobre os joelhos, como mostrado na foto (1), certificando-se de que seus pés estão esticados para trás, com as solas voltadas para o teto.
  • Mantenha as costas retas e seu peso corporal sobre as panturrilhas, não seus joelhos.
  • Incline-se lentamente para trás em um ângulo pequeno, enquanto comprime os músculos do tronco (2), mantendo a curva nos pés para apoiar o seu corpo.
  • Mantenha-se nesta posição por 30 segundos, faça uma pausa de um minuto e repita. Execute três repetições.
pés, exercícios
3. Alongamento dos arcos
O arco do pé tem várias de terminações nervosas e pontos de pressão, o que o torna particularmente doloroso se os músculos se enrijecem. Apesar de ser uma parte relativamente pequena do pé, o tratamento é muito fácil usando uma bola de tênis ou qualquer outra coisa que não seja muito dura.
  • Tire os sapatos e coloque a bola de tênis sob as "almofadas" de seus pés. Aplique um pouco de pressão sobre a bola.
  • Role a bola para cima e para baixo do pé, a partir dos dedos até o calcanhar, ida e volta.
  • Role a bola sob as "almofadinhas" do seu pé.

BOM DIA AMIGOS E AMIGAS DO BLOGGER


É parece, mas não é. É mudanças climáticas a vista, os cientistas estão observando mudanças significativa e alterações nos ciclos do desenvolvimento de nossas florestas

Exercícios de Alongamento Para Seus Pés

sexta-feira, 17 de julho de 2015

Música clássica previne doenças neurodegenerativas como Parkinson e demência

Escutar música clássica pode salvar sua vida.
De acordo com um estudo divulgado nesta sexta por cientistas da Universidade de Helsinque, a música clássica ativa genes associados à atividade cerebral.
Para chegar a essa conclusão, os pesquisadores examinaram o sangue de 48 pessoas antes e depois de escutarem música.
A obra escolhida foi o Concerto para Violino n. 3, de Amadeus Wolfgang Mozart.
Após escutarem música, os genes envolvidos na secreção de dopamina, na aprendizagem e na memória foram mais ativados. Genes envolvidos na degeneração cerebral e do sistema imunológico foram suprimidos.
Segundo os pesquisadores, isso reduz o risco de contrair doenças neurodegenerativas como a Doença de Parkinson e a demência.
Fonte : Música clássica previne doenças neurodegenerativas como Parkinson e demência

Google trabalha em relógio inteligente para uso médico | Tecnoblog

Assim, na primeira olhada, parece um smartwatch sem graça. Mas o dispositivo que você vê na foto não está sendo desenvolvido para concorrer com o Apple Watch ou qualquer outro relógio inteligente. Trata-se de um wearable que o Google está criando para monitorar pessoas enfermas ou auxiliar em testes clínicos.
O projeto está sendo tocado pelo Google X, mesmo laboratório que criou as lentes de contato que medem glicose e conduz uma pesquisa que visa auxiliar na detecção precoce do câncer.
A novidade, que ainda nem tem nome oficial, possui sensores que permitem monitorar batimentos cardíacos, temperatura corporal e por aí vai.
Mas logo vem a pergunta: qual a necessidade disso se temos smartwatches e afins que disponibilizam quase as mesmas informações? Segundo Andy Conrad, chefe do time de ciências da vida do Google X, os dispositivos vestíveis disponíveis comercialmente não são suficientemente rigorosos para fins de pesquisa (e, presumivelmente, acompanhamento médico).
Não é que esses produtos sejam ruins. Uma série de fatores pode influenciar no monitoramento. A medição de batimentos cardíacos, por exemplo, normalmente é feita a partir de um feixe infravermelho que detecta as mudanças no fluxo de sangue. Costuma funcionar bem, o problema é que músculos, tendões, ossos e outras estruturas podem interferir no fluxo que passa pela região monitorada.

Fonte : Google trabalha em relógio inteligente para uso médico | Tecnoblog

BOA TARDE AMIGOS E AMIGAS DO BLOG - A AUTO-IMAGEM QUE VOCÊ TEM AGORA!!!