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sábado, 21 de fevereiro de 2009

Estilo de vida pouco saudável dobra risco de derrame, sugere estudo

Pesquisadores associam alimentação, consumo de álcool e fumo a chance de sofrer problema.

Um estudo liderado pela Universidade de East Anglia, na Grã-Bretanha, sugere que a adoção de um estilo de vida pouco saudável pode mais do que dobrar o risco de derrame.

Hábitos como fumar, consumir bebidas alcoólicas, fazer poucos exercícios e comer poucas frutas e verduras podem contribuir para a ocorrência de um derrame, de acordo com os especialistas.

Eles analisaram questionários preenchidos por cerca de 20 mil pessoas, entre homens e mulheres de 40 a 79 anos, ao longo de 11 anos. Um total de 599 teve derrame nesse período.

Fonte : G1 Ciência e Saúde

Os pesquisadores deram pontos para cada "comportamento saudável" que cada participante adotava e verificaram a pontuação daqueles que sofreram um derrame

sexta-feira, 20 de fevereiro de 2009

Melanoma e Doença de Parkinson podem estar relacionados
Investigadores relataram que quando existem casos de melanoma na família também há a possibilidade de existir Doença de Parkinson.

Os investigadores descobriram que uma história familiar de melanoma parece estar relacionada com uma susceptibilidade genética para desenvolver a Doença de Parkinson.

O Dr. Xiang Gao, da Escola de Saúde Pública de Harvard, em Boston, referiu à Reuters Health que a co-ocorrência de Parkinson e melanoma tem sido relatada em diversos estudos, sendo que este estudo é o primeiro que demonstra que esta co-ocorrência pode dever-se a mecanismos genéticos comuns a estas duas doenças.

Fonte : Farmacia.com.pt


BE propõe apoio especial para esclerose lateral amiotrófica

Doença afecta 500 portugueses
O Bloco de Esquerda entregou uma proposta na Assembleia da República para que a Esclerose Lateral Amiotrófica integre a lista de doenças que beneficiam de protecção especial.

É uma patologia neurológica rara, de evolução rápida e dolorosa, ainda sem cura, que afecta cerca de 500 portugueses e que vitimou o cantor José Afonso.

Para o deputado João Semedo, responsável pela elaboração do projecto de lei, a integração a ELA numa lista que abrange já a doença dos pezinhos, o cancro, VIH/sida e esclerose múltipla, é “uma questão de justiça e igualdade”. E, atendendo ao número reduzido de casos, não implica um acréscimo de custos excessivo para o Estado.

O BE já conseguiu durante esta legislatura que os doentes de Alzheimer e Parkinson passassem a ter estes apoios. Mas, no caso da ELA, a proposta encurta os prazos da avaliação e decisão sobre cada caso para 60 dias, já que a evolução da doença é muito rápida (mais de 60% dos doentes só sobrevive entre dois a cinco anos).

As condições especiais de protecção social para estas doenças incluem uma pensão de invalidez e um complemento por dependência.

A ELA afecta essencialmente homens entre os 55 e os 65 anos e implica uma perda rápida dos movimentos, fala e deglutição. Como os músculos associados à respiração acabam por sucumbir, a causa de mortes destes doentes é habitualmente a falência respiratória.

Fonte : Correio da Manhã

Cientistas brasileiros descobrem número de neurônios em um cérebro.

Vídeo: http://video.globo.com/Videos/Player/Noticias/0,,GIM968697-7823-DESCOBERTA+PODE+MUDAR+TRATAMENTO+DE+DOENCAS+ASSOCIADAS+AO+CEREBRO,00.html


Uma boa notícia na área da saúde: cientistas brasileiros acabam de fazer uma descoberta que pode mudar, no futuro, o tratamento de doenças associadas ao cérebro.

Agora não há mais dúvida: temos 86 bilhões de neurônios em nosso cérebro. Até então a ciência achava que tínhamos 100 bilhões, mas era um número aproximado, sem comprovação. Os neurocientistas Suzana Herculano-Houzel e Roberto Lent, da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), estudaram cérebros sadios de homens entre 50 e 70 anos. Foram seis anos de pesquisas. Daí eles conseguiram pela primeira vez contar com precisão quantos neurônios temos.

“Essencialmente, é pegar uma região do cérebro, ou o cérebro todo, e dissolver as células do cérebro em detergente, por fricção mecânica. O resultado é que você desfaz as células e tem um volume de líquido que contém todos os núcleos de todas as células do cérebro”, explica a neurocientista Suzana Herculano-Houzel, do Instituto de Ciências Biomédicas (ICB) da Universidade Federal do Rio de Janeiro.

Maiorzinho

Os cientistas descobriram também que o nosso cérebro é maior do que o dos demais primatas, mas isso não significa que somos especiais. O número dos nossos neurônios é compatível com a dimensão cerebral que temos. Outra descoberta: 50% das células que estão na caixa craniana são neurônios, e não 10%, como pensavam os estudiosos.

O resultado dessa pesquisa abre um novo e importante caminho: agora os cientistas podem saber com mais facilidade se o envelhecimento natural, a doença de Alzheimer e o mal de Parkinson podem mudar o número de neurônios do cérebro. “Podemos contribuir com o número total de neurônios que um cérebro humano normal tem. Daí partimos para analisar cérebros humanos portadores de doenças como Alzheimer e Parkinson”, afirma o pesquisador Roberto Lent, do ICB-UFRJ.

Mas uma curiosidade continua sem resposta: a pesquisa foi feita em cérebros masculinos. E o das mulheres? “Isso ainda não sabemos. Em breve chegaremos lá”, diz a neurocientista Suzana Herculano-Houzel.

http://g1.globo.com/Noticias/Ciencia/0,,MUL1009269-5603,00-CIENTISTAS+BRASILEIROS+DESCOBREM+NUMERO+DE+NEURONIOS+EM+UM+CEREBRO.html

*TT

Equipe desenvolve aparelho de ressonância magnética mais confortável

Pesquisadores suíços modificaram ondas de rádio do sistema.
Além de ajudar pacientes claustrofóbicos, aparelho também é mais preciso.

Reinaldo José Lopes Do G1, em São Paulo

O desconfortável aperto no interior das máquinas de ressonância magnética podem estar com os dias contados. Uma equipe de pesquisadores suíços desenvolveu e testou uma nova forma de usar esse tipo de diagnóstico, que não só dá mais espaço para o pobre paciente como também pode ser até mais precisa, em certas circunstâncias.

Foto: David Brunner e Klaas Pruessmann/Divulgação
Imagem de ressonância obtida de cabeça e torso (Foto: David Brunner e Klaas Pruessmann/Divulgação)

Fonte : G1 - Ciência e Saúde

quinta-feira, 19 de fevereiro de 2009

Guia Prático

Quer contribuir para uma sociedade melhor? Comece a fazer sua parte agora.

Como posso ajudar?

Você pode se engajar em campanhas, promover ações individuais, se juntar a grupos comunitários ou participar de projetos públicos. Outra maneira é ser voluntário numa organização social. Por fim, você ajuda se doar sangue, dinheiro ou bens (abaixo damos sugestões de entidades e instituições sérias para essas doações).

Fonte : Projeto Generosidade 2008

Drogas para turbinar o cérebro


A revista Nature tem publicado uma série de correspondências sobre um assunto muito controverso: o uso de drogas para melhorar o desempenho cognitivo. Essas medicações poderiam ser usadas tanto por pessoas normais como para aquelas com problemas mentais. Quais são os pró-s e os contra? Trata-se de uma polêmica que interessa a todos nós. Para falar desse assunto entrevistei o doutor João Ricardo Oliveira que é neurogeneticista, professor e coordenador do ambulatório de saúde mental do hospital das Clínicas da Universidade Federal de Pernambuco e que participou deste debate publicado na revista Nature de janeiro.

Fonte : Veja - Genética - Mayana Zatz

Imagens cerebrais permitem a cientistas dizer o que a pessoa está lembrando

Exame discriminava imagem vista por voluntário alguns segundos atrás.
Pesquisa ajuda a entender como memórias visuais são criadas no cérebro.

Quando uma imagem que acabamos de ver -- seja um belo gol numa partida de futebol, uma cena chocante num telejornal ou um quadro bonito numa galeria de arte -- fica guardada na lembrança, é possível "resgatá-la" do cérebro, a partir de imagens de ressonância magnética.

A conclusão é de uma dupla de cientistas da Universidade Vanderbilt, nos EUA. Em estudo publicado online pelo periódico científico "Nature", eles usaram ressonância magnética funcional para "prever" qual imagem, de duas disponíveis, estava na lembrança dos participantes da pesquisa. A taxa de acerto foi superior a 80%.

Fonte : G1 Ciência e Saúde