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sábado, 14 de março de 2009

Doenças cerebrais são principal problema de saúde das sociedades modernas

As doenças cerebrais são o principal problema de saúde das sociedades modernas devido ao número crescente de pessoas afectadas directa ou indirectamente, através dos familiares dos pacientes, e à falta de curas para estas patologias.

Segundo João Malva, presidente da Sociedade Portuguesa de Neurociências, a tendência para o aumento da esperança de vida da população implica uma maior prevalência de doenças do cérebro, desde as neurodegenerativas, como Alzheimer, Parkinson e Huntington, aos acidentes vasculares cerebrais, tumores, epilepsias ou disfunções psiquiátricas várias, além de outras não directamente relacionadas com o envelhecimento, de foro genético ou traumático.

Fonte : Jornal de Notícias

sexta-feira, 13 de março de 2009

A construção da felicidade

Psicólogos estudam como as pessoas podem moldar o próprio bem-estar voltando a atenção aos marcadores somáticos e investindo nas “pequenas alegrias” – a despeito dos contratempos que inevitavelmente enfrentamos.

Às vezes, pequenos detalhes têm conseqüências de grande extensão. Por exemplo, eu devo à ausência de um coelho de chocolate o fato de não dirigir mais um Alfa Romeo. Explico: eu sempre fiquei satisfeita com o trabalho de um mecânico que trabalhava na oficina da Alfa Romeo. Um dia, soube que ele pedira demissão. “Por quê?”, perguntei, curiosa. “Mudou o proprietário da empresa e o clima não é mais o mesmo. As pessoas já não se sentem bem.”


Fonte : mEnte Cérebro

Barack Obama fala sobre fé e governo

Numa conversa com um importante líder religioso dos Estados Unidos, Rick Warren, o novo presidente americano fala sobre o bem e o mal, sobre um mundo melhor e os valores que irá utilizar no seu governo. Por Rick Warren

A seguir, trechos da entrevista realizado com o presidente americano Barack Obama pelo pastor Rick Warren, d Saddleback, em Lake Forest, Califórnia.


Fonte : Revista Seleções


Enxaqueca vai além das dores de cabeça

A proporção da doença é de um caso em homens para seis em mulheres. A dor pode começar de uma hora para outra. Estresse, cansaço, bebida alcoólica, depressão e, sobretudo, tensão menstrual intensificam o mal-estar. Especialista em cefaléia, o médico Abouch Krymchatowski afirma que a enxaqueca pode ter outros sintomas além da dor de cabeça.

“A dor de cabeça é uma das possíveis manifestações da enxaqueca, provavelmente a mais comum e a mais incapacitante. Mas há várias outras manifestações que não sugerem enxaqueca a não ser aos olhos de um médico especializado, como dormência em várias partes do corpo; dores abdominais, sobretudo nas crianças; crises de suor frio e de náuseas. Isso tudo manifesta enxaqueca e não necessariamente é acompanhado de dor de cabeça”, explica Abouch Krymchatowski.


Fonte : Bom Dia Brasil

A CULPA É TÃO INÚTIL COMO “ÁGUA EM PÓ”!



A informação constante é essencial para cuidadores, familiares e os próprios doentes de Parkinson, para identificar os sinais da doença e superar as dificuldades que vão aparecendo em sua rotina.
Há ainda muita gente que confunde a doença de Parkinson com a velhice. O doente de Parkinson pode continuar trabalhando, embora o faça com mais dificuldade.
Não é raro que devido aos problemas em conseguir realizar as tarefas sozinho, com o passar o tempo, o portador de DP, venha a entrar em depressão. A tendência é isolar-se. Mas é fundamental que o portador de DP continue com seu convívio social e familiar, que preserve as atividades que lhe dêem maior prazer e partilhe suas vivências com outras pessoas que se encontrem na mesma situação.
Muitas vezes o diagnóstico é difícil de ser feito, porque o portador de DP tem medo de falar sobre suas dificuldades, por desinformação, por vergonha ou culpa e por isso escondem durante muito tempo suas dificuldades e evitam falar sobre elas.
Realmente não é preciso sentir-se culpado ou ter vergonha. É importantíssimo ter informações corretas para combater as consequências adversas da sua doença; procurar o médico e cumprir com rigor as recomendações médicas. A evolução da doença dá-se de modo muito particular em cada caso. Mas é imprescindível atividades físicas, cuidados com a alimentação, orientação e avaliação profissional com fisioterapeuta, psicólogo, fonoaudiólogo, neurologista para determinar o tratamento e as necessidades de cada caso.



Algumas metas a serem traçadas:

- Conscientização da necessidade de operar profundas mudanças na condução da vida. “Dizer não ao isolamento”. É necessário auxiliar o portador de DP a manter sua autonomia e independência diante da sua nova situação.

- Do ponto de vista psicológico, é também importante participar em atividades que tragam prazer à vida. Os doentes de Parkinson têm muitas vezes sentimentos de vergonha e evitam contactos sociais. A casa torna-se seu “refúgio” de onde não querem sair, mas isso pode levar à evolução dos sintomas.

- Os portadores de DP podem contribuir muito para retardar o progresso da doença. A inatividade é um fator agravante da sua situação e é indispensável quebrar o isolamento, sendo muitas vezes o médico a única pessoa com quem conversa sobre a sua situação.

- A melhoria da qualidade de vida do DP depende não apenas dos medicamentos, mas também e muito da relação pessoal entre o doente e aqueles que o cercam, do apoio e aceitação que deles recebe.

- Para conviver com sr. Parkinson tem que se esforçar, mudando os hábitos de vida: aceitar a necessidade de medicação diária e constante, criar novos hábitos para incluir na rotina exercício físico, evitar álcool, cuidar mais da alimentação e marter hábitos saudáveis.

- Aceitar as limitações que surgem como não poder dirigir. Aceitar com naturalidade mudanças de hábitos na rotina e adaptar-se as limitações, sem revolta, sem medo, sem vergonha e sem culpa.

- Seguir sempre orientações profissionais. Nunca usar medicamentos sem prescrição do seu médico.

-Viver cada dia segundo as possibilidades. Envolver-se socialmente nas atividades sem apatia: caminhada, aulas de dança, pintura, artesanato, coral, natação, hidroginástica, alongamento...

- A Doença de Parkinson tem que ser assumida em família. A companhia da família é essencial para a estabilidade emocional e aumento da auto-estima. Compartilhar experiências com o portador de DP de modo compreensivo e encorajador contribui amplamente para que ele não se sinta desanimado, isolado e desamparado. Sentir-se amparado pela família facilita o enfrentamento da doença.

- As reuniões de grupo de ajuda mútua animam as pessoas. Em grupo pode-se sentir útil uns para com os outros. É uma demonstração de solidariedade entre as pessoas. Participar de grupos favorece a criação de novas amizades, afasta o isolamento. A troca de experiência é sempre produtiva e benéfica.

- Não ter vergonha de expor as dúvidas ao seu médico! É o médico certamente quem melhor pode orientar o portador de DP.


A CULPA É TÃO INÚTIL COMO “ÁGUA EM PÓ”!
Vamos seguindo em frente!
Abraços. *TT

quarta-feira, 11 de março de 2009

A arte de ser feliz, por Cecília Meireles.


Houve um tempo em que minha janela se abria sobre uma cidade que parecia ser feita de giz. Perto da janela havia um pequeno jardim quase seco.
Era uma época de estiagem, de terra esfarelada, e o jardim parecia morto. Mas todas as manhãs vinha um pobre com um balde e, em silêncio, ia atirando com a mão umas gotas de água sobre as plantas. Não era uma regra: era uma espécie de aspersão ritual, para que o jardim não morresse. E eu olhava para as plantas, para o homem, para as gotas de água que caíam de seus dedos magros e meu coração ficava completamente feliz.
Às vezes abro a janela e encontro o jasmineiro em flor. Outras vezes encontro nuvens espessas. Avisto crianças que vão para a escola. Pardais que pulam pelo muro. Gatos que abrem e fecham os olhos, sonhando com pardais. Borboletas brancas, duas a duas, como refletidas no espelho do ar. Marimbondos que sempre me parecem personagens de Lope de Vega. Às vezes, um galo canta. Às vezes um avião passa. Tudo está certo, no seu lugar, cumprindo o seu destino. E eu me sinto completamente feliz.
Mas, quando falo dessas pequenas felicidades certas, que estão diante de cada janela, uns dizem que as coisas não existem, outros que só existem diante das minhas janelas, e outros, finalmente, que é preciso aprender a olhar, para vê-las assim.

Deficientes sofrem para comprar carro

Primeiro, é preciso cumprir uma série de exigências na Receita Federal e, depois, o pedido autorizado dá início a uma longa espera.

A burocracia está prejudicando os brasileiros que têm o direito de comprar um carro adaptado para necessidades especiais. A espera por um modelo com os descontos oferecidos por lei pode durar meses.

Novinho é, mas custou a chegar. O oficial de Justiça Raimundo Costa precisou de cinco meses para conseguir toda a papelada exigida para comprar um carro zero com desconto. Como deficiente físico, ele é isento de impostos federais, como IPI e IOF, além do ICMS e do IPVA, que são impostos estaduais.

Esta reportagem foi sugerida por um telespectador e você também pode ajudar a fazer o Jornal Nacional. É só visitar a seção ‘Fale conosco’ aqui no site.

Fonte : Jornal Nacional