é mais belo, porém,
dar sem ser solicitado, por haver apenas compreendido”
(Gibran Khalil Gibran).
Seja bem vindo ao nosso blog esperamos contribuir para esclarecer duvidas e minimizar os aspectos stressantes da Doença de Parkinson. Nossa meta é agregar valores e integrar a família parkinsoniana do Brasil criando um grupo (chat) de amigos com problemas afins.Sabemos que a doença ainda não tem cura, mas a troca de informações ajuda no combate ao Mr. Parkinson e seguimos firme para uma Qualidade de Vida.
Com o intuito de pesquisar um método de tratamento para o Mal de Parkinson, acadêmicas do curso de Fisioterapia da Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF) propuseram o estudo de um novo programa para idosos que sofrem da doença.
O projeto de conclusão de curso de graduação “Avaliação dos efeitos da associação de exercícios respiratórios a um programa de fisioterapia motora para pacientes com Doença de Parkinson”, iniciado no Hospital Universitário (HU/UFJF) em setembro deste ano, foi desenvolvido pelas acadêmicas Ariany Tahara e Fernanda Dias, e conta com a coordenação das professoras Rosa Maria de Carvalho, chefe do Serviço de Fisioterapia do HU, e Cláudia Mármora, além de mais cinco colaboradoras, também acadêmicas.
Agora, em dezembro, a atividade entra na reta final, com direito a comemoração. “O progresso dos pacientes foi tão bom que o projeto de conclusão de curso será incorporado na rotina do serviço de fisioterapia do HU”, conta Rosa. Tremor nas mãos e transtornos na fala são os sinais mais conhecidos, mas o Parkinson pode existir sem esses sintomas. “A doença ataca todos os movimentos, principalmente os de rápida execução”, explica a fisioterapeuta.(...) segue
Quando foi iniciado o projeto genoma humano na década de 90, a pergunta mais comum dos jornalistas era: e a terapia gênica quando será iniciada? Para nós cientistas que sabemos quão complexos são os genes humanos, terapia gênica parecia um sonho distante. Mas apesar das grandes dificuldades em relação a algumas doenças raras, a ficção parece estar se tornando realidade.
A revista Times acaba de relatar alguns casos bem sucedidos: macacos com daltonismo que passaram a ver cores, e aumento da massa muscular em outro grupo de macacos que receberam injeções de genes. E na semana passada recebemos, no Centro do Genoma Humano, o cientista italiano Vicenzo Nigro que está obtendo sucesso no tratamento de hamsters com distrofia (BIO 14.6) e cardiomiopatia através de terapia gênica.
O que são esses hamsters BIO 14.6?
Esses animais, que foram descobertos por acaso,possuem uma mutação em um gene (denominado delta sarcoglicana), que causa uma forma de distrofia muscular progressiva grave em seres humanos. Em crianças a doença se manifesta na primeira década e os afetados perdem a capacidade de andar geralmente na segunda década de vida. Já os hamsters desenvolvem uma cardiomiopatia severa. O coração vai se dilatando progressivamente até a parada cardíaca. Os hamsters afetados dificilmente sobrevivem após os 11 meses de idade enquanto os animais normais vivem mais de dois anos.
Como foi o tratamento desenvolvido pelo Dr. Nigro?
O cientista e sua equipe introduziram uma cópia normal do gene (sem a mutação) em um vírus (AAV ou adeno-associated vírus). Esse vírus com o gene normal foi multiplicado em laboratório e depois os vírus foram injetados nos hamsters. Realizaram vários experimentos com o objetivo de responder as seguintes perguntas: Qual é a melhor idade para iniciar-se as injeções? Qual é a melhor via para aplicá-las ? Que concentração de vírus era a mais eficiente? Uma injeção única seria suficiente? ( ...) segue
"VC CONSEGUE TER BOM HUMOR APESAR DA DOENÇA"
Samuel, Badu e demais amigos esperam por você