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segunda-feira, 6 de janeiro de 2014

ANS obriga planos a cobrir mais 37 drogas - vida - saude - Estadão

A partir desta quinta-feira, usuários de planos de saúde terão direito a receber 37 drogas orais indicadas para o tratamento de 56 tipos de câncer. Também poderão fazer uma série de exames genéticos para detectar risco de doenças hereditárias ou de câncer.
As novidades constam do novo rol de procedimentos e exames obrigatórios aos planos de saúde, atualizado a cada dois anos pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS).
O novo rol é a base mínima de procedimentos que as operadoras de planos de saúde são obrigadas a fornecer aos seus beneficiários. As novas regras também incluem a obrigatoriedade da cobertura da radioterapia IMRT, em que o feixe de luz é modulado e atinge apenas as células doentes, preservando as sadias. Também está incluída a ampliação da indicação do PET-Scan de três para oito tipos de câncer. Esse exame de imagem é um dos mais modernos para monitoramento da doença.
Medicação oral. O fornecimento da medicação oral contra o câncer era uma das demandas mais antigas dos usuários de planos e dos médicos. Essas drogas funcionam como um tipo de quimioterapia, são mais modernas, causam menos efeitos colaterais e podem ser administradas em casa, evitando gastos com internações hospitalares.
Até o final de 2013, os pacientes tinham de recorrer à Justiça para ter direito ao tratamento com essas drogas. Agora, além das regras da ANS, uma lei aprovada em outubro também torna obrigatória essa cobertura pelos planos de saúde. A lei engloba todos os tipos de medicamentos e não apenas os 37 previstos no novo rol e passará a valer em maio deste ano.
Fonte : ANS obriga planos a cobrir mais 37 drogas - vida - saude - Estadão

HOJE É DIA DE BATE-PAPO!!!

HOJE TEM BATE-PAPO, O PRIMEIRO DO ANO DE 2014
VAMOS ESTAR ESPERANDO POR VC AMIGO PK .
COMO? É MUITO FÁCIL BASTA ENTRAR AQUI

BOA TARDE AMIGOS E AMIGAS - A RIQUEZA DO PAI!!!

quinta-feira, 2 de janeiro de 2014

Transformar nervosismo em animação é saída contra ansiedade - Terra Brasil

Palmas das mãos suadas, boca seca e coração palpitante. Em algum momento, a maioria das pessoas já experimentou esses sintomas de medo. Dicas de respirar fundo e tentar se acalmar são comuns para enfrentar a situação. No entanto, um novo estudo descobriu que o problema pode ser resolvido de melhor forma se a pessoa abraçar o nervosismo e transformá-lo em animação. As informações são do The Huffington Post. 


"Quando você se sente ansioso, está ruminando demais e com foco em potenciais ameaças", disse Alison Madeira Brooks, autora do estudo e professora assistente de administração de empresas na Harvard Business School.  "Nestas circunstâncias, as pessoas devem tentar se concentrar nas oportunidades potenciais. Vale a pena ser positivo e dizer que está animado. Mesmo que seja difícil acreditar em um primeiro momento, proferir "estou animado" aumenta os sentimentos autênticos de emoção”, acrescentou. 
Fonte : Transformar nervosismo em animação é saída contra ansiedade - Terra Brasil

Encontrado em latino-americanos gene que predispõe ao diabetes tipo 2 - vida - saude - Estadão

LONDRES - Cientistas dos Estados Unidos descobriram uma variante genética comum entre mexicanos e outros latino-americanos que parece aumentar o risco de ter diabetes de tipo 2, informou nesta quarta-feira a revista Nature.
A equipe liderada por David Altshuler, do ++Broad++ Institute, filiado às universidades de Harvard e Massachusetts Institute of Technology, se centrou pela primeira vez em estudar este grupo da população, depois que estudos comparativos anteriores de maior extensão geográfica não tivessem resultados claros.
Ao examinar unicamente latino-americanos, os pesquisadores observaram que metade deles apresenta uma variação genética associada ao maior risco de contrair diabetes tipo 2, enquanto esta variante só está presente em 10% dos asiáticos orientais e é incomum em europeus e africanos.
Acredita-se que esta mutação causa uma alteração no metabolismo dos lipídios e explicaria pelo menos um quarto das disparidades no risco de adquirir diabetes 2 entre essa população.
Além disso, explicaram à Nature, a variante coincide com uma sequência genética achada no genoma de um neandertal, o que sugere que foi transferida dos antigos humanos aos modernos. De acordo com a revista britânica, a descoberta "reforça nossa compreensão desta doença tão comum e sugere que os genomas neandertais podem ser a raiz deste legado genético".
Fonte : Encontrado em latino-americanos gene que predispõe ao diabetes tipo 2 - vida - saude - Estadão

Ganhador do Nobel adverte: revistas de alto impacto podem fazer mal à ciência - Herton Escobar - Estadao.com.br

O ganhador do Prêmio Nobel adverte: Publicar em revistas de alto impacto pode fazer mal à saúde (da ciência).
Esse é o alerta que poderia vir estampado na contracapa de revistas como Nature, Cell e Science, segundo o bioquímico Randy Schekman, pesquisador do Instituto de Medicina Howard Hughes (HHMI), da Universidade da Califórnia em Berkeley, e um dos ganhadores do Prêmio Nobel de Medicina de 2013, pela descoberta dos mecanismos essenciais que executam e controlam o transporte de moléculas no interior das células. Em um artigo publicado no início deste mês no jornal britânico The Guardian, Schekman argumenta que as decisões editoriais destas grandes revistas são guiadas também por interesses comerciais, não apenas científicos, e que a cultura de supervalorização dessas publicações como estandartes de qualidade é prejudicial à ciência como um todo.
Um de seus argumentos principais é que essas “revistas de luxo”, como Schekman se refere a elas, “publicam muitos trabalhos importantes (outstanding), mas não só trabalhos importantes; nem são elas as únicas que publicam pesquisas importantes”. Muitas vezes, segundo ele, a escolha do que é publicado ou rejeitado nessas revistas baseia-se numa avaliação de impacto que não reflete necessariamente ou unicamente a qualidade e/ou a importância de um trabalho, mas também a repercussão na mídia e o número de citações que ele poderá trazer para a revista. Em outras palavras, as pesquisas não são avaliadas apenas pelo seu impacto científico, mas também pelo seu potencial impacto midiático e econômico. Pois são revistas comerciais, que cobram caro pelo seu conteúdo e precisam vender assinaturas para sobreviver financeiramente.

Fonte :  Ganhador do Nobel adverte: revistas de alto impacto podem fazer mal à ciência - Herton Escobar - Estadao.com.br