Seja bem vindo ao nosso blog esperamos contribuir para esclarecer duvidas e minimizar os aspectos stressantes da Doença de Parkinson. Nossa meta é agregar valores e integrar a família parkinsoniana do Brasil criando um grupo (chat) de amigos com problemas afins.Sabemos que a doença ainda não tem cura, mas a troca de informações ajuda no combate ao Mr. Parkinson e seguimos firme para uma Qualidade de Vida.
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sábado, 25 de janeiro de 2014
sexta-feira, 24 de janeiro de 2014
Estímulos na medula espinhal amenizam tremores do mal de Parkinson | Ciencia e Saúde: Diario de Pernambuco
Cientistas liderados pelo brasileiro Miguel Nicolelis conseguiram diminuir os tremores e proteger os neurônios dos avanços da doença neurodegenerativa
Vilhena Soares - Correio Brasiliense
Publicação: 24/01/2014 08:57 Atualização:
| Segundo Miguel Nicolelis, os próximos testes serão com humanos. Foto: Adauto Cruz/CB/D.A Press |
Os novos dados foram publicados na revista americana Scientific Reports. A estratégia consiste na estimulação elétrica da coluna dorsal, principal via sensorial da medula espinhal. Os cientistas estimularam os ratos que tinham níveis empobrecidos de dopamina (características do mal de Par-kinson) durante seis semanas, duas vezes por semana, em sessões de 30 minutos.
Fonte : Estímulos na medula espinhal amenizam tremores do mal de Parkinson | Ciencia e Saúde: Diario de Pernambuco
quinta-feira, 23 de janeiro de 2014
G1 - Equipe de cientista brasileiro cria técnica que reduz danos de Parkinson - notícias em Ciência e Saúde
Um novo estudo realizado pela equipe do neurocientista brasileiro Miguel Nicolelis e que foi publicado nesta quinta-feira (23) apresentou avanços no tratamento do mal de Parkinson por meio da estimulação elétrica da medula espinhal em roedores.
De acordo com a pesquisa, divulgada na publicação “Scientific Journal”, ligada ao grupo Nature, a aplicação de choques na medula espinhal a longo prazo conseguiu reduzir os tremores e danos na locomoção de camundongos com a doença, e ainda protegeu neurônios cerebrais de uma possível deterioração.
Segundo a investigação, a terapia pode vir a se tornar uma alternativa ao uso de medicamentos, como o fármaco levodopa (L-Dopa), que reduz os danos da doença mas tem efeitos colaterais.Os resultados são um desdobramento de uma pesquisa desenvolvida desde 2009 pelo departamento de medicina da Universidade Duke, de Durham, nos Estados Unidos. Na época, Nicolelis e sua equipe publicaram na revista “Science” o desenvolvimento de um dispositivo de estimulação elétrica para roedores com baixo nível de dopamina, uma das características do mal de Parkinson.
quarta-feira, 22 de janeiro de 2014
abola.pt
Há vários anos que Michael J. Fox, agora com 52 anos, lida com um dos maiores desafios da sua vida: a doença Parkinson, que o tornou numa melhor pessoa e ator, refere.
«Sim, de certa forma. Não conseguiria ficar parado. Hoje em dia paro alguns segundos antes de fazer ou dizer algo, antes de tomar uma decisão como ator. Por exemplo, se existe um copo numa cena, provavelmente não vou conseguir segurar o copo. É tudo uma espécie de muleta. Fica tudo mais simples», explicou o ator, que na entrevista ao Estado de São Paulo, resolveu que nem sempre aceitou estas limitações físicas.
«Primeiro, não queria encarar. Refugiei-me em bebidas alcoólicas. Estava a afastar-me da minha família. Mas não durou, porque a doença é muito presente. Precisei parar e lidar com as dificuldades», recordou J. Fox, a estrela da trilogia «De Regresso ao Futuro.
Fonte : abola.pt
«Sim, de certa forma. Não conseguiria ficar parado. Hoje em dia paro alguns segundos antes de fazer ou dizer algo, antes de tomar uma decisão como ator. Por exemplo, se existe um copo numa cena, provavelmente não vou conseguir segurar o copo. É tudo uma espécie de muleta. Fica tudo mais simples», explicou o ator, que na entrevista ao Estado de São Paulo, resolveu que nem sempre aceitou estas limitações físicas.
«Primeiro, não queria encarar. Refugiei-me em bebidas alcoólicas. Estava a afastar-me da minha família. Mas não durou, porque a doença é muito presente. Precisei parar e lidar com as dificuldades», recordou J. Fox, a estrela da trilogia «De Regresso ao Futuro.
Fonte : abola.pt
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