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quarta-feira, 16 de julho de 2014

G1 - Parkinson e Alzheimer são temas de ações em Barra Mansa, RJ - notícias em Sul do Rio e Costa Verde

A Semana de Apoio aos Portadores de Parkinson e Alzheimer segue até sexta-feira (19), em Barra Mansa, RJ. O evento é gratuito e acontece no Centro de Referência do Idoso, na Rua Abdo Felipe, nº 29,  bairro Ano Bom. As informações foram divulgadas em nota da assessoria de comunicação da prefeitura.
De acordo com o comunicado, a programação conta com palestras com profissionais da área e tem objetivo de divulgar e conscientizar a população de como lidar com os pacientes portadores das duas doenças neurológicas.
"Por serem doenças sem cura, os tratamentos buscam controlar os sintomas e proteger o paciente dos efeitos produzidos pela deterioração do cérebro. Além do tratamento medicamentoso, é muito importante o apoio dos familiares e dos cuidadores dos pacientes. Eles precisam entender as doenças e compreender as necessidades dos portadores", explica através da nota a coordenadora do Centro de Referência do Idoso, Ana Maria dos Santos.

Maioria das pesquisas com células-tronco no Brasil usa células adultas ou iPS - Notícias - R7 Saúde

A maioria das pesquisas com células-tronco no Brasil é feita com células adultas - obtidas, por exemplo, da medula óssea ou de tecido adiposo - ou com células de iPS (pluripotência induzida ) - geneticamente reprogramadas para se comportarem como células embrionárias, com capacidade para se diferenciar em qualquer tipo de tecido do organismo. São alternativas que evitam as complicações éticas de trabalhar com células de embriões humanos, cuja demanda foi bastante reduzida nos últimos sete anos, após a invenção das iPS.

"Não trabalho com células embrionárias", diz a geneticista Mayana Zatz, pesquisadora do Instituto de Biociências da USP e coordenadora do Instituto Nacional de Células-tronco em Doenças Genéticas Humanas, que trabalha principalmente com células-tronco adultas.
"Desconheço laboratórios de pesquisa no Rio que tenham usado embriõe
Fonte : Maioria das pesquisas com células-tronco no Brasil usa células adultas ou iPS - Notícias - R7 Saúde

Lentes de contato: o que acontece quando você não tira as suas | HypeScience

Lentes de contato são um conforto e tanto. Falo isso de olhos fechados porque eu mesma tenho uma miopia sinistra e não consigo me adaptar aos óculos. Eu uso quando preciso, claro. Mas gostar mesmo, eu não gosto. Parece que eu fico vendo as coisas por uma janela.
A lente de contatos é uma excelente alternativa, mas exige uma certa dose de cuidados.
Lembro como se fosse hoje o ritual que me ensinaram na primeira vez em que comprei lentes de contato. Lavar as mãos, lavar as lentes, trocar sempre o soro, mantê-las em um local limpo, e por aí vai. A palavra-chave de todo esse hábito é higiene. Um passo fundamental desse ritual é tirar as lentes antes de dormir.
Se você joga no meu time, que é os dos cabeças de vento, já pegou no sono com as lentes de contato. Por consequência, você sabe como elas são um belo (ou não tão belo assim) despertador. É só pensar em abrir os olhos que elas começam a gritar, a nos dar uma inesquecível bronca por ter esquecido elas ali. Piscar nunca foi tão difícil, não?
Isso eu falo com uma noite de sono – que pode ser um soneca também. As lentes de contato não perdoam. Agora imagina o que virou o olho dessa menina:

BOM DIA AMIGOS DO BLOG - VIVA O AMOR!!!

segunda-feira, 14 de julho de 2014

Cirurgia de perda de peso cura diabetes; cientistas querem descobrir como | HypeScience

Cientistas da Universidade de Manchester (Reino Unido) estão perto de descobrir por que pacientes que se submetem a cirurgia de redução de estômago se curam da diabetes.
De acordo com o Dr. Craig Smith, um dos autores do estudo, 75% das pessoas que sofrem de obesidade e têm diabetes são curadas da doença depois de receber um bypass gástrico, uma das técnicas de gastroplastiaque causa um desvio intestinal.
A nova pesquisa indica que a cura pode ser explicada pelas ações de células especializadas no intestino, que liberam um coquetel de hormônios poderosos quando comemos.
“Nossa pesquisa centrou nas células enteroendócrinas que ‘sentem o gosto’ do que comemos e como resposta lançam um coquetel de hormônios que se comunicam com o pâncreas, para controlar a liberação de insulina para o cérebro, transmitir a sensação de estar cheio e otimizar e maximizar a digestão e absorção de nutrientes”, explica o Dr. Smith.
Os cientistas pensavam que as células no intestino continham apenas um hormônio, mas encontraram até seis hormônios, incluindo o da fome, chamado de grelina.
“Em circunstâncias normais, estes são fatores importantes para nos manter saudáveis e nutridos. Mas essas células podem apresentar mau funcionamento e resultar nas pessoas comendo menos ou mais”, diz.
Os pesquisadores acreditam que o tipo mais comum de bypass gástrico faz com que as células de hormônio do intestino mudem e sejam reprogramadas. Entender de que maneira essas células mudam em resposta à cirurgia pode ser a chave para a cura da diabetes.
“Entender as mensagens que o intestino envia quando comemos alimentos e quando as coisas dão errado, como é o caso da diabetes, é o nosso próximo desafio. Esperamos que resulte no desenvolvimento de drogasque poderiam ser usadas em vez da cirurgia para curar a obesidade e prevenir a diabetes”, disse o Dr. Smith.
Isso beneficiaria milhões de pessoas no mundo. Só no Brasil, o Ministério da Saúde revelou que quase metade da população está acima do peso: 48,5%, de acordo com dados de 2011. Já a Sociedade Brasileira de Diabetes afirma que o número de pacientes com diabetes no país é de mais de 12 milhões, estimativa baseada no Censo IBGE 2010. A forma mais comum da doença, a diabetes tipo 2, está ligada a obesidade, entre outros 


Fonte : Cirurgia de perda de peso cura diabetes; cientistas querem descobrir como | HypeScience

BOA TARDE AMIGOS DO BLOG - DORES DA ALMA!!!

sexta-feira, 11 de julho de 2014

Problemas no sono podem ser um alerta para o Alzheimer e o Parkinson | Saúde Plena

Recorrentes noites maldormidas podem ser sinais da destruição progressiva e irreversível de neurônios. O alerta é de pesquisadores da Universidade de Toronto. Segundo eles, o distúrbio comportamental do sono REM — fase do sono quando ocorrem os sonhos — pode ser um pré-sintoma de enfermidades como o Alzheimer e o mal de Parkinson. Os autores do trabalho acreditam que esse indício serve como ajuda para o diagnóstico precoce de doenças neurais. 



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“Pela série de estudos que analisamos, vimos que problemas como o Alzheimer primeiro afetam as células do cérebro que controlam o sono REM, em seguida, isso se espalha para outras áreas degenerativas”,
destaca John Peever, professor associado do Departamento de Fisiologia da Universidade de Toronto e autor principal do estudo. Peever ressalta que ter o distúrbio comportamental do sono REM não é uma sentença de desenvolvimento de problemas neurológicos, mas a condição serve de alerta.




Fonte : Problemas no sono podem ser um alerta para o Alzheimer e o Parkinson | Saúde Plena