Visualizações de página do mês passado

quinta-feira, 25 de março de 2010

Nova insulina inalável perto de ser comercializada

Segundo laboratório, droga é rápida e substitui as injeções necessárias durante as refeições. O medicamento ainda precisa de aprovação de órgão regulador dos EUA

REDAÇÃO ÉPOCA
Divulação/MannKind  Corporation
PRATICIDADE

Pequena e de ação rápida, insulina inalável pode substituir injeções durante as refeições - mas não pode substituir todas as injeções de um diabético
Uma insulina inalável pode começar a ser comercializada nos Estados Unidos ainda em 2010. A nova droga, Afrezza, é produzida pelo laboratório MannKind e espera aprovação da agência americana que regula remédios e alimentos (FDA). Segundo os pesquisadores, a Afrezza é mais rápida que as insulinas injetáveis, mantém o nível de açúcar no sangue mais próximo do normal e diminui o risco de hipoglicemia.

A primeira insulina inalável comercial, a Exubera, aprovada pelo FDA em 2006, foi retirada do mercado pela sua fabricante, Pfizer, em outubro do ano seguinte, por causa das baixas vendas. Com a droga já fora do mercado, uma pesquisa ligou a Exubera a uma aumento no risco de câncer no pulmão, mas a conclusão nunca foi definitiva. A MannKind afirma que a Afrezza tem menos efeitos colaterais que a insulina da Pfizer.

Segundo Andrea Leone-Bay, vice-presidente de desenvolvimento farmacêutico da MannKind, a nova droga é uma insulina de "ação-ultra-rápida". Essa velocidade serviria para manter os níveis de açúcar depois das refeições. A ideia de uma insula inalável foi pensada para diabéticos que precisam usar insulina em todas as refeições. Atualmente para conseguir insulina é preciso injeções ou uma bomba.

A Afrezza não pode substituir totalmente as injeções para pessoas diabetes, apenas as doses necessárias para as refeições. O remédio também pode ter um impacto sobre no funcionamento do pulmão, mas Leon-Bay afirma que as pessoas voltaram ao normal quando pararam de usar o medicamento. A empresa ainda está realizando testes em pacientes asmáticos.

Fonte : Época - saúde &bem estar

BOM DIA!!!



Treze mandamentos da felicidade

01- Seja um pouco feliz todo o dia, em todos os momentos. É ilusão achar que você vai ser feliz no futuro (depois de casar, aposentaria, etc). É desperdício trabalhar o mês inteiro para ser feliz só no dia de receber o cheque.

02- Aceite os outros do jeito que eles são (as pessoas são únicas). Aceitá-los pode significar separação (administre isso).

03- Pare de se irritar por bobagem (deixe de se castigar pela raiva).

04- Cuide do seu corpo. Pare de ingerir comida ruim, bebidas em excesso, de dormir mal.

05- Relaxe, não exija muito do corpo.

06- Alimente bem sua alma. Descarte leitura de seção de crimes no jornal, filmes violentos, baixo-astral na tv.

07- Viva o presente. Valorize os momentos dos filhos, familiares, amigos, o amor. Esqueça o passado, a culpa, os ressentimentos. Coma os morangos.

08- Tenha prazer em trabalhar. Seja alto-astral, generoso, crie um lugar personalizado (campo de concentração).

09- Vá atrás dos seus sonhos. Acomodação mata em vida.

10- Engaje-se em um programa social. Você vai sentir mais orgulho de estar vivo.

11- Espiritualização, fé, meditação e mais oração. Crie tempo para recarregar as baterias.

12- Goste de evoluir. O aprendizado se dá pela dor ou pelo prazer. Escolha.

13- Seja generoso com você. Ninguém é perfeito. Amanhã vai ser melhor se você parar de se torturar.

(ROBERTO SHINYASHIKI)

Vice-presidente da Associação Brasil Parkinson participará de encontro em Salvador
24/3/2010 - No próximo dia 12 de abril a Dra. Clara Nakagawa, vice-presidente da Associação Brasil Parkinson, estará em Salvador, por ocasião do II Encontro Anual do Gruparkinson Bahia. Nagakawa virá de São Paulo especialmente para falar “Cuidados com o cuidador” para os presentes ao encontro.

Todo parkinsoniano tem ao seu lado o cuidador, aquele que, como o próprio nome diz, cuida do portador da doença, convive diariamente com suas dificuldades e limitações. Mas se o cuidador é uma figura tão importante e essencial na vida dos parkinsonianos, quem será que cuida do cuidador? Nagakawa colocará em pauta essa questão, propondo modos de tornar esta relação a mais eficiente e agradável possível, além de propor uma reflexão sobre o papel do cuidador na vida dos portadores.

A Dra. Clara Nakagawa virá ao encontro do Gruparkinson representando a Associação Brasil Parkinson, com sede em São Paulo. Fundada em 1985 por um grupo de parkinsonianos liderado por Marylandes Grossmann, a Associação presta assistência social, psicológica, informação, orientação e uma série de outros serviços voltados aos pacientes com a doença de Parkinson.

A ABP não tem fins lucrativos, possui o título de Utilidade Pública Federal, Estadual e Municipal, e também reconhecida como sendo de fins filantrópicos pelo Conselho Nacional de Assistência Social. Para mais informações sobre a ABP, acessar o site www.parkinson.org.br.

A palestra “Cuidados com o cuidador” faz parte da programação do II Encontro Anual do Gruparkinson Bahia, que acontecerá no próximo dia 12 de abril, segunda-feira, com abertura às 8h no auditório do CREASI (Centro de Referência Estadual de Atenção à Saúde do Idoso), na Avenida ACM. As inscrições são gratuitas e poderão ser feitas na data e no local do evento, a partir das 8h. O evento está aberto a todos os parkinsonianos, cuidadores, familiares e estudantes e profissionais de medicina, interessados pelo assunto. Fonte: Jornal Feira Hoje-BA.

quarta-feira, 24 de março de 2010

UMA VERDADE VERDADEIRA


















Frase do ano, do século !


Brasil deve atingir ao menos três das oito metas do milênio da ONU

Objetivos ligados à saúde devem ser cumpridos até 2015

Mariana Londres, do R7 em Brasília

Agência Brasil/Arquivo
Favela da Rocinha, no Rio de Janeiro; Brasill reduziu pela
metade o número de pessoas vivendo na extrema pobreza

O Brasil deve atingir na sua totalidade ao menos três dos oito Objetivos do Milênio, pacto feito entre 198 países há dez anos para a erradicação da extrema pobreza no mundo até 2015. As três metas são ligadas à saúde: erradicar a extrema pobreza e a fome, reduzir a taxa de mortalidade na infância e combater o HIV, a malária, a tuberculose e a hanseníase. Os dados foram divulgados pelo Pnud (Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento) nesta quarta-feira (24) em Brasília.

Para a erradicação da fome e da pobreza, a meta estabelecida pela ONU era de reduzir pela metade o número de pessoas vivendo na extrema pobreza até 2015. A meta foi cumprida em 2008, quando a porcentagem dos extremamente pobres caiu de 8,8% para 4,8% da população.

De acordo com o Ministério da Saúde, a meta de redução da mortalidade infantil de crianças menores de cinco anos deve ser atingida já em 2012. Para atingir a meta da ONU o Brasil deve chegar ao índice de 17,9 mortes para cada mil nascidos vivos.

Já a meta de combate ao HIV, a malária, a tuberculose e a hanseníase, a meta deve ser atingida somente em 2015. O Ministério da Saúde ressaltou a importância da estabilização da incidência da Aids, que foi crescente até o ano 2000.

Em relação à meta de melhora na saúde materna, o Pnud reconhece os avanços do Brasil na área e diz que o país tem 50% de chances de atingir a meta se mantiver os investimentos na saúde da população feminina.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva, no entanto, disse acreditar que o Brasil irá cumprir todas as metas até 2015:

- Não serão todos os países que vão conseguir atingir as metas em 2015. Isso é uma coisa triste. Mas nós do Brasil vamos superar e muito as metas do milênio. Porque o Brasil vive um momento quase que mágico, em que o Estado acredita no papel extraordinário da sociedade brasileira. Em algumas metas faremos muito mais do que está estabelecido.(...) segue

Fonte : R7 noticias

Anestésico pode curar fobias, diz cientista

Uma equipe de pesquisadores descobriu que o cérebro pode ser "reprogramado" para superar algumas de nossas fobias mais comuns. Cientistas afirmaram que o medo é um hábito que aprendemos e, portanto, seria possível "desligar" a região do órgão responsável por essas emoções.

Testes preliminares mostraram que uma droga a base de lidocaína, injetada em peixes, é capaz de fazer com que os animais não sintam medo.

Pesquisadores do Japão disseram que as descobertas, publicadas na revista especializada BioMed Central, podem ajudar pessoas em todo mundo que sofrem com fobias que afetam substancialmente suas rotinas.

O professor Masayuki Yoshida, da Universidade de Hiroshima, afirmou que os resultados de sua pesquisa são bastante significativos. "Um dia todas as nossas fobias irracionais serão coisas do passado", vaticinou o especialista. "Imagine se o medo de aranhas, de altura ou de voar pudesse ser curado com uma simples injeção. Nossa pesquisa sugere que isso pode se tornar realidade", completou o professor.(...) segue

Fonte : veja.com. - saúde/noticia

Cientistas descobrem relação entre solidão e hipertensão

A solidão não só torna as pessoas mais tristes, como também faz mal para a saúde, afirma uma pesquisa realizada pela Universidade de Chicago, nos Estados Unidos.

Os psicólogos envolvidos no estudo encontraram uma relação direta entre a solidão e a hipertensão, uma ligação que não depende da idade ou de outros fatores como tabagismo ou obesidade.

No entanto, alertam os especialistas, a solidão nada tem a ver com a depressão ou estresse.

"A solidão se mostrou como um dos fatores de risco para a saúde de pessoas com mais de 50 anos", afirmou a pesquisadora Louise Hawkley na revista especializada Psychology and Ageing. Hawkley, da Universidade de Chicago, tem desenvolvido um trabalho pioneiro sobre o impacto da solidão na saúde e na qualidade de vida.

A hipertensão, também conhecida como uma ameaça silenciosa por causa dos discretos sintomas, compromete a saúde de várias maneiras.

A disfunção aumenta as chances de uma pessoa sofrer um ataque cardíaco ou um derrame. A hipertensão está entre as doenças mais comuns nos Estados Unidos e a responsável por 18% das mortes no país.

A pesquisa, liderada por Hawkley, envolveu 229 pessoas, entre 50 e 68 anos. O grupo, escolhido aleatoriamente, fez parte de um longo estudo sobre envelhecimento.

Os voluntários responderam a um questionário com uma série de perguntas no intuito de determinar se eles se consideravam pessoas sozinhas. Durante cinco anos, a cientista analisou a saúde e a vida do grupo de idosos e encontrou claras conexões entre o sentimento de solidão e a hipertensão.

Mesmo as pessoas com modestos níveis de solidão foram impactadas durante o estudo. Os voluntários mais sozinhos registram um aumento de até 10% na pressão sanguínea.

Fonte : veja.com/noticia-saúde