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sábado, 3 de julho de 2010

Homeopatia, uma terapia sem efeitos colaterais

Lei dos semelhantes, doses mínimas e remédios individualizados. Esse é o tripé do segundo sistema de medicina mais usado no mundo

Por Cristina Almeida

Foto: Fabio Mangabeira / Produção: Janaina Rezende

Entre todas as terapias complementares, a homeopatia é a mais popular. O princípio que fundamenta o método baseia-se no uso da lei dos semelhantes, já referida por Hipócrates no século IV a.C. Para os homeopatas, “semelhante cura semelhante”. E isso significa que uma doença deve ser tratada por alguma substância capaz de provocar sintomas idênticos em uma pessoa sadia. E como o corpo reage a esse tipo de intervenção? Segundo o médico Carlos Alberto Fiorot, presidente da Associação Médica Homeopática Brasileira, essa é uma questão que intriga a todos os que observam a terapia e os seus efeitos.

A importância da consulta
Fiorot explica que a maioria das pessoas tende a pensar e a ver as coisas de forma mecanicista: o corpo é tido como algo em estado de inércia. Se ele adoece, a causa foi um motivo externo. Para reagir ou melhorar, precisa de outro fator causal: um efeito químico, molecular, etc. “Essa seria a força suficiente e necessária para aliviar ou suprimir aquele estado”, diz. “Entretanto, o corpo é algo com vida própria. E se entendermos o organismo com essa mesma força, isto é, algo vivo, é fácil concluir que, se dermos a ele um tratamento que coloque essas forças em movimento, e no sentido da cura, ele dispensará fatores ou moléculas externas, que agiriam por si”, completa.

O objetivo da terapia, então, é recolocar o paciente no centro do paradigma da atenção. Assim, as consultas com especialistas, que são médicos formados em escolas tradicionais de Medicina, mas têm especialização em homeopatia, serão ligeiramente diferentes. A avaliação compreenderá as dimensões física, psicológica, social e cultural, pois a doença é vista como uma expressão da ruptura do equilíbrio dessas diferentes dimensões. Exames laboratoriais e radiológicos podem ser solicitados para o diagnóstico.

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Fonte : Revista VivaSaúde

EQUILIBRE SEUS HORMÔNIOS

Em algumas fases da vida, como na puberdade, na menopausa e na andropausa, o corpo sofre profundas modificações. E tudo por causa dos hormônios. A boa notícia é que, com uma alimentação sob medida, é possível equilibrar de novo as funções do organismo

Por Rita Trevisan | Fotos: Fabio Mangabeira

Sem os hormônios, a manutenção da vida seria impossível. Isso porque estamos falando de mensageiros químicos produzidos pelo sistema endocrinológico — basicamente a partir de algumas glândulas espalhadas pelo corpo, como a hipófise, o hipotálamo, a tireoide e as suprarrenais — que regulam a função de praticamente todos os nossos órgãos. O detalhe é que, no decorrer da vida, a atividade dessas glândulas e sua ação sobre o organismo podem se alterar bastante. Então, se não desenvolvermos uma estratégia para compensar tanta instabilidade, o risco é sofrermos com sintomas desagradáveis.


Em cada fase da vida

Na puberdade, por exemplo, é o amadurecimento das glândulas hipotálamo e hipófise o que leva à estimulação e ao desenvolvimento das gônadas — testículos ou ovários. As glândulas sexuais, por sua vez, passam a produzir outros tipos de hormônios, conhecidos como esteroides sexuais — testosterona, estrogênio e progesterona — que provocam o aparecimento das características sexuais secundárias, além de tornar possível a reprodução.

Já durante o processo de envelhecimento, várias glândulas que compõem o sistema endócrino vão gradualmente reduzindo sua capacidade de produção hormonal. É o caso da glândula pineal, que diminui a produção de melatonina e acarreta, como consequência, uma modificação no padrão de sono.

Felizmente, existem terapêuticas indicadas para cada caso e que permitem tratar as causas e os sintomas das variações hormonais. “Graças aos avanços da engenharia genética, a maioria dos hormônios fundamentais ao bom funcionamento do corpo humano já pode ser sintetizada. Da mesma forma, os exames laboratoriais de dosagem hormonal estão cada vez mais sofisticados e precisos, permitindo diagnosticar as deficiências que precisam ser corrigidas”, explica Filippo Pedrinola, doutor em Endocrinologia pela Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FMUSP). É claro que adotar um estilo de vida saudável também faz diferença. A alimentação, em especial, pode ajudar a corrigir variações hormonais típicas de cada período da vida, aliviando os desconfortos. Saiba mais.

Um cardápio correto pode ajudar a corrigir variações hormonais típicas de cada período da vida, aliviando os desconfortos

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Fonte : Revista VivaSaúde

BOA TARDE!!!



Viva e Sorria

Ei! Sorria... Mas não se esconda atrás desse sorriso... Mostre aquilo que você é, sem medo. Existem pessoas que sonham com o seu sorriso, assim como eu. Viva! Tente! A vida não passa de uma tentativa.

Ei! Ame acima de tudo, ame a tudo e a todos. Deles depende a sua felicidade completa. Não feche os olhos para a sujeira do mundo, não ignore a fome! Esqueça a bomba, mas antes, faça algo para combatê-la, mesmo que se sinta incapaz.

Procure o que há de bom em tudo e em todos. Não faça dos defeitos uma distância, e sim uma aproximação. Aceite! A vida, as pessoas, faça delas a sua razão de viver. Entenda! Entenda as que pensam diferente de você, não as reprove.

Ei! Olhe... Olhe à sua volta, quantos amigos... Você já tornou alguém feliz hoje? Ou fez alguém sofrer com o seu egoísmo? Ei! Não corra. Para que tanta pressa? Corra apenas para dentro de você. Sonhe! Mas não prejudique ninguém e não transforme seu sonho em fuga.

Acredite! Espere! Sempre haverá uma saída, sempre brilhará uma estrela. Chore! Lute! Faça aquilo que gosta, sinta o que há dentro de você. Ei! Ouça... Escute o que as outras pessoas têm a dizer, é importante.

Suba... faça dos obstáculos degraus para aquilo que você acha supremo, mas não se esqueça daqueles que não conseguem subir a escada da vida.

Ei! Descubra! Descubra tudo aquilo que há de bom em você.

sexta-feira, 2 de julho de 2010

Parkinson: diagóstico, tratamento, cuidados. [PARTE9]



VI
ODONTOLOGIA


Um conjunto de medidas preconizadas pelo profissional cirurgião-dentista, contribuem grandemente para a manutenção da saúde geral e aumento da qualidade de vida do paciente de Parkinson.

A cárie dentária, a gengivite, a periodontite são doenças relacionadas ao acúmulo de placa bacteriana. A placa é constituída principalmente por resíduos alimentares, bactérias, células da mucosa bucal e produtos de fermentação das sacarose (açúcares) pelas bactérias. O Tártaro é a placa bacteriana calcificada, recoberta sempre por grande quantidade de placa de difícil remoção.

Para evitar e tratar estas doenças é de suma importância que a higiene oral seja realizada sempre após as refeições e lanches e que a educação alimentar seja realidade na vida do portador de Parkinson. A dieta alimentar é aconselhada, pois há o risco da cárie, devido à frequencia com que o doente come balas, chocolates e bolachas, o doce dá prazer e também faz aumentar a salivação na boca, fato essencial para a deglutição dos alimentos. Sendo que essa falta de saliva na boca é uma das queixas mais frequentes dos portadores do Parkinson.

Segundo os médicos, esse é um dos efeitos colaterais provocados pelos medicamentos. Os doentes,também podem adquirir febre reumática, as infecções dentárias podem ser as responsáveis por isso, devido, muitas vezes, a baixa imunidade que a pessoa idosa apresenta.

A ingestão de grande quantidade de açúcares, por períodos muitos longos, como muitas vezes o doente de DP faz chupar balas o dia todo, pode permitir que a placa bacteriana tenha melhores condições de produzir ácidos, e estes com facilidade destroem os dentes. Para que isso não aconteça, a família, o cuidador até mesmo o doente deve substituir sempre que possível, doces por frutas e incluir na dieta alimentar do idoso alimentos que ajudem a limpar os dentes como a maçã, a cenoura e demais alimentos fibrosos, que também auxiliam no massegeamento das gengivas.

Segundo SHINKAI, “A ação interdisciplinar é indispensável para a resolução de tais desequilíbrios nutricionais. A intervenção do dentista para sanar problemas orais (eliminação de dores e focos infecciosos, restauração da oclusão e reabilitação oral, ajuste de próteses mal-adaptadas) possibilita o retorno das funções de mastigação e deglutição. Já o nutricionista pode orientar uma dieta mais adequada às condições gerais e bucais dos pacientes, com modificações no tipo de alimentos, na apresentação e na consistência da comida. Dessa forma, a associação da restauração da saúde bucal com uma dieta equilibrada e atraente pode devolver ao idoso o prazer de comer. Esse aspecto psicológico não deve ser subestimado, pois a satisfação de poder comer bem é altamente valorizada pelo idoso (Strauss & Hunt, 1993) e tem implicações na sua auto-estima e no convívio social.”

Quando a capacidade motora do paciente não for adequada, é aconselhado a utilização de artifícios que facilitem ao indivíduo, obter uma limpeza satisfatória.

Segue aqui algumas dicas para uma saúde bucal:

- É imprescindível que a higiene oral seja realizada com o uso frequente do fio dental, da escova comum, ou elétrica, ou as que funcionam à pilha.
- Uso do flúor e da saliva artificial.
- Escovação da língua diariamente e escolha da escova que tenha cerdas macias e cabeça pequena, ou escova mecânica, [elétrica ou à pilha].
- Se necessário, use produtos para fixar a prótese dentária, pois pode tornar-se frouxa e perder a estabilidade, prejudicando a fala e a mastigação e principalmente faça a remoção e limpeza da prótese dentária à noite.

Fonte:
proavirtualg15/equipe multidisciplinar

Estresse e sedentarismo favorecem dores na coluna

Esqueceu alguma coisa?

Muitos problemas de memória podem melhorar quando sabemos o que fazer. Eis um guia para se manter afiado.



Se alguém perguntar a Cheryl McBride, de Sedalia, no Estado americano do Missouri, o que ela acha da vez em que parou de respirar – o bastante para deixar os lábios roxos! –, ela vai dizer que foi sua sorte grande. E é verdade.
Não que ela goste de pôr a vida em risco. Mas a experiência virou sua vida de cabeça para baixo.
Cheryl vinha se sentindo ansiosa, exausta, com dor de cabeça. Além disso, a sua memória andava falhando.
Ela não esquecia só as chaves e a bolsa. Cheryl era professora havia quase três décadas, mas algumas vezes, nos últimos anos, esquecera tudo no meio de uma grande apresentação do seu método pedagógico, embora tivesse feito a mesma palestra em várias outras ocasiões e a conhecesse de cor e salteado. “Foi assustador”, diz.
Todo mundo sabe como é quan­do uma palavra some ou o nome do vizinho não vem. Falhas ocasionais são irritantes. Porém mais do que isso podem gerar preocupação, e uma série de lapsos importantes podem nos deixar com medo de um problema mais grave. Mas a doença de Alzheimer, por exemplo, não é o único ladrão de memória. Um número surpreendente de doenças pode embotar a mente afiada. Especialistas dizem que é importante entender isso, porque muitos desses problemas podem ser curados e o dano à memória, revertido; mas não é raro os médicos falharem no diagnóstico. (...) segue

Fonte : Revista Seleções

BOM DIA, PRA FRENTE BRASIL!!!

COM O CORAÇÃO BATENDO FORTE ACELERADÍSSIMO NA MAIOR TORCIDA

COM TUDO AZUL TOCANDO SEMPRE EM FRENTE,
AVANTE BRASIL!!!