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domingo, 10 de outubro de 2010

Ministério da Saúde lança protocolos que definem o diagnóstico e o tratamento de 33 doenças

Orientações deverão beneficiar seis milhões de brasileiros. Até dezembro, outras 30 enfermidades terão os protocolos atualizados, totalizando 63.

O Ministério da Saúde lançou nesta quarta-feira (6), em Brasília, a primeira edição do livro Protocolos Clínicos e Diretrizes Terapêuticas. Neste volume, estão contidos os protocolos de 33 doenças (veja a relação no fim do texto) de um total de 63 que serão atualizadas até o fim deste ano. Os protocolos funcionam como “manuais” que trazem informações detalhadas sobre como se proceder quanto ao diagnóstico, tratamento, controle e acompanhamento dos pacientes.

Foto: Luís Oliveira/MS























" Esta publicação é de extrema importância para o cotidiano do trabalho profission
al à medida que amplia o acesso às informações clínicas e terapêuticas, o que resulta em maior segurança e qualidade no atendimento aos pacientes”, afirmou o ministro da Saúde, José Gomes Temporão, ao destacar que a publicação representa grande avanço à assistência no Sistema Único de Saúde (SUS).

A primeira edição do livro contempla doenças de alta prevalência no país, como insuficiência renal crônica, doença de Parkinson e doença falciforme. Os 33 novos protocolos já estão em vigor no SUS e deverão beneficiar cerca de seis milhões de brasileiros.

O trabalho de revisão sistemática de protocolos clínicos – que o Ministério da Saúde vem desenvolvendo ao longo dos últimos anos – é importante também para auxiliar os administradores públicos a racionalizar os gastos em saúde, já que, por meio destes instrumentos, os gestores podem prever e inclusive reduzir os custos dos serviços. É o caso da compra programada de insumos estratégicos, seja de medicamentos ou materiais.

ATUALIZAÇÃO – Dos 33 protocolos, 22 passaram por processo de revisão, ou seja, foram atualizados. No caso de outras 11 doenças, o protocolo é inédito. Isso significa que os critérios de diagnóstico, tratamento, controle e acompanhamento dos pacientes – seja no estágio inicial ou final da doença – estão estabelecidos em bases técnico-científicas consolidadas e internacionalmente adotadas.(...) segue

Fonte : Portal de Saúde MS

O nascimento da saúde - Parte 1

A medicina descobre que a gestação é decisiva para uma vida longa e livre de doenças. Nesse período, pode-se prevenir a depressão, o câncer, a obesidade e até a diabetes

Mônica Tarantino e Rachel Costa

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Prevenir doenças sempre foi um dos principais objetivos da medicina. O mais recente avanço nesse sentido é a descoberta, por meio de diversos estudos realizados em todo o mundo, de que as sementes da saúde e da doença são plantadas em uma fase ainda mais precoce do que se imaginava: antes do nascimento, ainda durante a vida intra-uterina. Os cientistas estão cada vez mais convencidos de que os nove meses de gestação são decisivos para a saúde do indivíduo durante toda a sua vida. “A mãe deve ser entendida como o primeiro ambiente ecológico da criança”, considera o ginecologista e obstetra Eliezer Berenstein, um dos autores do livro “Gerar e Nascer”. “Na gravidez, toda a história física e emocional do bebê estará sendo construída e será influenciada por aquilo que a mãe come, por exemplo, e por seu comportamento emocional durante a gestação”, afirma o ginecologista Márcio Coslovsky, especialista em reprodução humana da Clínica Huntington, do Rio de Janeiro. De fato, as pesquisas já demonstram, entre outras coisas, como doenças infecciosas da mãe, seus níveis de estresse, a qualidade de sua alimentação e até do ar que ela respira podem contribuir para que a criança venha a desenvolver, na infância ou na vida adulta, problemas cardíacos, alergias, asma, obesidade, câncer e outras enfermidades. (...) segue

Fonte : Revista IstoÉ Independente


BOM DIA , VIM DEIXAR UM OIêeee PRA VOCÊ!!!



"A vida é feita no rascunho, não dá tempo
de voltar e passar a limpo"

sábado, 9 de outubro de 2010

Os cuidados paliativos visam aos pacientes com doenças sem possibilidade de cura, oferecendo tratamento físico, psicossocial e espiritual.

...mais qualidade no FIM DA VIDA

Melissa Lagôa
Sobreviver é o principal e mais agressivo instinto do ser humano. Sob a luz da ciência o homem é um ser finito. Ainda que a medicina tenha conseguido erradicar ou curar muitas doenças, a era em que conseguiremos driblar a morte ou prolongar consideravelmente o tempo de vida não deve ser realidade palpável para nenhuma das atuais gerações.

Todos os anos, milhões de pessoas perdem suas vidas, a grande maioria pelas chamadas causas naturais, quando o paciente não resiste a alguma doença ou disfunção fisiológica que ocorre com o avanço da idade. Parte das vítimas falece de forma súbita. Outros, no entanto, enfrentam um tipo de problema que evolui lentamente. Esse último grupo, entre aqueles que se submetem a algum tratamento, enfrentam uma dura realidade em determinado momento da terapia: quando o médico revela que não há recursos para conter o desenvolvimento do quadro. É quando, de fato, o paciente recebe a notícia de que seus dias estão contados. Justamente neste delicado momento, uma nem tão jovem prática clínica entra como opção no tratamento, a medicina de cuidados paliativos.

"Os cuidados paliativos se iniciam a partir do diagnóstico de patologia fatal e incurável - ainda que a morte do paciente esteja prevista para dez ou mais anos. Eles estão ligados à morte e ao morrer. À medida que a doença avança, diminuem os cuidados curativos e se intensificam os paliativos. Não é apenas para as últimas semanas de vida", resume Franklin Santana Santos, médico geriatra, pós-doutor em Psicogeriatria pelo Karolinska Institutet, na Suécia, professor na Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FMUSP) e que possui formação complementar em Saúde e Espiritualidade pela Escola de Medicina na Universidade de Duke, nos EUA. Confira a entrevista exclusiva concedida à
VivaSaúde.(...) segue

Fonte : Revista VivaSaúde

BOM DIAAAAA, MAS BOM DIA MESMO!!!



A vida é feita de caminhos...

...caminhos que levam, caminhos que trazem sonhos, alegrias, tristezas, amores, esperanças. De qualquer forma, nada vem ou vai sem caminho. O caminho é parte integrante de nossas vidas. Já buscávamos percorrer caminhos. Nossos primeiros passos foram treinados... e aperfeiçoados para conquistar caminhos... outros se perdem pelo caminho. Uns tiveram tudo para caminhar... Outros, muita dificuldade para chegar.

E chegaremos ao ponto final. Certamente fomos feitos para abrir caminhos, romper barreiras, ultrapassar limites e vencer. Deus, na sua infinita misericórdia, não nos abandonaria num deserto de incertezas. Não nos deixaria à beira do caminho, condenando-nos a um fim sem propósitos.

Ele nos preparou um caminho que nos levará de volta para casa...
“Eu Sou... O caminho... A Verdade... e a Vida...”

O autor desta frase, é o autor da Vida... É o Alfa e o Omega. O Princípio e o Fim. O único caminho que tem o poder para mudar o rumo da nossa história. É fonte de Vida para os que Nele confiam. Siga os passos daquele que pode te conduzir para um caminho de paz... O autor da Vida... Jesus Cristo “Eu sou o caminho, a verdade e vida, ninguém vem ao Pai, senão por mim.”

“Lâmpada para os meus pés é a Tua palavra, e luz para os meus caminhos.”

“Os que esperam no Senhor, renovarão suas forças, subirão como asas de águia, correrão e não se cansarão, caminharão e não se fatigarão.”

sexta-feira, 8 de outubro de 2010

Doença de Parkinson: Patologia, etiologia, anatomia e quadro clínico

A Patologia

A concomitância de fenômenos disautonômicos associados à doença de Parkinson (DP) é documentada de longa data, como comprova a monografia de James Parkinson (1817). Dentre essas manifestações, podemos citar: livedo reticularis (cutis marmorata), oleosidade, intolerância ao calor, sudorese excessiva, distúrbios vasomotores, hipotensão ortostática, hipotensão pós-prandial, dispnéia, disfagia, sialorréia, constipação intestinal, disfunção vesical e impotência sexual. (TAKAHASHI, 1991).
Acredita-se que o envolvimento do sistema nervoso autônomo (SNA) na DP possa decorrer da própria doença, da medicação em uso ou de uma combinação destes fatores. Sabe-se, também, que o desempenho do SNA é comprometido com o envelhecimento. Entretanto, a verdadeira conexão entre a DP e as alterações do SNA permanecem obscura, assim como não existe, até o momento, unanimidade quanto à exata correlação entre os distúrbios disautonômicos, a duração, a gravidade e a terapêutica utilizada no tratamento da doença. (BERRIOS et al, 1995).

Apesar da alta incidência dos sintomas disautonômicos, estes não são ainda adequadamente diagnosticados, o que retarda, às vezes, em muito, a possibilidade de se oferecer alguma opção terapêutica sintomática para melhorar a qualidade de vida dos pacientes, mesmo sabendo-se que o prognóstico, na maioria dos casos, é reservado. (NICARETTA, et al, 1998). Não podemos esquecer que um quadro disautonômico exuberante levanta a possibilidade para a presença de outras afecções que não a DP, como a síndrome de Shy-Drager, a degeneração estriato-nigral ou a atrofia de múltiplos sistemas, (LOW, 1993).

Os sinais e sintomas de parkinsonismo provêm de uma perturbação da função em duas regiões dos núcleos da base - a substancia negra e o corpo estriado (núcleo caudado e putâmen). Essas massas nucleares centrais de substância cinzenta contém praticamente toda dopamina do cérebro humano. A dopamina é uma substância química e uma das aminas neuro-transmissoras que transmitem impulsos de um neurônio para outro, através de sinapse. No parkinsonismo há uma redução da dopamina na sinapse. Essa falta resulta na degeneração de neurônios na doença de Parkinson ou ainda na lesão focal depois da encefalite letárgica. No parkinsonismo, devido aos fármacos fenotiazinicos, há um bloqueio químico da ação da dopamina. (ISSELBACHER et al, 1995).

O mecanismo pelo qual essa alteração neuroquímica ocasiona os sintomas da doença é complexa e pouco compreendida. Na situação normal, o equilíbrio dos eventos inibitórios e excitatórios nos núcleos da base e no córtex motor permitem a manutenção da postura e dos movimentos normais. Quando esse equilíbrio é prejudicado sobrevêm os sinais e sintomas da rigidez e movimento involuntário, em conjunto com anormalidades de postura e movimentos associados com lentidão destes. (ISSELBACHER et al, 1995). (...) SEGUE

Fonte : Portal SaúdeBrasil

Brasil ataca acordo de ricos contra falsificação

Tratado afetaria comércio de remédios genéricos entre emergentes; País se queixa de não ter sido chamado para participar das discussões

Jornal o Estado de S.Paulo

O Brasil atacou ontem o acordo assinado entre 40 países ricos que estabelece o primeiro tratado internacional para criminalizar o comércio, a produção e o fornecimento de produtos e remédios falsificados. Para atrair a adesão do Brasil e da China, europeus e americanos flexibilizaram a versão final do documento, retirando do texto a obrigação do confisco de medicamentos genéricos nas fronteiras. Os dois países, porém, rejeitam o acordo.

O Estado revelou ontem que, após três anos de negociações, Europa, EUA e outros países ricos haviam chegado a um acordo para tentar reduzir o comércio de produtos e remédios falsos - um mercado de US$ 250 bilhões, controlado por organizações criminosas. Os países emergentes, no entanto, tomaram o acordo como uma verdadeira declaração de guerra: dizem que não foram incluídos nas negociações e argumentam que as medidas são direcionadas contra eles. (...) segue

Fonte : Estadão.com.br