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sexta-feira, 10 de junho de 2011

VIOLÊNCIA E SONO NA ERA DA INTERNET


O que passa pela cabeça de uma pessoa que tem um comportamento violento? Como a neurociência moderna explica esse processo? Este e outros assuntos - como a privação do sono na era da internet e os transtornos de humor e personalidade causados pela dor – estarão em pauta durante o 7º Congresso Brasileiro de Cérebro, Comportamento e Emoções, entre os dias 15 e 18 de junho, em Gramado (RS).

O evento, cujo tema oficial deste ano será "Vínculos científicos e o princípio de respeitar a riqueza maior da multidisciplinaridade", contará com pesquisadores e profissionais de áreas que envolvem a mente e o cérebro. Participarão especialistas da Argentina, Estados Unidos, Grã-Bretanha e Itália, os quais farão um intercâmbio de experiências com os profissionais brasileiros e discutirão os avanços científicos de acordo com as diferentes realidades vividas nos países.

O presidente do Congresso, Pedro do Prado Lima, destaca a contribuição do evento à população: "o congresso vai reunir profissionais brasileiros renomados com especialistas de outros países que são referências mundiais nas áreas de psiquiatria e neurologia. O encontro é uma oportunidade relevante para conhecermos e aplicarmos, de acordo com a nossas práticas clínicas, o que há de mais novo no mundo em pesquisas e tratamentos" explica o psiquiatra. Por exemplo, o Congresso receberá a visita de um dos principais neurocientistas da atualidade, Professor Giacomo Rizzolatti, da Universidade de Parma, descobridor dos ‘neurônios espelho’ e que falará sobre como através destes neurônios as pessoas entendem umas às outras, relata o diretor científico do evento, André Palmini.

Durante o encontro, referência em saúde mental e neurologia, também serão destaques: novos tratamentos para epilepsia; comportamento da dor; como poderá funcionar o cérebro depois dos 100 anos; o uso e abuso de drogas, as últimas novidades sobre doença de Parkinson e como crises emocionais podem confundir-se com crises epilépticas (com Tino – Projetos em Comunicação).

PARA ESPANTAR O FRIIIIIIIIIIIIIO!


CALDINHO DE FEIJÃO
Tempo de Preparo: 40 minutos     Rendimento: 8 Porções


INGREDIENTES

·         2 xícaras (chá) de feijão cozido
·         2 xícaras (chá) de água
·         1 cebola média
·         ½ xícara (chá) de cheiro verde
·         ½ xícara (chá) de bacon picado
·         2 dentes de alho picados
·         Molho de pimenta a gosto
·         Sal a gosto
·         Salsinha picada a gosto para decorar


PREPARO
Bata no liquidificador o feijão cozido, a água, a cebola e o cheiro verde até que fique homogêneo.
Reserve.
Em uma panela, refogue o bacon, o alho e despeje a mistura de feijão.
Deixe apurar por cerca de 10 minutos no fogo médio.
Tempere com o molho de pimenta, o sal e salpique a salsinha.

MICHAEL J. FOX, O ETERNO ADOLESCENTE, COMPLETA 50 ANOS




 Michael J. Fox, o eterno adolescente da famosa trilogia «Regresso ao Futuro», completa 50 anos esta quinta-feira, praticamente longe das câmaras do cinema e da televisão devido à sua luta contra a doença de Parkinson, apesar de não hesitar em dar a cara esporadicamente em projectos do seu interesse.



Fox interpretou o personagem em três filmes realizados por Robert Zemeckis e tornou-se um dos grandes ícones cinematográficos para toda uma geração, ao lado do seu fiel Doc, o delirante cientista vivido por Christopher Lloyd.

O primeiro «Regresso ao Futuro» estreou em 1985, recebeu quatro nomeações aos Óscares (ganhou o de Edição de Som) e arrecadou cerca de 400 milhões de dólares. No filme, o adolescente Marty (Fox), típico jovem americano dos anos 1980, viajava ao passado até 1955, onde tinha de garantir que os seus pais se conhecessem e se apaixonassem.

Com a ajuda do Doc, o jovem usou uma máquina do tempo em forma de automóvel - o DeLorean -, alimentado por plutónio e cujo componente principal era um «condensador de fluxo».

O segundo e terceiro filmes da saga, com menos impacto nas bilheteiras, foram rodados de forma consecutiva e enviavam McFly de novo na máquina do tempo, primeiro até ao ano 2015 (quando descobria que a sua família estava em crise) para depois retroceder até 1885 numa aventura pelo Velho Oeste para evitar a morte de Doc.

O personagem transformou Fox numa estrela de Hollywood. Uma fama em grande escala que chegou de forma inesperada, já que nas primeiras cinco semanas de filmagem, outro actor interpretava o papel principal: Eric Stolz.

Zemeckis e Steven Spielberg, produtor executivo do filme, chegaram à conclusão que o Stolz não era exactamente o que queriam, nem o tipo de humor do personagem, e decidiram começar tudo do zero, com outro actor, agora com o próprio Fox.

Tal iniciativa mudou a vida de Fox. Este canadiano, baixinho para os padrões de Hollywood (1,64 metros), mudou para Los Angeles (Califórnia) depois de fazer algumas pontas em projectos de televisão no seu país, e após um tempo recebeu a oferta de interpretar Alex Keaton na série de comédia «Family Ties», que recebeu três prémios Emmy entre 1986 e 1989 e um Globo de Ouro.

Essa foi a porta de entrada que comprovou que o actor era capaz de protagonizar «Regresso ao Futuro».

Após ser diagnosticado com Parkinson em 1991, o actor decidiu afastar-se das câmaras permanentemente. Em 1998, submeteu-se a uma operação cirúrgica no cérebro para reduzir os tremores que sofria, e um ano depois anunciou oficialmente a sua doença quando os sintomas eram evidentes.

Desde então, o público pode desfrutar da sua voz nas versões originais de «Stuart Little» (1999) e das duas sequelas, assim como das suas aparições especiais em séries como «Scrubs», «Boston Legal», «Rescue Me» e «The Good Wife».

A 27 de Maio, foi agraciado com a Ordem do Canadá, a máxima condecoração do país, em reconhecimento pela sua luta contra a doença de Parkinson, enquanto a sua fundação Michael J. Fox, focada na pesquisa da doença, arrecadou 225 milhões de dólares para pesquisar uma cura para a doença.

BOM DIA!


Frases para Orkut

FOLHA EM BRANCO

Certo dia um professor estava aplicando uma prova e os alunos, em silêncio, tentavam responder as perguntas com uma certa ansiedade.

Faltavam uns quinze minutos para o encerramento e um jovem levantou o braço e disse: professor, pode me dar uma folha em branco? O professor levou a folha até sua carteira e perguntou-lhe porque queria mais uma folha em branco, e o aluno falou: eu tentei responder as questões, rabisquei tudo, fiz uma confusão danada e queria começar outra vez.

Apesar do pouco tempo que faltava, o professor confiou no rapaz, deu-lhe a folha em branco e ficou torcendo por ele. A atitude do aluno causou simpatia ao professor que, tempos depois, ainda se lembrava daquele episódio simples, mas significativo.

Assim como aquele aluno, nós também recebemos de Deus, a cada dia, uma nova folha em branco. E muitos de nós só temos feito rabiscos, tentativas frustradas e uma confusão danada... Outros apenas amassam essa nova página e a arremessam na lixeira, preferindo a ociosidade, a omissão, gastando o tempo na inutilidade.

Talvez hoje fosse um bom momento para começar a escrever, nessa nova página em branco, uma história diferente, visando um resultado mais feliz.

Assim como tirar uma boa nota depende da atenção e do esforço do aluno, uma vida boa também depende da atenção e da dedicação de cada um.

Não importa qual seja a sua idade, a sua condição financeira, a sua religião...

Tome essa página em branco e passe sua vida a limpo. Escreva, hoje, um novo capítulo, com letras bem definidas e sem rasuras. E o principal: que todos possam ler e compartilhar suas experiências e conhecimento. Não se preocupe em tirar nota dez, ser o primeiro em tudo, preocupe-se apenas em fazer o melhor que puder.

Pense que mesmo não tendo pedido, Deus lhe ofereceu uma outra folha em branco, que é o dia de hoje. Por isso, aproveite essa nova chance e escreva um capítulo feliz na sua história, com dignidade, ética, fraternidade e esperança.

Não amasse nem rabisque de forma inconsequente essa página em branco, chamada hoje.

Tenham todos um ótimo dia.

quinta-feira, 9 de junho de 2011

Neurônios imperfeitos / Experimento com células-tronco identifica mecanismo de perda e ganho de material genético
08/06/2011 - O neurocientista brasileiro Stevens Rehen deu mais um passo para desvendar as causas de um fenômeno celular intrigante que ele próprio identificou dez anos atrás e que contribui para tornar o cérebro de cada pessoa diferente do de todas as outras. Em um trabalho publicado em 7 de junho na revista PLoSone, Rehen descreve um dos possíveis mecanismos que levam as células cerebrais a ganhar ou perder cromossomos, os filamentos enovelados de DNA que abrigam os genes, e tornam o cérebro um mosaico de células com características genéticas distintas das herdadas dos pais. (...)

O resultado obtido agora pelo grupo de Rehen acrescenta um elemento de complexidade ao processo de diferenciação celular, com implicações positivas e negativas. A aneuploidia pode ajudar a explicar diferenças de comportamento entre irmãos gêmeos idênticos ou o surgimento de doenças do cérebro – há estudos mostrando que os neurônios de pessoas com mal de Alzheimer costumam apresentar uma cópia extra do cromossomo 21. Mas também complica o desenvolvimento de terapias com células-tronco para doenças neurodegenerativas, como o próprio Alzheimer ou Parkinson. A partir de agora, os pesquisadores terão de levar em consideração o risco de aumento de aneuplodia decorrente da transformação das células-tronco em neurônios. “Ainda não sabemos se os efeitos gerados pela aneuploidia são prejudiciais, benéficos ou neutros”, diz Rehen. “Precisamos aprender mais sobre a citogenética dessas células”. Fonte: Revista Pesquisa Fapesp.br.

DOENÇA DE PARKINSON – O QUE DEVEMOS SABER

A imagem que as pessoas fazem sobre doenças como Parkinson tem um impacto emocional significativo na pessoa afetada. Além do impacto físico de portadores da doença, as pessoas com Parkinson enfrentam muitos preconceitos que a população em geral tem sobre essa doença.
Conviver com as diferentes reações das pessoas no supermercado, na rua, no ônibus, em locais públicos, muitas vezes, implica um desafio para o paciente de Parkinson. Preconceito ou apenas ignorância generalizada sobre a doença são refletidas na maneira como as pessoas os tratam na família, no trabalho ou em atividades sociais.
Felizmente, o trabalho de sensibilização sobre Parkinson, realizado por várias instituições e associações de familiares de pacientes com Parkinson, serve para a comunidade conscientizar-se sobre a doença e seu progresso na pessoa e sua família. Idéias e conceitos equivocados sobre Parkinson  fazem com que as pessoas pensem que é uma demência avançada (daí a confusão com a doença de Alzheimer), que qualquer tremor mais evidente seja Parkinson ou que seja somente uma doença de pessoas idosas.
Ao contrário de pessoas com Alzheimer, da doença de Parkinson não perdem gradualmente a noção de si. Apesar de Parkinson ser uma doença neurodegenerativa, não é primariamente uma demência. Só em casos muitos avançados e não é muito comum em pessoas com a síndrome de Parkinson vir a sofrer de mania de perseguição ou alucinações ou ficarem totalmente esquecidas.
Na verdade, a doença de Parkinson não tem nada a ver com a doença de Alzheimer. As pessoas com Parkinson perdem a mobilidade, sentem-se mais rígidos e endurecidos para andar, têm dificuldades para exercer tarefas comuns como tomar banho, subir escadas, vertir-se. Porém, sua memória não é afetada e não apresentam sintomas de confusão mental.
Outro engano comum é pensar que Parkinson é apenas uma doença das pessoas que tremem muito. Desconhecem outros sintomas da doença que são a rigidez das articulações, impedidndo movimentos mais rápidos e seguros, a mímica facial pobre (podem estar tristes ou alegres, que a expressçao facial é a mesma), a escrita apresentando o tamanho da letra cada vez menor e os passos cada vez mais curtos para andar. Também é usual ouvir que a doença de Parkinson é uma doença de idosos. Embora apresentado uma incidência maior em idades acima de 65 anos, há um número representativo de pessoas afetadas pelo Parkinson entre 30 e 55 anos.
Também ocorrem preconceitos e equívocos de pessoas que confundem Parkinson com problemas de abusos de drogas e bebida. Alguns acham que eles são viciados em drogas, outros acham que são alcoólatras ou que tenham outros vícios. Há muita confusão com os sintomas relacionados com a mobilidade (dificuldade de movimentação, falar ou comer), que também ocorrem na influência de álcool ou drogas.
Diante disso, fica claro entender porque são fundamentais as campanhas de sensibilização sobre a doença. É um dever incentivar a conscientização de todo o Brasil sobre estes sintomas, reduzindo o preconceito, a perseguição ou a discriminação que as pessoas afetadas com a doença de Parkinson sofrem diariamente.
Médico geriatra, especialista em geriatria e gerontologia pela Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia. Editor de conteúdo do portal Cuidar de Idosos.

BOM DIA

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MÃOS DADAS

Num dia de verão, eu estava na praia espiando duas crianças na areia.

Trabalhavam muito, construindo um castelo de areia molhada, com torres, passarelas e passagens internas. Quando estavam perto do final do projeto, veio uma onda e destruiu tudo, reduzindo o castelo a um monte de areia e espuma.

Achei que as crianças cairiam no choro, depois de tanto esforço e cuidado, mais tive uma surpresa: em vez  de chorar,correram para a praia, fugindo da água, rindo, de mãos dadas e começaram a construir outro castelo.

Compreendi que havia recebido uma importante lição: Tudo em nossas vidas, todas as coisas que gastam tanto de nosso tempo e de nossa energia para construir tudo é feito de areia: só o que permanece é nosso relacionamento com todas as outras pessoas. Mais cedo ou mais tarde, a onda virá e irá desfazer o que levamos tanto tempo para construir. Quando isso acontecer, somente aquele que tem as mãos de alguém para segurar, será capaz de sorrir.

Segure com Força as mãos que estão a sua volta... São elas que te sustentam, dão força, amor, carinho...

Nunca esconda sua mão de alguém... Um dia você precisará de mãos para segurar e sorrir... para que de mãos dadas com você, possa reconstruir outros castelos.